Teólogo Valdeci Fidelis é um líder cristão, teólogo, escritor e conferencista brasileiro, conhecido por seu ministério focado na formação espiritual e teólogica, com 21 obras em e-books disponibilizados no play Google/livros valdeci Fidelis. Matricula 0826/2013 CFTPB.
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sábado, 28 de setembro de 2024
QUANDO AS ATITUDES NÃO TRAEM AS PALAVRAS
AS ELEIÇÕES AMIGOS A CADA 4 ANOS QUE TE VISITAM
Por Valdeci Fidelis
Em tempos de corrida eleitoral este ano, o dia 6 de outubro, o Brasil elegerá muitos prefeitos e vereadores, além de muitos cargos que iram compor as bancadas das câmaras e das prefeituras brasileiras. Quero falar da essencial vida de um político e de um filósofo, os políticos são diferentes e opostos dos filósofos.
O grande jurista Rui Barbosa, já dizia que: "não compreendo como a inutilidade vence as eleições com tanta burrice, eu chego até pensar que burrice é uma ciência".
Observação de um político ele busca-se mover as massas através do uso da retórica, tirando vantagem da ignorância do povo, ao contrário na filosofia busca-se prover cada indivíduo com o máximo de conhecimento através dos diálogos. Enquanto que a principal preocupação de um político prende-se a maneira como sua imagem é vista pelos outros, o filósofo esforça-se em conhecer a vida de si mesmo, o sentimento político no sentido de manipular a juventude, busca desviar seus olhos da verdade. Enquanto isso o filósofo por outro lado, esforça-se em abrir os olhos da juventude para a verdade com o intuito de forjar seu crescimento. A medida que o conflito continua, as pessoas de justiça estarão destinadas a serem oprimidas pelas forças política como a execução de Sócrates demonstrou.
Neste ponto, podemos perguntar se a justiça neste mundo é um fato possível. Está é a minha opinião lembrar que Platão chegou ao final de seus dias com um longos e sinceros esforços e estudos. Cito Platão como história dos poderes políticos que sempre perseguiram àqueles que direcionaram seus pensamentos a juventude, com a prisão e morte de Sócrates.
quarta-feira, 25 de setembro de 2024
IDOSO ESSA CRIATURA MARAVILHOSA
Valdeci Fidelis 25/09/2024
Como estamos cuidando do idoso senil: Darei algumas dicas e informações que considero importantes para um bom atendimento aos idosos, a idade pode alterar, mas não é este o caso.
É admirável a disposição em cuidar de um idoso. Cuidar de alguém com 80 anos ou 90 ou mais, e com sinais de senilidade exige cuidado e paciência, dedicação e conhecimento.
Algumas dicas que eu acho de suma importancia:
1. Deve ter uma comunicação clara e simples como: Ao conversar com essa pessoa deve usar frases curtas e palavras fáceis sem complexidade que seja fácil de entender. Evitar perguntas que exigem respostas complexas, mesmo porque não estar em uma escola e sim em casa para repousar junto com as pessoas ao seu redor.
É preciso ter paciência e empatia: Se colocar no lugar dela naqueles momentos dificies; lembre-se que a pessoa pode ter dificuldades em se comunicar ou realizar tarefas, ja causada pela idade; ter paciência e tentar se colocar no lugar dela, pensar se fosse comigo!
2. Faça uma rotina: Estabeleça a rotina para o idoso, incluindo horários para as refeições, banho, atividades e descanso. A rotina proporciona segurança e bem-estar, isto evita preocupação da parte de que cuida.
3. E deverá está em ambiente que tenha segurança: Adaptar o ambiente para evitar acidentes, retire objetos que possam causar quedas, (como tapetes pequeno sinteticos, tapetes grande que pode gerar obstáculos) instale barras de apoio no banheiro e certifique-se de que a iluminação seja adequada, lembrar que queda de idoso é perigoso, e dentro de banheiro muito mais)
4. cuidar bem da alimentação que seja saudável: Ofereça alimentos nutritivos e fáceis de mastigar, muitos idosos tem arcadas dentária com deformações para mastigar, consulte um nutricionista para obter um plano alimentar adequado para o idoso.
5. Cuida da hidratação: Incentive a ingestão de líquidos ao longo do dia, não são necessário so na hora que sente cede, estabeleça meta e seja cuidadoso.
6. Muito importante a higiene pessoal: Ajude o idoso a manter a higiene pessoal, prestando atenção em suas necessidades, se preciso for ajude-o a se locomover.
7. Exercicios de atividades: Estimule atividades que a pessoa gosta, como ouvir música, ler ou realizar atividades manuais, jogar cartas, ouvir estórias e conte ou leia para ele.
8. Os cuidados médicos: Acompanhe as consultas médicas e siga as orientações do médico, ser rgído não maltratar é obedecer horio e disciplinar tudo.
9. Você também deverá se cuidar para cuidar dela: É fundamental cuidar da sua saúde física e mental, e espiritual e dovocional, reserve um tempo para você e procure apoio em grupos de cuidadores ou familiares, lembrar que sozinho somos francos.
DESAFIOS QUE NOS ATRAPALHAM
Você deve observar as seguitnes causas em sua vida:
a) Mudanças de humor: Seja paciente e tente descobrir o que está causando a irritabilidade ou a tristeza em você.
b) Esquecimento: Use lembretes visuais e repita as informações, coloque na porta da geladeira, perto da tv no carro alarme no smartphone.
c) Você tem dificuldade em realizar tarefas: Divida as tarefas em passos menores e peça ajuda quando necessário, convide uma pessoa para dividir com ela.
d) Negação: Respeite os sentimentos da pessoa, mas tente convencê-la da importância dos cuidados e que ela significa muito para você e a família. Não esqueça da saúde do idoso procurando um geriatra, um neurologista, ou uma pessoas especialista para obter orientações específica. (Não faça nada por conta propria, idoso nesta "faixa-etária" é como uma criança. É sempre bom participar de grupos de apoio, pode ser uma ótima maneira de compartilhar experiências e receber apoio de outras pessoas que passam pela mesma situação.
IDOSO
segunda-feira, 23 de setembro de 2024
CCB Defesa da Fé Edição 91. O perfil eclesiástico da CCB. Por Natanael Rinaldi
Defesa da Fé Edição 91. O perfil eclesiástico da CCB. Por Natanael Rinaldi
Em continuação à primeira matéria desenvolvida sobre a CCB, prosseguimos nossa exposição abordando alguns aspectos que nos permitem melhorar nossa concepção sobre o perfil dessa denominação evangélica. A primeira parte do texto que segue tem caráter meramente enciclopédico, é de domínio público, e usufrui da anuência dos membros da CCB. A segunda, desenvolvida pelo apologista Natanael Rinaldi, aprofunda-se um pouco mais no exclusivismo comentado na edição anterior e nos prepara para iniciarmos as reflexões bíblicas mais controversas sobre a CCB nas próximas edições.
A liturgia da CCB: O culto da CCB segue uma ordem preestabelecida, mas sem uma liturgia fixa, assim, os pedidos de hinos, orações, testemunhos e pregação da Bíblia são feitos de forma espontânea, baseados na inspiração do Espírito Santo.
Os serviços são solenes, com uma atmosfera formal; desse modo, evitam-se manifestações individualizantes, mas preza-se a participação coletiva.
Há uma série de práticas no culto, como, por exemplo, o uso do véu pelas mulheres; a prática do ósculo santo na saudação entre irmãos e irmãs; assento separado nas igrejas entre homens e mulheres; as orações são feitas de joelhos; podem haver até três orações no início do serviço e apenas uma no final, como agradecimento; também são permitidas até três pregações no mesmo culto, todavia, por tradição, decidiu-se que uma única pregação é suficiente, evitando-se, assim, que uma pregação se sobreponha à outra.
O padrão de realização do Culto é igual em quaisquer de seus templos.
A hierarquização da CCB: Segundo os estatutos da CCB, suas atividades são conduzidas por um ministério organizado, servindo sem expectativas de receber salários , distribuído segundo as necessidades de cada localidade, constituído por anciãos, cooperadores do ofício ministerial e diáconos. Somente os anciãos e diáconos são ministros ordenados.
Para todos os cargos de ministério, auxiliares de jovens e menores, músicos oficializados, encarregados de orquestras e administradores, as pessoas devem ser batizadas conforme a doutrina seguida pela Congregação Cristã no Brasil.
Vejamos, a seguir, as funções desempenhadas na CCB:
Ancião: Responsável pelo atendimento da obra, realização de batismos, santas ceias, ordenação de novos obreiros (anciãos e diáconos), apresentação de cooperadores do ofício ministerial e cooperadores de jovens e menores, atendimento às reuniões para mocidade, encarregado de conferir ensinamentos à igreja, cuidar dos interesses espirituais e do bem-estar da igreja, entre outras funções.
Diácono: Responsável pelo atendimento assistencial e material à igreja. É auxiliado por irmãs obreiras chamadas de "irmãs da obra da piedade". Assim como o ancião, atende a diversas congregações de sua região.
Cooperador do ofício ministerial: Responsável pela cooperação nos ensinamentos e presidência dos cultos oficiais e das reuniões de jovens e menores em determinada localidade (desde que não haja um cooperador de jovens e menores responsável pelo atendimento dessa localidade), não podendo realizar batismos, Santa Ceia, reuniões para mocidade, ordenações, entre outras coisas que só cabem ao ancião ou ao diácono.
Cooperador de jovens e menores: Responsável por atender às reuniões de jovens e menores de sua comum congregação.
Músico: Membro habilitado que, depois de passar por testes musicais, é oficializado para tocar nos cultos e demais serviços.
Encarregado de orquestra: São organistas mulheres, oficializadas, designadas para avaliar outras organistas aprendizes no processo de oficialização.
Examinadoras
Auxiliar de jovens e menores: São jovens, rapazes ou moças solteiros, designados para preparar e organizar os recitativos das reuniões de jovens e menores individuais ou em grupo e cuidar da ordem e da organização durante a reunião.
A administração da CCB: Existe um ministério material, constituído por presidente, tesoureiro, secretário, auxiliares da administração, conselho fiscal e conselho fiscal suplente. Os administradores são eleitos a cada três anos e o conselho fiscal, anualmente, durante a Assembléia Geral Ordinária. É permitida a recondução ao cargo.
Para construções de templos, utilizam-se, na maioria dos casos, de voluntariado mobilizado em esquema de mutirão. Para outros serviços das igrejas, como portaria, limpeza, som, fundo bíblico sem fins lucrativos, entre outros, também são escolhidos, entre os membros, voluntários que não possuem expectativa de receber salário.
Segundo os seus estatutos, a CCB não possui registro de membros, considerando que estes devem responder somente a Deus; não prega o dízimo e mantém-se pelo espírito voluntário dos seus membros, que contribuem com coletas anônimas e voluntárias. O exercente de qualquer cargo espiritual ou de administração se mantém pelo seu trabalho, ou meios próprios, uma vez que é vedada qualquer espécie de remuneração ou retribuição pelo exercício dessas atividades ou pela ministração de serviços espirituais ou sacramentos.
As mudanças de caráter doutrinário na CCB são discutidas em assembléia anual e pelo conselho de anciãos, formado pelos anciãos mais antigos no ministério (não necessariamente de idade). Nessas assembléias, são considerados "tópicos de ensinamentos", os quais, tomados em reuniões e por oração, tratam de assuntos relacionados à doutrina, costumes e comportamento na atualidade.
A organização eclesiástica da CCB é uma forma adaptada do governo presbiteriano: um grupo de igrejas locais é reunido em uma "região administrativa", normalmente correspondente a um município nos Estados onde a igreja é maior e vários municípios onde a Congregação é menor, presidida por um conselho de anciãos e por um corpo administrativo. As regiões administrativas são agrupadas em "regionais", que, por sua vez, se concentram nas assembléias estaduais. O organismo máximo é a Assembléia Geral, que ocorre na congregação do Brás (SP), anualmente, sempre no mês de abril.
A orquestra da CCB: A CCB possui uma orquestra de música sacra muito valorizada. E provê aos fiéis escolas musicais gratuitas e ensaios musicais em suas dependências. Atualmente, o órgão é o único instrumento permitido às mulheres, sendo possível aos homens a execução de mais de vinte outros tipos de instrumentos.
O hinário da CCB é intitulado de Hinos de louvores e súplicas a Deus. Possui muitas melodias de autores norte-americanos e italianos, com algumas poesias traduzidas e semitraduzidas do inglês e do italiano. São 450 hinos e, entre eles, há especiais para batismos, santas ceias, funerais, cinqüenta peças para as reuniões de jovens e menores e sete coros. Esse hinário é motivo de orgulho para muitos membros que defendem, sem conhecimento, que todas as suas melodias são inéditas, originais e, conseqüentemente, superiores aos louvores dos hinários oficiais de outras denominações, como, por exemplo, a Harpa Cristã assembleiana e o Cantor Cristão batista.
A Congregação Cristã não produz gravações de seus hinos, e muito menos as autoriza.
A política na CCB: A CCB é uma organização religiosa apolítica, crendo na separação total entre Estado e religião. Não mantém ligação, nem se manifesta de forma alguma em relação a causas ou partidos políticos, candidatos a cargos públicos, ou qualquer outra instituição ou organização, governamental ou não. Se algum membro de seu corpo ministerial aceitar cargos políticos, deverá renunciar ao seu cargo congregacional. Seus membros são doutrinados a não votarem em candidatos que neguem a existência de Deus e a sua moral.
A mídia e CCB: A CCB não possui propaganda em meios de comunicação, como, por exemplo, rádio, televisão, imprensa escrita, ou qualquer outro tipo de propagação da sua doutrina que não seja o ato de freqüentar quaisquer de suas igrejas pelos interessados em conhecê-la. A CCB não autoriza que seus trabalhos, sejam eles cultos ou não, sejam gravados e reproduzidos.
Sete pontos que revelam o caráter exclusivista da CCB: A seguir, apresentaremos alguns aspectos que reafirmam mais detalhadamente o exclusivismo da CCB apresentado na edição anterior. Esclarecemos que não temos a pretensão de esgotamento desses aspectos e não nos deteremos em refutar biblicamente cada uma dessas características, primeiro pela obviedade bíblica das respostas e, segundo, por não ser esta a proposta dessa exposição, que é, tão-somente, o delineamento do perfil da CCB.
1. A irmandade: A Lista secreta de ensinamentos de 1961, publicação da CCB, declara: "O Senhor nos guiou a somente considerar nossos irmãos aqueles que se batizam entre nós. Na obra de Deus não temos parentes nem amigos, todos somos iguais e quem não está na doutrina não é considerado como irmão, nem tem liberdade nos cultos".
2. O jugo desigual: Os líderes da CCB ensinam aos membros a não se prenderem a um jugo desigual, apoiando sua exortação em 2 Corintios 6.14. Mas, quem são os classificados como "infiéis" e estão em "trevas", segundo eles? Resposta: os crentes evangélicos. Unir-se a um crente de outra igreja é considerado, pela CCB, jugo desigual.
3. Os sábios e entendidos: Os membros da CCB gostam de citar o discurso de Jesus: "Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos" (Mt 11.25). Costumam dizer que os sábios e entendidos são os "sectários", pessoas identificadas por eles como pertencentes a outras denominações evangélicas, pessoas que gostam de estudar a Bíblia e livros teológicos; por outro lado, os pequeninos são os membros da CCB.
4. A visitação às outras igrejas: Não bastasse ser pecado de morte se opor à CCB, também consideram pecado visitar outras igrejas evangélicas. Visitar outras igrejas é ser cúmplice de pecado de morte. Isso porque o ensino dos anciãos, mediante suas "Listas de doutrinas secretas", declara que as manifestações espirituais em igrejas diferentes da CCB são operadas por espíritos mundanos ou demoníacos. O que está atrás dessa proibição é o receio de que se inverta a situação e que a "irmandade" observe que, nas igrejas evangélicas, se ensina a Bíblia e o medo de que os membros da CCB sejam expostos a ensinamentos bíblicos jamais acessíveis em seus cultos.
5. As declarações de estranha fé: Os líderes da CCB denominam as "declarações de fé" dos crentes evangélicos de "estranha fé", mas não explicam ou refutam essas declarações: primeiro, porque isso não seria possível à luz da Bíblia; segundo, porque, para isso, seria preciso estudar a Bíblia que, segundo a CCB, precisa ficar de lado, sob a alegação de que a "letra mata" (2Co 3.6).
6. A proibição de leituras: É proibido aos membros da CCB ler qualquer literatura publicada por igrejas evangélicas. Essa é uma prática comum às seitas, notadamente das testemunhas de Jeová, que, enquanto distribuem sua literatura de casa em casa, recusam terminantemente a aceitar qualquer literatura que não seja publicada pela Sociedade Torre de Vigia. O que revela isso? Medo de que seus associados tomem conhecimento das falsas profecias apontadas em seus periódicos e questionem o que consideram ser o "canal de comunicação" entre Deus e os homens. Semelhantemente, procedem os anciãos da CCB.
7. A apostasia da igrejas: Os líderes da CCB apregoam a apostasia da igreja cristã através dos séculos e a restauração por meio da CCB. Esta é uma reivindicação própria de movimentos sectários, cada qual indicando sua entidade religiosa como responsável pela restauração da Igreja fundada no dia de Pentecostes. Segundo esse ponto de vista, não haveria Igreja de Cristo durante certo período de apostasia, o que contradiz diametralmente a promessa de Jesus (Mt 16.18) e a ininterrupta glorificação de Deus pela Igreja, através dos séculos (Ef. 3.21). Como poderia Deus ser glorificado na Igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, se ela tivesse apostatado? Deve-se ter presente que, segundo a história da fundação da CCB, isso se deu apenas em 1910.
Considerações finais: Como se pôde observar nesta exposição, a CCB é uma igreja muito bem organizada em termos eclesiásticos e administrativos, mas possui um caráter exclusivista incompatível com as recomendações bíblicas. Na próxima edição, convidamos os leitores de Defesa da Fé a nos acompanhar numa abordagem mais detida sobre o proselitismo e a motivação dos membros da CCB para a pregação do evangelho.
(continua na próxima edição...)
1 CONGREGAÇÃO CHRISTÃ DO BRASIL Convenção. São Paulo, 1936 p. 6.
2 CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL. Estatuto, art. 8, § 1. São Paulo, 2004.
3 CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL. Estatuto Art. 23.
4 CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL. Estatuto Art. 24.
5 http://www.congregacaocrista.org.br/ Acessado em 18/4/2011.
6 CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL. Estatuto, art. 8, § 1. São Paulo, 2004
7 http://www.congregacaocrista.org.br/ Acessado em 18/04/11.
O Homem Esse Ser Humano Lunático
domingo, 22 de setembro de 2024
O capítulo 6 de 2 Reis envolvendo o profeta Eliseu
Por Valdeci Fidelis
O capítulo 6 de 2 Reis relata um episódio envolvendo o profeta Eliseu e o rei da Síria. O rei da Síria estava em guerra com Israel e, a cada vez que planejava um ataque, Eliseu revelava os planos secretos do rei da Síria ao rei de Israel. Isso enfureceu o rei da Síria, que enviou um grande exército para capturar Eliseu.
Quando o exército sírio cercou a cidade onde Eliseu estava, o profeta não se desesperou. Ele tinha uma visão espiritual e sabia que Deus estava ao seu lado. Eliseu orou para que Deus abrisse os olhos do seu servo, para que ele pudesse ver a proteção divina ao redor deles. Deus respondeu à oração de Eliseu e o servo viu uma multidão de cavalos e carros de fogo ao redor deles, representando o exército celestial de Deus.
Eliseu então orou para que Deus cegasse o exército sírio, e assim aconteceu. Ele liderou o exército cego até Samaria, a capital de Israel, onde pediu ao Senhor que abrisse os olhos dos sírios novamente. Quando os sírios viram onde estavam, perceberam que estavam nas mãos do inimigo e foram capturados pelo rei de Israel.
O significado espiritual deste capítulo é que Deus é capaz de proteger e livrar Seus servos do perigo. Eliseu confiou em Deus e não se deixou abater pelo exército inimigo. Ele tinha uma visão espiritual que lhe permitia ver a intervenção divina em sua vida. Isso nos ensina a confiar em Deus em todas as circunstâncias e a buscar uma visão espiritual para enxergar além das aparências físicas.
Além disso, esse episódio também mostra a importância da oração. Eliseu orou e Deus respondeu, demonstrando Seu poder e soberania. Isso nos encoraja a buscar a Deus em oração, confiando que Ele é capaz de agir em nosso favor.
Em resumo, o capítulo 6 de 2 Reis nos ensina sobre a proteção divina, a importância da visão espiritual e a eficácia da oração. Devemos confiar em Deus em todas as circunstâncias, buscando uma visão espiritual para enxergar além do que está diante de nós, e orar, sabendo que Deus é capaz de agir em nosso favor.
VAMOS MOSTRAR:
João 4 e a mulher samaritana
A Importância da Comunidade na Vida Espiritual do Cristão A comunidade como é um desempenhar um papel fundamental na vida espiritual do cristão, sendo um pilar essencial para o crescimento e aprofundamento da fé. Afinal, como seres sociais, somos chamados a viver em comunhão com Deus e com nossos irmãos. Por que a comunidade é tão importante na vida do cristão mostrar?
Como fortalecimento da fé: Ao compartilharmos nossas experiências de fé com, ´fé a outros cristãos, fortalecemos nossa própria fé e nos sentimos mais seguros em nossa jornada espiritual. A comunidade nos oferece um espaço para crescermos juntos, nos apoiando mutuamente e nos desafiando a vivermos uma vida mais autêntica.
Sentido de pertencimento: A comunidade nos proporciona um senso de pertencimento, fazendo-nos sentir parte de algo maior do que nós mesmos. Ao nos conectarmos com outros cristãos, experimentamos um sentimento de unidade e amor que nos ajuda a superar os desafios da vida.
Aprendizado mútuo: Através da convivência com outros cristãos, aprendemos uns com os outros, compartilhando nossas diferentes experiências e perspectivas. Essa troca de conhecimento nos enriquece espiritualmente e nos ajuda a crescer em nossa compreensão da fé.
Serviço aos outros: A comunidade nos oferece oportunidades para servir aos outros, colocando em prática os ensinamentos de Jesus. Ao servir, experimentamos a alegria de fazer a diferença na vida de outras pessoas e fortalecemos nossos laços com Deus e com nossos irmãos.
Celebração da fé: A comunidade é o lugar onde celebramos nossa fé juntos, participando de cultos, retiros e outros eventos. Essas celebrações nos ajudam a manter viva a nossa fé e a nos conectarmos mais profundamente com Deus.
Em resumo:
A comunidade cristã é um presente de Deus para nós. Ao participarmos ativamente de uma comunidade, somos mais bem equipados para viver uma vida de fé plena e significativa.
Quais aspectos da comunidade cristã você gostaria de explorar mais a fundo?
Possíveis tópicos para discussão:
A importância dos pequenos grupos
A comunidade como fonte de apoio emocional
O papel da comunidade na evangelização
Os desafios de construir uma comunidade forte e saudável
Sinta-se à vontade para compartilhar suas reflexões e perguntas.
Uma Análise para os Dias Atuais 2 Reis 6:8-30
Valdeci
2 Reis 6:8-30: Uma Análise para os Dias Atuais
O Contexto:
O livro de 2 Reis narra a história de Israel e Judá, com foco nos reis e profetas. O capítulo 6, versículos 8-30, relata um momento de conflito entre Israel e a Síria. O profeta Eliseu demonstra seu poder sobrenatural, revelando os planos militares do inimigo ao rei de Israel. A história culmina com um momento de grande tensão e arrependimento do rei.
Compreendendo o Texto:
Espionagem e Inteligência: O rei da Síria, para obter vantagem militar, espiona o inimigo. A capacidade de Eliseu em antecipar os movimentos do exército sírio demonstra a importância da inteligência e da capacidade de antecipar os movimentos adversários, tanto em tempos antigos como nos dias atuais.
Proteção Divina: Eliseu atua como um instrumento de Deus, protegendo o reino de Israel. Essa narrativa nos lembra da importância da fé e da confiança em um poder superior, especialmente em tempos de crise.
Arrependimento e Humildade: O rei de Israel, diante da gravidade da situação, demonstra arrependimento e humildade. Essa atitude revela a importância de reconhecer os próprios erros e buscar a orientação divina.
A Fome e a Crise: A história da mulher sunamita, que é forçada a cozinhar e comer o próprio filho devido à fome, retrata uma crise humanitária. Essa narrativa nos sensibiliza para as dificuldades enfrentadas por muitas pessoas em situações de conflito e escassez.
Significado para os Dias Atuais:
Liderança e Inteligência: Líderes, em qualquer área, precisam ser capazes de antecipar os desafios e tomar decisões estratégicas. A história de Eliseu nos lembra da importância da inteligência e da capacidade de obter informações precisas.
Fé e Espiritualidade: A fé em um poder superior pode ser uma fonte de força e conforto em tempos de dificuldade. A história de Eliseu nos convida a fortalecer nossa fé e buscar uma conexão mais profunda com o divino.
Empatia e Solidariedade: A história da mulher Sulamita nos lembra da importância da empatia e da solidariedade para com aqueles que sofrem. Em um mundo cada vez mais globalizado, é fundamental que nos sensibilizemos para as necessidades dos outros.
A Importância da Verdade: A capacidade de Eliseu em revelar a verdade sobre os planos do inimigo destaca a importância da honestidade e da transparência em todas as relações.
Em resumo, o relato de 2 Reis 6:8-30 nos oferece lições valiosas sobre liderança, fé, empatia e a importância da verdade. Ao refletir sobre essa história, podemos encontrar insights que nos ajudam a enfrentar os desafios da vida contemporânea.
A Importância da Comunidade na Vida Espiritual do Cristão
A comunidade desempenha um papel fundamental na vida espiritual do cristão, sendo um pilar essencial para o crescimento e aprofundamento da fé. Afinal, como seres sociais, somos chamados a viver em comunhão com Deus e com nossos irmãos.
Por que a comunidade é tão importante?
Fortalecimento da fé: Ao compartilharmos nossas experiências de fé com outros cristãos, fortalecemos nossa própria fé e nos sentimos mais seguros em nossa jornada espiritual. A comunidade nos oferece um espaço para crescermos juntos, nos apoiando mutuamente e nos desafiando a vivermos uma vida mais autêntica.
Sentido de pertencimento: A comunidade nos proporciona um senso de pertencimento, fazendo-nos sentir parte de algo maior do que nós mesmos. Ao nos conectarmos com outros cristãos, experimentamos um sentimento de unidade e amor que nos ajuda a superar os desafios da vida.
Aprendizado mútuo: Através da convivência com outros cristãos, aprendemos uns com os outros, compartilhando nossas diferentes experiências e perspectivas. Essa troca de conhecimento nos enriquece espiritualmente e nos ajuda a crescer em nossa compreensão da fé.
Serviço aos outros: A comunidade nos oferece oportunidades para servir aos outros, colocando em prática os ensinamentos de Jesus. Ao servir, experimentamos a alegria de fazer a diferença na vida de outras pessoas e fortalecemos nossos laços com Deus e com nossos irmãos.
Celebração da fé: A comunidade é o lugar onde celebramos nossa fé juntos, participando de cultos, retiros e outros eventos. Essas celebrações nos ajudam a manter viva a nossa fé e a nos conectarmos mais profundamente com Deus.
Em resumo:
A comunidade cristã é um presente de Deus para nós. Ao participarmos ativamente de uma comunidade, somos mais bem equipados para viver uma vida de fé plena e significativa.
Quais aspectos da comunidade cristã você gostaria de explorar mais a fundo?
Possíveis tópicos para discussão:
A importância dos pequenos grupos
A comunidade como fonte de apoio emocional
O papel da comunidade na evangelização
Os desafios de construir uma comunidade forte e saudável
Sinta-se à vontade para compartilhar suas reflexões e perguntas.
A História da Mulher Samaritana
Por Valdeci Fidelis
A História da Mulher Samaritana: Um Encontro Transformador
O encontro entre Jesus e a mulher samaritana, narrado no Evangelho de João, capítulo 4, é um dos momentos mais ricos e significativos da Bíblia.
Por que este encontro é tão importante?
Quebrando barreiras: Naquela época, judeus e samaritanos tinham profundas divergências religiosas e sociais. Jesus, ao conversar com uma samaritana, demonstra um amor incondicional que transcende as divisões humanas.
A água viva: Jesus oferece à mulher uma "água viva" que sacia a sede eterna da alma. Essa água simboliza o Espírito Santo e a vida eterna que Ele oferece a todos.
Revelação da identidade de Jesus: Através dessa conversa, Jesus revela a sua verdadeira identidade como o Messias, o Salvador do mundo.
Um novo começo: A mulher samaritana, após o encontro com Jesus, experimenta uma transformação profunda e se torna uma evangelizadora em sua comunidade, levando a boa nova a outros.
O que podemos aprender com essa história?
Deus ama a todos, sem exceção: Independentemente de nossa origem, cultura ou passado, Deus nos ama e deseja ter um relacionamento conosco.
onte de vida: Somente em Jesus encontramos a verdadeira satisfação e a paz que procuramos.
A importância da evangelização: Assim como a mulher samaritana, somos chamados a compartilhar a boa nova de Jesus com aqueles ao nosso redor.
Em resumo, o encontro de Jesus com a mulher samaritana nos ensina sobre o amor incondicional de Deus, a importância de superar as diferenças e a transformadora experiência de encontrar Jesus.
Se você tiver alguma pergunta específica, por favor, não hesite em perguntar.
Por Valdeci: João 4 a mulher samaritana
A Importância da Comunidade na Vida Espiritual do Cristão
A comunidade desempenha um papel fundamental na vida espiritual do cristão, sendo um pilar essencial para o crescimento e aprofundamento da fé. Afinal, como seres sociais, somos chamados a viver em comunhão com Deus e com nossos irmãos.
Por que a comunidade é tão importante?
Fortalecimento da fé: Ao compartilharmos nossas experiências de fé com outros cristãos, fortalecemos nossa própria fé e nos sentimos mais seguros em nossa jornada espiritual. A comunidade nos oferece um espaço para crescermos juntos, nos apoiando mutuamente e nos desafiando a vivermos uma vida mais autêntica.
Sentido de pertencimento: A comunidade nos proporciona um senso de pertencimento, fazendo-nos sentir parte de algo maior do que nós mesmos. Ao nos conectarmos com outros cristãos, experimentamos um sentimento de unidade e amor que nos ajuda a superar os desafios da vida.
Aprendizado mútuo: Através da convivência com outros cristãos, aprendemos uns com os outros, compartilhando nossas diferentes experiências e perspectivas. Essa troca de conhecimento nos enriquece espiritualmente e nos ajuda a crescer em nossa compreensão da fé.
Servir aos outros:
A comunidade nos oferece oportunidades para servir aos outros, colocando em prática os ensinamentos de Jesus. Ao servir, experimentamos a alegria de fazer a diferença na vida de outras pessoas e fortalecemos nossos laços com Deus e com nossos irmãos. Sabemd que todos nós somos irmãos por adoção, uma graça que o SENHOR nos deu por intermédio do Seu Filho Jesus Cristo indo ao sacrificio.
Celebração da fé: A comunidade é o lugar onde celebramos nossa fé juntos, participando de cultos, retiros e outros eventos. Essas celebrações nos ajudam a manter viva a nossa fé e a nos conectarmos mais profundamente com Deus. E isto é muito importante para quem nos ssistem e a nós mesmo por estarmos levando o ensinamento bíblico deixado por Jesus Cristo.
Em resumo:
A comunidade cristã é um presente de Deus para nós. Ao participarmos ativamente de uma comunidade, somos mais bem equipados para viver uma vida de fé plena e significativa, a comunidade e a irmandade nela existentes, são como nossas casas, uma família não só a que vivem debaixo do mesmo teto.
Quais aspectos da comunidade cristã você gostaria de explorar mais a fundo?
Possíveis tópicos para discussão. você pode enviar perguntas ao blog sobre:
A importância dos pequenos grupos.
A comunidade como fonte de apoio emocional.
O papel da comunidade na evangelização e outros relevantes.
A Relevância da História da Mulher Samaritana
Por Valdeci Fidelis
A Relevância da História da Mulher Samaritana nos Dias de Hoje
A história da mulher samaritana, apesar de ter acontecido há milhares de anos, continua a ressoar profundamente em nossos corações e mentes nos dias de hoje. Ela nos oferece valiosas lições sobre:
Inclusão e aceitação: Em um mundo marcado por divisões e preconceitos, a história da mulher samaritana nos lembra que todos somos iguais aos olhos de Deus e merecemos ser tratados com respeito e dignidade, independentemente de nossa origem, crença ou passado.
Diálogo inter-religioso: O encontro entre Jesus e a mulher samaritana é um poderoso exemplo de como o diálogo sincero e respeitoso pode levar à compreensão mútua e à superação de diferenças. Em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado, a capacidade de dialogar com pessoas de diferentes crenças é mais importante do que nunca.
Busca pela verdade: A mulher samaritana estava em busca de respostas para as grandes questões da vida. Sua busca nos inspira a continuarmos buscando a verdade e o sentido da vida, mesmo quando as respostas não são fáceis de encontrar.
Transformação pessoal: O encontro com Jesus transformou a vida da mulher samaritana. Essa história nos mostra que cada um de nós pode experimentar uma transformação profunda quando nos abrimos para o amor de Deus.
Evangelização: A mulher samaritana se tornou uma evangelizadora, levando a boa nova de Jesus para sua comunidade. Sua história nos desafia a compartilhar nossa fé com os outros e a sermos instrumentos de transformação em nossas comunidades.
Em resumo, a história da mulher samaritana nos convida a:
Não discutir penas ouvir a outra pessoa.
Amar ao próximo: Independentemente de suas diferenças.
Amar só aprendemos amando também
Buscar o diálogo: Com pessoas de diferentes crenças.
Buscar a verdade: Com humildade e perseverança.
Permitir-se ser transformado: Pelo amor de Deus.
Compartilhar a fé: Com os outros.
A relevância dessa história para os dias de hoje é inegável. Em um mundo marcado por polarização, intolerância e busca por sentido, a mensagem de amor, inclusão e transformação contida nessa história continua a ser uma fonte de esperança e inspiração.
A Água Viva e o Diálogo Inter-religioso com a Mulher Samaritana
A Água Viva é uma proposta de interação, um diálogo inter-religioso com a Mulher Samaritana. A Água Viva: Mais do que uma simples bebida é água da salvação em Jesus Cristo
No encontro de Jesus com a mulher samaritana, a "água viva" que Ele oferece vai muito além de uma simples bebida para saciar a sede física essa água representa:
a) O Espírito Santo: É o próprio Espírito de Deus que habita em nós, nos renovando e transformando por dentro.
b) A vida eterna: Ao beber dessa água, recebemos a promessa da vida eterna, livre do pecado e da morte.
c) A satisfação espiritual: Diferente da água que a mulher buscava no poço, a água viva sacia a sede mais profunda do ser humano, a sede por Deus.
O Diálogo Inter-religioso: Quebrando barreiras
O encontro entre Jesus e a mulher samaritana é um marco histórico no diálogo inter-religioso. Ao conversar com uma mulher de uma religião diferente da sua, Jesus demonstra:
d) Amor universal: O amor de Deus não tem fronteiras religiosas ou culturais. Ele se estende a todas as pessoas, independentemente de suas crenças.
e) Respeito pelas diferenças: Jesus não julga a mulher samaritana por suas crenças, mas inicia uma conversa respeitosa e aberta.
f) A importância do diálogo: O diálogo é fundamental para superarmos as diferenças e construirmos um mundo mais unido.
A mulher samaritana como exemplo
A história da mulher samaritana nos inspira a:
g) Superar os preconceitos: Assim como a mulher samaritana, podemos superar os preconceitos e construir pontes com pessoas de diferentes crenças.
h) Sermos agentes de transformação: Ao compartilharmos a mensagem de amor e esperança de Jesus, podemos transformar nossas comunidades e o mundo.
i) Buscar a verdade: A mulher samaritana, ao conversar com Jesus, demonstra uma busca sincera pela verdade. Essa busca deve ser um constante em nossas vidas.
Em resumo:
O encontro de Jesus com a mulher samaritana nos ensina que a água viva é um símbolo da graça de Deus que transforma nossas vidas e que o diálogo inter-religioso é fundamental para construirmos um mundo mais justo e fraterno.
Gostaria de explorar algum outro aspecto dessa história?
Possíveis tópicos para discussão:
A importância do poço como símbolo. A mulher samaritana como evangelizadora a relevância dessa história para o mundo atual se você tiver alguma outra pergunta, por favor, não hesite em perguntar.
sexta-feira, 20 de setembro de 2024
PESSOAS, PODERES E AUTORIDADES
Algumas reações em meio às tensões políticas dos últimos meses, no Brasil, deixam transparecer algumas curiosidades. A maior delas parece ser aquela que está gerando um efeito que poucos talvez esperassem ver um dia neste país. Até poucos anos atrás era muito comum que o grosso da população mantivesse uma opinião negativa, de crítica e suspeitas com relação aos políticos.
Com o advento da internet e, especialmente com as redes sociais, atualmente desenha-se um novo quadro. Muitos têm defendido governos, políticos e partidos de forma apaixonada. As eleições de 2014 geraram debates acalorados que, inclusive, culminaram em amizades desfeitas, mágoas, ofensas e todo nível de baixaria. Tudo isso vai revelando um quadro ainda confuso aos olhos do observador. Estariam alguns políticos brasileiros mudando drasticamente suas atitudes? A velha máxima do “político ladrão” está em desuso porque cada vez mais nossos políticos tem se convertido à causa do povo, representando, de fato, o anseio dos cidadãos?