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sábado, 11 de julho de 2026

ESBOÇO DE PREGAÇAO DE 1° CRINTIOS 9:1-23

Presidente Prudente -Igreja Evangelica de Missões  on-line

 Por - Pregação Valdeci Fidelis

Valdeci Fidelis


O Capítulo 9:1-23. 1º Coríntios é um dos textos mais fascinantes e práticos do Apóstolo Paulo sobre liderança, direitos e, acima de tudo, abnegação pelo Evangelho.

​   Para entender este capítulo em um estudo bíblico, imagine o contexto: a igreja de Corinto estava cheia de divisões, e muitos questionavam a autoridade de Paulo porque ele não agia como os outros filósofos ou líderes religiosos da época (que cobravam caro por seus ensinos). Paulo usa sua própria vida como um estudo de caso para ensinar uma grande lição: ter um direito não significa que você deve sempre exigi-lo.
​    Aqui está um esboço estruturado e detalhado para o seu estudo bíblico:

​1. A Defesa do Apostolado e os Direitos de Paulo (vv. 1-14)
​Paulo começa o capítulo de forma incisiva, fazendo quatro perguntas retóricas para estabelecer sua autoridade e provar que ele tinha os mesmos direitos que qualquer outro apóstolo.

​A Validação do Ministério (vv. 1-3): Ele afirma que viu o Jesus ressuscitado (o critério básico para ser um apóstolo) e aponta para os próprios coríntios como o "selo" do seu apostolado. Se a igreja existia, era prova do fruto do trabalho dele.

Os Direitos Legítimos (vv. 4-14): Paulo usa exemplos da vida cotidiana e da própria Lei de Moisés para provar que quem prega o Evangelho tem o direito de ser sustentado por ele. Ele cita: ​O Soldado: Não vai à guerra às suas próprias custas.
​O Agricultor: Planta a vinha e come do seu fruto.
​O Pastor: Cuida do rebanho e bebe do leite. ​A Lei (v. 9): "Não amordace o boi enquanto ele debulha o cereal." Se Deus se preocupa com os bois, quanto mais com os ministros da Sua Palavra!
​   
O Princípio Bíblico: O sustento financeiro de pastores e missionários é um direito legítimo e instituído por Deus (v. 14: "o Senhor ordenou que aqueles que pregam o evangelho vivam do evangelho").

​2. A Renúncia por Amor ao Evangelho (vv. 15-18)
​É aqui que o capítulo dá uma reviravolta profunda. Depois de gastar 14 versículos provando que tinha o direito de receber ajuda financeira dos coríntios, Paulo diz: "Mas eu não usei de nenhum desses direitos" (v. 15).
​Pregando de Graça: Paulo fabricava tendas para se sustentar em Corinto. Ele não queria que ninguém o acusasse de estar pregando por dinheiro ou que isso se tornasse um obstáculo (barreira) para os descrentes.
​O "Ai de mim": Paulo explica que pregar não era um motivo de orgulho vaidoso, mas uma obrigação divina. Ele se sentia constrangido pelo amor de Cristo. Sua maior recompensa era poder oferecer o Evangelho de forma totalmente gratuita.

​3. Flexibilidade Cultural: "Fiz-me Tudo para com Todos" (vv. 19-23)
​Este é um dos trechos mais famosos sobre missiologia e contextualização. Sendo livre de todos, Paulo escolheu se tornar "escravo" de todos para ganhar o maior número possível de pessoas.
Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:

A estratégia na prática:
     ​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
    ​Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
​   Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

    ​O objetivo final.
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."

1. ​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
   ​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.

2. Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
   ​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
    ​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:
​A estratégia na prática:
​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
​   Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
   ​Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

​O objetivo final
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."
​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.
Espero que o Espirito Santo quebrantai o coração dos leitores do evangelho de Cristo Jesus. Em Nome de Jesus Nosso Salvador

sexta-feira, 3 de julho de 2026

PALAVRA QUE EDIFICA

 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados."

 Mateus 5:4


Deus tem prazer em consolar os que choram. O amor do Pai é o bálsamo que cura a alma ferida. Ele ampara o coração contrito e purifica a alma quebrantada, até que ela se torne Sua morada. Deus não se alegra em ver seus filhos sofrerem. Não é do agrado de Deus que tenhamos o coração quebrantado. O desejo de Deus é que olhemos para cima e sintamos o Seu abraço a nos amparar nos dias mais angustiantes que passamos. Hoje Deus quer lhe abraçar. Hoje Deus quer consolar você. Aceite o consolo de Deus e você terá o conforto que vem do Senhor. A correção que vem de Deus é uma manifestação do seu amor (Hebreus 12:4-11). Quando Deus nos corrige, devemos aceitar a disciplina para o nosso próprio bem. Ele quer nos conduzir ao arrependimento e à plena comunhão com ele. A disciplina aplicada pelos servos de Deus deve, também, ser motivada pelo amor (Hebreus 12:12-13). Esta atitude deve guiar os pais que corrigem os seus filhos (Provérbios 13:24), e os cristãos que corrigem os seus irmãos na fé (Tiago 5:19-20; 2 Coríntios 2:5-8).

Conclusão

Na carta à igreja em Laodicéia, Jesus não citou nenhuma doutrina errada e nenhum pecado de imoralidade. Ele não condenou a igreja por práticas idólatras. Esta igreja, que se achava rica e forte, foi criticada por seu orgulho e autossuficiência. Exaltou-se, ao invés de se humilhar diante do Senhor dos senhores.

AS IGREJAS RELATADOS NA BÍBLIA SAGRADA SÃO:

As sete igrejas e os respectivos trechos onde foram citadas no livro do Apocalipse são.

1.  Éfeso, citada no livro do Apocalipse 2:1-7: Uma cidade greco-romana da Antiguidade situada na costa ocidental da Ásia Menor.

2.  Esmirna, citada no livro do Apocalipse 2:8-11: Uma cidade do sudoeste da Turquia situada na região de Egeu.

3.  Pérgamo, citada no livro do Apocalipse 2:12-17: Uma antiga cidade grega que situava-se na Mísia, no noroeste da Anatólia.

4. Tiatira, citada no livro do Apocalipse 2:18-29: Importante centro comercial na Ásia Menor que foi fundado para ser um posto militar.

5. Sardes, citada no livro do Apocalipse 3:1-6: Localizava-se no fértil vale do rio Hermo e no sopé do íngreme monte Tmolo.

6.  Filadélfia, citada no livro do Apocalipse 3:7-13: Antiga cidade grega, hoje em território turco sob o nome de Alaşehir.

7.  Laodicéia, citada no livro do Apocalipse 3:14-22: Uma das mais prósperas cidades da Frígia durante a época romana.

 ENQUETE:  

       

 04/06/2026

TEMA:  Carta à Igreja em Laodicéia  

TEXTO BÍBLICO:  

Ap 3: 14-22  Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve:  Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus .. 

     

 Comente o texto e ou responda as perguntas:

1  Que obra ruim é essa feita por  Laodicéia, que Jesus está a ponto de vomitá-la de sua boca?

2 Comprar ouro refinado pelo fogo, está ligado à galardão e a nudez ligado à falta de galardão?

3 Eis que estou à porta e bato; essa Palavra é para a igreja, por que alguns pregam para o gentio?

4 O que foi prometido à essa igreja?


NORMAS E REGRAS

RESPEITO 

EDUCAÇÃO

 FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA

 PROIBIDO

 Ofensas, palavras de baixo calão.

 Conversas fora do tema.

 Postagem de Links de outros grupos.

A T E N Ç Ã O

 Cada um será responsável  pelos seus próprios atos no grupo.

Proponente: A  diretoria

 Fórum de Teologia Bíblica

DEUS FIEL!

PALAVRA QUE EDIFICA.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

A VOZ DO POVO NÃO É A VÓZ DE DEUS

 BEM, SE A VOZ DO POVO, DEFINITIVAMENTE, NÃO É A VOZ

 DE DEUS, O QUE FAZER?

APEGAR-SE A DEUS, CRENDO EM SEU FILHO JESUS CRISTO E LER A SUA PALAVRA CONTIDA NA BÍBLIA SAGRADA.

1 Timóteo 2.3-5: "Pois isso é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade".

Atos 4.4: "Muitos dos que ouviram a palavra a aceitaram." Mas, nem todas as pessoas aceitam a Jesus Cristo como seu salvador pessoal e, por isso, não são salvas.

João 3.17-18: "Por Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. A condenação é esta: a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais astrevas que a luz."

Josué 24.15: "Escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses que serviram vossos pais... porém, eu a minha casa serviremos ao Senhor."

QUAL A ESCOLHA QUE VOCÊ FAZ HOJE? VOCÊ FICA COM A VOZ DE DEUS, OU COM AS CRENDICES POPULARES?

Você deve escolher se continua fazendo um deus segundo a sua própria semelhança (um deus que seja de acordo com o seu gosto pessoal) ou aceita o Deus da Bíblia - criador de todas as coisas, que criou você para ser verdadeiramente feliz, a despeito das adversidades.
A Bíblia é o "MANUAL DO PROPRIETÁRIO". Quando você compra um automóvel, ele vem com o manual escrito pelo fabricante, que conhece o carro por dentro, e sabe tudo o que precisa ser feito para obter o melhor proveito daquela máquina.
Deus conhece você por dentro. Ele quer que você tenha o melhor proveito da sua vida aqui, e deseja lhe dar a vida eterna em sua presença.

AGORA É JESUS QUEM FALA:

Apocalipse 3.20: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo."

João 5.24: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, têm a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

sexta-feira, 26 de junho de 2026

TESE E DISSERTAÇÃO abnt

 Como definir os projetos

Longo, “curvilíneo”, complexo, promissor, apaixonante... Tais adjetivos podem definir o trajeto traçado por todos aqueles que desejam e, sobretudo, buscam incansavelmente dar continuidade aos estudos de pós-graduação, cujos objetivos são os de conferir continuidade à formação de uma forma geral e, acima de tudo, satisfazer a determinadas pretensões, sejam elas no âmbito pessoal ou profissional.

Imersos nesse contexto e, não raro, muitos que fazem parte desse “público” se sentem questionados acerca de alguns aspectos pertinentes ao cotidiano acadêmico, haja vista que distintas etapas têm de ser rigorosamente cumpridas. Assim, por a elas fazer menção, o artigo em pauta se reserva à condição de promover a você, caro (a) usuário (a), alguns esclarecimentos sobre os passos a serem desenvolvidos, sobretudo aqueles inerentes à produção material – procedimento esse resultante de todos os seus esforços enquanto questionador (a), enquanto pesquisador (a), enfim, enquanto conhecedor (a) de um dado fenômeno científico, no qual as descobertas por você realizadas poderão e muito contribuir para o universo científico e para a sociedade de uma maneira geral.

Assim, entre alguns questionamentos que tendem a se fazer presentes estão aqueles relacionados às características que norteiam a chamada dissertação, bem como aquelas que sustentam a recorrente “tese”, ainda que conhecida por muitos, aparenta-se pouco compreendida  por parte de alguns.

Dessa forma, atendo-nos a uma noção primeira, torna-se relevante afirmar que a dissertação é oriunda de um programa de pós-graduação Stricto sensu, equivalente ao mestrado, o qual confere ao estudante-pesquisador o título de mestre.  Uma vez envolvido nesse trabalho, ele desenvolve a oportunidade de iniciar sua carreira de iniciação científica propriamente dita.

Quanto à estrutura, por se tratar de uma produção de tal natureza (científica), alguns aspectos devem ser priorizados ao longo do trabalho, tais como a problematização, os objetivos, a metodologia e, sobretudo, o referencial teórico – elemento norteador de todas as ideias, de todos os argumentos abordados ao longo da produção.  Outro passo a ser cumprido, depois dos resultados materializados por escrito, diz respeito à apresentação pública dos resultados obtidos.

Na medida em que o pesquisador desenvolve seu trabalho de forma gradual, os esforços dele oriundos parecem se compor no mesmo patamar, ou seja, constata-se uma dedicação, um aprofundamento maior acerca daquilo que se pretende – passos esses que sinalizam que ele se mostra pronto para ingressar numa linha de pesquisa ainda mais complexa, original, cujo trabalho a ser desenvolvido está em torno de um tema ainda não abordado, isto é, original. Assim retratando, cabe afirmar que as descobertas serão valiosíssimas para o conhecimento do objeto ora tratado.

Estamos, pois, referindo-nos à tese, a qual confere ao pós-graduando o título de doutor, cuja característica principal se define pela originalidade da temática explorada, o que significa afirmar que o pesquisador se encontra na condição de alguém com o manejo, com a criatividade de trabalhar com a matéria científica de forma rigorosa, a qual resultará numa significativa contribuição para uma dada área do conhecimento.

Por fim, como norteador de todo esse processo, um aspecto que se mostra relevante se define pelo fato de que essa tese, uma vez resultante de toda uma argumentação, pode também ser alvo de refutação razão pela qual todos os argumentos precisam ser cientificamente fundamentados.

Vania Maria do nascimento Duarte

 https://classroom.google.com/c/NjU5MjAyNDY3Mlpa/p/Njg2MDgzMjA0MTE3/details.

Valdeci Fidelis

domingo, 21 de junho de 2026

BENDITO DEUS LOUVADO EM TUDO

Valdeci Fidelis
   Artigo Bíblico Teologia por Temas  

    Neste Salmo vamos compreender: 1º por que eles devem louvar a Deus porque foram criados por uma ordem Dele e receberam um decreto e um lugar fixo no universo que jamais mudará. Versículos 1- 6. 

  2° Por que o louvor cósmico (dos céus) e o louvor terrestre (da criação versículos 7-14).

   O Salmo 148 é uma das expressões mais belas e vibrantes de louvor em toda a Bíblia. Ele funciona como uma grande "chamada geral", onde o salmista convoca toda a criação desde os seres mais elevados no céu até as criaturas mais simples na Terra para formar um único e majestoso coral de adoração a Deus.

   Para compreendê-lo bem, o segredo é notar que ele é perfeitamente dividido em duas grandes partes: 
​Estrutura do Salmo
    ​1. O Louvor nos Céus (Versículos 1 a 6) O Salmista faz convocação dos Céus, do alto dos céus usando a linguagem da cosmologia do antigo Oriente Próximo, o salmista pede louvor dos seres e dos fenômenos celestiais. Versículos 5 e 6 correspondem um refrão que provavelmente foi cantado por coral. A criação de Deus quanto aos objetos celestiais e sua sustentação é razão suficiente para louvar 
​O salmista começa olhando para cima. Ele convoca o mundo invisível e o espaço sideral.
​Quem é chamado: Anjos, exércitos celestiais, o sol, a lua e as estrelas brilhantes.
​O motivo: 
​    2. O Louvor na Terra (Versículos 7 a 14)
​A partir do versículo 7, o foco muda drasticamente para o nosso mundo físico, descendo das maiores profundezas até a sociedade humana.
​A natureza inanimada e os animais: Monstros marinhos, abismos, fogo, granizo, neve, vapores, ventos tempestuosos, montanhas, árvores frutíferas, animais selvagens, gado, répteis e aves.
​   A humanidade: Reis, governantes, jovens, idosos e crianças. Diante de Deus, todas as distinções sociais e de idade desaparecem; todos têm o mesmo dever de louvar.
   ​A grande virada (Versículo 14): O salmo termina explicando por que o povo de Deus (Israel) tem um motivo ainda maior para louvar. Enquanto a natureza louva a Deus por sua criação e poder, o ser humano O louva por sua graça e proximidade. Deus "exaltou o poder do seu povo" e se fez herdeiro de um povo que Lhe é de perto.
​   O que podemos aprender com o Salmo 148?
​Tudo tem um propósito: Até o vento tempestuoso cumpre a palavra de Deus (v. 8). Na teologia desse salmo, a natureza não é um acidente cego; ela obedece e glorifica ao Criador apenas sendo o que foi feita para ser.
​A cura para o antropocentrismo: O ser humano não é o único habitante do universo que importa. Nós somos apenas uma parte (a maestrina, talvez) de um coral muito maior.
​   O louvor como identidade: Louvar a Deus não é um evento de domingo; nem dos das de congregarmos em oração, é a resposta natural de qualquer criatura viva ao reconhecer quem a criou.
​Em resumo, o Salmo 148 nos convida a sintonizar a nossa voz com o cântico que o universo já está cantando todos os dias. Pela criação cosmológica sem compromisso à físicos e espirituais, agradecem ao criador universal pelas suas moradias.
Nós pela graça a receber. Eles pelas suas bênçãos de existirem.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

AFRICA VIRTUAL

 

Da esquerda para direita:
 Benicio e Breno, alunos do
SESI 423
(apresentadores)


Por Valdeci Fidelis:  Benicio e Breno; explanaram o texto segue sua transcrição original: 16/06/2026

Sala de Africa e Inglaterra, falei com os dois primeiros escolhidos por mim mesmo por causa do tema que me chamou a tenção pelo titulo: com Benicio Fidelis Gabriel e Breno, eles são alunos do 7º ano na Escola SESI 423 Presidente Prudente SP.


    Ele disse: Nós essa noite ficamos relacionados ao eixo de ciências, que é responsável pelos cientistas Sul Africanos e suas contribuições, vou falar sobre o maior desafio que eles encontram, que foi combater o preconceito que muitas pessoas tem com a Africa do Sul, achando que é um país que só tem pobrezas e misérias com a fome, más a gente está aqui para provar o contrário, um exemplo é que o sul Africano, mais conhecido pelo mundo Elon Musk. 

    Sabemos que o primeiro transplante de coração bem - sucedido foi feito pelo cientista doutor Bernard, em 1967 e o maior rádio de radiologia está localizado na Africa do Sul, que, então pode combater todos esses preconceitos, a gente fez o MVSAS, que é o 'Museu Virtual sul-africano Científico'.  A gente usou a ferramenta ArtSteps, para conseguir produzir esse museu, ele tem muitas informações, por exemplo a vacina para combater o HIV, e o maior rádio de radiologia do mundo.

    Outro exemplo: O oftalmologista (conf. tipo), fez a operação nos olhos de Nelson Mandela, é isso. Essas palavras foram de Benicio e Breno, que estudam na mesma escola Sesi da sétima série.


CONTEXTO HISTÓRICO CULTURAL DA AFRICA VIRTUAL.

    Uma explanação mais detalha das informações demonstradas pelos nobres alunos, que abordam a complexa realidade do continente africano, exige separar os estereótipos históricos das contribuições intelectuais e científicas que a região legou ao mundo, na visão de muitos. O debate sobre os desafios socioeconômicos ganham um contrapeso fundamental quando destacamos o pioneirismo de mentes brilhantes na medicina e na inovação tecnológica.

​     1. A Desconstrução do Olhar Estereotipado: Pobreza e Preconceito
​Historicamente, a narrativa ocidental reduziu a África a um cenário homogêneo de escassez e vulnerabilidade. Embora desafios estruturais crônicos (decorrentes de processos coloniais e geopolíticos complexos) existam, essa lente reducionista silencia a vibrante diversidade cultural, o crescimento de polos tecnológicos (como em Nairóbi e Lagos) e a vanguarda intelectual do continente. 
Tao preconceito frequentemente ignora que a escassez de recursos coexistiu com uma capacidade extraordinária de inovação e resiliência científica.

​    2. Personalidades de Destaque na Ciência Médica e Inovação
​Para além de Elon Musk (nascido na África do Sul, cuja trajetória se voltou à tecnologia aeroespacial e de transição energética global), o continente e sua diáspora moldaram os rumos da medicina moderna. O Pioneirismo na Cardiologia Sul-Africana.

   ​A menção ao Dr. Barnard, remete à rica tradição da cardiologia na África do Sul, cujo ápice histórico ocorreu em 1967 com o Dr. Christiaan Neethling Barnard (1922- 2001), foi um cirurgião cardíaco sul-africano que que alcançou fama mundial instantânea, realizou o primeiro transplante de coração bem-sucedido do mundo no Hospital Groote Schuur, na Cidade do Cabo (África do Sul) em 03 de dezembro de 1967. Ele liderou a equipe que substituiu o coração doente de Louis Washkansky um paciente com 53 anos, pelo coração de uma jovem chamada Denise Darvall, que havia sofrido morte cerebral em um acidente de transito.  A escola sul-africana de cardiologia e cirurgia cardiovascular permanece uma referência global em intervenções de alta complexidade.

​    Outras Referências Médicas e Científicas Globais
​Dr. Charles Richard Drew (1904–1950): Conhecido como o "Pai dos Bancos de Sangue". Desenvolveu as técnicas de separação e preservação do plasma sanguíneo que permitiram o armazenamento em larga escala, salvando milhares de vidas durante a Segunda Guerra Mundial.

REFENCIAS PESQUISADAS

​       Dr. Daniel Hale Williams (1856–1931): Um dos primeiros cirurgiões a realizar com sucesso uma cirurgia de coração aberto na história (em 1893), além de fundar o primeiro hospital interracial e de propriedade de profissionais negros nos Estados Unidos.
    Dra. Patricia Bath (1942–2019): Oftalmologista pioneira que inventou o Laserphaco Probe, um dispositivo cirúrgico a laser que revolucionou o tratamento de catarata e devolveu a visão a pacientes ao redor do mundo.

​Dra. Kizzmekia S. Corbett-Helaire: Imunologista contemporânea de destaque global, cuja pesquisa científica no National Institutes of Health (NIH) foi fundamental para o desenvolvimento da vacina de mRNA contra a COVID-19.

    ​3. Fontes de Pesquisa Recomendadas

​    Para aprofundar seus estudos com rigor acadêmico e dados históricos consolidados, as seguintes bases e plataformas são fundamentais:
​AAMC (Association of American Medical Colleges): Possui arquivos históricos detalhados sobre os pioneiros da medicina e a evolução das práticas de equidade em saúde (aamc.org).

​       National Library of Medicine (NLM / NIH): O projeto "Changing the Face of Medicine" e os perfis biográficos da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA contêm registros primários sobre as patentes e descobertas de grandes cientistas (nih.gov).
​    South African Medical Journal (SAMJ): Repositório acadêmico ideal para compreender a evolução histórica e os artigos originais da cardiologia sul-africana desde o século XX.

​Plataformas de Periódicos Acadêmicos: Para contextualizar a geopolítica e a desconstrução de preconceitos socioeconômicos sobre a África, o portal SciELO e repositórios de universidades internacionais (como Coimbra ou Oxford) oferecem artigos de sociologia e economia do desenvolvimento de alta relevância.

     ​Para complementar sua pesquisa sobre grandes contribuições na medicina, assista a este Documentário sobre Pioneiros da Medicina. O vídeo destaca a atuação de especialistas na área de eletrofisiologia cardíaca e o avanço no tratamento de distúrbios do ritmo cardíaco, ilustrando a dedicação e o rigor técnico que caracterizam os grandes nomes da cardiologia conteporanea.

 
  FONTE: África virtual  Com base nas citações acima
Galeria de alguns dos alunos da sala Africa Virtual


















terça-feira, 2 de junho de 2026

CASTELO EVENTOS FESTA DE CASAMENTO THAMIRÊS E LEANDRO - Google Fotos

 

blog/post/edit/5691875700188774378/8722388773448853794

Links abaixo

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CASTELO EVENTOS FESTA DE CASAMENTO THAMIRÊS E LEANDRO - Google Fotos


Júlia, Igor, Gustavos






CASTELO EVENTOS FESTA DE CASAMENTO THAMIRÊS E LEANDRO - Google Fotos

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sábado, 23 de maio de 2026

2. - TEOLOGIA DA LIBERDADE CRISTÃ

 TESE VALDECI FIDELIS - DOUTORADO:

 Dissertacao_de_doutorado_A_liberdade_como. (pdf)

Guia de fontes

Este documento apresenta a estrutura e o conteúdo fundamental de uma tese de doutorado focada na teologia da liberdade cristã sob a perspectiva de Karl Rahner. O trabalho busca redefinir a liberdade não apenas como uma escolha superficial, mas como a faculdade de decidir sobre si mesmo e construir a própria identidade diante do mistério de Deus. Através de uma abordagem antropológica e transcendental, o texto explora como a autonomia humana e a dependência radical do Criador coexistem de forma proporcional. A estrutura se organiza em torno da Santíssima Trindade, examinando a liberdade em relação ao Pai (Criação), ao Filho (Redenção) e ao Espírito Santo (Autocomunicação). O objetivo central é oferecer uma justificativa intelectual para a fé, apresentando o homem como um ouvinte da palavra que encontra sua plenitude no evento salvífico da comunicação divina,

que no Antigo Testamento Rahner a apresenta como “Yahweh é o único Deus”. Vimos que, ao homem do Novo Testamento, é naquele que Se manifestou ativamente em Cristo e na realidade pneumática da salvação que reside a distinção do monoteísmo do Novo 37 Testamento, ou seja: a fórmula para o monoteísmo cristão se resume em que “o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo é o único Deus” 79. Mas não é só. Durante o estudo e a realização deste trabalho, desenvolveu-se uma pesquisa na obra de um dos padres capadócios, São Basílio Magno 80, por sua inspiração na teologia trinitária rahneriana, como se aponta aqui e ali neste texto. Registre-se que o elo entre o pensamento de Basílio e sua influência em Rahner despontou do estudo de dois textos exemplares: de Basílio, o Tratado sobre o Espírito Santo e, de Rahner, o texto ora sob análise, encontrando-se a ponte da fórmula entre o Antigo e o Novo Testamento onde Basílio trata dos typos. Em seu Tratado, Basílio, ao responder à quarta objeção contra o Espírito Santo, explica a significância de typos para se defender da alegação de que em Moisés alguns foram batizados e nele creram (Ex 14, 31).
Que responderemos? Que se tem fé no Espírito, da mesma forma que no Pai e no Filho. Igualmente sucede do batismo. Quanto a Moisés, batiza-se nele e na nuvem, enquanto são sombra e tipo. No entanto, se as realidades divinas são prefiguradas por pequenos sinais humanos, nem por isso é insignificante a natureza divina, que os tipos frequentemente de antemão desenharam com luzes e sombras. De fato, o tipo revela através de uma imitação o que se espera; deixando entrever o futuro, com propriedade o indica 81.
Desse modo, em Basílio lemos que a Escritura alia Moisés a Deus, e não aoEspírito; por que Moisés era “tipo” de Jesus Cristo e não do Espírito. O que Moisés, prenunciava, no ministério da Lei, era a mediação entre Deus e os homens (1 Tm 2,5). “A fé depositada nele refere-se, portanto, ao Senhor, ao mediador entre Deus e os homens, que disse: “Se crêsseis em Moisés, haveríeis de crer em mim” (Jo 5, 46). Seria, pois,coisa pequena a fé no Senhor, pelo fato de haver sido prefigurada por Moisés?
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01. O que significa 'limitar o poder de Deus' na oração?

       O que significa 'limitar o poder de Deus' na oração?

Segundo o autor Dr. Valdeci Fidelis, limitar o poder de Deus na oração ocorre quando o fiel permite que a dúvida e a incredulidade restrinjam sua fé ao que parece humanamente possível, em vez de confiar na soberania ilimitada do Criador.
Este conceito é detalhado através de um testemunho pessoal do autor e de passagens bíblicas:
Diferença entre Crer e Confiar: O autor cita o exemplo de um leproso que, embora reconhecesse que Jesus tinha o poder para curá-lo, perguntou "se quiseres", demonstrando uma forma de dúvida sobre a vontade divina em agir naquela situação específica.
  • O Testemunho do Hospital: O autor relata que, no início de seu ministério, orou com muita fé por uma pessoa com dor de cabeça e febre. Contudo, ao ser levado para orar por alguém em estado terminal, visivelmente muito doente, ele hesitou. O Espírito Santo o repreendeu, dizendo: "você está me limitando, acha que eu não possa curar este homem?".
  • Foco no "Impossível": Limitar a Deus significa olhar para causas consideradas "impossíveis" pelos homens ou pela medicina e duvidar que o Senhor possa transformar o extraordinário. O autor afirma que, se as pessoas soubessem a grandeza do poder de Deus, não estariam na dúvida, prolongando seus sofrimentos.
  • Obstáculos de Postura: Além da dúvida, a irreverência e a falta de respeito durante a oração (como trajes inadequados ou falta de concentração) são apontadas como fatores que impedem a oração de chegar aos ouvidos de Deus, estabelecendo um limite na comunicação espiritual.
Em suma, limitar o poder de Deus é subestimar a capacidade divina diante de grandes problemas, tratando o Senhor como se Ele só pudesse agir em pequenas necessidades cotidianas. Para vencer esse limite, o fiel deve se armar com a "armadura de Cristo" e manter uma confiança plena, independentemente da gravidade da situação.

O que o autor ensina sobre perseverar

como Daniel?

Baseado nos ensinamentos do Dr. Valdeci Fidelis, perseverar como Daniel significa entender que a resposta de Deus nem sempre é imediata e que o cristão deve manter-se firme em sua disciplina espiritual mesmo quando parece que nada está acontecendo.
O autor destaca os seguintes pontos sobre o exemplo de Daniel:
  • Compreensão do Tempo de Deus: Daniel esteve triste e clamou por uma resposta durante três semanas completas (21 dias). O autor ensina que muitas vezes queremos respostas rápidas e esquecemos que existem processos no mundo espiritual que demandam tempo, exigindo que saibamos esperar sem pressa.
  • Ação Além da Oração: Para alcançar seu milagre, Daniel não apenas orou, mas adotou uma postura de sacrifício e jejum. Ele se absteve de "manjar desejável", carne, vinho e unguentos até que o período de provação se cumprisse. Isso demonstra que, na busca por um milagre, é preciso entender o mundo espiritual e fazer uso do jejum como escudo.
  • Resistência contra o Desânimo: Daniel clamava ao Senhor três vezes ao dia. O autor adverte que o inimigo (Satanás) age para retardar as respostas com o objetivo de fazer o fiel desistir. Perseverar como Daniel é continuar firme na fé, na "batalha pelo milagre", sem desanimar e nunca parar, permitindo que Deus envie o auxílio necessário, como o Arcanjo Miguel enviado a Daniel.
  • Foco na Recompensa Eterna: A perseverança é alimentada pela certeza de que o tempo de provação é de pouca duração comparado à recompensa eterna. Daniel não se deixou abater pelo silêncio inicial, mantendo a confiança de que Deus conhece o ontem, o hoje e o amanhã.
Em resumo, o autor utiliza Daniel para ensinar que a vitória no "bom combate" espiritual depende de não desistir no meio do caminho, utilizando a oração e o jejum para blindar-se contra o retardamento das bênçãos causado por forças contrárias.

Fonte: Valdeci Fidelis. livro E_book Tudo nas Mão de Deus
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