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domingo, 19 de julho de 2026

CAMINHADA PELA CONSCIÊNTIZAÇÃO RESPEITO E DIGNIDADE AO IDOSO

 


"Respeitar o idoso é honrar a nossa história e cuidar do nosso futuro."
 Inicio de concentração praça Camelódromo
caminhada pelo calçadão até Praça 9 de julho
fonte 
​"Junho Violeta: Conscientização, Respeito e Dignidade."

 Todos nos sabemos que escrever para a pessoa idosa exige uma linguagem que transmita respeito, dignidade, acolhimento e valorização, fugindo de tom paternalista ("coitadinhos") ou excessivamente professoral. Idoso não ouvir pedagogia, ele quer saber se o que ele fala está sendo compreendido

  O conceito do Junho Violeta é justamente conscientizar sobre o combate à violência contra a pessoa idosa e promover o respeito aos seus direitos e à sua sabedoria.

  ​Abaixo está uma proposta de texto pronta para ser publicada (seja em informativo impresso, blog, grupo de WhatsApp ou rede social). O tom é caloroso, fortalecedor e centrado no valor da pessoa idosa. Você também é responsável na proteção dos idosos, ajudar eles a se sentir amado e respeitado em apenas ouvir sem contradizer sua história.

  Junho Violeta: O Valor da Nossa História, o Respeito ao Nosso Tempo (💜cor violeta)
  ​O mês de junho nos convida a vestir a cor violeta. Mais do que uma cor no calendário, o Junho Violeta é um movimento de reflexão, conscientização e reafirmação do valor irrenunciável da pessoa idosa na nossa sociedade. Um exemplo disso tudo são imagens da caminhada realizada interpraças pelo calçadão em 18 de junho deste ano em curso, na cidade de Presidente Prudente Sp.

​   Envelhecer não é um sinal de desgaste; é a marca da permanência. Cada linha no rosto guarda uma memória, cada passo mais calmo carrega a experiência de estradas já percorridas, e cada história compartilhada é um patrimônio que enriquece a todos ao redor. observamos  a quantidade de pessoas idosa que atenderam ao chamado pela Secretaria de Defesa, uma ação que não devemos esquecer para com a digna idade de cada um daqueles de 60 mais.
​    O Significado do Junho VioletaA campanha nacional do Junho Violeta traz à luz a importância de combater qualquer forma de negligência, desrespeito ou violência contra a pessoa idosa — seja ela física, verbal, financeira ou emocional.
​Mas a verdadeira conscientização vai muito além de evitar o preconceito: trata-se de promover a tolerância, a escuta ativa e o cuidado mútuo.

​   1. Tolerância e Paciência no Dia a Dia
​Em um mundo que corre cada vez mais rápido, ter paciência com o ritmo do outro é um ato de amor e civilidade. Respeitar o tempo de travessia, a velocidade do diálogo e a autonomia nas escolhas diárias é reconhecer a dignidade que cada ser humano possui.

    ​2. A Preservação dos Seus Direitos e Autonomia
​Ter mais idade não significa perder a capacidade de decidir sobre a própria vida. O Estatuto da Pessoa Idosa garante o direito à convivência familiar, à saúde, à segurança financeira e à liberdade de opinião. O respeito começa quando a voz da pessoa idosa é ouvida e levada em consideração nas decisões da família e da comunidade. Ou onde ele se encontra no momento que ele precisar seja ouvido e tenha ajuda mesmo que ele não peça, se ofereça para auxilia-la com gentileza.
​    3. O Resgate da Sabedoria e da Identidade
​  A sociedade contemporânea muitas vezes valoriza apenas a produtividade imediata, esquecendo-se de que a sabedoria acumulada ao longo dos anos é o alicerce da nossa cultura e dos nossos valores familiares. Valorizar a pessoa idosa é honrar as nossas próprias raízes.
​    Uma mensagem para todos nós:
"O respeito ao idoso não é um favor ou uma concessão; é um ato de justiça social e o reflexo do futuro que todos nós desejamos construir para nós mesmos."
    ​Como Podemos Praticar no Cotidiano?
​ Pratique a escuta atenta: Dedique tempo para ouvir sem interromper. As memórias e opiniões têm imenso valor.

  ​Proteja a autonomia: Incentive a pessoa idosa a realizar suas atividades dentro de suas possibilidades, sem infantilizá-la.
  ​Denuncie o desrespeito: Diante de qualquer suspeita de violência ou negligência,  o Disque 100 é um canal gratuito e anônimo de proteção aos direitos humanos.
​ Neste Junho Violeta, que o mês já passou no calendário, renovamos o nosso compromisso com a empatia, o afeto e a garantia de que a maturidade seja vivida com a plenitude, a paz e o respeito que cada um merece.

Galeria de fotos da Concentração  18/07/2026
Valdeci Fidelis  (fotos sem corte e originais)






Lanches para serem oferecidos um para cada 


















 

domingo, 12 de julho de 2026

APÓS CASAMENTO A PALAVRA MINHA DEVE-SE EVITAR

 

São novos tempos, novas dinâmicas, deixar os pronomes como: termos "namorada", "noiva", "esposa" e "amante", qual será o verdadeiro, siga na leitura do texto abaixo.

Valdeci Fidelis: 

    Essa é uma excelente observação sobre a nossa língua! A dinâmica entre o uso (ou não) do possessivo "minha", envolve tanto a gramática quanto a evolução cultural e social.

​   Vamos entender por que existe essa diferença e porque hoje em dia muita gente evita dizer "minha mulher".
​   1. O histórico do "Casou, tomou como mulher"
​Antigamente (e em textos jurídicos ou religiosos mais antigos), a expressão "tomar fulana como mulher" era o padrão para oficializar o casamento.

   ​Origem: Vinha de uma sociedade patriarcal onde o casamento mudava o "status" da mulher perante a sociedade. Ela deixava de estar sob a tutela do pai e passava a ser a "mulher de" alguém.
   ​Hoje: Essa expressão caiu em desuso no dia a dia por soar possessiva e antiquada, sugerindo que a parceira é uma propriedade.

   ​2. Por que os parceiros evitam usar o pronome "Minha"?
​Embora o pronome "minha" na gramática indique apenas relação ou afeto (assim como em "minha mãe" ou "meu amigo"), no contexto de relacionamentos amorosos ele ganhou um peso diferente.

   ​O Peso da "Posse" vs. Parceria
​Muitos maridos e esposas modernos preferem evitar o "minha mulher" ou "meu homem" porque:
​Soa como propriedade: O debate cultural moderno defende que ninguém "é de ninguém".
​   Falta de reciprocidade: O termo "esposa" ou "marido" estabelece uma relação de igualdade (parceiros de um casamento), enquanto "mulher" é apenas o gênero da pessoa.

​Por isso, é muito mais comum ouvirmos:
   ​"Esta é a minha esposa" ou "Este é o meu marido". ​(O foco está no vínculo oficial e de companheirismo, não no gênero ou na posse).

   ​3. A Linha do Tempo dos Termos. Repare como a intimidade e o compromisso mudam a forma como as pessoas se tratam:
  Valdeci Fidelis: Esposa, noiva e amante.
   Dê sua opinião...

sábado, 11 de julho de 2026

ESBOÇO DE PREGAÇAO DE 1° CRINTIOS 9:1-23

Presidente Prudente -Igreja Evangelica de Missões  on-line

 Por - Pregação Valdeci Fidelis

Valdeci Fidelis


O Capítulo 9:1-23. 1º Coríntios é um dos textos mais fascinantes e práticos do Apóstolo Paulo sobre liderança, direitos e, acima de tudo, abnegação pelo Evangelho.

​   Para entender este capítulo em um estudo bíblico, imagine o contexto: a igreja de Corinto estava cheia de divisões, e muitos questionavam a autoridade de Paulo porque ele não agia como os outros filósofos ou líderes religiosos da época (que cobravam caro por seus ensinos). Paulo usa sua própria vida como um estudo de caso para ensinar uma grande lição: ter um direito não significa que você deve sempre exigi-lo.
​    Aqui está um esboço estruturado e detalhado para o seu estudo bíblico:

​1. A Defesa do Apostolado e os Direitos de Paulo (vv. 1-14)
​Paulo começa o capítulo de forma incisiva, fazendo quatro perguntas retóricas para estabelecer sua autoridade e provar que ele tinha os mesmos direitos que qualquer outro apóstolo.

​A Validação do Ministério (vv. 1-3): Ele afirma que viu o Jesus ressuscitado (o critério básico para ser um apóstolo) e aponta para os próprios coríntios como o "selo" do seu apostolado. Se a igreja existia, era prova do fruto do trabalho dele.

Os Direitos Legítimos (vv. 4-14): Paulo usa exemplos da vida cotidiana e da própria Lei de Moisés para provar que quem prega o Evangelho tem o direito de ser sustentado por ele. Ele cita: ​O Soldado: Não vai à guerra às suas próprias custas.
​O Agricultor: Planta a vinha e come do seu fruto.
​O Pastor: Cuida do rebanho e bebe do leite. ​A Lei (v. 9): "Não amordace o boi enquanto ele debulha o cereal." Se Deus se preocupa com os bois, quanto mais com os ministros da Sua Palavra!
​   
O Princípio Bíblico: O sustento financeiro de pastores e missionários é um direito legítimo e instituído por Deus (v. 14: "o Senhor ordenou que aqueles que pregam o evangelho vivam do evangelho").

​2. A Renúncia por Amor ao Evangelho (vv. 15-18)
​É aqui que o capítulo dá uma reviravolta profunda. Depois de gastar 14 versículos provando que tinha o direito de receber ajuda financeira dos coríntios, Paulo diz: "Mas eu não usei de nenhum desses direitos" (v. 15).
​Pregando de Graça: Paulo fabricava tendas para se sustentar em Corinto. Ele não queria que ninguém o acusasse de estar pregando por dinheiro ou que isso se tornasse um obstáculo (barreira) para os descrentes.
​O "Ai de mim": Paulo explica que pregar não era um motivo de orgulho vaidoso, mas uma obrigação divina. Ele se sentia constrangido pelo amor de Cristo. Sua maior recompensa era poder oferecer o Evangelho de forma totalmente gratuita.

​3. Flexibilidade Cultural: "Fiz-me Tudo para com Todos" (vv. 19-23)
​Este é um dos trechos mais famosos sobre missiologia e contextualização. Sendo livre de todos, Paulo escolheu se tornar "escravo" de todos para ganhar o maior número possível de pessoas.
Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:

A estratégia na prática:
     ​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
    ​Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
​   Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

    ​O objetivo final.
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."

1. ​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
   ​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.

2. Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
   ​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
    ​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:
​A estratégia na prática:
​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
​   Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
   ​Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

​O objetivo final
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."
​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.
Espero que o Espirito Santo quebrantai o coração dos leitores do evangelho de Cristo Jesus. Em Nome de Jesus Nosso Salvador

sexta-feira, 3 de julho de 2026

PALAVRA QUE EDIFICA

 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados."

 Mateus 5:4


Deus tem prazer em consolar os que choram. O amor do Pai é o bálsamo que cura a alma ferida. Ele ampara o coração contrito e purifica a alma quebrantada, até que ela se torne Sua morada. Deus não se alegra em ver seus filhos sofrerem. Não é do agrado de Deus que tenhamos o coração quebrantado. O desejo de Deus é que olhemos para cima e sintamos o Seu abraço a nos amparar nos dias mais angustiantes que passamos. Hoje Deus quer lhe abraçar. Hoje Deus quer consolar você. Aceite o consolo de Deus e você terá o conforto que vem do Senhor. A correção que vem de Deus é uma manifestação do seu amor (Hebreus 12:4-11). Quando Deus nos corrige, devemos aceitar a disciplina para o nosso próprio bem. Ele quer nos conduzir ao arrependimento e à plena comunhão com ele. A disciplina aplicada pelos servos de Deus deve, também, ser motivada pelo amor (Hebreus 12:12-13). Esta atitude deve guiar os pais que corrigem os seus filhos (Provérbios 13:24), e os cristãos que corrigem os seus irmãos na fé (Tiago 5:19-20; 2 Coríntios 2:5-8).

Conclusão

Na carta à igreja em Laodicéia, Jesus não citou nenhuma doutrina errada e nenhum pecado de imoralidade. Ele não condenou a igreja por práticas idólatras. Esta igreja, que se achava rica e forte, foi criticada por seu orgulho e autossuficiência. Exaltou-se, ao invés de se humilhar diante do Senhor dos senhores.

AS IGREJAS RELATADOS NA BÍBLIA SAGRADA SÃO:

As sete igrejas e os respectivos trechos onde foram citadas no livro do Apocalipse são.

1.  Éfeso, citada no livro do Apocalipse 2:1-7: Uma cidade greco-romana da Antiguidade situada na costa ocidental da Ásia Menor.

2.  Esmirna, citada no livro do Apocalipse 2:8-11: Uma cidade do sudoeste da Turquia situada na região de Egeu.

3.  Pérgamo, citada no livro do Apocalipse 2:12-17: Uma antiga cidade grega que situava-se na Mísia, no noroeste da Anatólia.

4. Tiatira, citada no livro do Apocalipse 2:18-29: Importante centro comercial na Ásia Menor que foi fundado para ser um posto militar.

5. Sardes, citada no livro do Apocalipse 3:1-6: Localizava-se no fértil vale do rio Hermo e no sopé do íngreme monte Tmolo.

6.  Filadélfia, citada no livro do Apocalipse 3:7-13: Antiga cidade grega, hoje em território turco sob o nome de Alaşehir.

7.  Laodicéia, citada no livro do Apocalipse 3:14-22: Uma das mais prósperas cidades da Frígia durante a época romana.

 ENQUETE:  

       

 04/06/2026

TEMA:  Carta à Igreja em Laodicéia  

TEXTO BÍBLICO:  

Ap 3: 14-22  Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve:  Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus .. 

     

 Comente o texto e ou responda as perguntas:

1  Que obra ruim é essa feita por  Laodicéia, que Jesus está a ponto de vomitá-la de sua boca?

2 Comprar ouro refinado pelo fogo, está ligado à galardão e a nudez ligado à falta de galardão?

3 Eis que estou à porta e bato; essa Palavra é para a igreja, por que alguns pregam para o gentio?

4 O que foi prometido à essa igreja?


NORMAS E REGRAS

RESPEITO 

EDUCAÇÃO

 FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA

 PROIBIDO

 Ofensas, palavras de baixo calão.

 Conversas fora do tema.

 Postagem de Links de outros grupos.

A T E N Ç Ã O

 Cada um será responsável  pelos seus próprios atos no grupo.

Proponente: A  diretoria

 Fórum de Teologia Bíblica

DEUS FIEL!

PALAVRA QUE EDIFICA.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

A VOZ DO POVO NÃO É A VÓZ DE DEUS

 BEM, SE A VOZ DO POVO, DEFINITIVAMENTE, NÃO É A VOZ

 DE DEUS, O QUE FAZER?

APEGAR-SE A DEUS, CRENDO EM SEU FILHO JESUS CRISTO E LER A SUA PALAVRA CONTIDA NA BÍBLIA SAGRADA.

1 Timóteo 2.3-5: "Pois isso é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade".

Atos 4.4: "Muitos dos que ouviram a palavra a aceitaram." Mas, nem todas as pessoas aceitam a Jesus Cristo como seu salvador pessoal e, por isso, não são salvas.

João 3.17-18: "Por Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. A condenação é esta: a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais astrevas que a luz."

Josué 24.15: "Escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses que serviram vossos pais... porém, eu a minha casa serviremos ao Senhor."

QUAL A ESCOLHA QUE VOCÊ FAZ HOJE? VOCÊ FICA COM A VOZ DE DEUS, OU COM AS CRENDICES POPULARES?

Você deve escolher se continua fazendo um deus segundo a sua própria semelhança (um deus que seja de acordo com o seu gosto pessoal) ou aceita o Deus da Bíblia - criador de todas as coisas, que criou você para ser verdadeiramente feliz, a despeito das adversidades.
A Bíblia é o "MANUAL DO PROPRIETÁRIO". Quando você compra um automóvel, ele vem com o manual escrito pelo fabricante, que conhece o carro por dentro, e sabe tudo o que precisa ser feito para obter o melhor proveito daquela máquina.
Deus conhece você por dentro. Ele quer que você tenha o melhor proveito da sua vida aqui, e deseja lhe dar a vida eterna em sua presença.

AGORA É JESUS QUEM FALA:

Apocalipse 3.20: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo."

João 5.24: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, têm a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

sexta-feira, 26 de junho de 2026

TESE E DISSERTAÇÃO abnt

 Como definir os projetos

Longo, “curvilíneo”, complexo, promissor, apaixonante... Tais adjetivos podem definir o trajeto traçado por todos aqueles que desejam e, sobretudo, buscam incansavelmente dar continuidade aos estudos de pós-graduação, cujos objetivos são os de conferir continuidade à formação de uma forma geral e, acima de tudo, satisfazer a determinadas pretensões, sejam elas no âmbito pessoal ou profissional.

Imersos nesse contexto e, não raro, muitos que fazem parte desse “público” se sentem questionados acerca de alguns aspectos pertinentes ao cotidiano acadêmico, haja vista que distintas etapas têm de ser rigorosamente cumpridas. Assim, por a elas fazer menção, o artigo em pauta se reserva à condição de promover a você, caro (a) usuário (a), alguns esclarecimentos sobre os passos a serem desenvolvidos, sobretudo aqueles inerentes à produção material – procedimento esse resultante de todos os seus esforços enquanto questionador (a), enquanto pesquisador (a), enfim, enquanto conhecedor (a) de um dado fenômeno científico, no qual as descobertas por você realizadas poderão e muito contribuir para o universo científico e para a sociedade de uma maneira geral.

Assim, entre alguns questionamentos que tendem a se fazer presentes estão aqueles relacionados às características que norteiam a chamada dissertação, bem como aquelas que sustentam a recorrente “tese”, ainda que conhecida por muitos, aparenta-se pouco compreendida  por parte de alguns.

Dessa forma, atendo-nos a uma noção primeira, torna-se relevante afirmar que a dissertação é oriunda de um programa de pós-graduação Stricto sensu, equivalente ao mestrado, o qual confere ao estudante-pesquisador o título de mestre.  Uma vez envolvido nesse trabalho, ele desenvolve a oportunidade de iniciar sua carreira de iniciação científica propriamente dita.

Quanto à estrutura, por se tratar de uma produção de tal natureza (científica), alguns aspectos devem ser priorizados ao longo do trabalho, tais como a problematização, os objetivos, a metodologia e, sobretudo, o referencial teórico – elemento norteador de todas as ideias, de todos os argumentos abordados ao longo da produção.  Outro passo a ser cumprido, depois dos resultados materializados por escrito, diz respeito à apresentação pública dos resultados obtidos.

Na medida em que o pesquisador desenvolve seu trabalho de forma gradual, os esforços dele oriundos parecem se compor no mesmo patamar, ou seja, constata-se uma dedicação, um aprofundamento maior acerca daquilo que se pretende – passos esses que sinalizam que ele se mostra pronto para ingressar numa linha de pesquisa ainda mais complexa, original, cujo trabalho a ser desenvolvido está em torno de um tema ainda não abordado, isto é, original. Assim retratando, cabe afirmar que as descobertas serão valiosíssimas para o conhecimento do objeto ora tratado.

Estamos, pois, referindo-nos à tese, a qual confere ao pós-graduando o título de doutor, cuja característica principal se define pela originalidade da temática explorada, o que significa afirmar que o pesquisador se encontra na condição de alguém com o manejo, com a criatividade de trabalhar com a matéria científica de forma rigorosa, a qual resultará numa significativa contribuição para uma dada área do conhecimento.

Por fim, como norteador de todo esse processo, um aspecto que se mostra relevante se define pelo fato de que essa tese, uma vez resultante de toda uma argumentação, pode também ser alvo de refutação razão pela qual todos os argumentos precisam ser cientificamente fundamentados.

Vania Maria do nascimento Duarte

 https://classroom.google.com/c/NjU5MjAyNDY3Mlpa/p/Njg2MDgzMjA0MTE3/details.

Valdeci Fidelis

domingo, 21 de junho de 2026

BENDITO DEUS LOUVADO EM TUDO

Valdeci Fidelis
   Artigo Bíblico Teologia por Temas  

    Neste Salmo vamos compreender: 1º por que eles devem louvar a Deus porque foram criados por uma ordem Dele e receberam um decreto e um lugar fixo no universo que jamais mudará. Versículos 1- 6. 

  2° Por que o louvor cósmico (dos céus) e o louvor terrestre (da criação versículos 7-14).

   O Salmo 148 é uma das expressões mais belas e vibrantes de louvor em toda a Bíblia. Ele funciona como uma grande "chamada geral", onde o salmista convoca toda a criação desde os seres mais elevados no céu até as criaturas mais simples na Terra para formar um único e majestoso coral de adoração a Deus.

   Para compreendê-lo bem, o segredo é notar que ele é perfeitamente dividido em duas grandes partes: 
​Estrutura do Salmo
    ​1. O Louvor nos Céus (Versículos 1 a 6) O Salmista faz convocação dos Céus, do alto dos céus usando a linguagem da cosmologia do antigo Oriente Próximo, o salmista pede louvor dos seres e dos fenômenos celestiais. Versículos 5 e 6 correspondem um refrão que provavelmente foi cantado por coral. A criação de Deus quanto aos objetos celestiais e sua sustentação é razão suficiente para louvar 
​O salmista começa olhando para cima. Ele convoca o mundo invisível e o espaço sideral.
​Quem é chamado: Anjos, exércitos celestiais, o sol, a lua e as estrelas brilhantes.
​O motivo: 
​    2. O Louvor na Terra (Versículos 7 a 14)
​A partir do versículo 7, o foco muda drasticamente para o nosso mundo físico, descendo das maiores profundezas até a sociedade humana.
​A natureza inanimada e os animais: Monstros marinhos, abismos, fogo, granizo, neve, vapores, ventos tempestuosos, montanhas, árvores frutíferas, animais selvagens, gado, répteis e aves.
​   A humanidade: Reis, governantes, jovens, idosos e crianças. Diante de Deus, todas as distinções sociais e de idade desaparecem; todos têm o mesmo dever de louvar.
   ​A grande virada (Versículo 14): O salmo termina explicando por que o povo de Deus (Israel) tem um motivo ainda maior para louvar. Enquanto a natureza louva a Deus por sua criação e poder, o ser humano O louva por sua graça e proximidade. Deus "exaltou o poder do seu povo" e se fez herdeiro de um povo que Lhe é de perto.
​   O que podemos aprender com o Salmo 148?
​Tudo tem um propósito: Até o vento tempestuoso cumpre a palavra de Deus (v. 8). Na teologia desse salmo, a natureza não é um acidente cego; ela obedece e glorifica ao Criador apenas sendo o que foi feita para ser.
​A cura para o antropocentrismo: O ser humano não é o único habitante do universo que importa. Nós somos apenas uma parte (a maestrina, talvez) de um coral muito maior.
​   O louvor como identidade: Louvar a Deus não é um evento de domingo; nem dos das de congregarmos em oração, é a resposta natural de qualquer criatura viva ao reconhecer quem a criou.
​Em resumo, o Salmo 148 nos convida a sintonizar a nossa voz com o cântico que o universo já está cantando todos os dias. Pela criação cosmológica sem compromisso à físicos e espirituais, agradecem ao criador universal pelas suas moradias.
Nós pela graça a receber. Eles pelas suas bênçãos de existirem.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

AFRICA VIRTUAL

 

Da esquerda para direita:
 Benicio e Breno, alunos do
SESI 423
(apresentadores)


Por Valdeci Fidelis:  Benicio e Breno; explanaram o texto segue sua transcrição original: 16/06/2026

Sala de Africa e Inglaterra, falei com os dois primeiros escolhidos por mim mesmo por causa do tema que me chamou a tenção pelo titulo: com Benicio Fidelis Gabriel e Breno, eles são alunos do 7º ano na Escola SESI 423 Presidente Prudente SP.


    Ele disse: Nós essa noite ficamos relacionados ao eixo de ciências, que é responsável pelos cientistas Sul Africanos e suas contribuições, vou falar sobre o maior desafio que eles encontram, que foi combater o preconceito que muitas pessoas tem com a Africa do Sul, achando que é um país que só tem pobrezas e misérias com a fome, más a gente está aqui para provar o contrário, um exemplo é que o sul Africano, mais conhecido pelo mundo Elon Musk. 

    Sabemos que o primeiro transplante de coração bem - sucedido foi feito pelo cientista doutor Bernard, em 1967 e o maior rádio de radiologia está localizado na Africa do Sul, que, então pode combater todos esses preconceitos, a gente fez o MVSAS, que é o 'Museu Virtual sul-africano Científico'.  A gente usou a ferramenta ArtSteps, para conseguir produzir esse museu, ele tem muitas informações, por exemplo a vacina para combater o HIV, e o maior rádio de radiologia do mundo.

    Outro exemplo: O oftalmologista (conf. tipo), fez a operação nos olhos de Nelson Mandela, é isso. Essas palavras foram de Benicio e Breno, que estudam na mesma escola Sesi da sétima série.


CONTEXTO HISTÓRICO CULTURAL DA AFRICA VIRTUAL.

    Uma explanação mais detalha das informações demonstradas pelos nobres alunos, que abordam a complexa realidade do continente africano, exige separar os estereótipos históricos das contribuições intelectuais e científicas que a região legou ao mundo, na visão de muitos. O debate sobre os desafios socioeconômicos ganham um contrapeso fundamental quando destacamos o pioneirismo de mentes brilhantes na medicina e na inovação tecnológica.

​     1. A Desconstrução do Olhar Estereotipado: Pobreza e Preconceito
​Historicamente, a narrativa ocidental reduziu a África a um cenário homogêneo de escassez e vulnerabilidade. Embora desafios estruturais crônicos (decorrentes de processos coloniais e geopolíticos complexos) existam, essa lente reducionista silencia a vibrante diversidade cultural, o crescimento de polos tecnológicos (como em Nairóbi e Lagos) e a vanguarda intelectual do continente. 
Tao preconceito frequentemente ignora que a escassez de recursos coexistiu com uma capacidade extraordinária de inovação e resiliência científica.

​    2. Personalidades de Destaque na Ciência Médica e Inovação
​Para além de Elon Musk (nascido na África do Sul, cuja trajetória se voltou à tecnologia aeroespacial e de transição energética global), o continente e sua diáspora moldaram os rumos da medicina moderna. O Pioneirismo na Cardiologia Sul-Africana.

   ​A menção ao Dr. Barnard, remete à rica tradição da cardiologia na África do Sul, cujo ápice histórico ocorreu em 1967 com o Dr. Christiaan Neethling Barnard (1922- 2001), foi um cirurgião cardíaco sul-africano que que alcançou fama mundial instantânea, realizou o primeiro transplante de coração bem-sucedido do mundo no Hospital Groote Schuur, na Cidade do Cabo (África do Sul) em 03 de dezembro de 1967. Ele liderou a equipe que substituiu o coração doente de Louis Washkansky um paciente com 53 anos, pelo coração de uma jovem chamada Denise Darvall, que havia sofrido morte cerebral em um acidente de transito.  A escola sul-africana de cardiologia e cirurgia cardiovascular permanece uma referência global em intervenções de alta complexidade.

​    Outras Referências Médicas e Científicas Globais
​Dr. Charles Richard Drew (1904–1950): Conhecido como o "Pai dos Bancos de Sangue". Desenvolveu as técnicas de separação e preservação do plasma sanguíneo que permitiram o armazenamento em larga escala, salvando milhares de vidas durante a Segunda Guerra Mundial.

REFENCIAS PESQUISADAS

​       Dr. Daniel Hale Williams (1856–1931): Um dos primeiros cirurgiões a realizar com sucesso uma cirurgia de coração aberto na história (em 1893), além de fundar o primeiro hospital interracial e de propriedade de profissionais negros nos Estados Unidos.
    Dra. Patricia Bath (1942–2019): Oftalmologista pioneira que inventou o Laserphaco Probe, um dispositivo cirúrgico a laser que revolucionou o tratamento de catarata e devolveu a visão a pacientes ao redor do mundo.

​Dra. Kizzmekia S. Corbett-Helaire: Imunologista contemporânea de destaque global, cuja pesquisa científica no National Institutes of Health (NIH) foi fundamental para o desenvolvimento da vacina de mRNA contra a COVID-19.

    ​3. Fontes de Pesquisa Recomendadas

​    Para aprofundar seus estudos com rigor acadêmico e dados históricos consolidados, as seguintes bases e plataformas são fundamentais:
​AAMC (Association of American Medical Colleges): Possui arquivos históricos detalhados sobre os pioneiros da medicina e a evolução das práticas de equidade em saúde (aamc.org).

​       National Library of Medicine (NLM / NIH): O projeto "Changing the Face of Medicine" e os perfis biográficos da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA contêm registros primários sobre as patentes e descobertas de grandes cientistas (nih.gov).
​    South African Medical Journal (SAMJ): Repositório acadêmico ideal para compreender a evolução histórica e os artigos originais da cardiologia sul-africana desde o século XX.

​Plataformas de Periódicos Acadêmicos: Para contextualizar a geopolítica e a desconstrução de preconceitos socioeconômicos sobre a África, o portal SciELO e repositórios de universidades internacionais (como Coimbra ou Oxford) oferecem artigos de sociologia e economia do desenvolvimento de alta relevância.

     ​Para complementar sua pesquisa sobre grandes contribuições na medicina, assista a este Documentário sobre Pioneiros da Medicina. O vídeo destaca a atuação de especialistas na área de eletrofisiologia cardíaca e o avanço no tratamento de distúrbios do ritmo cardíaco, ilustrando a dedicação e o rigor técnico que caracterizam os grandes nomes da cardiologia conteporanea.

 
  FONTE: África virtual  Com base nas citações acima
Galeria de alguns dos alunos da sala Africa Virtual


















terça-feira, 2 de junho de 2026

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