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quarta-feira, 20 de maio de 2026

O pensamento científico e a experiêcia religiosa.

 

terça-feira, 19 de maio de 2026

UMA SOCIEDADE RELIGIOSA E SEU REGIMENTO INTERNO

   COMO NEGAR SAUDAR NA FÉ OS MEMBROS COM ÓSCULO E A PAZ...IRMÃOS

 Por Valdeci Fidelis. fonte: do livro do autor

Obstáculos Espirituais que Bloqueiam o Milagre Divino

 

Com Valdeci Fidelis

De acordo com as fontes, os milagres são impedidos por diversos obstáculos que bloqueiam a ação divina, sendo categorizados principalmente como falhas de conduta, postura e fé.

Os principais obstáculos espirituais mencionados são:
  • A "Pedra" do Passado e do Remorso: Um dos maiores impedimentos é estar preso a traumas, marcas profundas e tristezas antigas. As fontes ensinam que "olhar para trás" e lamentar o passado são táticas do inimigo para que o fiel dê "um passo para frente e dois para trás", impedindo o progresso espiritual. É necessário "tirar a pedra" da murmuração e do remorso para que o milagre aconteça.
  • Irreverência no Vestuário e na Postura: O uso de roupas inadequadas (como estar "quase nu" ou em roupas íntimas) durante a oração é citado como o primeiro motivo que impede Deus de ouvir. Além disso, a falta de reverência inclui comportamentos como conversar, transitar ou atender outras pessoas durante momentos sagrados.
  • Uso Inconsequente da Língua: A língua é descrita como uma "arma perigosa". Práticas como fofoca, calúnia, difamação, murmuração e o falso testemunho trazem condenação extrema e afastam a bênção. Murmurar e reclamar constantemente "contamina a pedra" e bloqueia o milagre.
  • Orgulho e Falta de Confissão: O orgulho impede que a pessoa admita seus erros. Diferente de Davi, que confessava seus pecados, o exemplo de Saul (que não admitia falhas) mostra como a soberba leva à rejeição por Deus Pecados ocultos e a falta de humildade "encobrem o rosto de Deus" para o fiel.
  • Incredulidade e Coração Insensível: Ter um coração perverso de incredulidade afasta o indivíduo do "Deus Vivo". A insensibilidade à voz do Espírito Santo, muitas vezes causada por seguir costumes mundanos, leva a uma "vida comum" sem acesso ao extraordinário.
  • Egoísmo e Infidelidade Financeira: Reter o que pertence à obra de Deus por avareza ou egoísmo (citando o exemplo de Ananias e Safira) é um obstáculo à fidelidade cristã e à prosperidade espiritual.
  • Pedir com Motivação Errada: As fontes citam Tiago 4:3 para explicar que muitos "pedem e não recebem" porque pedem mal, visando apenas o esbanjamento em prazeres próprios em vez de focar no Reino de Deus.
  • Emoções Amargas e Negativismo: Viver no negativismo, culpar a Deus pelas desgraças e ser uma pessoa intempestiva ou briguenta impede que o Reino e o Rei presidam sobre as emoções, bloqueando a paz e a restauração.
  • Ação de Satanás: O inimigo atua especificamente para retardar a resposta às orações (como no caso de Daniel), tentando fazer com que o fiel desista do milagre antes que ele se concretize.
Para superar esses obstáculos, as fontes recomendam o uso de "armas espirituais" como a oração fervorosa, o jejum, a confissão sincera de pecados e a obediência estrita às Escrituras Sagradas.

domingo, 17 de maio de 2026

A LIBERDADE DE CONCIÊNCIA DOS CRENTES

 UMA EXPLANAÇÃO SOBRE OS BATISTAS

Por Valdeci Fidelis

Uma obra teologica que eu  recomendo a quem queira compreender a fiel identidade do crente

 Este texto é um registro histórico da obra "O Rasto de Sangue", escrita por J. M. Carroll, que narra a trajetória das Igrejas Batistas desde a era apostólica até a modernidade. O autor defende a tese de que, apesar das perseguições sistemáticas, existiu uma linhagem contínua de cristãos fiéis às doutrinas originais do Novo Testamento, independentes da Igreja Católica e do Estado.

 A narrativa detalha os martírios sofridos por esses grupos, a origem de nomes como Anabatistas e Waldenses, e a gradual corrupção doutrinária que levou à formação da hierarquia eclesiástica. Através de um mapa histórico, a obra ilustra séculos de conflitos religiosos, destacando a resistência de comunidades que preservaram princípios como o batismo de crentes e a liberdade de consciência.

 O conteúdo serve como um documento apologético que busca validar a identidade batista por meio de um legado de sacrifício e fidelidade às escrituras.

 como identificar os conflitos religiosos, como eram
formados e qual as penalidades sobre esses erros doutrinarios
Fonte: J.M.Carroll

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

 DEPOIMENTOS DE UMA PROFESSORA

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

Claudia Stippe

Comecei a ensinar lógica de programação como professora na década de 90, trabalhando com crianças nas turmas de alfabetização e adolescentes no ensino médio.  A linguagem utilizada para ambas situações era a Linguagem de programação Logo. Com os primeiros,  usávamos atividades de chão e a tartaruga de solo - um pseudo robô que as crianças programavam com um teclado cheio de ícones - e os demais com o programa Megalogo, uma evolução do Logo Write.  

A Linguagem Logo, desenvolvida pelos pesquisadores Seymour Papert e Marvin Minsky, ambos  do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), reune o  conhecimento de Inteligencia Artificial, pesquisas de Jean Piaget, e a crença de que é possível fazer com que as escolas se apropriem deste novo momento de descobertas tecnológicas, que na época era meados dos anos 60. Assim, optaram por juntar o que eles como pesquisadores e cientistas sentiam ao verem as pessoas fora da escola e em seus locais de trabalho, se envolvendo e aprendendo mais e de maneira autônoma com as tecnologias que foram colocadas a sua disposição.  

Queriam que os alunos fossem provocados a partir da lógica de programação. Que as atividades propostas nas escolas daquela época propiciasse aos seus alunos algo motivador e diferente, que envolvesse os mesmos na resolução de problemas e raciocínio lógico, saindo do modelo de educação da era industrial, para uma educação da era tecnológica.

Nos anos 80 e idos dos anos 90, as escolas que queriam ser moderninhas usavam softwares para apresentar conteúdos com base no currículo e em uma interface nada colaborativa ou intuitiva, replicando os livros didáticos na tela do computador. Aqui no Brasil um grupo de educadores e pesquisadores se incomodavam com isto, era o NIED - Núcleo de Informática Educativa da UNICAMP,  e o grupo  LEC - Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto do Psicologia da UFRGS, liderado pela  Professora Léa Fagundes.

Estes grupos que destaco, exploravam naquela época a potencialidade do computador usando a Linguagem de Programação Logo, com trabalhos desenvolvidos, prioritariamente, com crianças da escola pública que apresentavam dificuldades de aprendizagem de leitura, escrita e cálculo, procurando compreender o raciocínio lógico-matemático dessas crianças e as possibilidades de intervenção por meio da tecnologia disponível na época,  como forma de promover a aprendizagem autônoma.

Com as atuais notícias que leio nas rede sociais e nos jornais de grande circulação sobre crianças programando nas escolas, achei que valia a pena fazer as pessoas relembrarem ou conhecerem esta trajetória, e convidar a reflexão do que queremos ou fazemos com isto dentro das mesmas.

Muito bem, então falar de programação para crianças e uso de protótipos para que os alunos manipulem objetos e criem seus robôs, não deveria ser nenhuma novidade no século XXI, e sim algo corriqueiro nas nossas escolas tanto públicas como privadas. Mas como tudo aquilo que não é compreendido ou aceito por aqueles que estão a frente de nossas escolas, acabou caindo no esquecimento.  

Continuando com a minhas memórias, em 2013 surge o Code.org nos EUA, lançando um desafio mundial para que estudantes, meninos e meninas e quem quisesse entrar na dança,  tomassem contato com a ciência da computação em uma provocação durante a segunda semana do mês de dezembro de todos os anos,  onde estes participantes são levados a desenvolver atividades simples, mas desafiadoras de programação, chamando a isto de A Hora do Código. Muita gente se anima e se envolve,  incluindo-se no Brasil a parceria com o Progamaê.org.br  que replica as ações.

Olha só que coisa bacana, mais uma vez um movimento que nasce fora da escola,  traz de volta a tecnologia para esta escola que a abandonou por não reconhecer nela,  suas semelhanças e possibilidades educativas. Estamos, depois de 3 anos do projeto no ar,  vendo que o movimento está se fortalecendo e  colocando novamente nas mãos dos professores - que participam como voluntários,   sem muitas horas de formação específica ou de planejamento-  a oportunidade de experimentar a tecnologia que permeia o nosso século,  e que está no cotidiano das crianças - fora dos muros da escola - retornar para dentro da escola como uma grande novidade.

Que bom, voltamos a ter escolas promovendo aulas de construção de games. Temos que entender a sensação de novidade, pois o que  se dá hoje comparado com os recursos tecnológicos de 40 anos atrás,  nos remete a esta sensação. E para mim, que iniciei esta jornada na tecnologia educacional fazendo exatamente isto há mais de  30 anos, soa como uma bela música aos ouvidos.  

É importante frisar que a prioridade, independente da amnesia histórica que a gente sempre vive na área de educação, é  de dar para nossos alunos e professores  novamente esta possibilidade de aprender por meio da construção de novos conhecimentos de maneira  ativa -  com  a construção de jogos digitais, games e o que mais desejarem chamar - que usam na sua estrutura mais básica a nossa esquecida, mas não menos querida, lógica de programação da Linguagem Logo.  Fazendo com que as crianças e jovens que passam por esta experiência aprendam com particular eficácia e consigam iniciar o processo de construção de uma aprendizagem ativa, pois estão sendo realmente envolvidos na construção de programas, que lhes são pessoalmente significativos como pequenos jogos,  animações ou  movimentação de robôs.

O que a gente precisa entender é que esta questão de se ensinar criança a programar,  começou há muito tempo com bases sólidas no desenvolvimento cognitivo das crianças,  por meios das teorias piagetianas para a construção do pensamento,  e precisamos hoje ter tudo isto vinculado a estudos mais profundos e que não seja apenas um novo instrumento para as escolas Moderninhas.  

Que este movimento nos ajude a construir novos caminhos no uso das tecnologias na escola e que o professor seja empoderado e volte a ser o protagonista junto com seus alunos. 


Fonte: Instituto Paramitas

JESUS O MAIOR DOS SÁBIOS

 

Grande professor   de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus. Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”

O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”

Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.

De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.

Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso?

Fonte: Defesa da Fé

Valdeci Fidelis  é  Teólogo 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

MEU REINO NÃO É NESTE MUNDO

 Valdeci Fidelis

Fonte Biblia Sagrada

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

MEU REINO NÃO É NESTE MUNDO-O EVANGELHO 

SOCIAL CUIDADO

O QUE É A TEOLOGIA DO EVANGELHO SOCIAL?


Tendo suas raízes em Friedrich Schleiermacher (1764-1834),
 o teólogo e filósofo alemão, considerado cristocêntrico e 
visionário pelos racionalistas e radical pelos ortodoxos, 
a teologia do evangelho social sofreu também a influência
 de outro teólogo alemão, Albrecht Ritchl (1822-1889), que
 ressaltou o conteúdo ético-social da Teologia.Como uma das
expressões mais características da teologia liberal 
norte-americana, o evangelho social teve como o seu maior
intérprete o pastor batista Walter Rauschembusch (1861-1918)
, professor no seminário batista de Rochester, de 1897
 até o seu falecimento.
Na América do Sul, esse movimento pode também ser identificado
 como a “teologia da libertação”, cujas linhas ideológicas chegam 
mesmo ao extremo de propor uma aliança estratégica entre 
cristãos revolucionários e marxistas não dogmáticos, no propósito
 comum de estabelecerem a “justiça social”, até mesmo por meio 
de uma revolução.
Embora tenha suas origens em meados do século passado, a
 teologia do evangelho social, também conhecida como O 
Evangelho do Caminho de Jericó, alcançou maior sucesso 
nos anos seguintes à Primeira Guerra Mundial, pelo fato de se 
atribuir às injustiças sociais as causas da grande 
conflagração internacional que ceifou milhões de vidas.
O movimento teve o seu lado positivo, pois procurou levar
 a Igreja a empenhar-se em atividades mais amplas em favor 
dos menos favorecidos da sorte, e criticou os governos corruptos
 e os sistemas ideológicos injustos.
Foi uma resposta nova da ética cristã em uma nova situação
 histórica, pois, particularmente nos Estados Unidos, era grande
o número de problemas decorrentes do rápido crescimento industrial.
A consciência cristã, assim desafiada, converteu-se numa 
“consciência social”.
 Rauschembusch, filho de um missionário luterano junto aos
 alemães, quando pastoreava a segunda igreja batista alemã 
de Nova York, em 1886, impressionou-se com as deprimentes
 condições sociais ali existentes.

Fundou o influente movimento Fraternidade do Reino, que 
lançou, em 1889, a revista mensal Pelo Direito, visando
 a classe trabalhadora e defendendo um programa social cristão
. Seu livro Cristianismo e a Crise Social, editado em 1907, obteve
 grande sucesso, pois foram feitas 17 edições com um total
 de 50 mil exemplares vendidos.
Identificando o reino de Deus como um reino neste mundo, o
 evangelho social assumiu a liderança do neoprotestantismo
 entre as duas grandes guerras mundiais, ocupando assim
 o terreno perdido pelo liberalismo, cujo otimismo sofreu fragorosa
 derrota com a guerra de 1914-1918.
Nessa corrente teológica, o propósito original do cristianismo
 seria transformar a sociedade no reino de Deus, baseando-se 
em João 10.10: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a 
destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com 
abundância.” Isto seria conseguido através de uma 
reconstituição das relações humanas.
 Assim, o reino de Deus fundado por Jesus seria teleológico,
 ou seja, considera-se o mundo como um sistema de relações 
entre meios e fins.

A igreja existiria para realizar o reino, lutando contra o mal e
 constituindo se em meio de salvação para a sociedade.
Nessa teologia, o pecado original não existe. Todos nós 
participaríamos na culpa da comunidade, sendo a exploração 
dos pobres, as favelas, as péssimas condições de trabalho, o 
trabalho das crianças, etc., os maiores pecados.
A força motriz para a eliminação do pecado da comunidade 
seria o amor pela humanidade. A igreja redime a 
sociedade pela educação, pela moralidade.

A salvação tornaria-se, portanto, pelas obras. O Evangelho 
Social rejeita o Deus transcendente e prega um Deus imanente,
 que se
 esforça em nossos esforços.
 Jesus, nessa teologia, seria um  grande mestre, exemplo 
inigualável de moral, mas sempre homem e meramente homem.
Ele é o primus inter pares.Sendo uma teologia de 
acomodação e de ajuste às conquistas nos campos da
 ciência, da evolução da economia e da política, tem 
como alvo a transformação das instituições sociais pelo
evangelho, como:família, igreja, escolas, governo, etc., 
oncluindo que o cristianismo existe para reformar a sociedade.
No Brasil, que passa agora por uma fase de transformação
 como a ocorrida nos Estados Unidos um século atrás, o 
vangelho social está presente numa tendência de querer
 comprometer a igreja com os movimentos sociais rurais 
ou urbanos, como o Movimento Sem-Terra, os sindicatos,
 etc. Eis, a seguir, alguns dos pontos mais salientes dessa
 corrente teológica:
a) Ensina que a Igreja deve assumir um compromisso com os 
pobres, e que tal compromisso não é uma tarefa a vir depois
 de uma revolução, mas que se impõe já, como uma condição 
de nossa fé na obra de Jesus.
b) Afirma sua fé nos pobres e nas possibilidades de eles se
 organizarem e obterem a libertação da escravidão em que 
vivem;
c) Entende que a Igreja tem por missão denunciar a riqueza 
geradora de injustiças e protestar contra ela.

Exame crítico:
Uma análise da teologia do evangelho social, do ponto 
de vista do ensino bíblico mostra o seguinte:
a) Abandonou o Deus pessoal
b) a doutrina do pecado original
c) todo sentido sobrenatural da vida cristã.

O problema principal é o pecado individual e não a desigualdade
 dos bens deste mundo. Jesus não condenou os ricos como ricos e nem defendeu os pobres como pobres. . . As palavras de Jesus: “O meu reino não é deste mundo”(Jo 18.36) não significam tão-somente que havia uma 
distância imensa entre as condições sociais de Jesus e as 
de Pilatos...

 O texto de Mateus 6.33 certamente não trata de um 
reino deste mundo;
As duas guerras mundiais provaram definitivamente que o homem é um pecador nato e sem quaisquer condições de, por si mesmo, amar o seu próximo,e manter a pazentre si; O amor dirigido a apenas uma classe torna-se abstrato e não alcança o indivíduo. O comunismo, 
como regime voltado para os interesses de uma 
classe os proletários certamente alimenta o ódio aos burgueses.
O amor ensinado e exemplificado por Jesus não pode-se comparar com o de classes, conforme Mateus 5.44;Nenhuma reforma social é possível sem que os indivíduos
, cada um de per si, experimentem o arrependimento e recebam 
de Deus o perdão e o poder para viverem uma nova vida em que “as 
coisas velhas já passaram” (2 Co 5.17).
O pecado seria da “sociedade” e não do indivíduo, razão pela
 qual no evangelho social não existe arrependimento pessoal; 
Agora ouça a palavra, pense, para agir depois.