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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

 DEPOIMENTOS DE UMA PROFESSORA

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

Claudia Stippe

Comecei a ensinar lógica de programação como professora na década de 90, trabalhando com crianças nas turmas de alfabetização e adolescentes no ensino médio.  A linguagem utilizada para ambas situações era a Linguagem de programação Logo. Com os primeiros,  usávamos atividades de chão e a tartaruga de solo - um pseudo robô que as crianças programavam com um teclado cheio de ícones - e os demais com o programa Megalogo, uma evolução do Logo Write.  

A Linguagem Logo, desenvolvida pelos pesquisadores Seymour Papert e Marvin Minsky, ambos  do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), reune o  conhecimento de Inteligencia Artificial, pesquisas de Jean Piaget, e a crença de que é possível fazer com que as escolas se apropriem deste novo momento de descobertas tecnológicas, que na época era meados dos anos 60. Assim, optaram por juntar o que eles como pesquisadores e cientistas sentiam ao verem as pessoas fora da escola e em seus locais de trabalho, se envolvendo e aprendendo mais e de maneira autônoma com as tecnologias que foram colocadas a sua disposição.  

Queriam que os alunos fossem provocados a partir da lógica de programação. Que as atividades propostas nas escolas daquela época propiciasse aos seus alunos algo motivador e diferente, que envolvesse os mesmos na resolução de problemas e raciocínio lógico, saindo do modelo de educação da era industrial, para uma educação da era tecnológica.

Nos anos 80 e idos dos anos 90, as escolas que queriam ser moderninhas usavam softwares para apresentar conteúdos com base no currículo e em uma interface nada colaborativa ou intuitiva, replicando os livros didáticos na tela do computador. Aqui no Brasil um grupo de educadores e pesquisadores se incomodavam com isto, era o NIED - Núcleo de Informática Educativa da UNICAMP,  e o grupo  LEC - Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto do Psicologia da UFRGS, liderado pela  Professora Léa Fagundes.

Estes grupos que destaco, exploravam naquela época a potencialidade do computador usando a Linguagem de Programação Logo, com trabalhos desenvolvidos, prioritariamente, com crianças da escola pública que apresentavam dificuldades de aprendizagem de leitura, escrita e cálculo, procurando compreender o raciocínio lógico-matemático dessas crianças e as possibilidades de intervenção por meio da tecnologia disponível na época,  como forma de promover a aprendizagem autônoma.

Com as atuais notícias que leio nas rede sociais e nos jornais de grande circulação sobre crianças programando nas escolas, achei que valia a pena fazer as pessoas relembrarem ou conhecerem esta trajetória, e convidar a reflexão do que queremos ou fazemos com isto dentro das mesmas.

Muito bem, então falar de programação para crianças e uso de protótipos para que os alunos manipulem objetos e criem seus robôs, não deveria ser nenhuma novidade no século XXI, e sim algo corriqueiro nas nossas escolas tanto públicas como privadas. Mas como tudo aquilo que não é compreendido ou aceito por aqueles que estão a frente de nossas escolas, acabou caindo no esquecimento.  

Continuando com a minhas memórias, em 2013 surge o Code.org nos EUA, lançando um desafio mundial para que estudantes, meninos e meninas e quem quisesse entrar na dança,  tomassem contato com a ciência da computação em uma provocação durante a segunda semana do mês de dezembro de todos os anos,  onde estes participantes são levados a desenvolver atividades simples, mas desafiadoras de programação, chamando a isto de A Hora do Código. Muita gente se anima e se envolve,  incluindo-se no Brasil a parceria com o Progamaê.org.br  que replica as ações.

Olha só que coisa bacana, mais uma vez um movimento que nasce fora da escola,  traz de volta a tecnologia para esta escola que a abandonou por não reconhecer nela,  suas semelhanças e possibilidades educativas. Estamos, depois de 3 anos do projeto no ar,  vendo que o movimento está se fortalecendo e  colocando novamente nas mãos dos professores - que participam como voluntários,   sem muitas horas de formação específica ou de planejamento-  a oportunidade de experimentar a tecnologia que permeia o nosso século,  e que está no cotidiano das crianças - fora dos muros da escola - retornar para dentro da escola como uma grande novidade.

Que bom, voltamos a ter escolas promovendo aulas de construção de games. Temos que entender a sensação de novidade, pois o que  se dá hoje comparado com os recursos tecnológicos de 40 anos atrás,  nos remete a esta sensação. E para mim, que iniciei esta jornada na tecnologia educacional fazendo exatamente isto há mais de  30 anos, soa como uma bela música aos ouvidos.  

É importante frisar que a prioridade, independente da amnesia histórica que a gente sempre vive na área de educação, é  de dar para nossos alunos e professores  novamente esta possibilidade de aprender por meio da construção de novos conhecimentos de maneira  ativa -  com  a construção de jogos digitais, games e o que mais desejarem chamar - que usam na sua estrutura mais básica a nossa esquecida, mas não menos querida, lógica de programação da Linguagem Logo.  Fazendo com que as crianças e jovens que passam por esta experiência aprendam com particular eficácia e consigam iniciar o processo de construção de uma aprendizagem ativa, pois estão sendo realmente envolvidos na construção de programas, que lhes são pessoalmente significativos como pequenos jogos,  animações ou  movimentação de robôs.

O que a gente precisa entender é que esta questão de se ensinar criança a programar,  começou há muito tempo com bases sólidas no desenvolvimento cognitivo das crianças,  por meios das teorias piagetianas para a construção do pensamento,  e precisamos hoje ter tudo isto vinculado a estudos mais profundos e que não seja apenas um novo instrumento para as escolas Moderninhas.  

Que este movimento nos ajude a construir novos caminhos no uso das tecnologias na escola e que o professor seja empoderado e volte a ser o protagonista junto com seus alunos. 


Fonte: Instituto Paramitas

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

PROJETO EDUCAR, https://play.google.com/books/ Valdeci Fidelis

  Google Play Livros. 

  Projeto Educacional sobre Cristianismo. Clicar no link azul acima a esquerda. Te lavará a página de livros sobre conhecimentos divinal.


Para explicar um projeto educacional sobre o cristianismo, é nesseário  seguir estes passos:

 1) Defina o objetivo: O principal objetivo do projeto é ensinar a história do cristianismo, os valores cristãos, e promover a reflexão sobre a fé.

2)  Público-alvo: O projeto é direcionado para crianças, adolescentes, adultos.  Qual o nível de conhecimento religioso desse público é buscar em Cristo Jesus o conhececer no Espirito Santo a salvação.

3)  Conteúdo: O  temas que serão abordados: São História da Igreja, vida de Jesus, Bíblia, doutrinas, ética cristã.

4)  Metodologia: Como o conteúdo será apresentado? São com aulas expositivas, debates, atividades práticas, estudos de caso.

 5)  Recursos: Quais recursos serão utilizados? Livros, vídeos, músicas, visitas a igrejas, convidados, com mentorias eclesiáticas.

 6)  Avaliação: O sucesso do projeto será medido com questionários, trabalhos, apresentações.

Exemplos de como apresentar o projeto:

 7)  Para crianças: "Vamos aprender sobre a história de Jesus, seus ensinamentos e como podemos seguir seu exemplo no dia a dia."

 8)  Para adolescentes: "Queremos promover um espaço de reflexão sobre a fé cristã, discutindo temas relevantes para a vida de vocês, como amor, perdão e valores."

 9)  Para adultos: "Este projeto tem como objetivo aprofundar o conhecimento sobre a Bíblia e as doutrinas da Igreja, fortalecendo nossa fé e nossa comunidade."

Dicas:

10)  Vamos usar uma linguagem clara e acessível.

 10)  Utilizar exemplos práticos e do dia a dia.

 11)  Criar um ambiente acolhedor e respeitoso para o diálogo.

 12)  Incentivar a participação de todos.

 O projeto e seu destaque:

 13)  A importância do tema: Por que estudar o cristianismo?

 14)  Os benefícios para os participantes:  Eles vão aprender como isso pode impactar suas vidas no presente e no futuro.

 15)  A relevância do projeto para a comunidade: Como o projeto contribui para o crescimento espiritual e social.

Lembre-se: A forma do projeto é fundamental para despertar o interesse e a participação das pessoas.

Gostaria de mais detalhes sobre algum desses pontos?

 16)  Todos poderão ajudar a criar um plano de aula.

 17)  Sugerir atividades para diferentes idades.

 Encontrar recursos didáticos. 

 

  Projeto de educação cristã para adultos e crianças.  

 18) Público-alvo: A faixa etária que queremos alcançar são todas sem excessão.

 19) Temas: Temas bíblicos ou doutrinários abordar a vida cristã.

 20) Formato: Como as aulas ou atividades, serão: Online, presencial, mistas.

 21) Recursos: Quais recursos que já temos disponíveis (livros, vídeos, materiais didáticos).

Algumas ideias para inspirar:

 22) Histórias bíblicas interativas: Usar jogos, vídeos e atividades práticas para tornar as histórias bíblicas mais interessantes.

 23) Projetos em grupo: Estimular a interação e o aprendizado colaborativo através de projetos em grupo.

 24) Visitas a lugares históricos: Se possível, organizar visitas a lugares que tenham relação com a história bíblica ou com a história da igreja.

 25) Tecnologia: Vamos utilizar ferramentas online para criar aulas dinâmicas e interativas.

 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ESCOLA MELHOR DEVERIA SER A PUBLICA

Sempre ouvi conversas sobre as escolas publicas, sempre ouvi reclamações de mães de alunos , sempre ouvi dizer que escola boa era escola particular, mas tenho ouvido tanto nos dias que cem mil professores precisam serem reciclados para formar mais de 5 milhões de alunos da rede publica de primeiro e segundo grau.

Será que só agora eles , digo os candidatos a eleição de 3 de outubro, perceberam que sempre foi essa mesma conversa para convencer o povo como nunca ninguém percebessem o problema, todos os pais de alunos sabem que seus filhos saem da escola, muitos com grau médio sem saber redigir um texto da língua portuguesa, não sabem ler, escrever, interpretar um texto.

Prometerem que a escola vai mudar a vida do aluno, que eles vão saírem preparados para o mercado de trabalho, com curso de aperfeiçoamento em tecnologia, criando junto a rede estadual de ensino as escolas fatec.

O problema e a falta de estimular alunos a lerem, estudar gramática, ler todos aprendem, só não aprendem a estudar aquilo que leu, não podemos conhecer a historia de um povo sem conhecer a causa que originou tudo isso, pois a muito tempo vem acontecendo esses desencontros de professores e salários, alunos que tem que fazer reforços de aulas porque as greves que são originadas por causas de ordenados e salários dos mestres que formam cidadãos de carater, os professores.

Promessas todos fazem, quero ver na realidade, todos aponta a solução do problema, só espero que vão pense que brasileiro tem memoria curta, porque isso e coisa de gente medíocre, que viveu dando calote no pensamento de um povo ordeiro, que sempre respeitou o direito e cumpre quando lhe solicitado.