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quarta-feira, 26 de junho de 2024

Quando surgiu a atividade de Repórter?

              Como e quando surgiu a atividade de Repórter?

 A atividade de repórter surgiu no contexto do desenvolvimento da imprensa e da comunicação de massa, esp e Contexto Histórico

Século XVII:

Os primeiros jornais regulares surgiram na

Europa, especialmente na Alemanha, com publicações

como a "Relation" (1605), considerada por muitos

como o primeiro jornal moderno.

Na Inglaterra, "The Weekly News" começou a ser publicado em 1622.

Esses jornais

começaram a empregar pessoas para coletar notícias, muitas vezes correspondentes que enviavam informações de diferentes localidades.

Século XVIII e XIX:Com o aumento da alfabetização e a expansão das cidades, a demanda por notícias cresceu significativamente. O conceito de repórter começou

a se solidificar, com jornalistas dedicados à coleta de notícias em campo, cobrindo

eventos importantes, investigações e entrevistas.

Revolução Industrial:

A Revolução Industrial (séculos XVIII e XIX) trouxe avanços

tecnológicos que

facilitaram a produção e distribuição de jornais em larga escala,

como a prensa a

vapor. Esse período também viu a profissionalização do jornalismo, com o

surgimento de escolas de jornalismo e a formação de

associações de jornalistas.

Papel do Repórter:

Um repórter é responsável por coletar, investigar e relatar

informações

sobre eventos recentes, entrevistando fontes, verificando fatos e

produzindo reportagens que informam

o público. O papel do repórter evoluiu com o tempo,

adaptando-se a novos meios

de comunicação, como o rádio, a televisão e, mais

recentemente, a internet.

Evolução e Modernização

Século XX:A introdução do rádio e da televisão trouxe novas

dimensões ao trabalho

dos repórteres, que agora também precisavam ser adeptos

em reportagens ao vivo

e em vídeo. Grandes eventos mundiais, como as guerras

mundiais, exigiram

repórteres correspondentes de guerra, que cobriam os

conflitos diretamente do

campo de batalha.

Era Digital: A internet revolucionou a comunicação e o jornalismo,

com a ascensão de repórteres digitais que trabalham para

websites de notícias, blogs e plataformas de mídia social.

A velocidade da disseminação de informações aumentou,

exigindo que os repórteres trabalhassem de forma mais rápida e

eficiente para verificar e divulgar notícias.

Conclusão

A atividade de repórter surgiu da necessidade de coletar e

disseminar informações

de forma sistemática e confiável, acompanhando o

desenvolvimento da imprensa

escrita. 

Ao longo dos séculos, a profissão evoluiu e se

adaptou às mudanças

tecnológicas e sociais, mantendo-se essencial para a formação de uma

sociedade informada.

No Brasil o repórter teve notoriedade na imprensa.

No Brasil, a profissão de repórter ganhou notoriedade

ao longo dos séculos XIX e XX, acompanhando o desenvolvimento

da imprensa no país. A seguir, estão alguns

marcos importantes na evolução e estabelecimento do repórter no cenário

jornalísticobrasileiro:

Século XIX

Primeiros Jornais:

O jornal "Correio Braziliense", fundado por Hipólito José da Costa em 1808,

é considerado o primeiro jornal brasileiro, embora fosse publicado em Londres.

O primeiro jornal publicado no Brasil foi a "Gazeta do Rio de Janeiro" (1808).

Durante o século XIX, a imprensa começou a se expandir, especialmente após a

chegada da família real portuguesa ao Brasil, que incentivou a criação de

tipografias e a publicação de jornais.

Repórteres Pioneiros:Jornalistas como José do Patrocínio, que trabalhava para o "Gazeta de Notícias", destacaram-se como repórteres e ativistas abolicionistas, usando

o jornalismo para promover mudanças sociais.

Século XX

Jornalismo Impresso:

Durante a Primeira República, jornais como "O Estado de S. Paulo" e "Jornal do

Brasil" começaram a estabelecer seções dedicadas a reportagens, aumentando

a importância do repórter na coleta e disseminação de notícias.

  • O surgimento de revistas semanais, como "O Cruzeiro" (1928), ampliou o
  • papel dos repórteres, que agora também se dedicavam a reportagens
  • investigativas e fotográficas.

Rádio e Televisão:

Com o advento do rádio nos anos 1920 e 1930, e da televisão nos anos 1950, o

papel do repórter se expandiu para esses novos meios de comunicação. Repórteres

de rádio como Heron Domingues, famoso pelo "Repórter Esso", tornaram-se figuras conhecidasNa televisão, programas jornalísticos como o "Jornal Nacional" da Rede

Globo, que estreou em 1969, destacaram repórteres como Cid Moreira e Sérgio

Chapelin.

Era Digital

Internet e Mídias Sociais:

Nos anos 1990 e 2000, a internet transformou o jornalismo,

e os repórteres passaram a produzir conteúdo para plataformas

online, blogs e redes sociais. O jornalismo digital

trouxe novos desafios e oportunidades, com repórteres precisando se adaptar

à velocidade e à interatividade das notícias online.

Notoriedade e Impacto

Coberturas Marcantes:

A cobertura de grandes eventos, como a redemocratização do Brasil, os

escândalos de corrupção, as Copas do Mundo e os Jogos Olímpicos,

solidificaram a importância dos repórteres brasileiros. Jornalistas como

Tim Lopes, que foi assassinado enquanto investigava o tráfico de drogas

no Rio de Janeiro, e Elio Gaspari, conhecido por suas reportagens investigativas

e livros sobre a ditadura militar, destacaram-se pela coragem e impacto de seu

trabalho.

Conclusão

Os repórteres brasileiros ganharam notoriedade na imprensa através de um longo processo de desenvolvimento do jornalismo no país, adaptando-se a novas tecnologias e

desafios sociais. Desde os primeiros jornais até a era digital, os repórteres

desempenharam um papel crucial na formação da opinião pública e na promoção

de mudanças sociais e políticas.

Quais diferenças entre repórter e jornalista No Brasil?



No Brasil, os termos "repórter" e "jornalista" são frequentemente usados de forma intercambiável, mas há diferenças específicas entre as duas funções dentro do

campo do jornalismo. Aqui estão as principais diferenças:Jornalista

Definição:

O jornalista é um profissional de comunicação que pode atuar em diversas áreas

dentro do jornalismo, incluindo redação, edição, fotografia, produção, reportagem

e outros segmentos.

  1. Áreas de Atuação:

    • Edição: Jornalistas que revisam e editam os textos produzidos por outros
    • repórteres ou redatores. 
    • Fotografia: Jornalistas que produzem e editam
    • fotos para
    • acompanhar as reportagens.
    • Produção: Jornalistas que coordenam a logística e os aspectos técnicos
    • da produção de conteúdo jornalístico, especialmente em rádio e TV.
    • Comentários e Colunas: Jornalistas que escrevem colunas de opinião ou
    • comentários sobre assuntos específicos.
  2. Redação: Jornalistas que escrevem artigos, editoriais e outros tipos de textos

  3. jornalísticos.

  4. Formação:

    • No Brasil, a formação de um jornalista geralmente envolve a conclusão de
    • um curso superior em Jornalismo ou Comunicação Social.

Repórter Definição:O repórter é um tipo específico de jornalista cuja principal função é coletar,investigar e reportar informações diretamente do campo, cobrindo eventos, entrevistando pessoas e fazendo reportagens. Funções Específicas:Cobertura de Eventos: Repórteres vão a locais de eventos

    • (como conferências, desastres, manifestações, etc.) para cobrir o que
    • está acontecendo.Investigação: Repórteres investigativos conduzem
    • pesquisas aprofundadas sobre determinados temas, frequentemente
    • revelando informações que não são facilmente acessíveis.
    • Entrevistas: Realizam entrevistas com fontes variadas para coletar informações e declarações para suas reportagenens.
    • Reportagens ao Vivo: Especialmente em rádio e TV, repórteres fazem transmissões ao vivo, relatando eventos em tempo real.
  1. Diferenciação no Cotidiano:

    • Enquanto todos os repórteres são jornalistas, nem todos os jornalistas
    • atuam como repórteres. Por exemplo, um editor ou um comentarista
    • pode ser jornalista sem necessariamente fazer reportagens de campo.

Conclusão

Em resumo, a principal diferença entre um repórter e um jornalista no Brasil

reside na especialização e nas funções desempenhadas. O jornalista é um

termo mais amplo que engloba diversas funções dentro do campo do jornalismo,

enquanto o repórter é especificamente um jornalista que coleta e reporta

informações diretamente do local dos eventos. Ambos são essenciais para

a produção de notícias e informações de qualidade.

sábado, 22 de junho de 2024

PROFESSOR DE TEOLOGICA NACIONAL

       CARACTERÍSTICAS DE UM BOM PROFESSOR

     As características do professor estão muito ligadas à sua personalidade e ao seu caráter. Estas características são também individuais e dependem da situação e da matéria. Sugerimos que você faça uma lista que contenha 5 (cinco) características de um bom e experiente professor. Geralmente os educadores estão de acordo com respeito às qualidades necessárias. Como resultado de um seminário, professores elaboram uma lista que contém as características (importantes) de um bom professor, a saber: 
1. Conhece profundamente a matéria a ser ensinada. 
2. Prepara cada aula de forma específica, identificando claramente o objetivo de cada lição e aula. 
3. Explica aos alunos o objetivo da lição.
4. Explica o motivo da tarefa a ser realizada. 
5. Cria um ambiente agradável para o aprendizado. 
6. Gosta de trabalhar com os alunos. 
7. Dá instruções claras e é bem organizado. 
8. Apresenta o conteúdo da matéria com modelos ou exemplos.
9. Mantém-se dentro dos limites do objetivo. 
10. Exige muito dos alunos, treina-os para que sejam responsáveis quanto ao estudo.
11. Atua de maneira constante. 
12. É dedicado e responsável, exige muito de si mesmo. 
13. É criativo, versátil na maneira de ensinar, possui novas idéias e novos materiais. 
14. É entusiasta e enérgico, porém aceita idéias dos alunos. 
15. Notifica o aluno quanto ao seu aproveitamento. 
16. É flexível, está sempre disposto a dar e receber (aconselhar e escutar). 
17. Provê oportunidades de aprendizagem para os alunos atrasados ou avançados sem causar embaraços, isto é, adapta o ensino segundo as necessidades individuais dos alunos. 
18. Estimula a sala de aula para que haja respeito mútuo e cooperação (lições e pesquisas em grupo). 
 
19. Página Trata os alunos como indivíduos. 
20. Respeita as opiniões dos alunos, reagindo sempre de maneira construtiva. 
21. Encoraja os alunos a melhorar e ter um bom conceito de si mesmos. 
22. Tem senso de humor, expressa seus sentimentos e atitudes. 
23. Tem um relacionamento amigável com os alunos, mantendo a disciplina. 
24. Coopera com os outros professores. 
25. Veste-se de forma adequada. 
26. Usa métodos de ensino comprovados. 
27. Continua seu desenvolvimento profissional. 
28. Conhece a vida pessoal dos alunos. 
29. Importa-se em conhecer a comunidade e os recursos locais.

 Várias pesquisas indicam cinco pontos essenciais que descrevem um bom professor. São eles:
 1) Conhecer bem a matéria.
 2) Tratar os alunos como indivíduos e ser amigável.
 3) Ser criativo, entusiasta e inovador no preparo das aulas.
 4) Ser exigente e manter a disciplina.
 5) Manter-se dentro dos limites do objetivo. 

CARACTERÍSTICAS DOS ALUNOS DESSES PROFESSORES

 1. Demonstram conhecimento da aula. 

2. Têm uma atitude amigável uns para com os outros e para com o professor. 

3. São responsáveis quanto ao aprendizado.

 4. Respeitam o currículo e a escola.

 5. Aprendem conceitos, habilidades e atitudes conforme o currículo.

6. Demonstram um comportamento que indica uma atitude positiva para com os outros alunos e para consigo mesmos.

7. Geralmente não existe nenhum problema de comportamento em sala de aula.

 8. Aprendem muito mais e melhor.

FACULDADE TEOLÓGICA NACIONAL

 2.Teste das Forças e Virtudes Pessoais. As Forças e Virtudes Pessoais são habilidades pré-existentes que quando utilizamos, nos sentimos vitalizados, com maior fluidez e melhor performance no que fazemos. principalmente quando estamos a colacar em práticaao mesmo tempo ensinando aos alunos.  

 

3. A arte desenvolve a percepção visual e auditiva: desenvolve a organização espacial e a discriminação sonora e visual.

 Esses conhecimentos são:

A arte desenvolve a percepção visual e auditiva: desenvolve a organização espacial e a discriminação sonora e visual. Esses conhecimentos são: A arte desenvolve a percepção visual e auditiva: desenvolve a organização espacial e a discriminação sonora e visual. Esses conhecimentos são transferidos para outros campos como: matemática, leitura, filosofia, e muitos mais.


Nossa Visão. Nossa Missão: A evoluir desenvolve programas educacionais que transformam a forma e a fórmula como aprendemos e ensinamos. Com os anos de experiência, você poderá trabalhar em parceria e assessorar escolas, empresas, governos e ongs para seus crescimento e conhecimentos.

 Fixar normas para avaliação do desempenho do pessoal docente da Escola

 4. Desenvolver, no aluno, as quatro habilidades compreensão auditiva, expressão para a aprendizagem, escuta, fala, leitura e escrita. que devem ser desenvolvidas pelos alunos. Mesmo porque são coisas que os  alunos devem aprender a fazer, e são desenvolvidas ao longo de cada etapa na educação pelo professor, e apartir disso a desenvolverem a capacitação e competência.


 1 Pergunte: Até a presente data, o senhor recebeu informações da escola do seu filho sobre normas e testes? O objetivo desta pesquisa é ajudar nossa escola a avaliar o grau de sucesso de nosso trabalho com os senhores. Instruções: Por favor, responda a cada pergunta circulando o número que corresponde ao seu.


2. O professor ensina. Intencionalmente porque quer ensinar Áreas que ocupam nossa atenção consciente, dimensão formal Ênfase nos conteúdos Intencionalmente porque quer aprender Área normal: processos de ensinoaprendizagem: o aluno médio estuda, trabalha, aprende... O aluno aprende Sem intenção mesmo sem querer aprender Problemas de aprendizado, de motivação... Mas, graças aos exercícios, avaliações... há alunos que acabam aprendendo, apesar de sua pouca vontade... Sem intenção Sem pretender ensinar, sem se dar conta... Áreas que podem fugir mais à nossa atenção consciente, dimensão informal... Área de influência predominante, valores, atitudes, motivação... Modelos de identificação O aluno quer ser como... A figura do professor o transforma em modelo de identificação.


 Muitos aprendizados importantes para a vida (valores, condutas) se aprendem pela imitação dos modelos apresentados pela mídia... Ensinamos coisas mais importantes que nossa matéria, com o que somos, como nosso modo de relacionamento com os alunos, com comentários incidentais... O interesse e o desinteresse, a autoestima, as ilusões... são ensinados e aprendidos... Morales, 2011, p. 20


3. CARACTERÍSTICAS DA RELAÇÃO PEDAGÓGICA  

Relação íntima entre saber e poder Saber fundamentando e legitimando a delegação social recebida pelo professor. Assimetria Caráter interessado: intuito de influenciar e transformar o outro. Limitação imposta e não natural dos tempos e espaços. Caráter de violência: é mais ultimato do que contrato. Potencialmente conflitual.


4. Ao professor, só resta abster-se de toda violência desnecessária e legitimar aos olhos dos alunos a sua função, reforçando a sua autoridade através da competência profissional de ordem científica e relacional. Somente a aceitação dessa legitimidade, por parte dos alunos, permitirá ao professor estabelecer contratos parciais e limitados dentro das margens de liberdade que são concedidas pela instituição externa. A relação pedagógica tem de se basear no respeito pela pessoa, pois só esse respeito evita a chantagem afetiva e defende a pessoa. É mais fácil amar o aluno do que respeitá-lo. Porque o amor origina desejo de gratificação e de retribuição, enquanto que o respeito é desinteressado, levando a cumprir o imperativo kantiano de considerar sempre uma pessoa como um fim em si e jamais como um meio (p. 48)


5. O BOM PROFESSOR, VISTO PELOS ALUNOS (CUNHA, 1996)


 Alunos consultados: concluintes do EM e do ES Conhecimento sobre a matéria. Habilidade para organizar as aulas. Ênfase no aspecto afetivo. Forma como o professor se relaciona com sua área de conhecimento. Percepção da ciência e da produção de conhecimento. Qual é o melhor professor que você teve no curso de... Por quê? Metodologia, refletindo sua fé nas potencialidades do aluno, sua preocupação com a aprendizagem. Valorização do professor exigente. Clima positivo da aula: senso de humor, gosta de ensinar, tornar a aula interessante.


6. O BOM PROFESSOR, VISTO PELOS ALUNOS (MORALES, 2011)


 1633 alunos de Trinidad e Tobago, de sete a dezessete anos Mais novos. Aspecto físico. Ensinam bem. Por volta de doze anos Capacidade para manter a ordem. Habilidades didáticas Atendimento às necessidades individuais dos alunos. Redação: o que é para você um bom professor? Mais velhos Bem preparados. Educados e respeitosos. Motivados e dedicados à profissão. Exibem preocupação com os alunos. Utilizam o reforço positivo Todos Aspectos relacionais Sabe dar segurança Não discrimina alunos


7. O BOM PROFESSOR VISTO PELOS ALUNOS (ESTRELA, 2002) 


Apoia-se em pesquisas dela em Portugal, e de autores britânicos. Alunos do secundário: Qualidades de ensino. Manutenção da disciplina. O professor que não mantém a disciplina funciona com um anti-modelo ( Não quero ser como fulano... )



8. a compreensão dos fenômenos de (in) disciplina não se pode desligar da relação triangular professor-aluno-saber... e das variáveis políticas, sociológicas, psicológicas, pedagógicas que a influenciam. Sem a construção de uma relação positiva com o saber, a relação pedagógica perde muito da sua razão de ser, ficando relegada para o plano de uma relação afetiva difusa, positiva ou negativa. E, numa época em que caminhamos abertamente para uma sociedade de informação, de livre acesso ao saber, o desafio da escola joga-se na capacidade de redefinição de uma relação com o saber, que não acentue as desigualdades sociais, através de novas formas relacionais que essa construção inevitavelmente gerará. Caso contrário, correremos o risco de a escola se transformar numa mera instância de socialização concorrente com outras instâncias exteriores à escola, mas que não potencializará a mobilidade social que ela é suposta promover. (Estrela, 2002, p. 77)


9. DISCIPLINA NA CLASSE


 Concebida como uma ação educativa (não como mera sanção ou desabafo emocional) Funções muito específicas, das quais o professor deve ter consciência clara. Não é considerada como algo diferente da habilidade geral para ensinar.


10. O PROFESSOR COMO RESPONSÁVEL PELA INDISCIPLINA (ESTRELA, 2002) 

Os alunos retaliam o professor em relação a: Comportamento distante do professor. Despersonalização da relação. Brandura quando é esperada força. Os alunos punem o professor por meio de: Comportamentos disruptivos. Não participação. Imposição da personalidade.


11.  CLASSROOM MANAGEMENT (KOUNIM, APUD ESTRELA, 2002)


 Situações naturais de aula (videos) Técnicas com correlações elevadas com a disciplina O professor sabe o que se passa, mesmo estando de costas. Atenção simultânea a duas situações diferentes. Rítmo de aula e suavidade de transição entre as tarefas. Variedade de estímulos oferecidos aos alunos. Capacidade de manter o grupo ocupado numa tarefa comum


12.  CLASSROOM MANAGEMENT (KOUNIM, APUD ESTRELA, 2002) 


Bons organizadores Maus organizadores Estabelecem regras. Dão diretrizes precisas. Apresentam claramente expectativas quanto ao comportamento dos alunos. Respondem de forma consistente. Intervêm prontamente para parar o desvio. Utilizam as regras em caso de indisciplina Regras vagas e não reforçáveis. Dão diretrizes pouco precisas. Comunicam ambiguamente as expectativas. Inconsistentes na resposta a comportamentos desviantes dos alunos Não evocam as consequências dos comportamentos desviantes. Reagem com lentidão.


Fontes pesquisasdas:


13 REFERÊNCIA:

1. CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 6. ed. Campinas: Papirus,

2. ESTRELA, Maria Teresa. Relação pedagógica, disciplina e indisciplina na aula. 4. ed. Porto: Porto Editora, 

3. MORALES, Pedro. A relação professor-aluno: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2011.


Valdeci Fidelis -é teólogo; elaboração da pesqusa, negrito (grifo do autor)

quarta-feira, 12 de junho de 2024

SER REPORTER GOSPEL

 Os fundamentos do trabalho de um repórter na produção de notícias são essenciais para garantir a qualidade, precisão e relevância da informação transmitida ao público. Aqui estão alguns dos principais fundamentos:

  1. Investigação e Pesquisa: O repórter deve investigar minuciosamente os fatos e realizar pesquisas detalhadas. Isso inclui entrevistar fontes, consultar documentos, verificar dados e reunir todas as informações necessárias para uma compreensão completa do assunto.

  2. Verificação de Fatos: A precisão é crucial no jornalismo. O repórter deve confirmar a veracidade de todas as informações antes de publicá-las. Isso envolve checar as fontes, confirmar dados estatísticos e assegurar que os detalhes apresentados são corretos.

  3. Objetividade e Imparcialidade: É importante que o repórter mantenha uma abordagem neutra e objetiva. As notícias devem ser apresentadas de forma imparcial, sem viés ou opinião pessoal, permitindo que o público forme sua própria opinião baseada nos fatos.

  4. Clareza e Coerência: A escrita jornalística deve ser clara e coerente, facilitando a compreensão do público. A estrutura da notícia deve ser lógica, com uma introdução clara, desenvolvimento do tema e uma conclusão que resuma os pontos principais.

  5. Ética e Responsabilidade: Os repórteres devem seguir os princípios éticos do jornalismo, incluindo respeito à privacidade, integridade e responsabilidade social. Devem evitar sensacionalismo e respeitar os direitos das pessoas envolvidas nas notícias.

  6. Contextualização: Além de relatar os fatos, é importante fornecer contexto para que o público entenda a relevância e as implicações das notícias. Isso pode incluir histórico, análises e explicações adicionais.

  7. Atualização e Relevância: As notícias devem ser atuais e relevantes para o público. O repórter precisa estar atento aos acontecimentos recentes e às questões que são de interesse público.

  8. Habilidades de Comunicação: Boa comunicação, tanto escrita quanto verbal, é fundamental. O repórter deve ser capaz de fazer perguntas incisivas, escrever de forma eficaz e, em alguns casos, reportar ao vivo de maneira clara e confiável.

  9. Uso de Tecnologias: O domínio das ferramentas tecnológicas para pesquisa, gravação, edição e publicação de notícias é cada vez mais importante. Isso inclui o uso de mídias sociais, plataformas digitais e softwares específicos para jornalismo.

  10. Sensibilidade Cultural e Social: O repórter deve ser sensível às diversas culturas e contextos sociais, respeitando diferenças e evitando estereótipos ou preconceitos. Sensibilidade Cultural e Social: O repórter deve ser sensível às diversas culturas e contextos sociais, respeitando diferenças e evitando estereótipos ou preconceitos.

Esses fundamentos são a base do trabalho jornalístico e ajudam a garantir que as notícias sejam confiáveis, informativas e úteis para o público.

Comoqueremos mostrar a sociedade que vivemos as coisas que fiaram no passadp, mostranr que a biblia fala sobre o Israel e Palestina, tem também Palestina dos cruada as cidades que são em nome de 13 localizadas no mapa todas são próximas vejamos em ordem alfabetas:

CIDADES HISTÓRICO SOBRE PALESTINO:

1. Ai - é uma cidade onde os Israelitas foram, derrotados vergonhosamnte e surpreendente por causa do pecado de Acã, com base verídicas no livro de Josué 7.

2.- Belém, cidade onde Jesus nasceu, em uma majendoura por motivos de grande lotação nos aposentos por motivos do rescenciamento de crianças.

3.- Berseba - com esse nome era ocupado pela tribo berseba, no extremo sul da Terra Prometida.

4.- Betel cidade antga funda muito antes de Abraão basicamente um século, afirma que ali foi onde Abraão ergueu um altar (Gn 12.8; 13.-4) onde Jacó teve uma experiência marcante e renovou aliança com o Senhor (GN 35.10-15).

5.- Dã -Tribo com esse nome ela ocupava o ponto do extremo norte da Terra Prometida.

6.- Damasco - cidade antiga e muito importante já existente no tempo de Abraãa (Gn 14.15 e 15.2). Novo Testamento, o apóstolo Paulo, ia para esta cidade com a finalidade de prender e perseguir os cristãos. A sua conversão se deu no caminho. Alguns entendidos afirmam que Damasco é a cidade mais antiga do mundo em existência contínua dos tempos antigos até os dias atuais.

7. Jericó - uma impotante cidade - fortaleza que Josué precisava conquistar para entrar para ganhar entrada na Terra Prometida. Alguns arqueólogos consideram Jericó como a mais antiga cidade jà conhecida na história da humanidade.

8.- Jerusalém - Capital e grande centro da vida nacional e religiosa dos israelitas. Ali foi construido um majestoso templo nessa cidade.

9. Jope - Cidade porto que servia a Jerusalém a 55 quilômetros distante, foi chamado Jafo nos tempos antigos (Js 19.46). Nos dias do Novo Testamento uma comunidadede cristã floresceu na cidade com nomes em destaque, mencionando o nome de Dorcas ( At 9.36-42). O apóstolo Pedro, se hospedou em Jope na casa de Simão (At 10.23). Hoje a cidade é um suburio de Tel-aviv, capital de Israel.

10. Gaza - Cidade antiga a pocos quilometros da costa. Sempre foi importante como por ser um centro comercial, por causa de sua localização e estratégia nas principais rotas de transportes terrestre. Desde sua menção no Antigo Testamento (Gn 10.19) até hoje, tem sido um lugar cobiçado e disputado e é cenário de lutas incessantes e guerras.

11. - Sidônia -Importante cidade porto localizado no norte dos israelitas (Gn 10.15 e 1 Cr 1.13).

11. - Siquém - Lugar onnde Josué desafiou o povo a renovar a aliança com Deus, e onde advertiu a todos a deixarem o louvor de deuses falsos para adorar e servir ao Deus verdadeiro. Uma cidade localizada entre o monte Gerizim. Quem controlava esta passagem pelas montanhas comandava as estradas no sentido leste-oeste.

12. -Sucote-Esta cidade um lugar onde Jac edificou um abrigo para sua família e para seu gado e reconheceu a proteção e a bênção de Deus (Gn 31.17). Moisés usou Sucote como ponto de referência para estabelecer linhas de demarcação das diversas heranças (Js 13.27).

13. -Tiro - Cidade localizada ao norte da Terra Prometida (Js 19.290. Davi e Salomão seu filho utilizaram este excelente porto para receber madeira e construtores do Líbano para as obras do Templo. Parece que os residentes de Tiro eram excelentes trabalhadores em matais e branze e Hirão foi o principal na confecção dos utensÍlios do Templo.











quinta-feira, 6 de junho de 2024

TEMPLO DE SALOMÃO SERÁ IMPOSSIVEL

 

O Templo de Salomão

Primeiro Templo de Jerusalém:

da construção à destruição



  O templo de Salomão? Muitos adeptos sonham que estão dentro de um templo sagrado e consagrado a Deus como foi o construído por Salomão, filho de Daví. Isso é mais uma farsa das seitas que prosperam em nosso país... chamado Brasil, para melhor compreender o que foi o Templo de Salomão - leia matéria abaixo e se informe:
  “Templo de Salomão”.
 Só para esclarecer aos católicos, aos evangélicos crentes em Cristo Jesus, e não ao pensamento geopolítico respeito desse “templo de Salomão” inaugurado em São Paulo, há alguns anos, é mais uma farsa religiosa do nosso tempo e mais uma punhalada no cristianismo, já tão deturpado pelas seitas… que tanto predominam o pais.
 Esclarecer que  não existe nem poderá existir “Templo de Salomão” algum desde 587 a.C, quando o Templo do Senhor, foi construído pelo Rei Salomão e foi incendiado pelos babilônios. Este era o chamado Primeiro Templo dos judeus.
Temos que procurar na história que nem mesmo no tempo de Jesus havia um “Templo de Salomão”, existia um sim, chamado de o Segundo Templo, que foi construído pelos judeus que voltaram do Exílio de Babilônia entre 537-515 a.C. Logo após a vitória do Rei Ataxerxes, liberou a volta de todos os judeus a sua Jerusalém, foi nesse Templo, reformado, ampliado e embelezado por Herodes Magno, que Jesus nosso Senhor pregou. Foi ai sobre esse Templo que Ele afirmou tratar-se de uma imagem Dele próprio, morto e ressuscitado: “Destruí este Templo e em três dias Eu o edificarei!”.
Esta frase está registrada no N.T. Bíblia, no Evangelho de João2:19, na integra Jesus disse: 'Derribai este templo, e em três dias o levantarei" Jo 2:19. 
Os ex-exilados voltaram por obra do Espirito Santo que escolheu Ester para salvar aquele povo, quem foi o seu esposo: O rei que casou com Ester e devolveu seu povo da escravidão da Babilônia foi o rei persa Assuero, também conhecido como Xerxes I. A história de Ester está registrada no livro de Ester, no Antigo Testamento da Bíblia. Neste livro, vemos como Ester, uma jovem judia que se tornou rainha da Pérsia, intercede pelo seu povo diante do rei Assuero para evitar um plano de genocídio contra os judeus tramado pelo vilão Hamã. Assuero foi um rei persa que reinou sobre um vasto império que se estendia desde a Índia até a Etiópia. Ele foi conhecido por sua impulsividade e por tomar decisões importantes baseadas em conselhos de terceiros. No caso de Ester, ele foi influenciado pela coragem e sabedoria de Ester, que arriscou sua própria vida para salvar seu povo.

 Assuero emitiu um decreto permitindo que os judeus se defendessem contra seus inimigos, o que resultou na salvação do povo judeu da destruição. Este evento é comemorado até hoje na festa judaica de Purim, que celebra a vitória de Ester e do povo judeu sobre seus inimigos. Assim, o rei Assuero desempenhou um papel crucial na história de Ester, permitindo que seu povo fosse libertado da ameaça de extermínio e restaurando sua liberdade da escravidão da Babilônia.  (fonte: https://biblia.chat)

O Templo de Salomão em si não tem significado algum para o cristianismo. Também não pode ser reconstruído, pois já não seria o Templo “de Salomão”, mas de outra qualquer pessoa! O que se construiu em São Paulo foi um “Edifício do Edir Macedo”, nem mais nem menos…
 Quanto ao Templo dos judeus, somente pode ser construído sobre o Monte do Templo, chamado Monte Moriá, em Jerusalém. Os judeus nunca reconstruíram o seu Templo por isso: porque ali já estão erguidas duas mesquitas muçulmanas…
 Os cristãos jamais poderão ou deverão reconstruir Templo judaico algum! Isto é negar Nosso Senhor Jesus Cristo, é voltar ao Antigo Testamento! O Segundo Templo era imagem do Corpo do Senhor.

 Ele mesmo o declarou. Aqui coloco de modo explicado o que Jesus quis dizer: “Vós estais destruindo este Templo! Podeis destruí-lo; ele já cumpriu sua função de figura, de lugar de encontro de Deus com os homens! O verdadeiro Templo é Meu corpo imolado e ressuscitado! Vós destruireis o Meu corpo como estais destruindo este Templo! Mas, dentro de três dias Eu o ressuscitarei, edificando o verdadeiro Templo, lugar de encontro entre Deus e o homem: o Meu corpo, que é a Igreja!”

 Arca, sacrifícios antigos, utensílios do antigo Templo, já não têm sentido algum no cristianismo. Mais ainda: não passam de pura e vazia falsificação que ofendem a resta consciência cristã e desrespeitam os judeus, imitando de modo grosseiro e falseando de modo superficial o real significado dos seus símbolos religiosos. A Bíblia nos ensina que no Antigo Testamento, o povo de Israel seguia uma série de rituais e sacrifícios como parte de sua adoração a Deus.

 Estes sacrifícios eram realizados como uma forma de expiação pelos pecados do povo e para manter a comunhão com Deus. No entanto, com a vinda de Jesus Cristo, o Filho de Deus, houve uma mudança significativa na forma como nos relacionamos com Deus.

Jesus veio como o sacrifício perfeito e definitivo, que nos reconcilia com Deus de uma vez por todas. Ele cumpriu a lei e os profetas, e através de sua morte na cruz, ele nos libertou do pecado e da condenação. Como resultado, os sacrifícios e rituais do Antigo Testamento perderam seu significado e propósito, pois Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Hoje, como cristãos, não precisamos mais realizar sacrifícios de animais ou seguir os rituais da antiga aliança, pois temos acesso direto a Deus através de Jesus Cristo. A Bíblia nos ensina que agora somos o templo do Espírito Santo e que nossa adoração a Deus deve ser em espírito e em verdade.





segunda-feira, 3 de junho de 2024

A TERRA CHORA AS DORES DOS FILHOS

  



 A expressão "a terra chora a dor de parto" não aparece exatamente dessa forma na Bíblia. No entanto, há passagens que falam sobre a criação gemendo e sofrendo como em dores de parto. Um exemplo disso é encontrado em Romanos 8:22:

Romanos 8:22 (ARA) "Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora."

Uma Exegese Completa:

 Contexto Histórico e Cultural. A epístola aos Romanos foi escrita pelo apóstolo Paulo por volta do ano 57 d.C. para a igreja em Roma. O contexto cultural da época era dominado pelo Império Romano, e a igreja estava composta tanto por judeus quanto por gentios convertidos ao cristianismo. Paulo escreve para explicar a justiça de Deus e a salvação pela fé em Jesus Cristo.


Explicação Teológica:

Neste versículo, Paulo está falando sobre a condição atual do mundo e da criação. Ele usa a metáfora das "dores de parto" para descrever o sofrimento e a expectativa de algo novo e melhor que está por vir. A criação está em um estado de corrupção e decadência devido ao pecado, mas há uma esperança futura de redenção e renovação.

Interpretação Simbólica:

As "dores de parto" simbolizam tanto o sofrimento presente quanto a esperança de uma nova criação. Assim como as dores de parto precedem o nascimento de uma nova vida, o sofrimento atual da criação precede a renovação que virá com a manifestação dos filhos de Deus e a restauração de todas as coisas.


Etimologia:

A palavra grega usada para "geme" é "στενάζω" (stenazo), que significa gemer ou suspirar com angústia. A palavra para "angústias" é "ωδίνω" (odinō), que se refere especificamente às dores de parto.


:Exemplos Concretos

1. Natureza em Decadência: Podemos observar a natureza sofrendo através de desastres naturais, mudanças climáticas e a extinção de espécies. Esses eventos podem ser vistos como parte do "gemido" da criação.

2. Esperança de Redenção: Assim como uma mulher em trabalho de parto suporta a dor com a esperança de uma nova vida, os cristãos suportam o sofrimento presente com a esperança da redenção final e a restauração do mundo.


Conclusão:

Romanos 8:22 nos oferece uma visão profunda do estado atual do mundo e da esperança cristã. A metáfora das dores de parto nos ajuda a entender que o sofrimento presente não é o fim, mas um prelúdio para a renovação e a glória futura que Deus tem preparado para a Sua criação.

O período citado por muitos pregadores, fala em Êxodo 17 que houve um tempo interbiblico de 430 anos. Qual livro e profeta faz referência a esse período?

 A menção de 430 anos em Gálatas 3:17 por Paulo é usada para ilustrar a fidelidade


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A referência ao período de 430 anos não está diretamente em Êxodo 17, mas sim em Êxodo 12:40-41. Este período se refere ao tempo que os israelitas passaram no Egito antes do Êxodo. Vamos examinar o texto e sua referência em outros livros da Bíblia.

 Êxodo 12:40-41 (ARA)

  12:40 "O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.

v. 41 Ao cabo de quatrocentos e trinta anos, nesse mesmo dia, todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito."


Referências em Outros Livros da Bíblia


Gênesis 15:13-14

v. 13 "Então, lhe foi dito: Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos.

v. 14 Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e, depois, sairão com grandes riquezas."


Gálatas 3:17

v. 17 E digo isto: uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa."


Exegese Completa


Contexto Histórico e Cultural:

O período de 430 anos mencionado em Êxodo 12:40-41 refere-se ao tempo que os israelitas passaram no Egito, desde a chegada de Jacó e sua família até o Êxodo. Este período inclui tanto os anos de prosperidade inicial sob José quanto os anos de escravidão subsequente.


 Explicação Teológica

A menção de 430 anos em Gálatas 3:17 por Paulo é usada para ilustrar a fidelidade

O Salmo 126.4

 

IMAGEM DO GOOGLE


O Salmo 126 é um cântico de peregrinação que celebra o retorno dos exilados de Babilônia e expressa a alegria e a esperança do povo de Israel. O versículo 4 menciona especificamente o deserto de Neguebe: "Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as correntes no Neguebe.  Contexto Histórico e Cultural: O deserto de Neguebe é uma região árida no sul de Israel.

  Durante o tempo bíblico, essa área era conhecida por suas condições extremas de sêca e calor. No entanto, também era uma região onde, ocasionalmente, ocorriam chuvas torrenciais que transformavam temporariamente o deserto em um lugar fértil e cheio de vida. Essas chuvas criavam "correntes" ou "torrentes" que enchiam os leitos secos dos rios, trazendo renovação e esperança.

 Explicação Teológica: O uso do Neguebe no Salmo 126:4 é uma metáfora poderosa. Assim como as correntes de água no deserto trazem vida e renovação a uma terra seca, o salmista pede a Deus que restaure a sorte de Israel, trazendo renovação e alegria ao povo que havia experimentado o exílio e a desolação.

 Interpretação Simbólica: A imagem das "correntes no Neguebe" simboliza a transformação e a renovação. O deserto, que normalmente é um lugar de morte e desolação, se torna um lugar de vida e esperança quando as águas chegam. Da mesma forma, a restauração de Israel é vista como uma transformação milagrosa, onde a tristeza e a desolação do exílio são substituídas pela alegria e pela prosperidade.

 Etimologia: A palavra hebraica para "correntes" usada aqui é (afikim), que pode ser traduzida como "canais" ou "leitos de rios". Esta palavra enfatiza a ideia de canais secos que, de repente, se enchem de água, trazendo vida ao deserto.

 Exemplos Concretos 1. Transformação Espiritual: Assim como o deserto de Neguebe se transforma com a chegada das chuvas, a vida espiritual de uma pessoa pode ser renovada pela intervenção divina.

 2. "Esperança em Tempos de Dificuldade": O Salmo oferece esperança para aqueles que estão passando por tempos difíceis, lembrando que Deus pode transformar situações de desespero em momentos de alegria e renovação. 

 Conclusão: O Salmo 126:4 utiliza a imagem do deserto de Neguebe para transmitir uma mensagem de esperança e renovação. A metáfora das correntes no deserto ilustra a capacidade de Deus de transformar situações de desolação em momentos de grande alegria e prosperidade. Este versículo, portanto, não só celebra a restauração de Israel, mas também oferece uma promessa de renovação espiritual e esperança para todos os que confiam em Deus.  

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