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sábado, 2 de maio de 2026

TEOLOGIA BIBLICA MARCOS 2.1-12

 By Valdeci Fidelis



 ESBOÇOS DE ESTUDOS TEOLÓGICOS --- para ensinos e pregações

Esta é uma passagem central no Evangelho de Marcos, não apenas por ser um milagre de cura física, mas por revelar a autoridade suprema de Jesus sobre o mundo espiritual e físico. Abaixo, apresento uma estrutura expositiva e um guia pedagógico para trabalhar este texto em um ambiente de estudo bíblico.Isso é que vamos aprender com as palavras em Marcos 2


Estrutura da Exposição: Marcos 2:1-12

1. O Cenário: A Barreira da Multidão (v. 1-2)

Jesus retorna a Cafarnaum e a casa fica tão lotada que ninguém mais consegue se aproximar.

  • O ensinamento: A presença de Jesus atrai multidões, mas a multidão nem sempre facilita o acesso ao Mestre. Às vezes, o "ruído" ou as estruturas religiosas ao redor de Jesus podem, inadvertidamente, ser uma barreira para os necessitados.

2. A Ação: A Perseverança dos Amigos (v. 3-4)

Quatro homens carregam um paralítico. Diante da impossibilidade de entrar pela porta, eles tomam uma atitude radical: sobem ao telhado e o abrem.

  • O ensinamento: A fé aqui é descrita não como um sentimento, mas como ação. É a fé intercessora que não aceita o "não" como resposta final quando se trata de levar alguém a Jesus.

3. A Prioridade: O Perdão antes da Cura (v. 5-7)

Jesus, ao ver a fé deles, diz ao paralítico: "Filho, os teus pecados estão perdoados".

  • O ponto teológico: Por que perdoar primeiro? Jesus está tratando a raiz do problema. A paralisia era uma condição, mas o pecado era a condição humana universal. Os escribas se ofendem porque reconhecem implicitamente: apenas Deus tem o poder de perdoar pecados. Eles estavam certos sobre a teologia, mas cegos sobre a identidade de Jesus.

4. A Prova: O Poder sobre o Físico (v. 8-12)

Para provar que ele tem autoridade na esfera espiritual (invisível), Jesus realiza o milagre na esfera física (visível): "Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa".

  • O ensinamento: A autoridade de Jesus é completa. Ele não cura apenas a alma; Ele redime a vida inteira.


Guia de Pedagogia Bíblica: Questionamentos para o Grupo

Para uma abordagem pedagógica eficaz, a ideia é mover o grupo do Conhecimento (o que diz o texto) para a Reflexão (o que o texto significa) e, finalmente, para a Aplicação (como mudamos nossa vida).

Nível 1: Compreensão (Análise do texto)

"O que o texto nos diz sobre a fé daqueles quatro amigos? A fé deles dependia da fé do paralítico?"

A- "Por que os escribas consideraram as palavras de Jesus como blasfêmia? Eles tinham base teológica para esse pensamento?"

B - "Se Jesus tivesse apenas perdoado os pecados e não curado o paralítico, o milagre teria tido o mesmo impacto sobre a multidão?"

Nível 2: Reflexão (Conexão com a vida)

C - "Quais são os 'telhados' que precisamos abrir hoje para levar alguém a Jesus? Que barreiras (culturais, religiosas, sociais) estamos dispostos a romper para ajudar o próximo?"

D - "Muitas vezes, buscamos em Jesus apenas a 'cura' (soluções rápidas, alívio de problemas), mas Ele nos oferece o 'perdão' (transformação profunda). Como equilibrar nossas expectativas sobre o que pedimos a Deus?"

E - "Somos mais parecidos com a multidão que impedia o acesso, ou com os amigos que facilitavam o caminho?"

Nível 3: Aplicação Prática (Chamado à ação)

D - O exercício do 'Amigo Leitor': "Pense em uma pessoa que está 'paralisada' espiritualmente ou emocionalmente em sua vida. O que você pode fazer ativamente esta semana para carregar essa pessoa até a presença de Jesus?"

E - O exercício da 'Barreira': "O que em nossa comunidade ou vida pessoal tem servido como um obstáculo (uma multidão) que impede que os necessitados cheguem perto de Cristo?"

Dica Metodológica para o Facilitador

Ao conduzir esta aula, utilize a técnica da "Porta e do Teto":Comece perguntando: "O que é a porta para você?" (Aquilo que nos impede, as regras, o cansaço, a rotina). Termine perguntando: "O que é o seu teto?" (Qual é o custo que você está disposto a pagar para ver alguém ser transformado?).

Esta dinâmica costuma gerar um engajamento maior do que uma exposição meramente expositiva. Preparar uma aula bíblica sobre Marcos 2:1-12 é uma excelente oportunidade para explorar não apenas um milagre, mas a identidade de Jesus e a dinâmica da fé em comunidade. Para tornar sua aula didática e profunda, sugiro dividir a exposição em três eixos principais.


1. O Contexto e a Cena (A Imersão)

Para a turma visualizar a cena, descreva a arquitetura do cenário.

As casas na Galileia

da época eram feitas de pedra, com escadas externas que davam acesso

a um telhado

plano, este estava construído com vigas de madeira e coberto com uma mistura

de terra e ramos.

A Urgência:

A casa estava tão cheia que ninguém conseguia chegar perto.

Isso demonstra o

"frenesi" em torno do ministério de Jesus.

A Determinação:

O grupo de amigos não desistiu diante do obstáculo (a multidão).

Eles subiram ao telhado e removeram as telhas (ou a cobertura).

Isso ilustra uma fé ativa e persistente.

2. A Estrutura da Narrativa (Os Três Pilares da Aula)

Para estruturar sua explicação, foque nestes três pontos que revelam o

coração do texto:

1. A Fé Coletiva (v. 5)

Marcos registra: "Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico...

"Explicação:

Note que Jesus responde à fé dos amigos. Isso é um encorajamento

poderoso para a aula: a nossa oração e esforço podem ser o caminho

para que outros encontrem Jesus.

2. O Perdão como Prioridade (v. 5-7)

Esta é a parte mais importante para o ensino.

Por que Jesus perdoou os pecados antes de curar a paralisia?

O choque teológico: Na mentalidade judaica da época, a doença

física era frequentemente associada ao pecado. Ao perdoar o homem,

Jesus está indo à raiz do problema, e não apenas ao sintoma

A ofensa dos Escribas:

Eles pensaram corretamente:

"Quem pode perdoar pecados senão Deus?".

A ofensa deles não era o milagre, era a autoridade que Jesus estava

reivindicando para si.

Eles acusaram Jesus de blasfêmia porque, na mente deles, Jesus

estava tomando o lugar de Deus.

3. A Autoridade sobre o Visível e o Invisível (v. 8-12)

Jesus faz a pergunta pedagógica:

"O que é mais fácil: dizer 'perdoados estão os teus pecados'

ou 'levanta-te e anda'?"

A Resposta:

É mais fácil dizer "perdoados", pois ninguém pode verificar o invisível.

Mas curar o homem publicamente, fazendo-o andar, é a prova tangível

de que Ele também é autoridade para realizar o perdão, algo que só

Deus pode fazer.

O milagre é o "selo de autenticidade" de Sua autoridade divina.


Resumo para o Quadro ou Material de Apoio

Ponto de Análise

O que ensina
A Ação dos Amigos

A fé se expressa através
do esforço e do cuidado com
o próximo. (disse Jesus amar

o próximo como nós mesmo)
A Reação de JesusJesus prioriza a cura da alma (perdão)
sobre a cura do corpo.
O ConflitoOs escribas questionam a
 divindade de Jesus ao
questionarem o perdão.
(eles acreditavam que só Deus perdoava,
e via Jesus curando e perdoando)
O MilagreA cura física valida a autoridade
espiritual de Jesus diante
de todos.

Dica Pedagógica para sua Aula

Ao finalizar, convide os alunos a refletirem:

O que nos impede de levar pessoas a Jesus hoje?

Assim como o teto foi um obstáculo, muitas vezes

barreiras sociais,

emocionais ou religiosas impedem as pessoas

de se aproximarem.

O exemplo dos amigos nos desafia a ser os que

"abrem telhados"

para que outros alcancem o Mestre.

Deus Seja Louvados

quarta-feira, 1 de abril de 2026

IMAGO DEI - ORAÇÃO COMO INTERCESSÃO NÃO TORCIDA

 O CENÁRIO DA GUERRA COMPLICIDADES E CONFLITOS

  A questão que você levanta toca em pontos sensíveis e complexos, envolvendo política, teologia e a história das instituições religiosas. Não existe uma "proibição" formal e universal que impeça igrejas cristãs de discutirem conflitos geopolíticos, mas há diversos fatores que influenciam o silêncio ou a forma como o tema é abordado.

​  Aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais essa discussão nem sempre ocorre no púlpito:

​1. Interpretações Teológicas

  ​Para muitas denominações cristãs, especialmente as de vertente evangélica e dispensacionalista, o Estado moderno de Israel é visto sob uma lente escatológica (profética). Nesses casos, o apoio a Israel é interpretado como um dever bíblico baseado em passagens como Gênesis 12:3. Essa visão teológica pode, por vezes, criar uma resistência em criticar as ações do Estado, pois o foco recai sobre o papel espiritual da nação no "plano divino", e não necessariamente sobre as questões humanitárias ou políticas do presente.

​2. A Distinção entre Religião e Política

​  Muitas lideranças religiosas adotam uma postura de neutralidade política para evitar divisões dentro da própria comunidade. O argumento utilizado é que a missão da igreja deve ser estritamente espiritual focada na pregação do Evangelho e no conforto das almas e que discussões sobre guerras e conflitos territoriais seriam temas "seculares" que fogem à competência do clero.

​3. O Peso Histórico e o Medo do Antissemitismo

  ​Historicamente, o mundo cristão carrega um legado pesado de antissemitismo que culminou em tragédias no passado. Hoje, muitas igrejas e líderes temem que a crítica política às ações militares de Israel possa ser confundida com antissemitismo (o preconceito contra o povo judeu em si). Para evitar esse mal-entendido, muitos optam por não abordar o tema de forma profunda ou crítica.

​4. Falta de Informação ou Complexidade do Conflito

​  O conflito no Oriente Médio é extremamente multifacetado, envolvendo séculos de história, disputas de terras e questões de direitos humanos de ambos os lados. Muitas lideranças podem não se sentir preparadas tecnicamente para discutir geopolítica sem cometer erros, preferindo manter o discurso em temas morais mais genéricos, como "pela paz no mundo".

​Perspectivas Diversas

​Vale notar que o cenário não é uniforme:

​  Igrejas Históricas e Ecumênicas: Algumas vertentes (como a Igreja Católica e certas denominações protestantes históricas) frequentemente emitem comunicados oficiais e encíclicas pedindo o cessar-fogo e denunciando crises humanitárias e a perda de vidas civis, independentemente do lado.

​  Cristãos Árabes: Comunidades cristãs na própria Palestina e em países vizinhos costumam ser vozes ativas na denúncia das atrocidades, pois vivem a realidade do conflito na pele, embora suas vozes raramente ganhem o mesmo destaque na mídia ocidental ou nas grandes congregações no Brasil.

ISSO PODE É UMA BOA ATITUDE.

  ​Em resumo, o silêncio não costuma ser por falta de permissão legal, mas por uma combinação de alinhamento teológico, cautela política e a complexidade ética de se posicionar diante de um conflito com tantas camadas.

  A questão que você levanta toca em pontos sensíveis e complexos, envolvendo política, teologia e a história das instituições religiosas. Não existe uma "proibição" formal e universal que impeça igrejas cristãs de discutirem conflitos geopolíticos, mas há diversos fatores que influenciam o silêncio ou a forma como o tema é abordado.

​  Aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais essa discussão nem sempre ocorre no púlpito: Porque em Genesis, fala que : Abençoarei os que te abençoares e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as minhas famílias da terra.

​1. Interpretações Teológicas

  ​Para muitas denominações cristãs, especialmente as de vertente evangélica e dispensacionalista, o Estado moderno de Israel é visto sob uma lente escatológica (profética). Nesses casos, o apoio a Israel é interpretado como um dever bíblico baseado em passagens como Gênesis 12:3. Essa visão teológica pode, por vezes, criar uma resistência em criticar as ações do Estado, pois o foco recai sobre o papel espiritual da nação no "plano divino", e não necessariamente sobre as questões humanitárias ou políticas do presente.

​2. A Distinção entre Religião e Política

​  Muitas lideranças religiosas adotam uma postura de neutralidade política para evitar divisões dentro da própria comunidade. O argumento utilizado é que a missão da igreja deve ser estritamente espiritual — focada na pregação do Evangelho e no conforto das almas — e que discussões sobre guerras e conflitos territoriais seriam temas "seculares" que fogem à competência do clero.

​3. O Peso Histórico e o Medo do Antissemitismo

​  Historicamente, o mundo cristão carrega um legado pesado de antissemitismo que culminou em tragédias no passado. Hoje, muitas igrejas e líderes temem que a crítica política às ações militares de Israel possa ser confundida com antissemitismo (o preconceito contra o povo judeu em si). Para evitar esse mal-entendido, muitos optam por não abordar o tema de forma profunda ou crítica.

​4. Falta de Informação ou Complexidade do Conflito

  O conflito no Oriente Médio é extremamente multifacetado, envolvendo séculos de história, disputas de terras e questões de direitos humanos de ambos os lados. Muitas lideranças podem não se sentir preparadas tecnicamente para discutir geopolítica sem cometer erros, preferindo manter o discurso em temas morais mais genéricos, como "pela paz no mundo". Lembrarmos que a palavra em Gn 12:4, confirma, pois, Abrão, como lho ordenara o SENHOR, e Ló, foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã, os deveres biblicos são ordenanças de defesas dadas por Deus nas lutas.

​Perspectivas Diversas

​Vale notar que o cenário não é uniforme:

  Igrejas Históricas e Ecumênicas: Algumas vertentes (como a Igreja Católica e certas denominações protestantes históricas) frequentemente emitem comunicados oficiais e encíclicas pedindo o cessar-fogo e denunciando crises humanitárias e a perda de vidas civis, independentemente do lado. Cremos que ninguém deseja mortes por motivos de poderes políticos e violações humanitárias..

  ​Cristãos Árabes: Comunidades cristãs na própria Palestina e em países vizinhos costumam ser vozes ativas na denúncia das atrocidades, pois vivem a realidade do conflito na pele, embora suas vozes raramente ganhem o mesmo destaque na mídia ocidental ou nas grandes congregações no Brasil.

​Em resumo, o silêncio não costuma ser por falta de permissão legal, mas por uma combinação de alinhamento teológico, cautela política e a complexidade ética de se posicionar diante de um conflito com tantas camadas. vale lembrar que todas as denominação religiosas e ecumênicas tem seus regimentos internos e disciplinares para evitarem conflitos.

  Essa é uma perspectiva que resgata o papel clássico da mediação e da ética eclesiástica. Ao adotar a postura de observador, o líder ou o estudioso da teologia se afasta da paixão política imediata para tentar enxergar o sofrimento humano de forma universal.

  ​Buscar uma "atenuação espiritual" para ambos os lados é um desafio que envolve alguns pilares fundamentais da prática ministerial e acadêmica:

​1. O Princípio da Impartialidade Humanitária

​  Na tradição da ética cristã, a vida é considerada o valor supremo (sacralidade da vida). Quando a eclesiologia se foca na atenuação, ela olha para a dor da mãe israelense e da mãe palestina com o mesmo peso. O papel do observador é lembrar que, além das fronteiras e das ideologias, existem indivíduos que a teologia define como Imago Dei (imagem de Deus).

​2. A Oração como Intercessão, não como Torcida

  ​Muitas vezes, a espiritualidade é usada para "validar" um lado da guerra. A proposta de atenuação espiritual inverte isso: em vez de pedir a vitória de um exército, a intercessão foca na:

​  Contenção da ira: Pedir para que o coração dos tomadores de decisão seja tocado pela misericórdia.

 ​Proteção dos vulneráveis: O foco espiritual se volta para os órfãos, viúvas e desabrigados de ambos os conflitos.

​3. O Ministério da Reconciliação

​ Biblicamente, o papel do cristão é descrito como o de "embaixador da reconciliação". No contexto de uma guerra de descendências e religiões, isso significa que a igreja deveria ser o lugar onde o ódio é desconstruído.

​  Ouvir as narrativas: Entender o trauma histórico de Israel e o sofrimento atual das populações civis afetadas.

  ​Promover o diálogo: Usar o espaço eclesiástico para educar sobre a paz, e não para alimentar retóricas de destruição. Muitos tem sua guerras pontuais, isso é muito diferente de um grande conflito envolvendo países e causando mortes

​4. A Crítica Profética

​  Ser observador não significa ser passivo. Na tradição dos profetas bíblicos, a "atenuação" também passa pela denúncia da injustiça. Uma espiritualidade equilibrada tem a coragem de dizer que a morte de inocentes e a destruição de lares não glorificam a Deus, independentemente de quem execute a ação.

​  Manter esse equilíbrio é difícil, pois exige resistir à pressão de "escolher um time" em um mundo cada vez mais polarizado. No entanto, é justamente essa neutralidade ativa que permite que a igreja mantenha sua autoridade moral para falar de paz quando as armas finalmente silenciarem.

DEUS SEJA LOUVADO

sábado, 7 de fevereiro de 2026

A FÉ EM DEUS ESTAR LIGADA AO CÉREBRO

 

By CFTPB - In

Valdeci Fidelis
é Teólogo e 
Evangélico 
 

Publisher Valdeci Fidelis -

   A crença na existência de Deus pode estar ligada ao cérebro, segundo um novo estudo da Universidade de Georgetown (EUA), publicado na revista científica Nature.

  Um grupo de neurocientistas descobriu que a capacidade de uma pessoa de identificar padrões visuais complexos, de forma inconscientemente, tem uma forte correlação com a força de sua crença em um Deus que cria padrões no universo.

  O estudo foi realizado com um grupo de 199 cristãos da cidade de Washington, nos EUA, e em um grupo de 149 muçulmanos de Cabul, no Afeganistão. Sendo assim é o primeiro estudo a explorar a crença religiosa por meio da aprendizagem implícita, que absorve informações complexas sem consciência do que foi aprendido.

  Entre os neurocientistas envolvidos no estudo estão Adam B. Weinberger, Natalie M. Gallagher, Zachary J. Warren, Gwendolyn A. English, Fathali M. Moghaddam e Adam E. Green.

  Para medir a capacidade de aprendizagem implícita dos participantes do estudo, os participantes foram submetidos a um teste cognitivo. Eles assistiram uma sequência de pontos que apareciam e desapareciam rapidamente na tela do computador, tendo que apertar um botão para cada um dos pontos em movimento.

  Dessa forma os participantes que registraram a capacidade de aprendizagem implícita mais forte conseguiram captar os padrões ocultos na sequência de forma inconsciente eles apertaram o botão dos pontos antes deles aparecerem.

  De acordo com Adam Green, que é professor associado do departamento de psicologia da Universidade de Georgetown, essa característica tem grande relevância para aqueles que têm fé.

  “Acho que o que estamos descobrindo é que há diferenças intrínsecas entre as pessoas que influenciam a forma como seus cérebros processam informações visuais, e isso parece ter alguma influência sobre como elas tendem a narrativas que enfatizam um Deus intervencionista”, diz Green ao site The Christian Post.

  “Acho que pode ser plausível, com base no que descobrimos, dizer que uma porcentagem maior de pessoas em lugares com mais fé mostra maior aprendizado implícito, o que é uma interpretação justa. Mas há muito mais nesta história. Este é apenas um pequeno pedaço”, o pesquisador acrescenta.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Adam Green, é professor de psicologia da Universidade de Georgetown, nos EUA. (Foto: Georgetown College)


ESPLANAÇÕES:

A relação entre a aprendizagem implícita e a fé em Deus reside na capacidade do cérebro de identificar padrões de maneira inconsciente. Segundo um estudo da Universidade de Georgetown, pessoas que possuem uma maior facilidade em absorver informações complexas e detectar padrões ocultos sem perceberem que o estão fazendo tendem a ter uma crença mais forte em um Deus que cria ordem no universo.

sábado, 17 de janeiro de 2026

TUDO POSSO 003A- Família Cristã e o Poder da Fé em Deus

 




A Família Cristã e o Poder da Fé em Deus

 

 Este conteúdo, originado de um podcast religioso, explora a necessidade de utilizar a fé cristã para superar os conflitos familiares e as adversidades do cotidiano. O autor Valdeci Fidelis, enfatiza que a leitura bíblica e a oração são ferramentas essenciais para manter o foco na vida eterna, alertando que a prosperidade material pode ser perigosa ao afastar o indivíduo de Deus. Através de citações de figuras como Salomão e o Apóstolo Paulo, a mensagem reforça a importância do desapego às vaidades terrestres em favor de uma conduta moralmente justa. A narrativa argumenta que o tempo humano é limitado, exigindo uma escolha consciente de servir ao divino para transformar o sofrimento em recompensa espiritual. Em última análise, o texto busca oferecer conforto e orientação, incentivando os fiéis a confiarem no poder sobrenatural para enfrentar as desorientações do mundo moderno.

  Boa tarde. Aqui é rádio comunicação da Igreja Evangélica de Missões, através do podcast, Spotify.com e outras plataformas digitais. Eu quero lembrar aos ouvintes, seguidores que hoje é um dia muito importante na nossa vida, a vida de cada um, porque a conclusão das coisas sempre acontece. Nós não podemos nunca evitar acontecer, mas podemos transformar através da fé, através da procura, da obediência, porque sempre haverá conflito nas nossas  relações familiares. E hoje nós vivemos um início de ano, começando assim, início de ano, meio de ano, final de ano, nós temos uma vida muito envolvida em conflito nas relações familiares, nas famílias cristãs. 

  Elas precisam saber com como contornar tais conflitos à luz da palavra de Deus. A família cristã, ela tem que estar na presença de Deus com amor verdadeiro no coração e poderemos não somente vencer, nas igualdade, mas evitar os conflitos. Basta ter a Jesus como seu hóspede, como hóspede nosso lar. E em nome do Senhor Jesus, vamos confiar. Vamos trabalhar, vamos buscar entender as leituras sagradas, as orações, as pregações, as nossas aulas que temos através dos nossos orientadores. 

 A Bíblia é muito importante, se nós estiver sempre sintonizado com ela, ler e deixar que as Escrituras Sagradas falem aquilo que Deus deixou escrito. Porque toda a alma cristã tem conflito e que toda alma cristã vive, ela vive na fé e se conforta pela fé, sente-se animado em saber que as as misérias das histórias diante de Deus são dignas de recompensas.

  Os nossos testemunhos, agem quando falamos, testemunhamos, isso Deus ouve em nossa oração. E quando nós pronuncia a palavra do Senhor, os inimigos batem retiradas. Sabe que nós temos uma escolha feita. Elegemos o Senhor Jesus como nosso Salvador, mediador e bondade infinita, dispôs tudo tão indispensável na ordem das coisas, que o tempo de provação seja de pouca duração e a recompensa é eterna.

 Nós, eu costumo dizer sempre para as pessoas de fé que buscam a fé ou aquelas só em conversa solta que nós temos pouco tempo para fazer muito e nós temos muito tempo para fazer o bem ao próximo e para viver a tempo de fazermos. Ninguém escolhe servir ao Senhor, fazer um lugarzinho, uma salinha, um quartinho, uma cadeira, um cantinho na mesa.  

Não vamos levando assim como o vento vai levando um barco no mar sem o leme, ele vai a deriva, quando o leme quebra ou está caído, o vento soprou, ele vai nas arrebentações e se despedaçam, batem o vento e leva ao precipício dos mares. Então, precisamos pensar igual o apóstolo Paulo diz:  "Consolai-vos uns aos outros com essas palavras lá em Tessalonicense,  que diz no cap. quatro Tessalonicenses (4:17).  (conforme Tess 4:17-18)

 O pouco tempo de vida presente é um motivo para nós desapegar o nosso coração da prosperidade se o sofrimento, sua aprovação podem ser perigosos, expondo-nos a murmurações, ao desânimo e a revolta. Então é muito perigoso as murmurações, o desejo leva a revolta. 

Acesse o link e  veja muito mais 

IGREJAEVANGÉLICADEMISSÕES:SPOTIFY, podcasters.spotify.com/pod/show/pr-valdeci-fidelis7/episodes/Somos-Dicotomico-ou-tricotomico-e1i7bhp

CONCLUSÃO

 A prosperidade é ainda mais perigosa. Por quê? A a prosperidade é perigosa porque poderá induzir-nos ao esquecimento de Deus. Então, a riqueza muitas vezes nos torna poderoso. O próprio Salomão sofreu isso quando achou que tudo podia. Até que um momento Deus chama ele e ele diz que quer sabedoria. Disse Deus Eu te dou? Então nós temos conflitos de todos os lados. temos riqueza, temos ideias também, mas são perigosos.

 Viva com Deus, viva em nome de Jesus. E esquecer de Deus nunca e da vida eterna, é negligenciar a salvação da nossa alma e apegar-nos aos bens terrestres ou bens materiais. Então, lembre-se, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isto o que ocupe o vosso pensamento.

 De Filipenses 4:8. Então, esse é um versículo muito importante que nós nunca devemos esquecer, né? Felipe 8. Por quê? Por que tudo isso? Porque o verdadeiro bem eterno ou temporal, o eterno é eterno, já diz, né? O temporal é temporal, vai, volta, pode acontecer, pode desaparecer. Nos exige que se libertamos das afeições exageradas das coisas, não sermos consumistas. 

 As coisas valiosas que saibamos conduzir prudente e sabiamente no tempo da prosperidade. Para este desapego, é preciso refletir sobre a brevidade da vida e lembrar que neste mundo temos pouco tempo para fazer muito. Então o desapego não é desapego que eu pego não é desapego, que coisa que vai para o lixo é do lixo. Um pouco do dizer "Eis-me aqui" desaparecerão as riquezas nas nossas vidas.

 Desaparecerão as vaidades, os luxos, desaparecerão as honras, os prazeres e a beleza, a saúde e tudo aquilo que o tempo dar; já dizia o rei Salomão. Salomão enfatizou nos seus tratados, seus provérbios e outros tratados que talvez não inclui, mas ele diz assim: "Vaidade das vaidades é tudo é vaidade" e acrescenta a imitação. Ele diz: "Exceto amar a Deus", amar a Deus e servi-lo loucamente.

  Isso não é pecado. Amar a Deus já exageradamente. Por quê ele fala isso? Por quê? Porque ele sabe onde está escrito essa palavra. Ele diz que pela fé caíram os muros de Jericó. Jericó sendo rodeado durante sete dias. 

  Introdução: Apesar das desilusões e dos enganos da humanidade de hoje, fé tiveras eles.  Nós somos também sofridos, mesmo mergulhado, mesmo mergulhando na mais profunda desorientação, ainda esperamos e ansiamos por sede de uma palavra nova, que Jesus é amor e vai cuidar de mim. Eu confio no poder sobrenatural de Deus. 

Que Deus abençoe grandemente. Esse é um trecho do livro "Tudo nas mãos de Deus" através do podcast +no Google Play Livros. Fique com Deus.

links abaixo acesse:

SPOTIFY, podcasters.spotify.com/pod/show/pr-valdeci-fidelis7/episodes/Somos-Dicotomico-ou-tricotomico-e1i7bhp,


quinta-feira, 3 de outubro de 2024

HOMEM DE POUCA FÉ

 

NÃO DIGA PALAVRAS DE BLOQUEIOS DA BENÇÃO

  A paz de Deus. Em Nome do Senhor Jesus. 


Todos, hoje vamos alertar todos vocês sobre um assunto mu importante, você pode estar destruindo a bênção de Deus para sua vida com apenas uma palavra, vejamos o que esta escrito no livro de Mateus 14.27-33: Jesus, porem, imediatamente lhes falou, dizendo: Tende ânimo; sou eu,  temais. Sou eu. em meio a noite tão escura e tempestuosa, o som da voz familiar devolveu a segurança onde a visão não era suficiente.

  Mateus de 28-33 - fala de Pedro andando sobre as águas disse-lhe ele: Vem, Pedro descendo do barco e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus. Vemos claramente que Pedro começou a caminhar sobre as águas indo ao encontro de Jesus, mas por que Pedro teria afundado nas águas? No momento que Pedro escuta a voz de Satanás questionando o ato de caminhar sobre as águas, seu coração e sua mente geram um questionamento, uma incerteza. Pedro neste momento em seu coração e na sua mente questiona: será que é Jesus mesmo? Será que eu não irei naufragar? Quando deixamos Satanás plantar em nós a raiz de dúvidas e ficamos somente será; perdemos a bênção do Senhor, o seu será tem o poder de bloquear  as  bênçãos! Não seja uma pessoa que vive somente no será, não seja uma pessoa de pouca fé, confie no Senhor teu Deus, deposite totalmente sua fé Nele, e creio que Deus é fiel e justo para te abençoar.

  Observamos que a força do vento e seus efeito, embora o vento estivesse tão forte quanto antes, toda atenção estivera centralizada em Jesus, e o Senhor honrou a sua fé concentrando-lhe o poder sobrenatural, Quando a concentração na fé foi interrompida, Pedro retornou ao controle dos poderes naturais. Quando Jesus estendeu sua mão uma nova exibição de poder sobrenatural, não apenas salvamento físico por meio de força humana. Vamos ouvir muitas alegorias sobre este texto de pregadores famosos, mas as alegorias são uma forma de expressar melhor o textos para alguns de poucos conhecimentos e uma forma demonstrativa mais fácil de compreender.

  Certa ocasião o Espírito Santo foi derramado de forma maravilhosa sobre diversas reuniões pelas quais orávamos, sentimos que havíamos alcançado a Deus em favor deles. Os acontecimentos que se seguiram provaram nossa convicção. As orações mudam as coisas. Há um grande poder no tipo certo de orações. Veja o exemplo de Elias no Monte Carmelo, um homem "sujeito às mesmas paixões do justo" (Tiago 5:16). O arrependimento também se faz necessário neste contexto para que tudo funcione. "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros." Este texto de Tiago 5:16 diz A oração, para ser mais eficaz, deve ser mais eficaz, deve ser mais inteligente. 

  Por isso encontramos a exortação, confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, isto não quer dizer que os cristãos devem entregar-se a confissões públicas indiscriminadas ou mesmo particulares, e certamente a passagem nada tem a ver com as confissões secretas feitas a um sacerdotes. Os crentes devem confessar suas faltas apenas para que possam orar uns pelos outros. Não havido unanimidade quanto à tradução da última parte desde versículo: Tg 5:16, mas o significado é claro: Um homem bom tem grande poder em suas orações.

  Falando do avivamento: Me consolava, Deus mandando mais de um anjo para me fortalecer e eu ficava satisfeito porque estava junto com meus irmãos da fé, senti que estava experimentando um pouco do que Paulo queria dizer quando escreveu: "preencho o que resta das aflições de Cristo", por um mundo perdido. Está em Colossenses 1:24: Agora me regozijo no meio dos meus sofrimentos por vós, e cumpro na minha carne o que resta das aflições de Cristo, por amor do seu corpo, que é a igreja; Paulo é o ministro da Reconciliação de Cristo (Col 1:24-29). Lembrar que antes, Paulo orou que os colossenses pudessem sofrer com alegria (1:11). E diz que é ele afirmar que essa é a sua própria experiência.

  A minha determinação alguns temiam que eu estivesse ficando desequilibrado, eles não conseguiam me entender, nem minha tremenda incumbência. Até hoje muitos não conseguem compreender. Sigo o pensamento de "O homem carnal não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura". Os homens egoístas não podem entender tal sacrifício. "Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á." "Se o grão de trigo caindo na terra, não morrer..." Nosso Senhor Jesus era um "Homem de dores". Mas muitas vezes eu confiando que Deus me daria uma luz para falar daqueles cultos através dos artigos que escrevia.

  Passamos várias horas em oração, muitas vezes passamos a noite inteira em oração de vigília pelo ministério. Naquela ocasião parecia um grande privilégio passar uma noite inteira com o Senhor. Sentia que Ele ficava tão perto de nós. Parecia-nos que nem nos cansávamos nessas horas, o nosso líder sempre me dava alguma palavras de ideias. Deus nos ensinou o que significa não conhecer os outros na carne. Ele nos levou a um relacionamento tão intenso que o nosso companheirismo parecia ser só no Espírito. Além disso nosso "eu" parecia haver morrido com relação um ao outro.




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segunda-feira, 29 de julho de 2024

LIVRO DO PROFETA MENOR OSÉIAS 8

 OSÉIAS, É UMA DAS JÓIAS PRECIOSAS. Prepareseu esboço embasado nele:

Como Explicar Oséias 8 para a Igreja e Membros
Oséias 8 é um capítulo repleto de mensagens profundas sobre a infidelidade de Israel a Deus e as consequências de seus atos. Para apresentar esse capítulo de forma clara e impactante à igreja e aos membros, sugiro a seguinte estrutura:
1. Introdução:
01- Contexto Histórico: Apresente brevemente o contexto histórico em que o profeta Oséias viveu e as principais características do reino de Israel naquela época.
02- Tema Central: Destaque que o tema central do capítulo é a infidelidade de Israel e a consequente punição divina.
03- Relevância para os Dias Atuais: Mostre como as lições de Oséias 8 são relevantes para a vida da igreja hoje, relacionando-as com situações e desafios contemporâneos.
2. A Infidelidade de Israel (Oséias 8:1-4):
04- Aliança Quebrada: Explique como Israel, apesar de ter feito uma aliança com Deus, o abandonou e buscou outros deuses.
05- Ídolos e Falsas Esperanças: Mostre como os israelitas colocaram sua confiança em ídolos e em alianças políticas, em vez de confiar em Deus.
06- Consequências da Infidelidade: Descreva as consequências da infidelidade de Israel, como a opressão, o exílio e a perda da identidade como povo de Deus.
3. A Futilidade da Revolta (Oséias 8:5-7):
07- Impossibilidade de Fugir: Mostre que Israel não poderia escapar das consequências de seus pecados, pois Deus era o único que poderia libertá-los.
08- A Futilidade dos Ídolos: Enfatize que os ídolos nos quais os israelitas confiavam eram incapazes de salvá-los.
09- O Juízo de Deus: Explique que o julgamento de Deus era justo e necessário, pois Ele é um Deus santo e justo.
4. A Responsabilidade dos Líderes (Oséias 8:8-13):
10- A Culpa dos Líderes: Mostre como os líderes de Israel, tanto políticos quanto religiosos, eram responsáveis pela apostasia do povo.
11- A Hipocrisia Religiosa: Denuncie a hipocrisia religiosa dos líderes que ofereciam sacrifícios, mas não tinham um coração sincero para com Deus.
12- O Desejo de Deus por Justiça: Destaque que Deus buscava justiça e misericórdia, não sacrifícios vazios.
5. Conclusão:
13- Um Chamado ao Arrependimento: Faça um chamado à igreja para se arrepender de seus pecados e voltar-se para Deus.
14- A Esperança da Restauração: Lembre que, mesmo diante do julgamento, há sempre a esperança da restauração para aqueles que se arrependem.
15- A Importância da Obediência: Enfatize a importância de obedecer à palavra de Deus e viver uma vida que agrada a Ele.
Recursos Visuais e Práticos:
16- Mapas: Utilize mapas para ilustrar os lugares mencionados no texto e facilitar a compreensão do contexto histórico.
17- Imagens: Utilize imagens que representem a infidelidade, a idolatria e a justiça divina.
18- Dinâmicas: Proponha dinâmicas que ajudem os participantes a refletir sobre a mensagem do texto e a aplicá-la em suas vidas.
19- Testemunhos: Convide membros da igreja para compartilhar testemunhos sobre como a mensagem de Oséias 8 os impactou.
Dicas Adicionais:
20- Linguagem Clara e Simples: Utilize uma linguagem clara e simples, evitando termos técnicos e complexos.
22- Aplicação Prática: Mostre como as lições de Oséias 8 podem ser aplicadas na vida cotidiana dos membros da igreja.
24- Envolvimento da Congregação: Incentive a participação da congregação através de perguntas e comentários.
Ao seguir essas orientações, você poderá apresentar o livro de Oséias 8 de forma clara, relevante e impactante para a igreja e seus membros.
Gostaria de explorar algum desses pontos com mais detalhes ou abordar outros aspectos do texto?
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Lucas Silva