projeto educar Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador PAZ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PAZ. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de abril de 2026

IMAGO DEI - ORAÇÃO COMO INTERCESSÃO NÃO TORCIDA

 O CENÁRIO DA GUERRA COMPLICIDADES E CONFLITOS

  A questão que você levanta toca em pontos sensíveis e complexos, envolvendo política, teologia e a história das instituições religiosas. Não existe uma "proibição" formal e universal que impeça igrejas cristãs de discutirem conflitos geopolíticos, mas há diversos fatores que influenciam o silêncio ou a forma como o tema é abordado.

​  Aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais essa discussão nem sempre ocorre no púlpito:

​1. Interpretações Teológicas

  ​Para muitas denominações cristãs, especialmente as de vertente evangélica e dispensacionalista, o Estado moderno de Israel é visto sob uma lente escatológica (profética). Nesses casos, o apoio a Israel é interpretado como um dever bíblico baseado em passagens como Gênesis 12:3. Essa visão teológica pode, por vezes, criar uma resistência em criticar as ações do Estado, pois o foco recai sobre o papel espiritual da nação no "plano divino", e não necessariamente sobre as questões humanitárias ou políticas do presente.

​2. A Distinção entre Religião e Política

​  Muitas lideranças religiosas adotam uma postura de neutralidade política para evitar divisões dentro da própria comunidade. O argumento utilizado é que a missão da igreja deve ser estritamente espiritual focada na pregação do Evangelho e no conforto das almas e que discussões sobre guerras e conflitos territoriais seriam temas "seculares" que fogem à competência do clero.

​3. O Peso Histórico e o Medo do Antissemitismo

  ​Historicamente, o mundo cristão carrega um legado pesado de antissemitismo que culminou em tragédias no passado. Hoje, muitas igrejas e líderes temem que a crítica política às ações militares de Israel possa ser confundida com antissemitismo (o preconceito contra o povo judeu em si). Para evitar esse mal-entendido, muitos optam por não abordar o tema de forma profunda ou crítica.

​4. Falta de Informação ou Complexidade do Conflito

​  O conflito no Oriente Médio é extremamente multifacetado, envolvendo séculos de história, disputas de terras e questões de direitos humanos de ambos os lados. Muitas lideranças podem não se sentir preparadas tecnicamente para discutir geopolítica sem cometer erros, preferindo manter o discurso em temas morais mais genéricos, como "pela paz no mundo".

​Perspectivas Diversas

​Vale notar que o cenário não é uniforme:

​  Igrejas Históricas e Ecumênicas: Algumas vertentes (como a Igreja Católica e certas denominações protestantes históricas) frequentemente emitem comunicados oficiais e encíclicas pedindo o cessar-fogo e denunciando crises humanitárias e a perda de vidas civis, independentemente do lado.

​  Cristãos Árabes: Comunidades cristãs na própria Palestina e em países vizinhos costumam ser vozes ativas na denúncia das atrocidades, pois vivem a realidade do conflito na pele, embora suas vozes raramente ganhem o mesmo destaque na mídia ocidental ou nas grandes congregações no Brasil.

ISSO PODE É UMA BOA ATITUDE.

  ​Em resumo, o silêncio não costuma ser por falta de permissão legal, mas por uma combinação de alinhamento teológico, cautela política e a complexidade ética de se posicionar diante de um conflito com tantas camadas.

  A questão que você levanta toca em pontos sensíveis e complexos, envolvendo política, teologia e a história das instituições religiosas. Não existe uma "proibição" formal e universal que impeça igrejas cristãs de discutirem conflitos geopolíticos, mas há diversos fatores que influenciam o silêncio ou a forma como o tema é abordado.

​  Aqui estão alguns dos principais motivos pelos quais essa discussão nem sempre ocorre no púlpito: Porque em Genesis, fala que : Abençoarei os que te abençoares e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as minhas famílias da terra.

​1. Interpretações Teológicas

  ​Para muitas denominações cristãs, especialmente as de vertente evangélica e dispensacionalista, o Estado moderno de Israel é visto sob uma lente escatológica (profética). Nesses casos, o apoio a Israel é interpretado como um dever bíblico baseado em passagens como Gênesis 12:3. Essa visão teológica pode, por vezes, criar uma resistência em criticar as ações do Estado, pois o foco recai sobre o papel espiritual da nação no "plano divino", e não necessariamente sobre as questões humanitárias ou políticas do presente.

​2. A Distinção entre Religião e Política

​  Muitas lideranças religiosas adotam uma postura de neutralidade política para evitar divisões dentro da própria comunidade. O argumento utilizado é que a missão da igreja deve ser estritamente espiritual — focada na pregação do Evangelho e no conforto das almas — e que discussões sobre guerras e conflitos territoriais seriam temas "seculares" que fogem à competência do clero.

​3. O Peso Histórico e o Medo do Antissemitismo

​  Historicamente, o mundo cristão carrega um legado pesado de antissemitismo que culminou em tragédias no passado. Hoje, muitas igrejas e líderes temem que a crítica política às ações militares de Israel possa ser confundida com antissemitismo (o preconceito contra o povo judeu em si). Para evitar esse mal-entendido, muitos optam por não abordar o tema de forma profunda ou crítica.

​4. Falta de Informação ou Complexidade do Conflito

  O conflito no Oriente Médio é extremamente multifacetado, envolvendo séculos de história, disputas de terras e questões de direitos humanos de ambos os lados. Muitas lideranças podem não se sentir preparadas tecnicamente para discutir geopolítica sem cometer erros, preferindo manter o discurso em temas morais mais genéricos, como "pela paz no mundo". Lembrarmos que a palavra em Gn 12:4, confirma, pois, Abrão, como lho ordenara o SENHOR, e Ló, foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã, os deveres biblicos são ordenanças de defesas dadas por Deus nas lutas.

​Perspectivas Diversas

​Vale notar que o cenário não é uniforme:

  Igrejas Históricas e Ecumênicas: Algumas vertentes (como a Igreja Católica e certas denominações protestantes históricas) frequentemente emitem comunicados oficiais e encíclicas pedindo o cessar-fogo e denunciando crises humanitárias e a perda de vidas civis, independentemente do lado. Cremos que ninguém deseja mortes por motivos de poderes políticos e violações humanitárias..

  ​Cristãos Árabes: Comunidades cristãs na própria Palestina e em países vizinhos costumam ser vozes ativas na denúncia das atrocidades, pois vivem a realidade do conflito na pele, embora suas vozes raramente ganhem o mesmo destaque na mídia ocidental ou nas grandes congregações no Brasil.

​Em resumo, o silêncio não costuma ser por falta de permissão legal, mas por uma combinação de alinhamento teológico, cautela política e a complexidade ética de se posicionar diante de um conflito com tantas camadas. vale lembrar que todas as denominação religiosas e ecumênicas tem seus regimentos internos e disciplinares para evitarem conflitos.

  Essa é uma perspectiva que resgata o papel clássico da mediação e da ética eclesiástica. Ao adotar a postura de observador, o líder ou o estudioso da teologia se afasta da paixão política imediata para tentar enxergar o sofrimento humano de forma universal.

  ​Buscar uma "atenuação espiritual" para ambos os lados é um desafio que envolve alguns pilares fundamentais da prática ministerial e acadêmica:

​1. O Princípio da Impartialidade Humanitária

​  Na tradição da ética cristã, a vida é considerada o valor supremo (sacralidade da vida). Quando a eclesiologia se foca na atenuação, ela olha para a dor da mãe israelense e da mãe palestina com o mesmo peso. O papel do observador é lembrar que, além das fronteiras e das ideologias, existem indivíduos que a teologia define como Imago Dei (imagem de Deus).

​2. A Oração como Intercessão, não como Torcida

  ​Muitas vezes, a espiritualidade é usada para "validar" um lado da guerra. A proposta de atenuação espiritual inverte isso: em vez de pedir a vitória de um exército, a intercessão foca na:

​  Contenção da ira: Pedir para que o coração dos tomadores de decisão seja tocado pela misericórdia.

 ​Proteção dos vulneráveis: O foco espiritual se volta para os órfãos, viúvas e desabrigados de ambos os conflitos.

​3. O Ministério da Reconciliação

​ Biblicamente, o papel do cristão é descrito como o de "embaixador da reconciliação". No contexto de uma guerra de descendências e religiões, isso significa que a igreja deveria ser o lugar onde o ódio é desconstruído.

​  Ouvir as narrativas: Entender o trauma histórico de Israel e o sofrimento atual das populações civis afetadas.

  ​Promover o diálogo: Usar o espaço eclesiástico para educar sobre a paz, e não para alimentar retóricas de destruição. Muitos tem sua guerras pontuais, isso é muito diferente de um grande conflito envolvendo países e causando mortes

​4. A Crítica Profética

​  Ser observador não significa ser passivo. Na tradição dos profetas bíblicos, a "atenuação" também passa pela denúncia da injustiça. Uma espiritualidade equilibrada tem a coragem de dizer que a morte de inocentes e a destruição de lares não glorificam a Deus, independentemente de quem execute a ação.

​  Manter esse equilíbrio é difícil, pois exige resistir à pressão de "escolher um time" em um mundo cada vez mais polarizado. No entanto, é justamente essa neutralidade ativa que permite que a igreja mantenha sua autoridade moral para falar de paz quando as armas finalmente silenciarem.

DEUS SEJA LOUVADO

domingo, 25 de outubro de 2009

PAZ NO MUNDO

Um ser humano pacifico e a fundação de um mundo pacifico e mostrara o caminho da paz para muitos outros seres humanos. Nossa meta e essa.
Queremos dizer a todos"Cada um de vocês, continuem a acordar outros" e de cada gota há a criação de um lago, de cada tijolo há uma criação de um palácio inteiro.

Ao acender a luz de uma alma, o mundo inteiro pode ser aceso. De um. dez acordarão; de dez, cem acordarão; de cem, mil acordarão.
No final, o mundo inteiro será acordado e então haverá paz no mundo.
A paz mundial não pode ocorrer através de se implorar por ela.
Não tem nenhuma utilidade dizer " Deixe que haja paz na Terra".
O instrumento pratico para a paz e "Torne-se pacifico e, vendo você, os outros se tornarão pacifico".
De um, a paz chegara a muitos

(fonte; jóia de luz Dadi Prakashma, brahma kumaris)

.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

BUSCA DA PAZ DEVER DE TODOS


Quero falar de uma sociedade que vem trabalhando em todos os níveis das camadas sociais para uma mudança positiva, essa sociedade ou organização chama-se BSGI-SOKA GAKKAI,sociedade de criação de valores, que tem como presidente Dr. Daisaku Ikeda, humanista pacifista ímpar, de vida ilibada que tem interagido com o mundo todo, fazendo desta abobada seu lar.

Hoje com sede em mais de 190 países, com uma visão de conhecimento transformador, continua impulsionando todos a felicidade.

Somos uma família global por assim dizer, com essa velocidade de comunicação eletronica,podemos saber no mesmo instante os ideais do nosso mestre, com o vinculo eterno de espírito de procura nos unem e ajuda a superar todas as barreiras e limitações, de modo que possamos ser todos amigos e companheiros de luta em prol da felicidade e paz absoluta, baseada nos ensinos e na conduta do ser humano que busca dias melhores e um novo tempo.

Pois temos no mundo muitos conflitos e competições que nos força a aprender e escolher um caminho diferente para o futuro, com a cooperação de todos em Itai-Doshin, para acordar as esperanças em nossos corações.

Com pensamentos puro, somos capaz de preencher o vazio de todos desejos que passamos ter, em nossas mãos poderemos criar um mundo que desejamos ter, com a fé religiosa, com a ciência e a politica, formando uma trindade, reunir e canalizando em uma direção que seja realmente positiva.

O que significa ser o poder da Paz, poder do amor, poder da tolerança, poder da sabedoria, poder de acomodar, poder de julgar, poder da bem aventurança e poder de enfrentar qualquer situação, porque segundo os ensino do Buda Nitiren Daishonin, não tem oração sem resposta, tudo depender de nossa fé e ação.

sábado, 4 de julho de 2009

PRECISAMOS NOS DESARMAR



O dia Internacional da Paz que se celebra todos os anos em 21 de Setembro, é um apelo mundial ao cessar-fogo e a não violência. É um tempo para a refletir sobre o horror e o preço da guerra e sobre os benefícios de desenvolvermos nossas diferenças por meios pacíficos. Este ano, vou aproveitar este dia para pedir aos governos e aos cidadãos do mundo que se concentrem nas importantes questões do desarmamento e da não-proliferação nuclear.

O fim da Guerra Fria ajudou a afastar a ameaça de uma catástrofe nuclear que pairou sobre toda uma geração desde o fim da Segunda Guerra Mundial. No entanto, essa ameaça persiste, como pudemos comprovar recentemente. Se não trabalharmos arduamente em prol do desarmamento e da não-proliferação nuclear, continuaremos enfrentando as ameaças das armas nucleares existente a Conferência sobre Desarmamento, bem como o risco de mais Estados, ou mesmo terroristas, adquirem e utilizem essas armas, que podem aniquilarem milhões de pessoas.
Esta perspectiva alarmante esta sendo contra balançada pelo novo empenho demonstrado pelos dirigentes mundiais em resolver a questão das armas nucleares. Os Estados Unidos e a Rússia deram a entender estar dispostos a reduzir seus arsenais nucleares. Alem disso, a Conferencia sobre Desarmamento, em que participam todos os Estados que possuem armas nucleares, conseguiu recentemente superar um impasse que se mantinha

há 10 anos, tendo concordado em trabalhar para resolver algumas das principais questões relacionadas com o desarmamento e a não-proliferação. Alguém está pensando no povo de Damasco com ataques contra os Palestinos ou na Faixa de Gaza? os médicos sem fronteiras e os enfermeiros  que trabalham fazendo o máximo para ajudar, recebo sempre e sempre msg de muitos que estão sofrendo juntos sem condições e sem esperança, queria que os homens vivessem aquilo que pregam de promessas e o fim de todas as diferenças entre as nações.