A VOZ DO EVANGELHO
Teólogo Valdeci Fidelis é um líder cristão, teólogo, escritor e conferencista brasileiro, conhecido por seu ministério focado na formação espiritual e teológica, com 21 obras em e-books disponibilizados no Google.Play/livros Valdeci Fidelis. Matricula 0826/2013 CFTPB.
A crença na existência de Deus pode estar ligada ao cérebro, segundo um novo estudo da Universidade de Georgetown (EUA), publicado na revista científica Nature.
Um grupo de neurocientistas descobriu que a capacidade de uma pessoa de identificar padrões visuais complexos, de forma inconscientemente, tem uma forte correlação com a força de sua crença em um Deus que cria padrões no universo.
O estudo foi realizado com um grupo de 199 cristãos da cidade de Washington, nos EUA, e em um grupo de 149 muçulmanos de Cabul, no Afeganistão. Sendo assim é o primeiro estudo a explorar a crença religiosa por meio da aprendizagem implícita, que absorve informações complexas sem consciência do que foi aprendido.
Entre os neurocientistas envolvidos no estudo estão Adam B. Weinberger, Natalie M. Gallagher, Zachary J. Warren, Gwendolyn A. English, Fathali M. Moghaddam e Adam E. Green.
Para medir a capacidade de aprendizagem implícita dos participantes do estudo, os participantes foram submetidos a um teste cognitivo. Eles assistiram uma sequência de pontos que apareciam e desapareciam rapidamente na tela do computador, tendo que apertar um botão para cada um dos pontos em movimento.
Dessa forma os participantes que registraram a capacidade de aprendizagem implícita mais forte conseguiram captar os padrões ocultos na sequência de forma inconsciente eles apertaram o botão dos pontos antes deles aparecerem.
De acordo com Adam Green, que é professor associado do departamento de psicologia da Universidade de Georgetown, essa característica tem grande relevância para aqueles que têm fé.
“Acho que o que estamos descobrindo é que há diferenças intrínsecas entre as pessoas que influenciam a forma como seus cérebros processam informações visuais, e isso parece ter alguma influência sobre como elas tendem a narrativas que enfatizam um Deus intervencionista”, diz Green ao site The Christian Post.
“Acho que pode ser plausível, com base no que descobrimos, dizer que uma porcentagem maior de pessoas em lugares com mais fé mostra maior aprendizado implícito, o que é uma interpretação justa. Mas há muito mais nesta história. Este é apenas um pequeno pedaço”, o pesquisador acrescenta.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Adam Green, professor de psicologia da Universidade de Georgetown, nos EUA. (Foto: Georgetown College)
ESPLANAÇÕES:
A relação entre a aprendizagem implícita e a fé em Deus reside na capacidade do cérebro de identificar padrões de maneira inconsciente. Segundo um estudo da Universidade de Georgetown, pessoas que possuem uma maior facilidade em absorver informações complexas e detectar padrões ocultos sem perceberem que o estão fazendo tendem a ter uma crença mais forte em um Deus que cria ordem no universo.
Aqui estão os pontos principais sobre essa conexão, conforme os documentos:
Identificação de Padrões: A aprendizagem implícita permite que o indivíduo capte sequências e padrões visuais complexos de forma não consciente. No estudo, os participantes com essa habilidade mais desenvolvida conseguiam prever o surgimento de pontos em uma tela antes mesmo de eles aparecerem.
Correlação com a Divindade: O estudo encontrou uma forte correlação entre essa capacidade cognitiva e a força da crença em um "Deus intervencionista" que estabelece padrões no mundo.
Natureza Intrínseca: Os pesquisadores sugerem que existem diferenças intrínsecas no processamento de informações do cérebro que influenciam como as pessoas se inclinam para narrativas religiosas.
Evidência Transcultural: Para validar essa relação, o estudo avaliou grupos distintos: cristãos em Washington (EUA) e muçulmanos em Cabul (Afeganistão), sugerindo que essa característica cerebral atravessa diferentes culturas e religiões.
Embora os dados apontem que uma maior porcentagem de pessoas em locais com muita fé apresente um aprendizado implícito elevado, os autores ressaltam que essa descoberta é apenas um "pequeno pedaço" de uma história muito mais complexa sobre a origem da fé.
Gostaria que eu criasse algum material de apoio sobre este tema, como um relatório detalhado ou flashcards para ajudar a fixar esses conceitos?
SINTESE: Para medir a capacidade de aprendizagem implícita dos participantes do estudo, os participantes foram submetidos a um teste cognitivo. Eles assistiram uma sequência de pontos que apareciam e desapareciam rapidamente na tela do computador, tendo que apertar um botão para cada um dos pontos em movimento.
Dessa forma os participantes que registraram a capacidade de aprendizagem implícita mais forte conseguiram captar os padrões ocultos na sequência de forma inconsciente — eles apertaram o botão dos pontos antes deles aparecerem.
De acordo com Adam Green, que é professor associado do departamento de psicologia da Universidade de Georgetown, essa característica tem grande relevância para aqueles que têm fé.
“Acho que o que estamos descobrindo é que há diferenças intrínsecas entre as pessoas que influenciam a forma como seus cérebros processam informações visuais, e isso parece ter alguma influência sobre como elas tendem a narrativas que enfatizam um Deus intervencionista”, diz Green ao site The Christian Post.
“Acho que pode ser plausível, com base no que descobrimos, dizer que uma porcentagem maior de pessoas em lugares com mais fé mostra maior aprendizado implícito, o que é uma interpretação justa. Mas há muito mais nesta história. Este é apenas um pequeno pedaço”, o pesquisador acrescenta.
Evidência Transcultural: Para validar essa relação, o estudo avaliou grupos distintos: cristãos em Washington (EUA) e muçulmanos em Cabul (Afeganistão), sugerindo que essa característica cerebral atravessa diferentes culturas e religiõesEmbora os dados apontem que uma maior porcentagem de pessoas em locais com muita fé apresente um aprendizado implícito elevado, os autores ressaltam que essa descoberta é apenas um "pequeno pedaço" de uma história muito mais complexa sobre a origem da fé. Talvez você gostaria que eu criasse algum material de apoio sobre este tema, como um relatório detalhadopara ajudar a fixar esses conceitos? Pesquisadores da Universidade de Georgetown investigaram como aaprendizagem implícita, ou a habilidade inconsciente de identificar sequências complexas, está relacionada àfé religiosa. Ao testar voluntários de diferentes culturas, o estudo revelou que indivíduos com maior facilidade para notarpadrões ocultosem testes visuais tendem a acreditar mais fortemente em uma divindade que ordena o universo. Essa descoberta sugere quediferenças neurocognitivas intrínsecaspodem moldar a maneira como processamos informações e adotamos narrativas sobre um Deus intervencionista. O objetivo central do texto é demonstrar que a religiosidade pode ter raízes profundas naarquitetura biológica do cérebroe na percepção intuitiva da realidade.
Como esse estudo foi testado em diferentes culturas e religiões?
Para testar a relação entre a aprendizagem implícita e a fé em diferentes contextos, o estudo da Universidade de Georgetown foi conduzido com dois grupos distintos em termos geográficos, culturais e religiosos:
Grupos de Estudo: A pesquisa envolveu 199 cristãos na cidade de Washington, nos Estados Unidos, e 149 muçulmanos em Cabul, no Afeganistão. Essa abordagem transcultural foi utilizada para verificar se a correlação entre a biologia cerebral e a fé se mantinha independentemente da religião específica praticada.
O Teste Cognitivo: Em ambos os grupos, os participantes realizaram o mesmo teste para medir a aprendizagem implícita. Eles deveriam observar uma sequência de pontos que apareciam e desapareciam rapidamente em uma tela de computador e pressionar um botão para cada movimento.
Identificação de Padrões: O teste revelou que os indivíduos com maior capacidade de aprendizagem implícita começaram a prever os padrões ocultos na sequência, chegando a apertar o botão antes mesmo de o ponto aparecer na tela.
Conclusão Transcultural: Os resultados indicaram que essa característica do processamento cerebral a capacidade de absorver informações complexas sem consciência clara do que foi aprendido influencia a inclinação das pessoas para narrativas que enfatizam um Deus intervencionista, que cria ordem e padrões no universo, independentemente de ser no contexto do cristianismo ou do islamismo.
Os pesquisadores observaram que, embora o estudo mostre uma porcentagem maior de pessoas com alto aprendizado implícito em locais com forte fé, este é considerado apenas um "pequeno pedaço" dos fatores que explicam a crença religiosa.
Como é que eu elabore um questionário (quiz) sobre os métodos deste estudo ou se eu preferi um infográfico resumindo essas diferenças culturais? Com base nos documentos fornecidos, o estudo não faz uma distinção explícita entre fé individual e religiosidade institucional (templo de oração). O foco da pesquisa recai sobre a força da crença individual em um "Deus que cria padrões no universo" ou um "Deus intervencionista". Aqui estão os pontos principais sobre como a crença é abordada nas fontes:
Foco na Crença Pessoal: A pesquisa buscou correlacionar a capacidade cognitiva de aprendizagem implícita (uma característica intrínseca do processamento cerebral de cada indivíduo) com a intensidade da sua fé.
Narrativas Religiosas: O estudo sugere que as diferenças na forma como o cérebro processa informações influenciam a inclinação das pessoas para narrativas que enfatizam a atuação divina no Mundo.
Contexto Religioso: Embora o estudo tenha sido aplicado em grupos religiosos específicos (cristãos em Washington e muçulmanos em Cabul), o objetivo foi observar como a biologia cerebral afeta a crença religiosa em termos gerais, independentemente da instituição.
Limitações: Um dos pesquisadores, Adam Green, ressalta que essa descoberta sobre o aprendizado implícito é apenas um "pequeno pedaço" de uma história muito mais ampla sobre a origem da fé, o que sugere que outros fatores (que poderiam incluir a religiosidade institucional ou social) não foram o foco central desta análise específica.
Portanto, os textos concentram-se na relação entre a biologia do cérebro individual e a percepção de ordem divina, sem entrar no mérito das estruturas ou práticas das instituições religiosas. Qual o papel do Deus intervencionista nessa identificação de padrões? Como a aprendizagem implícita influencia a percepção humana da realidade? A biologia cerebral determina a intensidade da crença religiosa?
A biologia cerebral determina a intensidade da crença religiosa?De acordo com as fontes, a biologia cerebral não determina isoladamente a intensidade da fé, mas exerce uma influência significativa sobre como as pessoas tendem a adotar crenças religiosas,.Os pontos centrais da pesquisa sobre essa relação são:
Diferenças Intrínsecas: Existem diferenças naturais no modo como os cérebros processam informações visuais, especificamente através da aprendizagem implícita, que é a capacidade de absorver padrões complexos sem ter consciência disso,
Correlação com a Fé: O estudo descobriu uma forte correlação entre a habilidade de identificar padrões ocultos inconscientemente e a força da crença em um Deus que cria ordem e padrões no universo.
Tendência a Narrativas: Essa característica biológica parece influenciar a predisposição dos indivíduos para narrativas que enfatizam um Deus intervencionista.
Limitações do Estudo: Embora os dados mostrem que uma maior porcentagem de pessoas em locais com muita fé apresenta um aprendizado implícito elevado, o pesquisador Adam Green ressalta que essa descoberta é apenas um "pequeno pedaço" de uma história muito mais ampla sobre a origem da fé.
Consistência Transcultural: Essa ligação entre o processamento cerebral e a intensidade da crença foi observada tanto em cristãos nos EUA quanto em muçulmanos no Afeganistão, sugerindo uma base biológica que transcende religiões específicas. Portanto, a biologia cerebral é vista como um fator que contribui e influencia a inclinação religiosa, mas não é apresentada como o único determinante absoluto da fé. Você gostaria que eu criasse um relatório detalhado sobre as implicações desse estudo ou talvez um conjunto de fontes de informações para ajudar a revisar os termos técnicos mencionados?
Mas isso fica para outra publicação. Obrigado por seguir o blog