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quinta-feira, 30 de julho de 2026

ALMA DE JUSTO


TEOLOGIA SISTEMATICA ESTUDOS BIBLICOS - VALDECI FIDELIS

 Igreja Evangélica de Missões online: Análise Geral da Obra e Fundamentação

​O texto apresentado consiste em uma compilação teológica intitulada "Alma de Justo: A Graça de Deus em Nome de Jesus (Memórias sobre a história do povo de Deus)", de autoria de Valdeci Fidelis. Trata-se de um manual abrangente de Teologia Sistemática e Introdução aos Estudos Bíblicos, estruturado sob uma perspectiva cristã (evangélica/protestante) com recortes de defesa doutrinária e reflexão pastoral.  

​O trabalho busca articular o estudo acadêmico da teologia com a vivência espiritual e a formação do caráter cristão, apresentando desde conceitos fundamentais do estudo das Escrituras até temas avançados de controvérsias doutrinárias.

​Estrutura Doutrinária e Metodologia Teológica

​1. Metodologia do Estudo Teológico

​O autor estabelece que o aprendizado das doutrinas deve ser conduzido a partir de atitudes indispensáveis:

​Oração e Espiritualidade: A compreensão das Escrituras requer a iluminação do Espírito Santo (1 \text{ Co } 2:14).

​Humildade: Reconhecimento das limitações humanas e da infinidade divina, evitando a arrogância intelectual.

​Uso da Razão: Validação do intelecto como ferramenta hermenêutica, desde que submetida à coerência interna do texto bíblico.

​Análise Comunitária e Compilação: Necessidade do diálogo e da síntese temática (Teologia Sistemática).

​2. Bibliologia e Autoridade das Escrituras

​A obra defende a doutrina da infalibilidade e inerrância da Bíblia Sagrada:

​Unidade e Inspiração Divina: O autor argumenta que a coesão de 66 livros escritos ao longo de 16 séculos por cerca de 40 autores constitui evidência do caráter milagroso e inspirado das Escrituras.

​Eixo Cristocêntrico: Todo o cânon bíblico (do Gênesis ao Apocalipse) é apresentado como tendo a pessoa de Jesus Cristo como centro redentor.

​3. Vertentes Teológicas e Análise Crítica

​A obra categoriza e analisa diversas correntes do pensamento cristão:

​Teologia Sistemática e Ramos Clássicos: Apresentação das divisões tradicionais (Bibliologia, Cristologia, Pneumatologia, Soteriologia, Escatologia, etc.).

​Teologia Reformada: Destaque para as premissas da Reforma Protestante (Cinco Solas) e para a doutrina da soberania de Deus.

​Crítica à Teologia da Libertação: Aponta suas bases nas ciências sociais/marxismo e contextualização sociopolítica.

​Crítica à Teologia da Prosperidade: Avaliação crítica sobre a mercantilização da fé e a redução da bênção divina a bens materiais.

​Principais Tópicos Abordados no Documento

 Igreja Evangélica de Missões online: Alma de Justo explanação

quarta-feira, 29 de julho de 2026

A TEOLOGIA X METEOROLOGIA

Isabel Branco Univerdade Coimbra Pt

Qual o papel do teólogo nesse processo de evolução?

Com base na analogia apresentada na tese de doutorado de Valdeci Fidelis, o papel do teólogo no processo de evolução doutrinária é comparado ao de um geólogo que monitora as placas tectônicas.

As principais funções do teólogo nesse contexto são:

Monitoramento e Antecipação: Assim como os geólogos preveem mudanças na paisagem, os teólogos devem antecipar mudanças na doutrina religiosa. Isso é feito através do estudo constante das forças culturais e bíblicas que atuam sobre a comunidade de fé.

Mapeamento da Dinâmica Religiosa: O teólogo realiza um mapeamento que auxilia na previsão de potenciais conflitos ou harmonias dentro das comunidades. Esse trabalho permite entender como as "pressões internas e externas" estão movimentando as estruturas da igreja.

Observação de Transformações: Cabe ao teólogo observar as transformações resultantes do impacto cultural e bíblico. Ele identifica quando novas interpretações teológicas ou mudanças nas normas culturais estão prestes a remodelar o "panorama religioso", podendo levar ao surgimento de novas perspectivas ou à supressão de tradições antigas.

Em suma, o teólogo atua como um analista proativo que, ao compreender as forças subjacentes (as "correntes de convecção" da cultura e da interpretação), consegue prever como a "superfície" doutrinária da igreja irá se transformar.

Valdeci Fidelis
Enviado por Valdeci Fidelis em 29/07/2026
Código do texto: T8685265
Classificação de conteúdo: seguro

Em suma, Isabel Branco atua como uma validadora acadêmica que, ao interagir com o trabalho na plataforma de pesquisas, trouxe visibilidade para a aplicação prática da tese de doutorado em Teologia de Valdeci Fidelis

 A comparação feita pela validação da Universidade de Coimbra estabelece uma analogia inteligente sobre como a fé e a teologia interpretam fenômenos invisíveis através de seus efeitos visíveis.

​Dividindo em pontos simples:

​1. O Meteorologista e o Geólogo (Causa x Efeito)

​O invisível: Ninguém enxerga o movimento das placas tectônicas a olho nu no subsolo.

​O visível: O meteorologista/geólogo sabe que o movimento dessas placas invisíveis gera tremores e mudanças perceptíveis na superfície (na terra e no clima).

​2. O Teólogo e a Fé (Diagnóstico do Invisível)

​O invisível: A fé e a vida espiritual não são coisas palpáveis ou medidas em um laboratório.

​O visível: O teólogo age como o cientista do clima espiritual. Ele identifica a "quebrantação" (a dor, o desânimo, as fraturas emocionais ou espirituais dos membros de uma igreja) como o reflexo visível de algo que mudou no nível invisível (a fé ou a relação com o divino).

​Síntese.

​Assim como o meteorologista prevê ou explica o clima na superfície olhando para as forças invisíveis que se movem por baixo (as placas), o teólogo usa a teologia e a fé para detectar e compreender o sofrimento humano (a quebrantação) na igreja, conectando o sintoma visível à sua causa espiritual invisível.

Igreja Evangélica de Missões online: ATOS 12:1-19

 Igreja Evangélica de Missões online: 

ATOS 12:1-19. cComo texto central que o transcorrer desse texto, quero meditar nesta paalavra para compreendermos que o lvros de Atos dos Apóstolos é um livro aberto.

  Igreja Evangélica de Missões online: O texto de Atos 12:1-19 relata um dos episódios mais marcantes da Igreja Primitiva: a perseguição movida pelo rei Herodes Agripa I, a prisão do apóstolo Pedro e a sua libertação miraculosa por um anjo de Deus.

   ​Para explicar e compreender melhor essa passagem em um contexto bíblico e teológico, podemos dividi-la em quatro pilares principais:

​1. O Contexto Histórico e Político (Atos 12:1-4)

​   A Perseguição de Herodes: Herodes Agripa I queria agradar a elite judaica conservadora. Para isso, ele manda matar Tiago (irmão de João) à espada e, vendo que isso agradara aos judeus, manda prender Pedro durante a Festa dos Pães Asmos (Páscoa).

​   Segurança Máxima: Pedro foi colocado sob a guarda de quatro escoltas de quatro soldados cada (dezesseis soldados no total), acorrentado entre dois guardas, mostrando a intenção de Herodes de executá-lo logo após as festividades.

​2. O Poder da Oração da Igreja (Atos 12:5)

   ​O contraste entre o poder humano e o poder divino: Enquanto o rei Herodes usava a força do Estado e das armas para conter o avanço do evangelho, a resposta da Igreja foi espiritual.

   ​“Pedro estava preso no cárcere; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus.” (v. 5). Esse versículo destaca o papel central da comunhão, perseverança e oração intercessora da comunidade cristã.

​3. A Libertação Miraculosa (Atos 12:6-11)

   ​A paz de Pedro: Na noite anterior ao julgamento/execução, Pedro dormia profundamente entre os guardas, demonstrando confiança e tranquilidade diante do perigo.

   ​A intervenção celestial: Um anjo surge na cela, uma luz resplandece, as algemas caem dos pulsos de Pedro e os portões de ferro se abrem sozinhos.

​   A realidade do milagre: A princípio, Pedro pensava estar tendo uma visão, mas ao se ver livre na rua, compreendeu: “Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes” (v. 11).

​4. O Retorno à Comunidade e a Reação de Fé (Atos 12:12-19)

​   Na casa de Maria (mãe de João Marcos): Pedro vai até o local onde os irmãos estavam reunidos orando.

   ​O episódio da criada Rode: Quando a jovem Rode ouve a voz de Pedro à porta, fica tão radiante que esquece de abrir e corre para avisar aos outros. Inicialmente, a própria igreja orante reluta em acreditar, dizendo que ela estava louca ou que era o "anjo de Pedro" (mostrando a humanidade da fé dos discípulos).

​   Testemunho e prosseguimento: Pedro relata como Deus o libertou, pede que avisem a Tiago (o irmão do Senhor, líder em Jerusalém) e aos irmãos, e retira-se para outro local seguro. Herodes, ao descobrir a fuga, manda examinar os guardas e executá-los.

​Lições Teológicas e Aplicações Práticas

   ​Soberania de Deus vs. Planos Humanos: Os planos governamentais ou humanos não sobressaem à vontade suprema de Deus. Herodes pretendia acabar com a liderança da igreja, mas o Evangelho continuou a se expandir.

​   Eficácia da Oração Intercessora: A oração da igreja unida tem poder para mover o invisível e intervir nas circunstâncias mais difíceis.

   ​Descanso na Providência Divina: O sono tranquilo de Pedro na véspera da sua possível execução ensina sobre a paz que excede o entendimento quando confiamos a vida ao Senhor.

   ​Respostas que Surpreendem: Muitas vezes Deus responde às orações de forma tão extraordinária que a própria igreja fica surpresa com o cumprimento da petição.

domingo, 19 de julho de 2026

CAMINHADA PELA CONSCIÊNTIZAÇÃO RESPEITO E DIGNIDADE AO IDOSO

 


"Respeitar o idoso é honrar a nossa história e cuidar do nosso futuro."
 Inicio de concentração praça Camelódromo
caminhada pelo calçadão até Praça 9 de julho
fonte 
​"Junho Violeta: Conscientização, Respeito e Dignidade."

 Todos nos sabemos que escrever para a pessoa idosa exige uma linguagem que transmita respeito, dignidade, acolhimento e valorização, fugindo de tom paternalista ("coitadinhos") ou excessivamente professoral. Idoso não ouvir pedagogia, ele quer saber se o que ele fala está sendo compreendido

  O conceito do Junho Violeta é justamente conscientizar sobre o combate à violência contra a pessoa idosa e promover o respeito aos seus direitos e à sua sabedoria.

  ​Abaixo está uma proposta de texto pronta para ser publicada (seja em informativo impresso, blog, grupo de WhatsApp ou rede social). O tom é caloroso, fortalecedor e centrado no valor da pessoa idosa. Você também é responsável na proteção dos idosos, ajudar eles a se sentir amado e respeitado em apenas ouvir sem contradizer sua história.

  Junho Violeta: O Valor da Nossa História, o Respeito ao Nosso Tempo (💜cor violeta)
  ​O mês de junho nos convida a vestir a cor violeta. Mais do que uma cor no calendário, o Junho Violeta é um movimento de reflexão, conscientização e reafirmação do valor irrenunciável da pessoa idosa na nossa sociedade. Um exemplo disso tudo são imagens da caminhada realizada interpraças pelo calçadão em 18 de junho deste ano em curso, na cidade de Presidente Prudente Sp.

​   Envelhecer não é um sinal de desgaste; é a marca da permanência. Cada linha no rosto guarda uma memória, cada passo mais calmo carrega a experiência de estradas já percorridas, e cada história compartilhada é um patrimônio que enriquece a todos ao redor. observamos  a quantidade de pessoas idosa que atenderam ao chamado pela Secretaria de Defesa, uma ação que não devemos esquecer para com a digna idade de cada um daqueles de 60 mais.
​    O Significado do Junho VioletaA campanha nacional do Junho Violeta traz à luz a importância de combater qualquer forma de negligência, desrespeito ou violência contra a pessoa idosa — seja ela física, verbal, financeira ou emocional.
​Mas a verdadeira conscientização vai muito além de evitar o preconceito: trata-se de promover a tolerância, a escuta ativa e o cuidado mútuo.

​   1. Tolerância e Paciência no Dia a Dia
​Em um mundo que corre cada vez mais rápido, ter paciência com o ritmo do outro é um ato de amor e civilidade. Respeitar o tempo de travessia, a velocidade do diálogo e a autonomia nas escolhas diárias é reconhecer a dignidade que cada ser humano possui.

    ​2. A Preservação dos Seus Direitos e Autonomia
​Ter mais idade não significa perder a capacidade de decidir sobre a própria vida. O Estatuto da Pessoa Idosa garante o direito à convivência familiar, à saúde, à segurança financeira e à liberdade de opinião. O respeito começa quando a voz da pessoa idosa é ouvida e levada em consideração nas decisões da família e da comunidade. Ou onde ele se encontra no momento que ele precisar seja ouvido e tenha ajuda mesmo que ele não peça, se ofereça para auxilia-la com gentileza.
​    3. O Resgate da Sabedoria e da Identidade
​  A sociedade contemporânea muitas vezes valoriza apenas a produtividade imediata, esquecendo-se de que a sabedoria acumulada ao longo dos anos é o alicerce da nossa cultura e dos nossos valores familiares. Valorizar a pessoa idosa é honrar as nossas próprias raízes.
​    Uma mensagem para todos nós:
"O respeito ao idoso não é um favor ou uma concessão; é um ato de justiça social e o reflexo do futuro que todos nós desejamos construir para nós mesmos."
    ​Como Podemos Praticar no Cotidiano?
​ Pratique a escuta atenta: Dedique tempo para ouvir sem interromper. As memórias e opiniões têm imenso valor.

  ​Proteja a autonomia: Incentive a pessoa idosa a realizar suas atividades dentro de suas possibilidades, sem infantilizá-la.
  ​Denuncie o desrespeito: Diante de qualquer suspeita de violência ou negligência,  o Disque 100 é um canal gratuito e anônimo de proteção aos direitos humanos.
​ Neste Junho Violeta, que o mês já passou no calendário, renovamos o nosso compromisso com a empatia, o afeto e a garantia de que a maturidade seja vivida com a plenitude, a paz e o respeito que cada um merece.

Galeria de fotos da Concentração  18/07/2026
Valdeci Fidelis  (fotos sem corte e originais)






Lanches para serem oferecidos um para cada 


















 

domingo, 12 de julho de 2026

APÓS CASAMENTO A PALAVRA MINHA DEVE-SE EVITAR

 

São novos tempos, novas dinâmicas, deixar os pronomes como: termos "namorada", "noiva", "esposa" e "amante", qual será o verdadeiro, siga na leitura do texto abaixo.

Valdeci Fidelis: 

    Essa é uma excelente observação sobre a nossa língua! A dinâmica entre o uso (ou não) do possessivo "minha", envolve tanto a gramática quanto a evolução cultural e social.

​   Vamos entender por que existe essa diferença e porque hoje em dia muita gente evita dizer "minha mulher".
​   1. O histórico do "Casou, tomou como mulher"
​Antigamente (e em textos jurídicos ou religiosos mais antigos), a expressão "tomar fulana como mulher" era o padrão para oficializar o casamento.

   ​Origem: Vinha de uma sociedade patriarcal onde o casamento mudava o "status" da mulher perante a sociedade. Ela deixava de estar sob a tutela do pai e passava a ser a "mulher de" alguém.
   ​Hoje: Essa expressão caiu em desuso no dia a dia por soar possessiva e antiquada, sugerindo que a parceira é uma propriedade.

   ​2. Por que os parceiros evitam usar o pronome "Minha"?
​Embora o pronome "minha" na gramática indique apenas relação ou afeto (assim como em "minha mãe" ou "meu amigo"), no contexto de relacionamentos amorosos ele ganhou um peso diferente.

   ​O Peso da "Posse" vs. Parceria
​Muitos maridos e esposas modernos preferem evitar o "minha mulher" ou "meu homem" porque:
​Soa como propriedade: O debate cultural moderno defende que ninguém "é de ninguém".
​   Falta de reciprocidade: O termo "esposa" ou "marido" estabelece uma relação de igualdade (parceiros de um casamento), enquanto "mulher" é apenas o gênero da pessoa.

​Por isso, é muito mais comum ouvirmos:
   ​"Esta é a minha esposa" ou "Este é o meu marido". ​(O foco está no vínculo oficial e de companheirismo, não no gênero ou na posse).

   ​3. A Linha do Tempo dos Termos. Repare como a intimidade e o compromisso mudam a forma como as pessoas se tratam:
  Valdeci Fidelis: Esposa, noiva e amante.
   Dê sua opinião...

sábado, 11 de julho de 2026

ESBOÇO DE PREGAÇAO DE 1° CRINTIOS 9:1-23

Presidente Prudente -Igreja Evangelica de Missões  on-line

 Por - Pregação Valdeci Fidelis

Valdeci Fidelis


O Capítulo 9:1-23. 1º Coríntios é um dos textos mais fascinantes e práticos do Apóstolo Paulo sobre liderança, direitos e, acima de tudo, abnegação pelo Evangelho.

​   Para entender este capítulo em um estudo bíblico, imagine o contexto: a igreja de Corinto estava cheia de divisões, e muitos questionavam a autoridade de Paulo porque ele não agia como os outros filósofos ou líderes religiosos da época (que cobravam caro por seus ensinos). Paulo usa sua própria vida como um estudo de caso para ensinar uma grande lição: ter um direito não significa que você deve sempre exigi-lo.
​    Aqui está um esboço estruturado e detalhado para o seu estudo bíblico:

​1. A Defesa do Apostolado e os Direitos de Paulo (vv. 1-14)
​Paulo começa o capítulo de forma incisiva, fazendo quatro perguntas retóricas para estabelecer sua autoridade e provar que ele tinha os mesmos direitos que qualquer outro apóstolo.

​A Validação do Ministério (vv. 1-3): Ele afirma que viu o Jesus ressuscitado (o critério básico para ser um apóstolo) e aponta para os próprios coríntios como o "selo" do seu apostolado. Se a igreja existia, era prova do fruto do trabalho dele.

Os Direitos Legítimos (vv. 4-14): Paulo usa exemplos da vida cotidiana e da própria Lei de Moisés para provar que quem prega o Evangelho tem o direito de ser sustentado por ele. Ele cita: ​O Soldado: Não vai à guerra às suas próprias custas.
​O Agricultor: Planta a vinha e come do seu fruto.
​O Pastor: Cuida do rebanho e bebe do leite. ​A Lei (v. 9): "Não amordace o boi enquanto ele debulha o cereal." Se Deus se preocupa com os bois, quanto mais com os ministros da Sua Palavra!
​   
O Princípio Bíblico: O sustento financeiro de pastores e missionários é um direito legítimo e instituído por Deus (v. 14: "o Senhor ordenou que aqueles que pregam o evangelho vivam do evangelho").

​2. A Renúncia por Amor ao Evangelho (vv. 15-18)
​É aqui que o capítulo dá uma reviravolta profunda. Depois de gastar 14 versículos provando que tinha o direito de receber ajuda financeira dos coríntios, Paulo diz: "Mas eu não usei de nenhum desses direitos" (v. 15).
​Pregando de Graça: Paulo fabricava tendas para se sustentar em Corinto. Ele não queria que ninguém o acusasse de estar pregando por dinheiro ou que isso se tornasse um obstáculo (barreira) para os descrentes.
​O "Ai de mim": Paulo explica que pregar não era um motivo de orgulho vaidoso, mas uma obrigação divina. Ele se sentia constrangido pelo amor de Cristo. Sua maior recompensa era poder oferecer o Evangelho de forma totalmente gratuita.

​3. Flexibilidade Cultural: "Fiz-me Tudo para com Todos" (vv. 19-23)
​Este é um dos trechos mais famosos sobre missiologia e contextualização. Sendo livre de todos, Paulo escolheu se tornar "escravo" de todos para ganhar o maior número possível de pessoas.
Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:

A estratégia na prática:
     ​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
    ​Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
​   Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

    ​O objetivo final.
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."

1. ​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
   ​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.

2. Quando Paulo diz que se "fez tudo para todos" (ou "de todos se fez escravo"), ele não está dizendo que era uma pessoa "falsificada", sem personalidade, ou que mudava de opinião para agradar a todo mundo. Não se trata de falsidade ou de abrir mão dos seus valores.
   ​O que ele está descrevendo é o ápice da empatia cultural e estratégica.
​Para entender o que ele quis dizer, pense em um tradutor. Um bom tradutor não muda a mensagem original, mas escolhe as palavras que o público local consegue entender melhor. Paulo fazia exatamente isso com o Evangelho.
    ​Veja como ele mesmo quebra essa ideia nos versículos 20 a 22:
​A estratégia na prática:
​Para os judeus, fez-se como judeu (v. 20): Quando estava com os judeus, Paulo respeitava os costumes deles, as leis de alimentação e as tradições religiosas. Ele fazia isso para que os judeus não rejeitassem a Jesus por causa de barreiras culturais bobas.
​   Para os sem lei (gentios/não-judeus), fez-se como sem lei (v. 21): Quando estava com os gregos e romanos, ele não ficava exigindo que eles seguissem as regras culturais judaicas. Ele pregava usando a linguagem e a filosofia deles (como fez em Atenas). Mas ele faz questão de lembrar: não que estivesse sem a lei de Deus, pois sua conduta ainda era guiada pelo amor de Cristo.
   ​Para os fracos, fez-se fraco (v. 22): Com aquelas pessoas que tinham a consciência muito sensível ou cheia de escrúpulos sobre o que podiam ou não fazer, ele não chegava impondo sua liberdade espiritual de forma arrogante. Ele se limitava por amor a eles.

​O objetivo final
​O próprio Paulo revela o seu único motivo no versículo 22 e 23:
​"...para por todos os meios salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele."
​Em resumo, "fazer-se tudo para todos" significa abrir mão do próprio conforto, dos próprios privilégios e das preferências pessoais para construir uma ponte até o outro.
​Se para alcançar uma pessoa ele precisasse comer comida judaica, ele comia. Se precisasse sentar com os gregos e falar de poesia, ele falava. O foco de Paulo nunca estava em si mesmo ou em seus direitos, mas em remover qualquer obstáculo que pudesse impedir alguém de ouvir e entender a mensagem de Jesus.
Espero que o Espirito Santo quebrantai o coração dos leitores do evangelho de Cristo Jesus. Em Nome de Jesus Nosso Salvador

sexta-feira, 3 de julho de 2026

PALAVRA QUE EDIFICA

 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados."

 Mateus 5:4


Deus tem prazer em consolar os que choram. O amor do Pai é o bálsamo que cura a alma ferida. Ele ampara o coração contrito e purifica a alma quebrantada, até que ela se torne Sua morada. Deus não se alegra em ver seus filhos sofrerem. Não é do agrado de Deus que tenhamos o coração quebrantado. O desejo de Deus é que olhemos para cima e sintamos o Seu abraço a nos amparar nos dias mais angustiantes que passamos. Hoje Deus quer lhe abraçar. Hoje Deus quer consolar você. Aceite o consolo de Deus e você terá o conforto que vem do Senhor. A correção que vem de Deus é uma manifestação do seu amor (Hebreus 12:4-11). Quando Deus nos corrige, devemos aceitar a disciplina para o nosso próprio bem. Ele quer nos conduzir ao arrependimento e à plena comunhão com ele. A disciplina aplicada pelos servos de Deus deve, também, ser motivada pelo amor (Hebreus 12:12-13). Esta atitude deve guiar os pais que corrigem os seus filhos (Provérbios 13:24), e os cristãos que corrigem os seus irmãos na fé (Tiago 5:19-20; 2 Coríntios 2:5-8).

Conclusão

Na carta à igreja em Laodicéia, Jesus não citou nenhuma doutrina errada e nenhum pecado de imoralidade. Ele não condenou a igreja por práticas idólatras. Esta igreja, que se achava rica e forte, foi criticada por seu orgulho e autossuficiência. Exaltou-se, ao invés de se humilhar diante do Senhor dos senhores.

AS IGREJAS RELATADOS NA BÍBLIA SAGRADA SÃO:

As sete igrejas e os respectivos trechos onde foram citadas no livro do Apocalipse são.

1.  Éfeso, citada no livro do Apocalipse 2:1-7: Uma cidade greco-romana da Antiguidade situada na costa ocidental da Ásia Menor.

2.  Esmirna, citada no livro do Apocalipse 2:8-11: Uma cidade do sudoeste da Turquia situada na região de Egeu.

3.  Pérgamo, citada no livro do Apocalipse 2:12-17: Uma antiga cidade grega que situava-se na Mísia, no noroeste da Anatólia.

4. Tiatira, citada no livro do Apocalipse 2:18-29: Importante centro comercial na Ásia Menor que foi fundado para ser um posto militar.

5. Sardes, citada no livro do Apocalipse 3:1-6: Localizava-se no fértil vale do rio Hermo e no sopé do íngreme monte Tmolo.

6.  Filadélfia, citada no livro do Apocalipse 3:7-13: Antiga cidade grega, hoje em território turco sob o nome de Alaşehir.

7.  Laodicéia, citada no livro do Apocalipse 3:14-22: Uma das mais prósperas cidades da Frígia durante a época romana.

 ENQUETE:  

       

 04/06/2026

TEMA:  Carta à Igreja em Laodicéia  

TEXTO BÍBLICO:  

Ap 3: 14-22  Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve:  Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus .. 

     

 Comente o texto e ou responda as perguntas:

1  Que obra ruim é essa feita por  Laodicéia, que Jesus está a ponto de vomitá-la de sua boca?

2 Comprar ouro refinado pelo fogo, está ligado à galardão e a nudez ligado à falta de galardão?

3 Eis que estou à porta e bato; essa Palavra é para a igreja, por que alguns pregam para o gentio?

4 O que foi prometido à essa igreja?


NORMAS E REGRAS

RESPEITO 

EDUCAÇÃO

 FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA

 PROIBIDO

 Ofensas, palavras de baixo calão.

 Conversas fora do tema.

 Postagem de Links de outros grupos.

A T E N Ç Ã O

 Cada um será responsável  pelos seus próprios atos no grupo.

Proponente: A  diretoria

 Fórum de Teologia Bíblica

DEUS FIEL!

PALAVRA QUE EDIFICA.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

A VOZ DO POVO NÃO É A VÓZ DE DEUS

 BEM, SE A VOZ DO POVO, DEFINITIVAMENTE, NÃO É A VOZ

 DE DEUS, O QUE FAZER?

APEGAR-SE A DEUS, CRENDO EM SEU FILHO JESUS CRISTO E LER A SUA PALAVRA CONTIDA NA BÍBLIA SAGRADA.

1 Timóteo 2.3-5: "Pois isso é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade".

Atos 4.4: "Muitos dos que ouviram a palavra a aceitaram." Mas, nem todas as pessoas aceitam a Jesus Cristo como seu salvador pessoal e, por isso, não são salvas.

João 3.17-18: "Por Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. A condenação é esta: a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais astrevas que a luz."

Josué 24.15: "Escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses que serviram vossos pais... porém, eu a minha casa serviremos ao Senhor."

QUAL A ESCOLHA QUE VOCÊ FAZ HOJE? VOCÊ FICA COM A VOZ DE DEUS, OU COM AS CRENDICES POPULARES?

Você deve escolher se continua fazendo um deus segundo a sua própria semelhança (um deus que seja de acordo com o seu gosto pessoal) ou aceita o Deus da Bíblia - criador de todas as coisas, que criou você para ser verdadeiramente feliz, a despeito das adversidades.
A Bíblia é o "MANUAL DO PROPRIETÁRIO". Quando você compra um automóvel, ele vem com o manual escrito pelo fabricante, que conhece o carro por dentro, e sabe tudo o que precisa ser feito para obter o melhor proveito daquela máquina.
Deus conhece você por dentro. Ele quer que você tenha o melhor proveito da sua vida aqui, e deseja lhe dar a vida eterna em sua presença.

AGORA É JESUS QUEM FALA:

Apocalipse 3.20: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo."

João 5.24: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, têm a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."