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sexta-feira, 22 de maio de 2026

14. TUDO NAS MÃOS DE DEUS E-BOOK

 

TUDO NAS MÃOS DE DEUS E-BOOK

Com certeza! Eu Estou criando agora mesmo o seu quiz sobre como remover a "pedra do passado" para receber milagres, com base nos ensinamentos do Dr. Valdeci Fidelis.
O quiz abordará os pontos fundamentais que discutimos:
  • O conceito de estar "enterrado vivo" em razão de fracassos ou sentimentos antigos.
  • A estratégia do inimigo de fazer o fiel dar "um passo para frente e dois para trás" ao lamentar o passado.
  • O exemplo de Paulo e Silas, que não ficaram presos ao remorso ou ao passado enquanto estavam no cárcere.
  • A necessidade de se tornar um "outro novo homem", modificando totalmente a vida para que nada permaneça sem a transformação de Cristo.
  • A importância da humildade e confissão (exemplo de Davi) versus o orgulho (exemplo de Saul) no processo de limpeza do coração.
O quiz estará disponível em breve na sua aba de Estúdio. Enquanto isso, gostaria que eu criasse também um conjunto de flashcards para ajudar você a memorizar essas passagens bíblicas específicas?

Gostaria de receber o conjunto de flashcards

sobre as passagens.

Com certeza! Já solicitei a criação do seu conjunto de flashcards sobre as passagens bíblicas e princípios espirituais citados pelo autor.
Esses cartões ajudarão você a memorizar e refletir sobre temas centrais como:
  • As Armas Espirituais: O uso prático da oração, do jejum e da Palavra de Deus.
  • Remoção de Obstáculos: Como identificar e "tirar as pedras" da murmuração, da crítica, da incredulidade e do passado.
  • Reverência e Conduta: Orientações sobre vestimenta e postura durante a oração.
  • Exemplos Bíblicos: As lições de Daniel, Jó, Paulo e Silas, e a cura do leproso.
Os flashcards estarão disponíveis na sua aba de Estúdio em instantes. Há algum outro tópico específico das fontes que você gostaria de transformar em material de estudo?

Qual o papel do jejum no

combate espiritual?

Segundo os ensinamentos do Dr. Valdeci Fidelis, o jejum desempenha um papel fundamental como uma das armas estratégicas no combate espiritual, sendo essencial para o fortalecimento do fiel e para a superação de barreiras invisíveis.
O papel do jejum no combate espiritual é caracterizado pelos seguintes pontos:
  • Escudo de Proteção: O jejum, juntamente com a oração, funciona como um escudo para o crente, permitindo que ele se revista adequadamente para as batalhas espirituais. Ele é descrito como um meio para sermos salvos das "flechas do devorador".
  • Enfrentamento de Oposições Severas: Citando as palavras de Jesus, o autor enfatiza que certas "castas de demônios" não podem ser expulsas ou vencidas a menos que o fiel utilize o jejum aliado à oração. Sem esses instrumentos, o cristão fica vulnerável no campo de batalha espiritual.
  • Abstinência e Santificação: O jejum não se limita apenas à privação de alimentos, mas envolve uma abstenção deliberada do que desagrada a Deus, como calúnia, difamação, murmuração e falsos testemunhos. O autor cita o exemplo de Daniel, que se absteve de "manjar desejável", carne e vinho por três semanas para entender o mundo espiritual e obter uma resposta divina.
  • Preparação para o Milagre: No contexto da busca por um milagre no "Vale dos Milagres", o jejum é apresentado como uma prática necessária (junto com a oração e a meditação na Palavra) para que o fiel consiga enxergar além da visão natural e receba a revelação de Deus sobre seus problemas.
  • Discernimento Espiritual: O jejum auxilia o fiel a compreender o mundo espiritual e as razões pelas quais as respostas às orações podem estar sendo retardadas por oposição satânica.
Em resumo, o jejum é uma ferramenta de blindagem e ataque que, ao ser praticada com determinação e confiança, torna o cristão "mais que vencedor" diante das investidas do inimigo.
Você gostaria que eu preparasse um questionário (quiz) para testar seus conhecimentos sobre o uso das armas espirituais no combate cotidiano?

Como o jejum pode ajudar a afastar os

'pequenos deuses'?

O jejum auxilia a afastar os "pequenos deuses" ao atuar como uma arma de disciplina e fortalecimento espiritual que retira o foco das ambições pessoais e o devolve à soberania de Deus. De acordo com o autor, os "pequenos deuses" são os sonhos, tesouros e desejos materiais que guardamos no coração e que acabam por controlar nossas vidas.
O jejum contribui para afastar esses ídolos internos através dos seguintes mecanismos:
  • Enfraquecimento da Vontade Própria: O autor ensina que os conflitos espirituais surgem da nossa recusa ou dificuldade em andar segundo a vontade divina. O jejum funciona como um escudo que reveste o fiel para o combate, ajudando a subjugar os impulsos da alma que alimentam esses "pequenos deuses".
  • Abstenção do que Desagrada a Deus: Jejuar, no contexto do autor, envolve uma abstinência deliberada de comportamentos que tiram o lugar de Deus, como a murmuração, a calúnia e a busca por prazeres egoístas. Ao se abster dessas práticas, o fiel limpa o caminho para que a "Água Viva" de Cristo volte a fluir em seu interior.
  • Discernimento e Foco Espiritual: Assim como Daniel se absteve de "manjares desejáveis" para entender o mundo espiritual, o jejum ajuda o cristão a enxergar além da visão natural. Isso permite identificar quando um sonho ou projeto se tornou um ídolo e reestabelecer Jesus como o centro da vida.
  • Blindagem contra o "Devorador": O autor afirma que o jejum serve para nos salvar das "flechas do devorador" e de influências negativas que tentam retardar as bênçãos. Ele promove uma blindagem espiritual que protege a "cultura espiritual e intelectual" do fiel contra as tentações de se deixar levar por ambições mundanas.
Em resumo, o jejum é uma ferramenta de autocontrole e santificação que disciplina o coração, impedindo que as coisas entesouradas assumam o controle da vida e garantindo que o crente seja dirigido apenas por Deus.
Como estamos discutindo essas práticas de purificação interna, você gostaria que eu elaborasse um infográfico sobre as "armas do combate espiritual" (oração, jejum e palavra) e como elas interagem para derrubar as muralhas dos "pequenos deuses"?

O que o autor diz sobre a 'armadura de Cristo'?

O autor ensina que o cristão deve ser um "guardião permanente" de sua cultura espiritual e intelectual, vigiando rigorosamente os movimentos e atos de sua própria vontade para se armar com a "armadura de Cristo Jesus".
Essa recomendação fundamenta-se em Efésios 6:13 e é apresentada como uma necessidade vital, visto que o autor descreve a vida terrestre como uma "luta contínua" e um "combate sem trégua". De acordo com os textos, essa armadura é composta por armas estratégicas que o fiel deve utilizar para não se tornar "presa fácil para Satanás":
  • Oração: É definida explicitamente como a "arma que Deus te dá" para que você seja "mais que vencedor" ao enfrentar o "Vale das Lágrimas".
  • Jejum: Funciona como um "escudo do crente", sendo essencial para revestir o fiel para a batalha e salvá-lo das "flechas do devorador". Palavra de Deus: O autor afirma que não há como vencer qualquer batalha espiritual sem ser conhecedor das Escrituras. Ele alerta que o cristão que não utiliza sua Bíblia não apenas lendo, mas obedecendo está "fadado ao fracasso".
Em resumo, a armadura de Cristo serve para blindar o fiel contra tudo o que é ruim, permitindo que ele enfrente as crises e as oposições espirituais com determinação e fé.

O QUE É SE ARMAR COM A ARMADURA DE CRISTO?
Segundo o autor Dr. Valdeci Fidelis, se armar com a armadura de Cristo Jesus (baseada em Efésios 6:13) significa assumir uma postura de vigilância constante sobre os próprios atos e vontades para enfrentar a vida terrestre, que é descrita como um "combate sem trégua",. Esse revestimento espiritual é necessário porque o fiel vive em uma "luta contínua" no que o autor chama de "vale de lágrimas",.
Para se armar adequadamente, o autor destaca o uso de três armas fundamentais:
  • Oração: É definida como a arma que Deus dá ao fiel para que ele seja "mais que vencedor" ao enfrentar as adversidades e angústias.
  • Jejum: Funciona como o "escudo do crente", sendo essencial para protegê-lo das "flechas do devorador" e prepará-lo para batalhas contra oposições espirituais severas,.
  • Palavra de Deus: O autor enfatiza que é impossível vencer qualquer batalha espiritual sem ser um profundo conhecedor das Escrituras. Ele alerta que o cristão que negligencia a Bíblia está "fadado ao fracasso" e acaba retardando sua própria bênção, pois não conhece seus deveres como servo.
Além do uso dessas armas, armar-se com a armadura de Cristo exige que o fiel seja um "guardião permanente" de sua cultura espiritual e intelectual, vigiando rigorosamente os movimentos de sua vontade para não se tornar uma "presa fácil para Satanás",. Esse processo de blindagem contra "tudo o que é ruim" permite que o cristão mantenha a determinação e a fé, mesmo quando a resposta divina parece demorada,.
Em suma, se armar com a armadura de Cristo é um exercício de obediência e disciplina, onde o fiel decide ser dirigido por Deus em vez de se deixar levar pelas próprias emoções ou pelas pressões do mundo,.


QUAIS SÃO AS OUTRAS PARTES DA ARMADURA CITADAS NA BÍBLIA?

Embora o autor cite Efésios 6:13 como a base fundamental para o fiel se revestir com a "armadura de Cristo Jesus", as fontes fornecidas focam em três instrumentos específicos que ele identifica como as armas essenciais para o combate espiritual:
  • Oração: É definida explicitamente como a "arma que Deus te dá" para que o cristão seja "mais que vencedor" ao enfrentar as angústias e adversidades. O autor ensina que ela deve ser usada com determinação e fé para que tenha efeito no mundo espiritual.
  • Jejum: Segundo o texto, o jejum funciona como o "escudo do crente". Ele é um instrumento de blindagem que ajuda a salvar o fiel das "flechas do devorador" e é indispensável para enfrentar certas oposições espirituais severas.
  • Palavra de Deus: É apresentada como a arma que tornou Jesus vitorioso contra as tentações no deserto. O autor afirma que não há como vencer batalhas espirituais sem ser um profundo conhecedor das Escrituras, pois o cristão que a negligencia acaba retardando sua própria bênção.
Informação importante: As outras partes tradicionais da armadura citadas no capítulo 6 de Efésios (como o cinto da verdade, a couraça da justiça, os calçados da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito) não são detalhadas nem listadas nominalmente nas fontes fornecidas. Essas partes fazem parte do texto bíblico original de Efésios, mas o autor das fontes prioriza o jejum, a oração e a Palavra como as ferramentas práticas de combate. Como essas informações específicas sobre as peças da armadura não constam nos seus documentos, recomendo que você as verifique independentemente nas Escrituras Sagradas.
Como estamos explorando os elementos da armadura e do combate espiritual, você gostaria que eu criasse um infográfico comparando as "armas" que o autor destaca (jejum, oração e palavra) com os desafios do "Vale de Lágrimas"?

13. O que significa 'contaminar a pedra' com o pecado?

 O que significa 'contaminar a pedra' com o pecado?

quarta-feira, 20 de maio de 2026

O pensamento científico e a experiêcia religiosa.

 

terça-feira, 19 de maio de 2026

UMA SOCIEDADE RELIGIOSA E SEU REGIMENTO INTERNO

   COMO NEGAR SAUDAR NA FÉ OS MEMBROS COM ÓSCULO E A PAZ...IRMÃOS

 Por Valdeci Fidelis. fonte: do livro do autor

Obstáculos Espirituais que Bloqueiam o Milagre Divino

 

Com Valdeci Fidelis

De acordo com as fontes, os milagres são impedidos por diversos obstáculos que bloqueiam a ação divina, sendo categorizados principalmente como falhas de conduta, postura e fé.

Os principais obstáculos espirituais mencionados são:
  • A "Pedra" do Passado e do Remorso: Um dos maiores impedimentos é estar preso a traumas, marcas profundas e tristezas antigas. As fontes ensinam que "olhar para trás" e lamentar o passado são táticas do inimigo para que o fiel dê "um passo para frente e dois para trás", impedindo o progresso espiritual. É necessário "tirar a pedra" da murmuração e do remorso para que o milagre aconteça.
  • Irreverência no Vestuário e na Postura: O uso de roupas inadequadas (como estar "quase nu" ou em roupas íntimas) durante a oração é citado como o primeiro motivo que impede Deus de ouvir. Além disso, a falta de reverência inclui comportamentos como conversar, transitar ou atender outras pessoas durante momentos sagrados.
  • Uso Inconsequente da Língua: A língua é descrita como uma "arma perigosa". Práticas como fofoca, calúnia, difamação, murmuração e o falso testemunho trazem condenação extrema e afastam a bênção. Murmurar e reclamar constantemente "contamina a pedra" e bloqueia o milagre.
  • Orgulho e Falta de Confissão: O orgulho impede que a pessoa admita seus erros. Diferente de Davi, que confessava seus pecados, o exemplo de Saul (que não admitia falhas) mostra como a soberba leva à rejeição por Deus Pecados ocultos e a falta de humildade "encobrem o rosto de Deus" para o fiel.
  • Incredulidade e Coração Insensível: Ter um coração perverso de incredulidade afasta o indivíduo do "Deus Vivo". A insensibilidade à voz do Espírito Santo, muitas vezes causada por seguir costumes mundanos, leva a uma "vida comum" sem acesso ao extraordinário.
  • Egoísmo e Infidelidade Financeira: Reter o que pertence à obra de Deus por avareza ou egoísmo (citando o exemplo de Ananias e Safira) é um obstáculo à fidelidade cristã e à prosperidade espiritual.
  • Pedir com Motivação Errada: As fontes citam Tiago 4:3 para explicar que muitos "pedem e não recebem" porque pedem mal, visando apenas o esbanjamento em prazeres próprios em vez de focar no Reino de Deus.
  • Emoções Amargas e Negativismo: Viver no negativismo, culpar a Deus pelas desgraças e ser uma pessoa intempestiva ou briguenta impede que o Reino e o Rei presidam sobre as emoções, bloqueando a paz e a restauração.
  • Ação de Satanás: O inimigo atua especificamente para retardar a resposta às orações (como no caso de Daniel), tentando fazer com que o fiel desista do milagre antes que ele se concretize.
Para superar esses obstáculos, as fontes recomendam o uso de "armas espirituais" como a oração fervorosa, o jejum, a confissão sincera de pecados e a obediência estrita às Escrituras Sagradas.

domingo, 17 de maio de 2026

A LIBERDADE DE CONCIÊNCIA DOS CRENTES

 UMA EXPLANAÇÃO SOBRE OS BATISTAS

Por Valdeci Fidelis

Uma obra teologica que eu  recomendo a quem queira compreender a fiel identidade do crente

 Este texto é um registro histórico da obra "O Rasto de Sangue", escrita por J. M. Carroll, que narra a trajetória das Igrejas Batistas desde a era apostólica até a modernidade. O autor defende a tese de que, apesar das perseguições sistemáticas, existiu uma linhagem contínua de cristãos fiéis às doutrinas originais do Novo Testamento, independentes da Igreja Católica e do Estado.

 A narrativa detalha os martírios sofridos por esses grupos, a origem de nomes como Anabatistas e Waldenses, e a gradual corrupção doutrinária que levou à formação da hierarquia eclesiástica. Através de um mapa histórico, a obra ilustra séculos de conflitos religiosos, destacando a resistência de comunidades que preservaram princípios como o batismo de crentes e a liberdade de consciência.

 O conteúdo serve como um documento apologético que busca validar a identidade batista por meio de um legado de sacrifício e fidelidade às escrituras.

 como identificar os conflitos religiosos, como eram
formados e qual as penalidades sobre esses erros doutrinarios
Fonte: J.M.Carroll

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

 DEPOIMENTOS DE UMA PROFESSORA

Por que criança deve voltar a aprender lógica na escola

Claudia Stippe

Comecei a ensinar lógica de programação como professora na década de 90, trabalhando com crianças nas turmas de alfabetização e adolescentes no ensino médio.  A linguagem utilizada para ambas situações era a Linguagem de programação Logo. Com os primeiros,  usávamos atividades de chão e a tartaruga de solo - um pseudo robô que as crianças programavam com um teclado cheio de ícones - e os demais com o programa Megalogo, uma evolução do Logo Write.  

A Linguagem Logo, desenvolvida pelos pesquisadores Seymour Papert e Marvin Minsky, ambos  do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), reune o  conhecimento de Inteligencia Artificial, pesquisas de Jean Piaget, e a crença de que é possível fazer com que as escolas se apropriem deste novo momento de descobertas tecnológicas, que na época era meados dos anos 60. Assim, optaram por juntar o que eles como pesquisadores e cientistas sentiam ao verem as pessoas fora da escola e em seus locais de trabalho, se envolvendo e aprendendo mais e de maneira autônoma com as tecnologias que foram colocadas a sua disposição.  

Queriam que os alunos fossem provocados a partir da lógica de programação. Que as atividades propostas nas escolas daquela época propiciasse aos seus alunos algo motivador e diferente, que envolvesse os mesmos na resolução de problemas e raciocínio lógico, saindo do modelo de educação da era industrial, para uma educação da era tecnológica.

Nos anos 80 e idos dos anos 90, as escolas que queriam ser moderninhas usavam softwares para apresentar conteúdos com base no currículo e em uma interface nada colaborativa ou intuitiva, replicando os livros didáticos na tela do computador. Aqui no Brasil um grupo de educadores e pesquisadores se incomodavam com isto, era o NIED - Núcleo de Informática Educativa da UNICAMP,  e o grupo  LEC - Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto do Psicologia da UFRGS, liderado pela  Professora Léa Fagundes.

Estes grupos que destaco, exploravam naquela época a potencialidade do computador usando a Linguagem de Programação Logo, com trabalhos desenvolvidos, prioritariamente, com crianças da escola pública que apresentavam dificuldades de aprendizagem de leitura, escrita e cálculo, procurando compreender o raciocínio lógico-matemático dessas crianças e as possibilidades de intervenção por meio da tecnologia disponível na época,  como forma de promover a aprendizagem autônoma.

Com as atuais notícias que leio nas rede sociais e nos jornais de grande circulação sobre crianças programando nas escolas, achei que valia a pena fazer as pessoas relembrarem ou conhecerem esta trajetória, e convidar a reflexão do que queremos ou fazemos com isto dentro das mesmas.

Muito bem, então falar de programação para crianças e uso de protótipos para que os alunos manipulem objetos e criem seus robôs, não deveria ser nenhuma novidade no século XXI, e sim algo corriqueiro nas nossas escolas tanto públicas como privadas. Mas como tudo aquilo que não é compreendido ou aceito por aqueles que estão a frente de nossas escolas, acabou caindo no esquecimento.  

Continuando com a minhas memórias, em 2013 surge o Code.org nos EUA, lançando um desafio mundial para que estudantes, meninos e meninas e quem quisesse entrar na dança,  tomassem contato com a ciência da computação em uma provocação durante a segunda semana do mês de dezembro de todos os anos,  onde estes participantes são levados a desenvolver atividades simples, mas desafiadoras de programação, chamando a isto de A Hora do Código. Muita gente se anima e se envolve,  incluindo-se no Brasil a parceria com o Progamaê.org.br  que replica as ações.

Olha só que coisa bacana, mais uma vez um movimento que nasce fora da escola,  traz de volta a tecnologia para esta escola que a abandonou por não reconhecer nela,  suas semelhanças e possibilidades educativas. Estamos, depois de 3 anos do projeto no ar,  vendo que o movimento está se fortalecendo e  colocando novamente nas mãos dos professores - que participam como voluntários,   sem muitas horas de formação específica ou de planejamento-  a oportunidade de experimentar a tecnologia que permeia o nosso século,  e que está no cotidiano das crianças - fora dos muros da escola - retornar para dentro da escola como uma grande novidade.

Que bom, voltamos a ter escolas promovendo aulas de construção de games. Temos que entender a sensação de novidade, pois o que  se dá hoje comparado com os recursos tecnológicos de 40 anos atrás,  nos remete a esta sensação. E para mim, que iniciei esta jornada na tecnologia educacional fazendo exatamente isto há mais de  30 anos, soa como uma bela música aos ouvidos.  

É importante frisar que a prioridade, independente da amnesia histórica que a gente sempre vive na área de educação, é  de dar para nossos alunos e professores  novamente esta possibilidade de aprender por meio da construção de novos conhecimentos de maneira  ativa -  com  a construção de jogos digitais, games e o que mais desejarem chamar - que usam na sua estrutura mais básica a nossa esquecida, mas não menos querida, lógica de programação da Linguagem Logo.  Fazendo com que as crianças e jovens que passam por esta experiência aprendam com particular eficácia e consigam iniciar o processo de construção de uma aprendizagem ativa, pois estão sendo realmente envolvidos na construção de programas, que lhes são pessoalmente significativos como pequenos jogos,  animações ou  movimentação de robôs.

O que a gente precisa entender é que esta questão de se ensinar criança a programar,  começou há muito tempo com bases sólidas no desenvolvimento cognitivo das crianças,  por meios das teorias piagetianas para a construção do pensamento,  e precisamos hoje ter tudo isto vinculado a estudos mais profundos e que não seja apenas um novo instrumento para as escolas Moderninhas.  

Que este movimento nos ajude a construir novos caminhos no uso das tecnologias na escola e que o professor seja empoderado e volte a ser o protagonista junto com seus alunos. 


Fonte: Instituto Paramitas

JESUS O MAIOR DOS SÁBIOS

 

Grande professor   de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus. Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”

O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”

Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.

De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.

Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso?

Fonte: Defesa da Fé

Valdeci Fidelis  é  Teólogo