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sábado, 10 de outubro de 2026

ROMANOS 3:21-26 II CAP.

 CAPITULO 2


 PARTE  

O comportamento cuidadoso pode parecer algo natural dentro de um relacionamento, mas não é, pelo contrário, é sinônimo de insegurança e baixa autoestima, esse tipo de comportamento faz com que a pessoa se esqueça das coisas prazerosas do dia-a-dia e passe a maior parte de seu tempo investigando a vida do outro. É como uma lente de aumento: Ela começa ver as coisas de maneira exagerada e acredita que todos aqueles pensamentos são reais. Não aceita que o companheiro ou companheira se encontre com os amigos ou familiares. Mexe nas coisas pessoais frequentemente. Liga demasiadamente, mesmo já sabendo onde o companheiro está. É importante deixar claro que você não gosta desses tipos de atitudes, e que elas acabam desgastando o relacionamento, porque não incentiva ou acha que seja demonstração de amor ao próximo pelo amor em Cristo. Confiança e respeito é à base de um relacionamento saudável e duradouro que é o desejo do criador, o amor prevalecerá na humanidade se buscarmos compreender o próximo que é nós mesmos; muitos pensam que estar sempre de olho é proteger, mas quando a pessoa se sente muito vigiado procura achar brechas como uma válvula de escape para se proteger dos cuidados exagerados. 

Muitas perguntas que ele não tem respostas, pode ficar confuso, irritado, e às vezes podem caminhar para a beira da ignorância, porque temos conhecimentos, a pessoa procura sempre se exaltar como sendo superior ao que estar sendo inquirido, é preciso silenciar e pensar em quem estar nos pedindo ajuda. O silêncio é a morada dos sábios, mas poucos compreendem sua força. A maioria o vê como vazio, quando na verdade é uma força colossal que destrói ilusões e expõe as fraquezas de quem não sabe lidar com a ausência de ruído. É por isso que a frase atribuída a Pitágoras carrega tanto peso: falar não é um direito automático, é um privilégio que deveria ser conquistado pelo valor daquilo que se diz. Palavras vazias, por mais belas que sejam, só enfeitam o que já é inútil. São como ornamentos em uma casa sem alicerces: desmoronam ao menor abalo. Falar apenas para preencher o silêncio é uma fraqueza disfarçada de necessidade. É essencial a nossa tentativa de escapar de si mesmo. Quem não suporta o silêncio, inevitavelmente não suporta a própria companhia. Por outro lado, quando se fala com propósito, as palavras têm o poder de moldar o mundo. Não é sobre quantidade, mas sobre o impacto que elas causam. 

Uma frase dita no momento certo pode destruir um império ou salvar uma vida. Mas para isso, é preciso entender o silêncio. Apenas quem conhece a quietude sabe a importância do que você não precisa da altura, precisa da razão que o faz seguir. Que propósito te impulsiona hoje? será dito por muitos que querem te ajudar, mas onde estará a atitude do pensar e do agir com empatia. Você não precisa da altura para equidade, precisa somente da razão que faz seguir que o propósito te impulsiona você hoje. Saber que o trabalho que faço, há de garantir a sustentabilidade do meu legado nesta terra, impactando de forma positiva milhares de vidas, quem sabe algum dia ser um modelo de conduta para várias sociedades. Olhe bem para ele. A dureza da pedra não é só matéria; é símbolo, chama-lo de “pedra angular” homem esculpido em silêncio, perdido em sua lapidação, em um pensamento de ser um diamante tão profundo que atravessa o tempo, encapsula a essência do que você teme admitir a busca por um sentido é como uma prisão escura auto imposta, mas um momento irá brilhar intensamente sempre será como luz para aqueles que sempre despreza e te achava como um cascalho e não como um brilhante incrustado em um aluvionar.

Essa tese de ponderar-se, essa introspecção congelada ira desfazer-se, é o retrato de toda a humanidade que prefere contemplar o abismo em vez de agir sobre ele, quando ele age através do pensar, agir e tomar uma decisão tudo se transforma em um momento simultâneo da existência de vida. Você se vê como nele, não com mãos no rosto, nem com a testa franzida, como se estivesse à beira de uma epifania que nunca chega. É a espera pelo “momento certo”, pelo “entendimento completo” você atingirá esse momento de felicidade, porque tem um poder Onisciente, um poder transformador Onipotente em você. Mas aqui está o golpe; não há momento certo. Não há resposta final; enquanto você, como pedra, está condenado à eternidade, você é carne, está perdendo a sua força, ou obedecendo a vontade do inimigo da lei e do poder supremo que é confiar no todo poderoso Deus. Esse rosto petrificado não pensa. Ele representa o que você finge fazer enquanto procrastina suas decisões mais importantes. Decisões que exigem ação, não mais perguntas. Então eu te pergunto: quando é que você vai parar de ser uma estátua? Olhando para sua aparência e se achando todo poderoso, físico e malhado? Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. (Mateus 23:12) Vivemos numa sociedade que se preocupa com a exaltação do "eu", onde todos podem tudo em busca do prazer e da satisfação momentânea, sem se importar com as consequências. A exaltação do "eu" passa, como tudo nesta vida, o vazio volta, e a vida sem sentido retoma sua rotina, de novamente buscar a exaltação, de novo, de novo, de novo. Quando vivemos para Cristo, seu amor nos completa, sua companhia é real e viva, olhamos para a cruz e vemos nela o sinal da máxima humilhação, onde Jesus pagou com a dívida do nosso pecado. Contudo, ela está vazia, bem como o sepulcro, porque Ele ressuscitou e vive, e através da sua vida, nós também podemos viver. Não importa se a sociedade nos acha estranha ou nos humilha com seus conceitos, pois, certo é que, a exemplo de Cristo vive, todos os que permanecerem fiéis a Ele serão como Ele, exaltados pelo Pai. Isso sim é uma esperança viva, em Jesus nosso salvador, quando procuramos compreender falamos que Jesus ressuscitou e vive, queremos dizer várias coisas elencadas no amor e a fé, profundamente significativas para a fé cristã.

Falando no âmbito teológico e espiritual: Vitória sobre a morte: A ressurreição de Jesus é a prova máxima de que a morte não tem poder definitivo sobre ele e, por extensão, sobre aqueles que creem nele. Ele venceu o pecado e suas consequências, incluindo a morte física e espiritual. Confirmação da divindade de Jesus: A ressurreição é vista como a confirmação da alegação de Jesus de ser o Filho de Deus o Messias prometido. É o selo divino sobre sua vida, seus ensinamentos e seu sacrifício. Fundamento da fé cristã: A ressurreição é o pilar central da fé cristã. Sem ela, como disse o apóstolo Paulo, se Cristo não ressuscitou, é vã, a vossa pregação vã, a vossa fé; em outras citações em versão diferente diz "a nossa pregação é inútil, e também é inútil a fé que vocês têm" (1 Coríntios 15:14). Promessa de vida eterna: A ressurreição de Jesus oferece a esperança da ressurreição e da vida eterna para aqueles que creem nele. Sua vitória sobre a morte é uma garantia de que os crentes também participarão dessa vitória. Presença viva de Cristo: Afirmar que Jesus vive significa que ele não é apenas uma figura histórica do passado, mas está presente e ativo na vida dos crentes e da Igreja através do Espírito Santo. Ele continua a interceder, guiar e fortalecer seus seguidores. Novo começo e transformação: A ressurreição simboliza um novo começo, uma ruptura com o passado e a possibilidade de uma vida transformada pelo poder de Deus  No âmbito prático e existencial:

Esperança em meio ao sofrimento: A crença na ressurreição oferece esperança e consolo em face da dor, do sofrimento e da perda. Ela aponta para uma realidade futura de alegria e plenitude. Motivação para uma vida de fé e serviço: A certeza da ressurreição impulsiona os crentes a viverem de acordo com os ensinamentos de Jesus, buscando justiça, amor e serviço ao próximo. Poder para vencer o pecado: A vida ressurreita de Cristo oferece poder aos crentes para resistirem ao pecado e viverem em novidade de vida. Comunhão com o Cristo vivo: A afirmação de que Jesus vive implica uma relação pessoal e contínua com ele através da oração, da leitura da Bíblia e da participação na comunidade cristã. Em resumo, quando dizemos que Jesus ressuscitou e vive, estamos proclamando uma verdade transformadora que impacta a nossa compreensão de Deus, da vida, da morte e do nosso próprio destino. É uma declaração de fé, esperança e vitória. Segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus. Pare e observe atentamente, pois o Apóstolo Paulo fala de algo irrevogável da parte de DEUS: Promessa de vida que está em Jesus Cristo. Paulo, o apostolo não tinha ideia, naquele dia, que saía para prender e matar cristãos indefesos, que por volta do meio dia, seria envolto por uma brisa vinda do céu. O Espírito Santo distribui seus dons e opera onde, quando, em quem, na medida e do modo que lhe agrada. Ele distribui a cada um de acordo com a sua vontade (1 Co 12:11). Essa promessa não é só para o futuro, mas também para o presente e começa exatamente no momento em que nós confessamos Cristo como único Senhor de nossas vidas; vivê-la significa vencer aquele medo, aquela insegurança, a solidão, a desesperança, o fracasso e todas as fragilidades que o pecado pode gerar em nós, afinal, se têm Cristo, temos também a sua vitória sobre o mundo e a promessa de que estaremos com Ele em seu Reino pela eternidade.

Viver pela fé em Cristo é estar certo de que a promessa de Deus se cumprirá em nossas vidas. Alegre-se em sua fé por opções, inseguranças, defesa, sonhos, pela fé ou pela dor, busque a Jesus pela vitória e graça, nada te impedira de alcançar a salvação, mesmo que você tenha sofrido  coisas terríveis como dores, cansaços, angustias, , creia que você não derrotado, pode estar até caído no momento da dor, mas não estará derrotado, pela fé que existe em você, tenha a certeza que Jesus esta ao teu lado e pela certeza que Cristo Jesus é Salvador.

Por isso, a confiança em Jesus é fundamental para que o Espírito Santo continue nos moldando, transformando, segundo o modelo de Jesus, e a cada obstáculo superado podemos repetir: Até aqui, nos ajudou o Senhor. Vamos em frente, seguindo em vitória. Esse tipo de comportamento faz com que a pessoa se esqueça das coisas prazerosas do dia-a-dia e passe a maior parte de seu tempo investigando a vida do outro. É como uma lente de aumento. Ela começa ver as coisas de maneira exagerada e acredita que todos aqueles pensamentos são reais. Não aceita que você saia com os amigos que sempre se encontravam, com os amigos e seus familiares ainda que sejam da mesma comunidade. Mexem nas coisas, endereços de redes sociais e pessoais com frequência. Liga demasiadamente procurando a que horas termina a reunião de amigos ou futebol entre eles, mesmo já sabendo onde o companheiro estar. É importante deixar claro que você não gosta desses tipos de atitudes, e que elas acabam desgastando o relacionamento. Não incentive ou ache que seja demonstração de amor sua companheira ir até seu trabalho e lhe fizer surpreso diante dos amigos. Confiança e respeito são a base de um relacionamento saudável e duradouro! Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado (Mateus 23:12). Vivemos numa sociedade que se preocupa com a exaltação do "eu", onde todos podem tudo em busca do prazer e da satisfação momentânea, sem se importar com as consequências. A exaltação do "eu" passa, como tudo nesta vida, o vazio volta, e a vida sem sentido retoma sua rotina, de novamente buscar a exaltação, de novo, de novo, de novo. 

Quando vivemos para Cristo, seu amor nos completa, sua companhia é real e viva, olhamos para a cruz e vemos nela o sinal da máxima humilhação, onde JESUS pagou a dívida do nosso pecado. Contudo, ela está vazia, bem como o sepulcro, porque ELE ressuscitou e vive, e através da sua vida, nós também podemos viver. Não devemos ser insensatos nem cegos “Insensatos e cegos! Qual é o maior: a oferta, ou o altar, que santifica oferta? Portanto o que jurar pelo altar jura por ele e por tudo o que sobre ele está: E o que jurar pelo templo jura por ele e por aquele que nele habita, o que jurar pelo céu jura pelo trono de Deus, e por aquele que está assentado nele (Mt 23:19-22)”. Ainda em Mateus enfatiza que limpa primeiro interior do corpo e do prato, para que também o exterior fique limpo, pois se não limpais o exterior do corpo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniquidade (verso 25). Sepulcros deram origem a muitas tradições romanas então cuidadas ao tratar deste assunto, pois até os anos 177 d.C., houve uma invasão de artes das imagens, assim se cumpria as profecias dos evangelhos de Mateus: Mateus 29 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos justos, e dizeis: Se existíssemos no tempo dos nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para derramar o sangue dos profetas.

9. PARTE - AUTODISCIPLINA 

Como os textos referidos no versículo (Mt 23:30). A disciplina é um processo que leva vinte anos e envolve pais, escola, igreja, e outros elementos. A tarefa dos pais é guiar para uma vida de responsabilidade e amadurecida. E isso demanda tempo, e exige muita atenção, aliás, atenção dobrada se quer preparar os filhos para uma vida de respeito, uma vida reta, decente para seu bem e o dos outros. Parece missão tão pesada e difícil, mas a disciplina se torna fácil quando a criança se sente amada. Quando se sente rejeitada, a disciplina fica muito pesada. E a reação com ira, com hostilidade, com ressentimento somente surge quando não existe um elo de amor forte. E que diz a Palavra de Deus? Colossenses 3.21 diz: “Vós, pais, não irritesis a vossos filhos, para que não fique desanimado, lembre-se que a criança é um feixe de energias e emoções que precisam ser ordenadas”. A criança, então, é o cartão de visita dos pais, não devemos esquecer disso. Eles demonstram qual tipo de educação lhe é aplicada, onde muitas vezes não é dele a culpa e sim por mimar muito, é tarefa dos pais coordenarem o comportamento dos filhos. Terapeutas de família, psicólogos já têm um resumo da história da família e dos relacionamentos internos, das alianças dentro daquela casa somente pela conduta da criança quando entra no consultório ou quando está com os pais. Esses profissionais leem a criança, e percebem como é a vida em casa. Isso quer dizer que para a criança ser disciplinada, é necessário que os pais se disciplinem. Há uma diferença entre "castigar" e "disciplinar". São coisas diferentes. Não estamos falando de castigo, mas, de disciplina. Porque castigar é vingar-se, disciplinar é colocar em ordem. A educação começa cedo: é fundamental começar educar filhos desde pequenino, mostrando-lhes valores e princípios importantes. 

            Entenda que amor disciplina é amor, não é castigo, mas sim um ato de amor que ajuda os filhos a crescerem como pessoas melhores, num mundo tão conturbado em que vivemos. Esses textos de Provérbios: O que retém a sua vara aborrece a seu filho; mas o que o ama, há seu tempo o castiga (Pv 13: 24). "Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga". "Não retire da criança a disciplina; porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do Seol”. Mas vamos lembrar que a vara era usada pelo pastor no Oriente (com o ainda o é). Era usada para guiar, e não para bater ou espancar a ovelha; o lobo sim era espancado. A vara era usada para consolar, é como diz o Salmo 23.4, "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam”. Lembre-se de que Deus o colocou como responsável pela disciplina dos seus filhos. E se isso acontecer de acordo com a Sua Palavra, você vai ter a Sua aprovação, e a bênção dos céus. E a obediência do filho não é opcional nem é desejável. A Bíblia diz que a obediência é exigida. Lembre-se de que você é uma autoridade na sua casa, é autoridade para os seus filhos porque Deus o fez assim, e se ele não aprender autoridade que é o irmão, a irmã, lá fora ele também não vai dar muito valor à autoridade. Mas ela vai buscá-lo onde ele estiver. Pais foi feito para dar. Há uma história contada por Jesus na qual o pai deu tudo o que tinha: deu ao Filho Perdulário que retornou para casa: um abraço, novas vestes, um banquete, uma nova dignidade. E diz a Bíblia que também Deus nos deu: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". Procure na sua Concordância Bíblica a palavra "dar". Veja que enorme lista do verbo "dar" na Bíblia, porque a Bíblia é o livro da doação, é o livro do grande amor de Deus, do Grande Amor o tempo todo. A paternidade e a maternidade têm um preço, um alto preço, um elevado custo. A Deus, a paternidade custou o próprio Filho, Jesus; e a nós, a paternidade ou a maternidade custa tudo! Mas sabe o que a Bíblia diz a esse propósito? Diz: Eis que pela terceira vez estou pronto a ir ter convosco, e não vos serei pesado, porque não busco o que é vosso, mas sim a vós; pois não. Evite a armadilha de agir para agradar ou para escapar de julgamentos alheios. Faça apenas o que resiste ao teste mais impiedoso: o da justiça. Ação sem justiça é servidão. É a alma se ajoelhando diante do conveniente, sacrificando o caráter em nome do conforto. Quanto à palavra, cuidado: dizer algo que não é verdade é mais do que mentir. É envenenar. Não importa a quão pequena pareça a distorção, ela corrói, tanto quem a diz quanto quem a ouve. Falar sem verdade é dar forma ao vazio, alimentando a ilusão e perpetuando a mediocridade.

Se tem a coragem de ser justo e verdadeiro não te trará um exército de admiradores, mas te libertará. Porque quem vive para agradar, vive acorrentado. E no fim, só respeita quem ousa caminhar sem amarras, são os filhos que deve entesourar os pais. Esperança em meio ao sofrimento: A crença na ressurreição oferece esperança e consolo em face da dor, do sofrimento e da perda. Ela aponta para uma realidade futura de alegria e plenitude. Motivação para uma vida de fé e serviço: A certeza da ressurreição impulsiona os crentes a viverem de acordo com os ensinamentos de Jesus, buscando justiça, amor e serviço ao próximo. Poder para vencer o pecado: A vida ressurreita de Cristo oferece poder aos crentes para resistirem ao pecado e viverem em novidade de vida. Comunhão com o Cristo vivo: A afirmação de que Jesus vive implica uma relação pessoal e contínua com ele através da oração, da leitura da Bíblia e da participação na comunidade cristã. Em resumo, quando dizemos que Jesus ressuscitou e vive, estamos proclamando uma verdade transformadora que impacta a nossa compreensão de Deus, da vida, e da morte e do nosso próprio destino. É uma declaração de fé, esperança e vitória. O apóstolo Pedro, com sua fidelidade de Cristo, ele morreu de cabeça para baixo chamado, foi chamado para seu ministério, um ministério de revelação divina, com nunca visto. Segundo a tradição cristã, Pedro foi martirizado em Roma durante o reinado do imperador Nero. Ele foi condenado à crucificação, mas pediu para ser crucificado de cabeça para baixo por não se considerar digno de morrer da mesma forma que Jesus Cristo, é isso que prova o amor de pai, o filho de Deus foi até o fim no cumprimento e obediência ao pai, para ficou o tempo da graça, que podemos ver a cristo sem o véu que separava de nós, cristo veio e voltará para levar os deles. Promessa de vida eterna: A ressurreição de Jesus oferece a esperança da ressurreição e da vida eterna para aqueles que creem nele. Sua vitória sobre a morte é uma garantia de que os crentes também participarão dessa vitória. Presença viva de Cristo: Afirmar que Jesus vive significa que ele não é apenas uma figura histórica do passado, mas está presente e ativo na vida dos crentes e da Igreja através do Espírito Santo. Ele continua a interceder, guiar e fortalecer seus seguidores. Novo começo e transformação: A ressurreição simboliza um novo começo, uma ruptura com o passado e a possibilidade de uma vida transformada pelo poder de Deus. Não importa se a sociedade nos acha estranha ou nos humilha com seus conceitos, pois, certo é que, a exemplo do amor de Cristo, todos os que permanecerem fiéis a Ele, serão como Ele exaltados pelo PAI. Isso sim é uma esperança viva... "Segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus" (2Tm 1:1).  

 INTERPRETAÇÃO Rm 10:1-13

Para explicar o livro de Romanos 10 a um evangélico pentecostal, podemos abordar a passagem com sensibilidade às suas crenças e enfatizando os pontos de convergência. Aqui está uma possível abordagem, se começamos com o contexto, podemos começar lembrando que Paulo escreveu a carta aos Romanos para uma igreja composta por judeus e gentios. No capítulo 10, Paulo está particularmente preocupado com a salvação de seus irmãos judeus. Eles tinham zelo por Deus, mas Paulo percebe que esse zelo não era acompanhado de verdadeiro entendimento sobre como alcançar a justiça divina. Versículos que expõe a Explicações: Romanos 10:1-3: Paulo diz: "Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus por Israel é que sejam salvos. Pois testemunho a favor deles que têm zelo por Deus, mas o seu zelo não se fundamenta no conhecimento. Porquanto, ignorando a justiça que vem de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. Ênfase: Podemos destacar aqui que ter "zelo por Deus" é algo positivo e que muitos pentecostais valorizam essa paixão pela fé. No entanto, Paulo aponta que esse zelo precisa estar alinhado com o conhecimento da maneira como Deus providenciou a salvação. Conexão Pentecostal: Podemos mencionar que, assim como os judeus da época de Paulo, muitos hoje podem estar buscando a Deus com sinceridade, mas talvez precisem compreender mais profundamente a centralidade de Jesus Cristo na salvação. Romanos 10:4: "Porque Cristo é o fim da Lei para todo aquele que crê." Ênfase: Este versículo é crucial. Podemos explicar que "fim" aqui não significa o fim da Lei como um padrão moral, mas o fim da Lei como um meio de alcançar a justiça diante de Deus. Em Jesus, a justiça é oferecida gratuitamente pela fé. Conexão Pentecostal: Podemos relacionar isso com a experiência da graça de Deus, tão valorizada no meio pentecostal. A salvação é um presente de Deus, não algo que conquistamos por nossos próprios esforços ou seguindo rigidamente um conjunto de regras. Romanos 10:8-10: "Mas que diz ela? ‘A palavra está perto de você; está em sua boca e em seu coração’, isto é, a palavra da fé que estamos proclamando: Se você confessar com sua boca que Jesus é Senhor e crê em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação. Aqui está o cerne da mensagem do evangelho: fé em Jesus Cristo, expressa através da confissão. A salvação é acessível a todos que crêem e confessam Jesus como Senhor.

Conexão Pentecostal: Este ponto ressoa muito com a ênfase pentecostal na experiência pessoal com Deus e na declaração pública da fé. A importância da confissão e da crença no poder da ressurreição são temas centrais em muitas igrejas pentecostais. Romanos 10:13: "Porque 'todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo'." Ênfase: Esta promessa universal é poderosa. A salvação não é exclusiva de um grupo étnico ou religioso, mas está disponível para todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus. Conexão Pentecostal: Este versículo pode ser ligado à prática comum nas igrejas pentecostais de invocar o nome de Jesus em oração e louvor, reconhecendo seu poder salvador. Pontos para enfatizar a centralidade de Jesus: Romanos 10 aponta para Jesus Cristo como o único caminho para a justiça e salvação. A salvação pela fé: A justiça de Deus é alcançada pela fé em Jesus, não pelas obras da Lei. A importância da confissão: A fé genuína se manifesta na confissão de Jesus como Senhor.

            A universalidade da salvação: A salvação está disponível para todos que creem e invocam o nome do Senhor. O equilíbrio entre zelo e conhecimento: É importante ter paixão por Deus, mas essa paixão precisa ser guiada pelo conhecimento da verdade do evangelho. Evitando mal-entendidos: É importante deixar claro que Paulo não está diminuindo a importância da Lei como um padrão moral, mas sim mostrando que ela não é o meio pelo qual somos justificados diante de Deus. Podemos ressaltar que a fé genuína produz frutos de justiça (que podem incluir a obediência aos mandamentos de Deus), mas esses frutos são uma consequência da salvação, não a causa dela. Ao abordar Romanos 10 dessa maneira, com sensibilidade e buscando pontos de conexão com a fé pentecostal, podemos apresentar a mensagem de Paulo de forma clara e relevante. É que a fé em Jesus, na confissão e na universalidade da salvação certamente ressoa com muitos evangélicos pentecostais. Pare tudo e observe atentamente, pois o Apóstolo Paulo fala de algo irrevogável da parte de Deus: Promessa de vida, que está em Jesus Cristo. Essa promessa não é só para o futuro, mas também para o presente e começa exatamente no momento em nós confessamos Cristo como único Senhor de nossas vidas. Vivê-la significa vencer o medo, a insegurança, a solidão, a desesperança, o fracasso e todas as fragilidades que o pecado pode gerar em nós, afinal, se têm Cristo, temos também a sua vitória sobre o mundo e a promessa de que estaremos com Ele em seu Reino pela Eternidade.  

Viver pela fé em Cristo é estar certo de que a promessa se cumprirá em nossas vidas. Alegre-se, boa caminhada com Jesus Cristo, este é o caminho para um bom combate e seus limites. Foi o poder do nome de Jesus que deu forças a este homem. O que vocês estão vendo e sabendo foi feito pela fé no seu nome, pois foi à fé em Jesus que curou este homem em frente de todos vocês (Atos 3:16), relato é de um homem que era um mendigo e que nunca havia andado, nasceu aleijado, contudo, a fé em Jesus o curou milagrosamente, ao ponto de pular imediatamente e junto com a multidão louvar a Deus. Meus queridos, com JESUS é assim, o endemoniado é liberto, o enfermo é curado, o pecador é redimido, vidas são transformadas e onde havia a miséria, confusão, abandono, passará a ter provisão, comunhão e segurança. Viver com Jesus é ver milagres acontecendo todos os dias, basta prestarem atenção. “Estou convencido de que você é aquele que ama e já ouviu falar em Cristo Jesus, e já começou a perceber que em você está uma boa obra em sua vida, vai completá-la até o dia da vinda de Cristo Jesus.” (Filipenses 1.6). Você e eu somos uma obra inacabada de Deus! Deus está ainda trabalhando no homem global em nós! Ele não desistiu! Então, é só você e vir para o meio (Marcos 3:3 e Lucas 6:6-11). Porque é o lugar onde a glória de Deus permanece e permanecerá. O soberano e Senhor se preocupam com nosso temperamento, emoções, inseguranças, sonhos, valores, e até mesmo o valor que você tem e dá a você mesmo, sabia disso?  Por isso, a confiança em Jesus é fundamental para que o Espírito Santo continue nos mudando, transformando, segundo o modelo de Jesus, e a cada obstáculo superado podemos repetir: Até aqui, nos ajudou o Senhor. Vamos para a vitória.

São comuns nos meios dos cristãos aqueles que ainda não se firmaram em Cristo Jesus buscarem em novos pregadores uma resposta para o que eles procuram, mesmo achando que vão desagradarem ao seu pastor, isso é fascinante a eles. Perguntaram-me depois de um culto de ação de graças, realizado ao ar livre em uma residência, este culto por ser a casa de um membro (família batizadas), deveria partir do princípio quem liderar seria o seu pastor, como abertura e leitura oficial da Palavra. Mas todo o culto foi conduzido por louvores e preleções de alguns outros, e o líder espiritual da congregação (o anjo da igreja) estava quase na calçada com a família e outros pastores, e alguns minutos depois lhe foi convidado o pastor para fazer uma oração. Perguntaram-me ao terminar um culto a seguinte pergunta: Você gostou do que ele falou? Ele é um profeta que revela muitas coisas de Deus?  Eu respondi que o rei Saul fazia profetadas, com bases em acromancias, cede um profeta á que devemos acreditar? Ou é na Bíblia ou nas palavras de quem nos fala?  Confesso que fiquei confuso só em ter que suportar aquele volume de alto som do microfone, gritos que exaltavam as pessoas, leituras de textos incompletos e na base que decorava mostrando que eram revelações de Deus, citando pessoas de que ia fazer curar as enfermidades e dizendo que via uma volumosa barriga em gestação a caminho na vida de uma senhora, seria ela casada naquele ato? Ou aquele homem que ele promete emprego que já estava à porta.

É ironia querer provar ao povo uma expressão de sentido contrário do que se pretende dizer com o objetivo de diminuir outras denominações religiosas, depreciar ou de louvar e engrandecer. Exemplo: “E sucedeu que, ao meio dia, Elias zombava deles, e dizia: clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; porventura dorme, e despertará” (I Rs 18.27). Citando o texto bíblico: Pedi, e vos será concedido; buscai, e encontrareis; batei, e a porta será aberta para vós. Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois tudo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, se lhe abrirá. (Mateus 7:8). Vejam o salário dos trabalhadores que ceifam os seus campos, e que vocês retiveram com fraude, está clamando contra vocês. O lamento dos ceifeiros chegou aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. (Tiago 5:4). 

Irmãos, quantos pais de família recebem seus salários e o torna difícil cumprir com seus deveres de chefe de família, mas eles estão participando com sua comunidade, com seu dízimo e oferta. Quantos aqueles que usurparam dos cofres públicos e das empresas sob propinas estão na mira da justiça e aos ouvidos do Senhor. Não há necessidade de empolgação para aparecer como melhor pregador que o tal pastor, é preciso serenidades e simplicidade para com o Senhor. Uma retórica de uso platônico como retórica e sofismo, falando de intimidades entre casais, e revelando aos pais o que sua filha estaria em fornicação com namorado, revelando cor de peça íntima e modelo que estava usando. Revelar amizades íntimas de casais que seja de sua vida privada, e não como testemunho e ali era um culto e não um encontro como se fossem um local de pessoas iniciantes ou recuperando de sevícias e manias pecaminosas de desobediência com a família e com Jesus. Relatar procedimentos rituais e comportamento judeus, aludir que um membro contou que foi beijado na face pelo seu pastor, ora isto é comum entre cristãos honestos e fieis. Um costume judeu, e dizer que homem não beija outro homem a não ser seu pai ou sua esposa e filhos. Entre muitos que ali estavam membros que participam de outras denominações por ele citada, no qual ele desclassificou como imoral a condutas de certas igrejas, nas prosperidades de muitos ficarem ricos, sem conhecê que muitos eram ricos em fortunas e perderam algo e tiveram de catar latinhas mesmo para não perderem nada mais, porque conheceram a Jesus, e foram restaurados tudo que perdeu e tal e tal. Se fosse no tempo do apostolo Paulo os Bereanos explicavam ou falavam analisando as palavras, como está escrito em Hebreus 11:32-40, nos últimos tempos o Brasil está vivendo uma crise e algumas ‘Igrejas’ não estão pregando o Evangelho Pentecostal, mas a mensagem é mais os neopentecostais, como quem nunca tínhamos assistido. A se fosse no tempo do apostolo Pedro. “As pessoas sem conhecimentos Bíblicos encontram nesses falsos líderes uma falsa resposta, negligenciando de que o sofrimento é inerente à vida humana. Um pastor verdadeiramente vocacionado por Deus e biblicamente qualificado tem grande poder de autoridade na igreja, mas essa não é uma autoridade secular e governamental que lhe dá o direito de ironizar outras, é uma autoridade graciosa, com humildade e compassiva no sentido de apascentar. A 1 Pedro 5:2-3 é claro sobre o que diz: "Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho (1 Pedro 5:2-3). Movimento fundamentalista infelizmente tem produzido um grande número de igrejas pastoreadas por homens ímpios, os quais exercem autoridade secular e agem mais na carne e no sangue do que no Espírito. Nós cristãos não precisamos de mediadores para ainda que em 1 Timóteo, fala que a mulher cuide bem de sua casa, mas as decisões da casa devem ser resolvidas pelo pai e a mãe e não pelo pastor. Efésios 6:4. As mães têm a responsabilidade de administrar o lar (Tito 2:4-5 e 8). As decisões sobre esses assuntos, obviamente, devem cair sobre os ombros da mãe e do pai. E o pastor não tem autoridade para usurpá-las. Quando ele tenta fazê-lo, acontece o erro e a confusão está formada.  

10. PARTE  

   Quem tem problemas com os membros por não ter um canal de comunicação que eles possam interagirem e se comunicar entre eles, para planejamentos de ideias e eventos na comunidade sem ser preciso ocupar as obrigações do pastoreador" Como entender uma comunidade cristã, sua liderança não visita os membros e não tem os endereços dos fiéis. O que fazer para orientar a uma interação informação comunicação? Entender uma comunidade cristã nos dias atuais com tantas ferramentas online com essas características pode ser desafiador, mas não impossível. Devemos cuidar com atenção a falta de visitas e informações de contato dos membros, que possa vir ocasionar um distanciamento entre líderes, sugere que um distanciamento entre a liderança e a comunidade, o que pode prejudicar a comunicação e o senso de pertencimento, ou que fazem parte do mesmo pensamento congressional isso pode causar depressão e isolamentos entre eles e seu líder.

Estratégicas para promover interação comunicação comunidade Diálogo aberto e construtivo: Agende uma reunião com a liderança para discutir a importância da interação e comunicação, apresentando sugestões de forma respeitosa e colaborativa. Inicie conversas com outros membros para entender suas percepções e preocupações. Canais de comunicação: Sugira a criação de grupos online (WhatsApp, Telegram) para facilitar comunicação, compartilhamento de informações: Proponha a realização de encontros informais (cafés, piqueniques) para fortalecer os laços entre os membros. Incentive a criação de um boletim informativo ou site da comunidade para divulgar eventos mensagens e informações relevantes. Incentivo à participação: Crie grupos de apoio para atender às necessidades específicas da comunidade (idosos, jovens, famílias). Incentive a participação em projetos sociais ações de serviço à comunidade,organize eventos e atividades que promovam a interação envolvimento dos membros. Atualização de informações: Proponha criação de um cadastro online ou presencial para coletar informações de contato dos membros, garantindo privacidade e segurança dos dados. Incentive liderança a realizar visitas periódicas aos membros, especialmente àqueles que estão passando por dificuldades.

          1 Transparência prestação de contas: Incentive a liderança a compartilhar informações sobre as atividades e finanças da comunidade. Promova a realização de assembleias para discutir assuntos relevantes e tomar decisões em conjunto.

          2 É importante lembrar que cada comunidade tem sua própria dinâmica e cultura. 

       3. As estratégias devem ser adaptadas à realidade local às necessidades dos membros. O respeito a empatia são fundamentais para construir um diálogo construtivo promover a mudança.

        4 Se a liderança se mostrar resistente à mudança, pode ser necessário buscar apoio de outras lideranças ou instituições religiosas.

Ao promover a interação e a comunicação, a comunidade cristã pode fortalecer seus laços, construir um senso de pertencimento e viver sua fé de forma mais plena e significativa.

Quando encontra um problema familiar a quem delegar autoridade

Sem dúvida, no caso de uma esposa ou pessoa jovem estar na situação de um lar descrente, pode acontecer que ele ou ela deva obedecer ao Senhor, a seguir o conselho de um pastor piedoso, em vez do conselho do cônjuge não salvo.  Mas isso difere da situação em que um pastor tenta se tornar Deus nos lares sob a sua observação. Dizer-nos o que fazer ou conhecer a vontade de Deus para as nossas vidas. Ora, as Escrituras Sagradas nos afirmam que os crentes em Jesus são sacerdotes e como tais possuem livre acesso ao trono do Pai – afirma o pastor, que associa essas práticas ao sincretismo religioso de parte das igrejas pentecostais, sacerdotes foram no tempo do Antigo testamento, quem inserem no cristianismo elementos da umbanda e candomblé, são chamados de sacerdotes segundo o evangelho de Jesus Cristo, segundo eles e sua crença.  Sinceramente estamos cansados dessas macumbas gospel, desse reteté de Jeová que manipula o povo segundo a vontade do profeta de Deus citando uma famosa frase de Martinho Lutero: “Fiz uma aliança com Deus:  

Que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. “Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir”. (Martinho Lutero). É a Bíblia quem deve nortear a vida do cristão e não as palavras de pessoas que se auto intitulam profetas de Deus. “O Senhor nos deu algo precioso: Sua Palavra, a nossa bússola é Carta Magna, para pautar nossas escolhas e decisões”. “Na Bíblia, Deus revelou os princípios que regem a vida e os relacionamentos com E’le.     Irmãos tenham cuidados com as filosofias pastorais que existem por aí, cuidado com pregações enganosas que tendem a fundamentar-se em tradições humanas e nos princípios elementares do mundo, e não em Jesus Cristo. Cristo habita corporalmente a toda plenitude da divindade, Cristo é cabeça da igreja, ele nasceu de um útero materno, teve fome, sede, sono, dormiu cansado em um navio, enfrentou tempestades em mares, viveu em frente a idolatras, foi desafiado, humilhado, venceu a todos e a tudo. “Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as ciladas do diabo Efésios 6:11”. Você está firme no Senhor?  Contra as astutas ciladas do inimigo, é preciso está firme e inabalável como uma muralha, mas preste atenção não participe de murmurações em sua igreja, blasfêmias e tititi, se isto acontecer procure destruir estas tentações, do contrário ela pode se represar e formar um grande lago de sofrimento e você e seus irmãos serão engolidos pela corrente em forma de caracol ou redemoinho formado em torno de seus diáconos, presbíteros e pastores. Cuidados com líderes que escolhem as ovelhas gordas e se alimenta da gordura, ovelha gorda no popular são pessoas que ganham bons ordenados e fazem generosidade para o líder ou líderes, veem aquelas magrinhas, não como as outras, sendo como as demais, vistas miúdas e desprezadas, e você têm medo de falar das coisas negativas que acontece em seu ministério, será que você está nos caminhos de Deus? 

Na palavra imutável e transformadora de pecadores e gentios, oferecendo o caminho do Senhor, não ouça pessoas que dizem que ouviu através da televisão uma palavra num programa religiosa, mesmo porque "Todos falam de Deus" sem exceção, os maiores incrédulos dos evangelhos são macumbeiros, feiticeiros, espíritas, budista que fazem de Deus uma analogia genérica dizendo ser a mesma razão da Lei, causa e efeito, mutações e por aí a fora. Basta um mau professador da lei de Deus para mudar e conduzir muitos ao seu redor, aqueles que querem mudar as coisas do evangelho de Cristo fazendo que muitos neoevangélico que só se convenceu de seus pecados e nunca se converteu ao Espírito Santo e vive na carne dizendo que é crente e até diz "Fui batizado com o Espirito Santo falo em línguas". Na verdade, ele recebeu um banho dentro de uma igreja e nada mais. Eles preferem ouvir ideias de homens. Será isto que Deus quer? Estas confusões religiosas se deram em Judá, o povo não deu importância a palavra de Deus, O Senhor não pediu para que ouvisse a todos. Disse o Senhor: “Não deis ouvidos às palavras de profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor”. “Julgou a causa do aflito e necessitado; então lhe sucedeu bem; porventura não é isto conhecer-me? Diz o Senhor (Jeremias 22:16)”. Tem profetas que apontam o dedo para uma pessoa e diz: Ei você, Deus está falando que você… e começa a profetizar como ainda estivesse nos primórdios dos deuses, vivemos no tempo da graça, Jesus é o nosso redentor, quando Jesus mostrou aos discípulos, que aquele menino endemoniado, surdo e mudo morresse ali diante dos olhos do povo que se achegam a ele e seus discípulos confessaram que não conseguiram expulsá-lo, Jesus tomou o menino pela mão e deu-lhe vida. E os demônios foram embora. Ali o Mestre antecipava aos discípulos que Ele iria à cruz e morreria diante do fariseu e vivia para a eternidade pela morte e ressurreição. Deus se fez homem, em seu Filho Jesus, nasceu de sua mãe e um pai descendência de Davi, e mostrou que desde o passado de Esaú e Jacó a fome o fez o irmão traiu e assim quando Jesus triste e cansado e com fome o Satanás o quis convencer com pão, mas o Senhor preferiu permanecer na obediência de Deus. Basta o necessário para Deus, para tua alma só basta o necessário que seja com excelência; como afirma Davi no Salmo 16: Ó Deus, porque em ti confio a minha alma disse ao Senhor tu és o meu Senhor, e minha bondade não chegará a tua presença. (Sl 16:1 e 2) Basta uma pequena fresta numa parede de contenção onde são represadas as iniquidades para cair e romperem-se as paredes da muralha, não represe suas mágoas, não macule seu coração em coisas que não agradam a Deus, Ele é soberano e digno de toda honra e glória. Você pode ser vitoriosa, viver é mais importante do que está a detectar problemas, só detectar não é tudo, temos que enfrentá-los e solucioná-los com o melhor de Deus. “As dores se multiplicarão àqueles que fazem oferendas a outro deus; eu não oferecerei as minhas libações de sangue, nem tomarei os seus nomes nos meus lábios (Sl 16:4)” Tem traição de muitas formas, que magoa de muitas formas também, pois toda desordem que procedem dentro da igreja tem que ser resolvidas dentro da igreja, dentro significa está de acordo com Jesus Cristo o nosso pastor maior e Senhor. Quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo Monte? Aquele que fala a verdade, "Aquele que anda sinceramente e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração”. (Sl 15:1-2)  

Batismo e sua origem 

“Quero dar parabéns a todos vocês e as orações que, se não fosse, não teríamos um batismo tão lindo” O que impactou foram aquelas crianças; o que não foi uma coincidência, pois, foi depois no apelo ao filho de um membro, que disse ao pé do ouvido. Palavras lindas que vou guardar no meu coração, o filho de um líder me procurou; vocês perceberam o que foi aquilo? “Irmãos, estamos envelhecendo e aquilo que Deus fez ontem é um recado: Estou levantando uma geração de novos pastores, me emocionei demais”. Aleluia! “Que maravilha. A unidade dos pastores deste ministério isso muito agrada o coração de Deus". Que maravilha. A unidade dos pastores deste Ministério de Cristo Jesus isso muito agrada o coração de Deus. Essa harmonia, estes esforços, estes sacrifícios além de exercerem o seu ministério ainda tem seus trabalhos seculares. Esses pastores esforçam-se para manterem a unidade entre eles e o ministério que ora tem suas funções quase que voluntárias, suas razões nas circunstâncias que mais que pequena seja a causa pode estar, ao desviar suas condutas por pequena que possa parecer, poderá arruinar moral e natural tudo aquilo que eles e seu ministério vêm construindo durante este tempo.   

Porque uma igreja vive para o seu povo, o que se faz para seu povo são para Deus, disso eles estão conscientes que através das orientações do bispo, eles têm demonstrado fidelidade com Deus. Tem zelado pelo maior número de almas que são trazidas para Jesus, como o que estamos vivendo nesta noite de batismo. Ao levantarem crianças nesta noite para serem batizadas nas águas, com certeza o Espírito Santo de Deus conduziu-os estas pequenas crianças ainda, para um futuro promissor deste ministério, isso é continuação queridos irmãos. Ser concorde com o modo de ver a opinião geral; a igreja é Jesus Cristo, não pode contrariar o povo, ela não deve irritar pessoas, não deve provocar más vontades em servir a obra, não deve incendiar ódios, nem colaborar para o êxito das paixões ruins com outros irmãos e para Deus. São delicadíssimas as circunstâncias de uma Igreja, esta missão de ministério, veio para viver e prosperar, firmar- se, merecer os aplausos do Senhor e da opinião dos seus fiéis. Eis porque a cada ano de sua existência, este ministério tão novo com apenas dez anos representa pessoas de trabalhos seculares envolvem suas lideranças com probidades e honras ao Senhor Deus misericordioso. Dedicaremos todos os nossos esforços pela unidade em espírito e verdade, no zelo, abnegações a serviço dele agradeceram a Deus, que pela prova de estima e consideração recebidas dos nossos líderes no ministério a qual sempre procurou corresponder em nome do Senhor, com o incondicional auxilio daquilo que Deus tem nos mostrado, e se manifestado útil com honras e glorias do Senhor. Aqui serei somente o que devo ser um servo, um sacerdote, um ouvidor de Cristo, preocupado com esta instituição que junto com vocês celebramos para os mais altos fins para Glória de Deus, e não para o de servir mesquinhos interesses ou de satisfazer ingloriosas vaidades e caprichos de quem quer que seja. Eis porque tão jubiloso são hoje os vossos olhares, e tão alegre os vossos risos! Porque Deus mandou-o o seu filho Jesus Cristo, para encher-vos de “O Novo” o coração, dos vossos distantes momentos alegres.  

Parabéns a todos vocês pelas orações, que se não fosse não teríamos um batismo tão lindo! O que impactou foram aquelas crianças; o que não foi uma coincidência, pois foi o filho de um pastor e depois no apelo o filho de outro pastor, que me disse ao pé do ouvido palavras lindas que vou guardar no coração, depois veio o filho do presbítero e também em desespero pelo batismo do filho de um casal de líderes. Vocês perceberam o que foi aquilo? Os Irmãos estão envelhecendo e aquilo que Deus fez ontem é um recado: Estamos levantando uma geração de novos pastores, me emocionei demais, que esse renascer de novos tempos, eles vos acompanhem sempre, e que o vejais um dia tão venturoso como, por certo, como grandes pastores na obra divina de Jesus, nesta igreja ou em algum lugar onde forem chamados para ides e semeai o nome Santo do Senhor. (Noite de Batismo 13 de 07 de 2014) Apoio ao ano do meu Ministério 04.08.2014. 

Aquele dia, uma segunda-feira, 04 de agosto de 2014, iniciou-se com cinco minutos de oração dentro do templo com todos os pastores presbíteros do ministério, abertura do 8º encontro de pastores, o líder do ministério; com embasamento no texto do profeta Samuel (Sm 2:18-19). Porém Samuel ministrava perante o SENHOR, sendo ainda jovem vestido com um Éfode de linho. E sua mãe lhe fazia uma túnica pequena, e de ano em ano lhe trazia, quando com seu marido subia para oferecer o sacrifício anual. (Sm 18-19). Na mensagem, foi proposto um desafio às congregações a apoiar o trabalho de evangelização a todos os que precisarem ouvir e vir para Jesus. “Isso ajudará no avanço da obra de Deus” afirmou que a ampliação da congregação beneficiará não só os membros, mas também toda comunidade com a oportunidade de evangelizar próxima a comunidade e convidar o ministério. Quero que os irmãos prestem atenção na palavra que é para melhor entender, conosco e com o ministério de Ana. Ana deixava o menino Samuel, se ela ficasse grávida devolvia a Deus então Samuel ainda menino já ministrava a Palavra e vestia-se com uma estola em sacramento. Samuel crescia e era preciso até trocar a roupa, pois as que tinham não mais lhe cabiam, ele crescia no tamanho físico e no Senhor é essa a atitude que temos que ter na história da missão. Conforme vamos crescendo as roupas não mais irão servindo. Eu aprendi com paciência, esperança e com tristeza.  

Fui crescendo e fui transformado e mudei as roupas. Apostolo Paulo dizia: Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino (1Co.13:11). Quando menino pensava como menino... Até quando Ana trazia roupas para o menino Samuel de ano em ano, hoje eu não uso mais as roupas de antes eu cresci. Temos ouvidos muitos tititis entre membros e lideranças, isso porque cresceu muito este ministério de missões evangélicas, mas tudo vem caminhando para melhora entre ambas as divisões crentes que são fiéis. Quero pedir perdão a vocês porque eu deveria ter conversado mais, perguntado mais a todos vocês; diante disso, muito importante, é a primeira vez que eu faço uma reunião com a paz no coração, antes parecia que tinha um corpo estranho entre nós, irmãos, isso é verdadeiro entre os homens sem corrupção. Irmãos; hoje não podemos parar, estamos crescendo, temos que usar novas roupas, é desnecessário falar que, das roupas que ano a ano, porque ele cresceu.  

 OBSERVAR É PRIMORDIAL A FÉ

Hoje aquele servo trocou de praia, eu preciso mudar, mas precisamos tomar novas diretrizes e planejamentos em nossos ministérios, exemplos para todos, só tenho alegrias, a partir de hoje vão ter novas diretrizes e padrões para escolhas de pastores; irmãos, se Deus, não tivesse tocado em meu coração para abrir outras igrejas, se eu tivesse concentrado só em mim e não tivesse abrindo nenhuma igreja, onde vocês estariam agora será que estaria na presença do Senhor?  Como estava e onde estava o talento de vocês? Depois de Judas, Pedro fez a escolha, a igreja começou a crescer, o ministério ficou forte, como foi a igreja primitiva, vai começar agora. Precisamos de seguidores de Jesus, com Pedro todos choraram, é o prazer, o chamado vale mais, irmãos, quantas pessoas aceitaram Cristo Jesus, das mãos de vocês, abram a porta e deixe Jesus entrar, seja seguidor de Cristo. Quantos foram abençoados e suas famílias também! “Precisamos de mais oportunidades de trocar as vestimentas, ter fidelidade e ser fieis dizimistas com a sua congregação.” Em lugar da vossa vergonha tereis duplas honra; e em lugar da afronta exultareis na vossa parte; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria (Isaías 61:7).  

Existem até líderes que falam da fidelidade do dízimo, e não o faz ele mesmo, isso não pode deixar de corrigir, dentro de nós e dentro do nosso ministério. Não dá o dízimo leva isso à presença das Escrituras Sagradas como desobediência e leva ao desmoronamento do mandamento. Dízimo é prosperidade, divisas e vencer em tudo. Não deixar que o devorador, destruidor, cortador: “Roubará o homem a Deus”? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. (Malaquias 3:8-10). 

Falarei agora das campanhas do meu ministério: dia 17 de agosto, inicia-se a oração de eliminação da hereditariedade. Campanha: dia 5 de setembro, 1° sexta-feira Josué derrubando a muralha de Jericó, são 7 (sete) voltas, iremos construir uma simbólica muralha de blocos (amarrados) diante do altar. Também quero aqui registrar, que com meus quase 60 anos venho guardando meus trabalhados em rascunhos e já publiquei alguns e-books no Google play na web, realizei sonhos juntar todos os meus trabalhos voltados para  ensinamentos e conhecimentos para minha formação acadêmico eclesiástico, com graduação de doutorado em ciência da religião, fui premiado 2022, com dois títulos de “Doutor Honoris Causas” um pela “CEU-Universidad de Educação Cristianismo” Flórida - EUA e pela Faculdade Fainte. Faculdade de Integração Teológica, Estado de Pernambuco - Brasil. 

 O DESERTO E SUA VITÓRIA  (Marcos 10:21 23, 25, 27)   

Texto Bíblico: Mc 10:21, E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me (Marcos 10:21).  Ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus.  Quer-se, porém, entrar na vida, guardando os mandamentos. Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me. E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades. Disse então Jesus aos seus discípulos: "Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas” (Mc 10:23). Em verdade vos digo que não é difícil entrar um rico no reino dos céus. Mas Jesus confirma aos discípulos v, 25, disse o Senhor Jesus: É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus, E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá, pois salvar-se?

Comentários

Precisa entender o que Jesus disse aos seus apóstolos nessa passagem que menciona em Marcos 10:25 é bastante conhecida e, à primeira vista, pode parecer um pouco estranha. Jesus diz: "É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um    rico entrar no Reino de Deus." A razão por trás dessa afirmação de Jesus não é sobre a dificuldade literal de um camelo passar por um buraco tão pequeno. Ele está usando uma hipérbole, uma figura de linguagem que usa o exagero para enfatizar um ponto importante. O objetivo de Jesus aqui é destacar a extrema dificuldade que pessoas que confiam em suas riquezas têm de entrar no Reino de Deus. A riqueza, muitas vezes, traz consigo autossuficiência que significa que pessoa rica pode sentir que não precisa de Deus, confiando em seus bens para suprir suas necessidades e segurança. Apego aos bens materiais: O coração da pessoa rica pode estar tão preso às suas posses que ela não consegue abrir mão delas para seguir a Deus completamente. Falsa sensação de segurança: A riqueza pode dar uma ilusão de controle e estabilidade, desviando a atenção da dependência de Deus.

Ao usar a imagem de um camelo passando pelo fundo de uma agulha algo humanamente impossível – Jesus está ilustrando que, da mesma forma, é humanamente impossível para uma pessoa que deposita sua confiança nas riquezas entrar no Reino de Deus por seus próprios méritos ou esforços. É importante notar que Jesus não está condenando a riqueza em si, mas sim o apego desordenado a ela e a confiança que as pessoas depositam nela em detrimento de Deus. No versículo seguinte (Marcos 10:27), Jesus deixa claro que o que é impossível para os homens é possível para Deus: "Para os homens isso é impossível, mas não para Deus; todas as coisas são possíveis para Deus." Portanto, a afirmação de Jesus é um chamado à humildade e ao reconhecimento de que a salvação não vem da riqueza ou de qualquer outro bem material, mas da graça de Deus. Para aqueles que confiam em suas riquezas, é necessária uma transformação profunda de coração para priorizar a Deus acima de tudo. Espero que com esta explicação possa ajudar a entender o significado dessa poderosa afirmação de Jesus! Quando tivermos alguma dúvida, perguntar, procurar estudar as Escrituras com ajuda de outros e com compilação e oração Antão, homem Egypto de Coma, a passagem de fé como o citado aqui e em outros escritos. Mateus 19:21, essa passagem é a mesma que o homem rico ouviu e perguntou a Jesus, Antão creu e fez como o Mestre Jesus falou.

Veja irmãos vou citar como exemplo nomes que não aparecem em algumas leituras da Bíblia, veja que o apostolo Paulo fala de nomes estranhos aos nossos dias, o que importa aqui é a Unção do Espírito Santo. Pois nós trabalhamos com pessoas iguais a nós, e não com santos e sábios, devemos buscar em Jesus o Filho de Deus e seguir seus ensinos, e sermos seguidores quando ouvir bater à porta da sua casa abra para sua vida seguir a Jesus. Jesus ordena aos seus discípulos que estivessem no mundo, mas não fossem do mundo. Talvez nenhuma pessoa tenha levado isto a sério quanto um jovem chamado Antão, nascido em Coma, Egito, por volta do ano 250 d.C., seu pai um cristão copta de família abastarda. Antão era um jovem muito sensível que evitava a escola e os companheiros da mesma idade, sempre levou uma vida em casa. Com vinte anos seus pais morreram que o deixam como guardião da irmã mais nova e das propriedades da família. Ele estava sempre meditando sobre as Escrituras e a vida dos Apóstolos quando ao entrar na igreja local durante um culto sobre a leitura do Evangelho de Mateus. Aquilo que ele ouviu alterou a sua vida e marcou o rumo do monaquismo cristão e disse eu ouvi: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos Céus”. “Depois, vem e segue-Me” (Mt. 19:21). Este jovem Antão dividiu os 80 hectares da fértil herdade familiar entre os habitantes da aldeia. Depois vendeu seus bens e deu aos pobres, deixando um pouco de dinheiro para sua irmã. Na igreja outro dia ele ouviu uma leitura que pareceu dirigir-se especialmente aos seus ouvidos: “Não vos preocupeis com o dia de amanhã” Bíblia: "Portanto, não vos inquieteis, pois o amanhã, porque o dia de amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal (Mt 6:34”). Ele ficou sabendo que o mundo material não era para si. Ele confiou a sua irmã a um grupo de senhoras religiosas e adotou uma vida rigorosa em abnegação, vivendo sozinho num buraco na terra perto da casa dos pais porque naquela época não havia mosteiros. Esse moço buscou orientação espiritual num recluso em um povoado vizinho. Aprendeu a ser aceta, passava o dia em oração solitária com jejum periódico e trabalho manual para seus proventos e sua santidade era tão evidente que passaram a chamá-lo de amigo de Deus.  Este jovem segundo o escritor Atanásio, do século quatro, conta que ele se viu alvo do Demônio, que procurou, pois que ele estava fraco de tanto jejuar, tentou tentá-lo com visões de fama e casa confortável, foi Diabo que veio como uma bela mulher, depois como Dragão e por fim disfarçado de um rapazinho respeitosamente falou com Antão: “Quem és tu para assim me falares?”.  

Antão, respondeu o rapaz: “Chamam-me o espírito da fornicação”, Antão, ficou firme e replicou: “O Senhor é meu auxílio e eu desprezarei os meus inimigos”. O rapaz que é Satanás ao ouvir isso bate em retirada, fugiu, essa foi a primeira vitória de Antão sobre o Diabo. Certa vez uma legião de demônios lhe chicoteara com violência sobre humana, com muita dor ele continuou a sua luta contra o mal, este deserto e muitas lutas aprofundou-lhe o conhecimento psicológico. “Tal como os demônios nos encontram conosco” Assim se comportam conosco dirigindo seus ataques de acordo com os pensamentos que temos em nós. Depois de muito tempo uma luz brilhou na cela onde ele vivia, ele perguntou: “Por que não apareceste no início do meu sofrimento para evitares minhas dificuldades?”, o recluso e esgotado ouviu: “Eu estava exatamente aqui” diz a voz, “mas esperei para ver-te atuar”. “E agora, porque foste firme e forte a não te rendeste, serei para sempre o teu auxílio e dar-te-ei a conhecer em toda parte.” Jesus sempre estará com você, não desista diante das dificuldades, você foi escolhido, é chamado por Deus como fez com Moisés. Temos que ser sempre firme e nossos rostos refletirá o brilhar do coração em cristo Jesus, ainda se encontre no meio de brumas fortes, não devemos pensar que isso será o fim, dentro da vida religiosa temos muitos obstáculos, mas é preciso ter confiança em quem nos protegem, não é justo apenas confiar em si mesma,  nosso dever é cuidar de quem precisa e olhar para quem busca uma solução para seus problemas, somos apenas mensageiros de Senhor e a empatia com o outro é primordial para obtermos a cura espiritual. Uma relação com Jesus fazendo uma fusão do coração com o coração de amor embasado nos ensinos das Palavras do Senhor Jesus Cristo nosso salvador. 

Cada rosto na névoa carrega uma parte de quem você foi, de quem tentou ser e de quem abandonou pelo caminho. Eles não te julgam, apenas esperam ser reconhecidos. Encarar esses fragmentos não é fácil, mas fugir deles é negar a si mesmo. verdadeiro confronto não é com o mundo, mas com o reflexo que você evita. 

ONDE ESTAR TEU CORAÇÃO EM 2014  

Inicialmente foi assim que o preletor falou aos membros presentes ao último culto do ano de 2013, pastorear uma congregação Casa de Oração, Mario Amato, Presidente Prudente - Sp.   

Porque onde está o teu tesouro aí também estará o teu coração. Hoje é o último domingo do ano de 2013, e muitas vezes mesmo que, sem querer nós fazemos um balanço ou uma retrospectiva de nossas vidas dentro desse ano que está acabando. 1°-Há pessoa aqui muito feliz com tudo aquilo que aconteceu, 2°-Tem pessoas que estão tristes, porque este ano foi um ano difícil na vida financeira delas, não conseguiram conquistar, para... Cumprir seus objetivos do ano. 3°-Tem pessoas que vão entrar no ano aflito e preocupado, por conta de uma enfermidade em uma pessoa que ama ou em elas próprias. 4°-Tem gente que perdeu alguém que ama!  

Não quero levar uma mensagem saudosa para fazer você só lembrar-se de coisas que aconteceram em tua vida, para fazer vocês ficarem tristes ou infelizes, ou despertar um sentimento de lembranças que talvez você tenha... Esquecido. Não é por que o Apóstolo Paulo nos ensina como viver dias após dias. "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faz, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:13-14)" Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo! Mas é muito difícil a gente não se lembrar... Por que somos humanos e segundo porque conhecemos a Palavra de Deus! Você sabe que Deus ouve? 1-gemido dos oprimidos- (Vi a aflição do meu povo e o seu sofrimento) 2-clamor dos aflitos- (clamou este aflito, e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações). 3-Senhor ouve a oração do seu servo- exemplo: (1 Reis 17:22) o Senhor atendeu a voz de Elias; e a alma do menino tornou a voltar nele e reviveu. Por isso há muitos questionamentos, há muitas perguntas em relação às coisas que aconteceram em nossas vidas!  

Mas quero te fazer uma pergunta: Onde está teu coração? Talvez você me responda: Hoje meu coração está na minha família; mas será que seus filhos têm a atenção que eles precisam ter? Será que sua esposa está recebendo aquilo que um dia ela ouviu no altar? Ei mulher! Será que teu esposo tem recebido de você aquilo que [...] Rute (bíblico) prometeu a Noemi (teu povo é meu povo, teu Deus é meu Deus). Tem mulheres colocando filhos e filhas na frente dos maridos e se esquecem do presente que Deus lhe deu. Talvez você me responda: Hoje meu coração está em um grande projeto. Uma faculdade (eu quero me formar, quero um canudo) Quero ter a minha empresa e quero ter independência no meu relacionamento (minha namorada agora vai acontecer o casamento). 

Isso não é errado e você está certo de querer e desejar tudo isso, mas o grande problema disso tudo é a sequência do versículo de Mateus: Aonde está teu tesouro: Aí estará teu coração. Salomão diz às Escrituras Sagradas que é a palavra: Que ele conquistou tudo, comprou tudo, construiu tudo, mas existia sempre um vazio, porque o seu coração estava fixado em tesouros. Por isso, no final de sua vida ele disse: Vaidade, das vaidades tudo é vaidade! Você sabe por que tem muita igreja que você entra e não sente mais a presença de Deus? Porque o coração dos seus líderes e do seu povo não está mais em Deus, pastores tentando agradar a homens, ministério de louvor se preocupando demais com a técnica em vez da consagração, obreiros querendo ser mais e maiores que outros. Servos abandonando a obra por coisas banais é tão pequena e irrelevante, que Deus se entristece com sua noiva... Quantas ingratidões, quantas murmurações, muitos de nós estamos fazendo bezerros de ouro (com nosso orgulho, nossa soberba, nossa falta de perdoar, nossa falta de amor). Ontem através de uma atitude de meu filho, eu pude perceber o quanto às vezes nós temos desviados o nosso coração do Senhor!  

Jeremias diz: “Então me invocareis, passarei a orar por mim, e eu vos ouvirei”. Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração; 14 “Serei achado de vós, diz o Senhor e farei mudar a vossa sorte;” (Jeremias 29:12-14).  O único projeto que você deve ter para 2014 é a presença de Deus, sobre sua vida, porque todas as coisas vêm com Ele. BÍBLIA é bem explicita: “Então, disseram: Disponhamo-nos, e edifiquemo-nos. E fortaleceram as mãos para a boa obra”. (Neemias: 2:18). Celebrando o dia 27 de agosto de 2015, quinta-feira às 20 horas, e, se estendeu até às 23 horas com grande celebração de formaturas de cinco casais: Quatro casais pela primeira vez e mais um casal de líderes no curso de “Casados Para Sempre”. Nesta edição de número 17, celebrados pela Igreja, com muitos convidados para conhecerem o compromisso de Casais e dos líderes como também os pastores e líderes coordenadores, com o desejo de oferecer o máximo de esforços e vontade àqueles que se prontificaram a esta mudança de vida familiar.  

Com as explicações dadas pelos monitores cerimonialistas do evento, este curso continha 14 aulas, sendo um “Manual do Casal”. Como os princípios bíblicos para um casamento permanente, lembrar que um gesto ou atitude pode ser um ato bem ou mal definido; um ato inacabado pode ou que não se tornar um hábito a não ser considerado como parte da personalidade já que isso não acontece constantemente porque só o que acontece permanente é a forma da personalidade.  Quando fizemos o curso foi algo novo, sentirmo-nos como uma corrente de tensão nervosa eu e minha mulher, uma forma de cansaço é ocasionada pelo fato de que muitas pessoas realizam demasiadamente esforço no curso como fosse algo novo, gastando suas preciosas energias, as tarefas são gostosas a cada semana que passa, elimina as fadigas, e vai tornando até as tarefas diárias do trabalho melhor aproveitado, porque na família está tendo uma restauração de dentro para fora.  

“A força criadora do poder de Deus vai ser mantida, suas energias podem ser recuperadas em qualquer idade ou momentos”. É necessária apenas uma atitude, certa flexibilidade nos hábitos para impedir o estancamento mental. A natureza não estaciona em sua caminhada, o homem é que estaciona por si mesmo. Só o que é permanente pode transformar as suas atitudes dentro do seio da família, mas se você procurar ajuda isso será muito mais rápido que esperar na natureza, a natureza não pára, apenas seu curso é lento e nunca pára, é o homem que tende a destruir e isso afeta no seu relacionamento. Quando queremos mudar já é um propósito de vitória, se não tentarmos, jamais saberemos se somos capazes, neste empreendimento familiar exigem muito do outro, mas o correto é exigirmos de nós mesmos.  Apenas a flexibilidade nos problemas que surgirem no dia-a-dia, não exigir do outro, mas demonstrar que está satisfeito com aquilo que é bom, e devemos elogiar as coisas boas, as coisas que não lhe agrada apenas deixe de lado, não lhes dê atenção, assim será sentida pelo ofensor que não surte efeito mediante observação. Um exemplo disso são os incendiários, pessoas que gostam de envolver outros em conversas vazias, se derem ouvidos e afrontar ele continua ponto fogo, se não nos importar ele desiste, porque perdem a emoção positiva de importunar os outros. Assim você pode desfazer-se de hábitos perniciosos e escarnecedores, e voltar a uma vida de hábitos que agradam a Deus. Os hábitos permitem à mente dirigir-se por si mesma para novos objetivos. Se não fosse pelos hábitos, teríamos que dedicar toda a nossa atenção às fases cruciais de umas poucas coisas, porque sem os nossos hábitos não seríamos concebíveis conhecer a Deus, a Jesus o Filho de Deus, e a sociedade que queremos ver melhor para nós e nossos filhos no futuro.   

 POR QUE PEDRO USOU ESPADA 

 

Como todos já ouviram falar do apóstolo Pedro, e muitas alegrias são a ele atribuídas, quero citar como referência passagem com a que segue: Pedro decepou a orelha de Malco, por que? Jesus permitiu o uso de armas branco aos discípulos. Na realidade, está no texto de Lucas 22:36-38, Jesus Cristo exortou seus seguidores a providenciar duas espadas, pois iria lhes ensinar uma lição importante. Carregarem eles duas espadas não seria algo incomum, pois eram bastantes comuns judeus da região da Galileia carregarem armas. Muitos costumes naqueles tempos era servir como um servo, os discípulos queriam apenas servir, nunca procuravam saber o que seu Senhor fazia os dias de hoje são diferentes, os servos que Jesus chamaram de amigos, olha o que disse o apóstolo Paulo: Mantenha-se focado nela: Ela te fará crescer. Bíblia: "Antes, cresci na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” você sabe, pois já foi criança, agora somos adultos.  

Houve crescimento. E eu não cresci em um dia. Demorei dezoito anos para crescer e chegar ao corpo que tenho hoje. E você também. Esse é um processo que Deus quer que você, conforme for se alimentando com as palavras sólidas, alimentos sólidos, comece do dia para a noite.  (Pedro 3:18) Ter prazer (Sl 1:2) E ser bem sucedido (Js 1:9). Todos aqueles que fazem algum tipo de investimento na vida, foi isso que Jesus ordenou aos discípulos, comprar espadas, e com base no sucesso de outros momentos.  Paulo disse: Sedes meus imitadores. Em outras palavras, Jesus é o nosso alvo nesta carreira ministerial, e a Bíblia é o alvo, e é Jesus, nosso amigo.  Porém, Jesus usou estas espadas para ensinar uma lição importante, pois, quando ele foi abordado no jardim de Getsêmani, Pedro usou uma destas espadas para decepar a orelha de Malco. Malco era um engraxate que servia ao sumo sacerdote Caífas. E certo dia ele perguntou ao menino filho de uma prostituta e de pai ladrão e salteador, o que ele queria ser quando crescesse, ele disse: Ah! Eu queria ser como o senhor, um sacerdote do rei; então Caífas lhe disse estude, ele estudou, e uma das coisas era primaz que ele não poderia ter defeito físico, um seria conservar as orelhas perfeitas, principalmente à direita, porque com defeito não poderia ser ordenado e prestar seu juramento diante do povo e do rei. Quando ordenado a Malco deveria ser apresentado a sociedade do rei, Caífas e Potifar escolheu uma data importante a sociedade e que era o momento da prisão de Jesus; vai ele e sua multidão de mais de quinhentos soldados e Malco recebe a ordem de dar voz de prisão ao Mestre Jesus, pois era uma maneira de toda Roma saber que Caífas mostrava seu poder continuado diante de um noviço; sacerdote Malco. Pedro, vendo esta ordem sendo cumprida disse não, meu Mestre não! E lança mão de sua espada: Diz o texto: vendo os que estavam com ele o que ia suceder disseram-lhe: Senhor ferirá a espada?  

Pedro, um deles feriu o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe a orelha direita, respondeu Jesus, disse: Deixai-os; basta, tocando-lhe a orelha, o curou (Lc 22:49-51). Ao vermos esta orientação, temos que lembrar que Jesus no verso 36 orienta os discípulos que se preparem para batalhar, como um bom exemplo disso era (espada) ela servia para abrir caminhos, e não para matar, porque eles andavam por caminhos nunca percorridos em matas fechadas nas suas jornadas realizadas. Disse-lhe, pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a (Lc. 22:36). Porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento. E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta. (v. 36-38). O que Jesus disse nessa ocasião? Está registrado em Mateus 26:52: "Devolver a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada perecerão pela espada". Sim, Jesus lhes ensinou que, não importava a situação, eles nunca deveriam recorrer à violência, mas serem pacíficos.  

Então Jesus disse-lhe. Embainha a tua espada; porque todos que lançarem mão da espada, à espada morrerão. “Em uma tradução popular, quem com o ferro ferir com ele também será ferido”. Além disso, uma espada não servia apenas para matar. Poderia ter vários fins, como por exemplo, ir abrindo caminhos numa mata fechada, nas inúmeras jornadas que eles faziam. Espada também se refere à coragem de um guerreiro que deve ser manejada com coragem e precisão, pois na mão de um covarde será inútil, esta espada hoje é a Palavra do Senhor às Escrituras Sagradas.  No livro dos Hebreus: Paulo fala da espada de dois gumes: Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração. (Hb 4:12) Salomão usaria a espada para dividir o filho ao meio para as duas mães num golpe de mestre? (1 Rs 3.16-28).  Fica bem claro que Jesus não manda nenhum discípulo se armar para cortar a orelha de ninguém, mas ao ver seu mestre diante daqueles homens, não hesitou, e o noviço Malco, viu o seu sonho ir por terra diante da multidão. Pois um sacerdote naqueles tempos não poderia ter nenhum defeito físico aos olhos do povo, Jesus usou da misericórdia do Pai e mostrou seu grande milagre ali na mesma hora: respondendo Jesus, disse: Deixai-vos; basta. Tocando-lhe a orelha o curou, (Lc 22:51).   

A ESCOLHA DE JUDAS ISCARIOTES   

Judas Iscariotes tem um triste fim, por ser como lobo vestido com pele de carneiro? A Escolha de Judas Iscariotes. Esboço de pregação Culto de Santa Ceia 2° domingo de fevereiro de 2014. Seja uma criança nos seus braços de seu pai nas celebrações da Santa ceia do Senhor. Leitura trabalhou sobre a vida de Judas Iscariotes isso aconteceu numa Santa Ceia eu assisti ao filme Paixão de Cristo, os autores falavam em aramaico, o mais original sobre Jesus Cristo, no filme ele mostra o local onde Judas se enforca, e quando quebra o galho ele cai e sua barriga se abre mostrando as vísceras.  

O vale que Judas se enforcou virou um vale de esgoto a céu aberto por muito tempo, isso pela sujeira e maldade que sempre existiu em sua mente, um vale de esgoto e imundice, foi o primeiro depósito de lixo e esgoto a céu aberto do mundo.  Bíblico: Jesus respondeu: É aquele a quem eu der um bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão (João 13:26). E, após o bocado, entrou nele Satanás. Disse, pois, Jesus: O que fazes, fazê-lo depressa. E nenhum dos que estavam sentados à mesa, compreendeu a que propósito lhe dissera isto. Bíblico: Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos; bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir. (Lucas 6:21) Ali todos os obreiros celebram Santa Ceia em unidade, várias pessoas me questionam: por que fulano saiu do ministério e outros há quanto tempo não vai à igreja?  

Questiona-me se o Senhor fez uma escolha errada? Eu digo será que o Senhor Jesus escolheu errado ou será que Jesus não sabia quando escolheu Judas o traidor? Eu consegui calar a liderança porque neste texto de Lucas, a escolha é o próprio homem que escolhe sobre o destino, Jesus subiu ao monte para orar que privilégio, e que privilégio ter sido escolhido por Jesus como servo e peregrino. Meu Deus como é tremendo quando eu pude rever aqueles tempos como um presente de Deus em minha vida. Hoje quando vi aquele menino que se batizava, pude crer no ministério como presente que Deus me dava. Arrebanhar pessoas como um resgate para o caminho da salvação aceitando Jesus como seu único salvador. Eu encontrei-me com Deus, um tempo que eu para entrar num lugar sagrado e ouvir uma pregação sobre a Bíblia, tinha que pensar três vezes, eu fazia três tentativas, para mim aquilo era uma escravidão, eu sofria por não ver meus amigos fazer nada disso. 

Tive um encontro com meu Deus, eu estava sentado à beira de um muro de um terreno baldio, sentei numa mureta e senti algo dizer: “eu vou te curar” eu vou curar você. Irmão, eu sofria de insegurança terrível que me deixava sempre triste, me sentia incomodando pessoas em ministério que frequentava a 27 anos, eu não sabia como agir pela a grande responsabilidade como líder de uma grande comunidade, e como fundador de mais 5 dentro e e fora da minha cidade. Ouvir no meu coração o Senhor falar: se você incomoda eles deixem-nos que eles fiquem, sai você que te ajudarei em tudo. Jesus não olha para você pela roupa que tu vestes, pelo perfume que tu usas, nem pela beleza externa, mais pela beleza que vem de dentro e não pela aparência física. Nós temos chamados, e é preciso prestar atenção para que não percam este chamado. Quando Jesus ressuscita Lázaro, quem estava lá? O próprio Judas Iscariotes aquele que se fez traidor, assim também são aqueles que te ignoram na sua comunidade, nas bênçãos eles também estão.  

Quando o barco foi salvo, Judas estava lá. Aquele leproso foi curado pela fé em Jesus, Jesus curou, dizendo vai tua fé te curou, também o Judas estava lá. Alguém me perguntou se aquele pastor estava aqui, viu e ouviu milagres, porque ele não mais frequenta este ministério? Assim como outros estavam aqui, será que você ouviu as palavras quando Jesus pregou o Sermão do Monte, Judas também estava lá? Judas teve o privilégio de ser escolhido por Jesus para como responsável pelas contas em suas viagens, Jesus era o Mestre! Por que Judas traiu e caiu? Como alguém pode ser escolhido por Jesus e perder este milagre? Você viu a introdução do vale que Judas morre. Qual o erro de Judas? Judas amaldiçoava, traia e crucificava. Judas ao ver quebrar aquele vaso com perfume de Nardo, disse: Por que fazer isso, seria melhor vender e fazer dinheiro, Judas era mundano; ele amaldiçoava tudo. (Isso era o primeiro erro de Judas) Judas amou o dinheiro. Por que não se vendeu este unguento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tinha dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. (João 12:5-6). (1 Jo 12:5-6) Judas roubava a bolsa. O dinheiro diz a Bíblia que é ganância, apego ao dinheiro é o início, Jesus não errou na escolha; se coisa que deve fazer o líder é tomar cuidado e amor desenfreado ao dinheiro, porque Judas fazia isto. Quantos não recebem a benção financeira, outros por desistirem não cumprimentam mais você. Satanás, para derrubar o líder oferece uma bandeja de ouro, não ame mais o dinheiro, Judas amou o poder. Se trinta moedas de prata, tanto que, quando Jesus se entrega, Judas joga fora, essas trinta moedas compravam um escravo, por que ele queria trocar 30 dinheiros? Ele pensou: eu forçando a entrega ele vai destruir o Exército romano, porque ele viu Jesus ressuscitar os mortos, e curar. Judas queria o poder, forçar a ele (Judas) ter uma posição elevada, não almeja o poder. Os líderes estão em busca de aparecerem, de dinheiro, aparência, de aparecerem em status, líderes que; muitos estão quando em riquezas, e se esquece do maior entre vocês, Jesus Cristo; temos que aprender a ser servos.  


 

ROMANOS 13: JUSTIÇA DIVINA - I CAP

 

  ROMANOS 13 A JUSTIÇA DIVINA I CAP.                                       VALDECI FIDELIS    

                   1. APRESENTAÇÃO JUSTIÇA DIVINA


                       Teologia Pública Cultural  Para Melhor Compreenção

           Esclarecendo nas páginas que seguirão nesse tratado, muitas ideias que representam uma visão melhor o ponto de vista dos cristãos e das realidades que nos cercam, serão uma pequena resenha de conceitos filosóficos - teológicos, de uma maneira bem acessível a todos que leem. Filosofia é a ciência dos que amam a sabedoria.

Procurei trazer um conhecimento até o leitor, o conhecimento maior de Deus, a respeito daquilo que se relaciona com Ele, o que é chamado de Teólogo é aquele que se dedica ao estudo de Deus e daquilo que com Ele se relaciona, como das realidades divinas e as transmite. Não quero chamar de catecismo, nem também um compendio de Teologia, tem somente a finalidade de levar até o leitor o diálogo com Deus, com o salvador Jesus Cristo e consigo mesmo, com os irmãos, com sua comunidade e com a vida, mostrar uma religião esclarecida, na certeza que esse diálogo irá iluminar e enriqueça a vida de muitos a encontrar em seu caminho um amor verdadeiro, Deus. A fé é baseada no fato que um dia, um homem chamado Jesus de Nazaré proclamou e se fez Deus ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou vencendo a morte, morte de cruz.

Precisamos ter disciplina para entender que Jesus não veio para mudar nem para acabar com os mandamentos deixados por Deus, quando se envolvemos com escolas, família, igreja, aumenta tensão e precisa ser dobrada a responsabilidade amadurecida, isso parece uma missão pesada mas disciplina torna fácil quando desde da idade criança ela sente amada, criança não deve sentir rejeitada porque assim torna-se pesada, rejeitada, irritante, na vida poderá ser imorredoura. Após o véu ser rasgado e morte de Jesus, abrindo caminho para presença de Deus, proibições bíblicas sobre vida de casais sem constituição oficial na justiça e os costumes do Brasil não se alteraram fundamentalmente. 

A Bíblia já proibia e continua proibindo: As relações sexuais fora do casamento, na Bíblia, no Antigo Testamento quanto Novo Testamento enfatizam a santidade do casamento e considera relações entre homem e mulher fora desse contexto como pecado, adultério, fornicação. Os ensinamentos de Jesus sobre a indissolubilidade do casamento; com exceção de infidelidade, reforçam essa visão (Mateus 19:4-9). Desonrar matrimônio: Viver junto sem o compromisso público e legal do casamento pode ser visto como desvalorizar a instituição do matrimônio, que é apresentada na Bíblia como uma aliança sagrada, instituição criada por Deus para família de Deus. O que mudou com o rasgar do véu: rasgar do véu simbolizou o acesso direto a Deus através de Jesus Cristo. Não houve uma mudança nas leis morais ou nos princípios relacionados ao casamento à sexualidade, sacrifício de Jesus abriu um novo caminho de relacionamento com Deus e trouxe o perdão dos pecados através da fé, mas não anulou os mandamentos bíblicos sobre conduta moral. Você é uma das mais legítimas esperanças para aqueles que esperam viver o amanhã com a certeza que haverá mais amor e menos ódios entre as nações, é isso que o povo de Deus espera e pensa a respeito de seus familiares mais jovens, “ajude-nos a crescer na fé e na esperança”.

A perspectiva no contexto no Brasil, a união estável é reconhecida juridicamente como entidade familiar, direitos e deveres semelhantes o casamento civil. Do ponto de vista bíblico, ausência de um compromisso formal público, mesmo que haja uma relação duradoura pode ser vista por algumas denominações como não estando em plena conformidade com os princípios bíblicos sobre o matrimônio. Em resumo: Jesus não proibiu novas condutas mas além daquelas já estabelecidas. A Bíblia continua a enfatizar a importância do casamento como o contexto apropriado para as relações conjugais a vida familiar. A principal mudança após o véu foi a abertura do acesso a Deus através de Cristo, oferecendo perdão e reconciliação para aqueles que pecam, mas não alterando os padrões de conduta estabelecidos. O termo "depois do véu" possui um significado rico e multifacetado tanto na teologia quanto no contexto cultural, e sua compreensão pode nos oferecer insights valiosos para os dias atuais, "véu" na teologia, especialmente na tradição judaico-cristã, é frequentemente associado à separação entre o sagrado e o profano, entre a presença de Deus e a humanidade pecadora, exemplo mais emblemático é o véu do Templo de Jerusalém, que separava o Santo dos Santos (onde se acreditava residir a presença de Deus) do restante do templo.

Introdução: A Epístola aos Romanos, considerada um dos pilares da teologia cristã, aborda temas cruciais como a justificação pela fé, a universalidade do pecado e a soberania de Deus. No entanto, o capítulo 13, com sua enfática exortação à submissão às autoridades constituídas, têm sido objeto de intenso debate e interpretações divergentes ao longo dos séculos. Desde a defesa do direito divino dos reis até a justificação de regimes autoritários, Romanos 13 tem sido utilizado para legitimar diferentes formas de poder político. Diante dessa complexidade e da relevância contínua da relação entre fé e política, este TCC se propõe a realizar uma análise aprofundada de Romanos 13. Buscaremos ir além de uma leitura superficial, investigando o contexto histórico e social da Roma imperial, as intenções teológicas de Paulo ao escrever esta epístola e as implicações práticas de sua mensagem para a vida da igreja e dos cristãos individualmente.

Capítulo 1: O Contexto Histórico, Social e Teológico de Romanos13:

Para se compreender adequadamente a mensagem de Paulo em Romanos 13, é fundamental mergulhar no contexto em que a epístola foi escrita. Este capítulo explora:

A Roma Imperial no Século I: Analisaremos a estrutura política do Império Romano sob o governo de Nero, as dinâmicas sociais, a presença de tensões entre judeus e romanos, e o status da crescente comunidade cristã em Roma, afirma que. A Autoria e o Propósito da Epístola aos Romanos: Discutiremos a autoria paulina e o objetivo geral da carta, com foco em como o tema da submissão às autoridades se encaixa no argumento teológico mais amplo da epístola, especialmente em relação à justificação pela fé e à unidade entre judeus e gentios em Cristo. O Gênero Literário e as Convenções da Época: Investigaremos o gênero epistolar e as possíveis influências da filosofia estoica e do pensamento judaico sobre a visão de autoridade e ordem social presentes no mundo greco-romano.

Capítulo 2: Exegese Detalhada de Romanos 13:1-7:

Este capítulo se dedicará a uma análise exegética minuciosa dos versículos chave de Romanos 13, buscando compreender o significado original das palavras e frases utilizadas por Paulo: "Toda alma estará sujeita às autoridades superiores" (v. 1): Examinaremos o significado de "alma" "sujeita" e "autoridades superiores", explorando as possíveis nuances e implicações dessas palavras no contexto do Novo Testamento e da cultura greco-romana. "Porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus" (v. 1): Analisaremos a teologia da soberania divina sobre as autoridades terrenas, confrontando interpretações que absolutizam o poder estatal e buscando compreender o sentido da "ordenação" divina. "Portanto, aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação" (v. 2): Investigaremos as implicações da resistência à autoridade e o significado da "condenação” mencionada por Paulo. A Função da Autoridade: "Porque os magistrados não são para temor das boas obras, mas das más" (v. 3-4): Analisaremos a descrição paulina do papel das autoridades como promotoras do bem e punidoras do mal, explorando a idealização presente nessa descrição e suas possíveis limitações. O Dever de Pagar Impostos: "Portanto, por isso também pagais tributos; porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto" (v. 6): Investigaremos a justificativa teológica para o pagamento de impostos e a compreensão das autoridades como "ministros de Deus". Resumo dos Deveres no livro de romanos afirma: “Pagai a todos o lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra; (v. 7)1 Analisaremos o significado dos diferentes tipos de obrigações (Romanos 13:7) mencionadas por Paulo e a abrangência de sua exortação No capítulo 3: Interpretações Históricas e Teológicas de Romanos 13: Este capítulo explora as diversas formas como Romanos 13 foi interpretado ao longo da história da Igreja e do pensamento teológico: Igreja Primitiva e os Padres da Igreja do império romano.

Analisaremos as primeiras interpretações de Romanos 13 e como os cristãos se relacionaram com as autoridades romanas, especialmente durante os períodos de perseguição. Reforma Protestante ensistem: Mas investigaremos as interpretações de reformadores como Lutero e Calvino, e como em Romanos 13 influenciou suas visões sobre o papel do Estado e a obediência civil, sobre os poderes dos homens.

Queremos falar sobre o Pietismo e o Avivamento: Exploraremos as perspectivas pietistas e avivalistas sobre a submissão às autoridades, muitas vezes enfatizando a obediência passiva e a separação do mundo. O Pietismo é caracterizado por uma espiritualidade bíblica, e tem uma postura de constante oração, de uma atitude inconformada e muito inquieta, disposta a empenhar-se pela inovação e renovação na vida da igreja. Este movimento mudou a história da igreja, apesar de acharmos outros princípios relevantes com pietismo, tem algumas semelhanças por compartilharem entre si alguns princípios. 

COMO INTERPRETAR OUTRAS TEOLOGIAS 

Existem Teologia Liberal e a Teologia da Libertação: Analisaremos as críticas e interpretações de Romanos 13 a partir de perspectivas teológicas mais engajadas com as questões sociais e políticas, questionando interpretações que justificam a opressão. Interpretações Contemporâneas, discutiremos as diferentes abordagens teológicas atuais sobre Romanos 13, considerando os desafios da globalização, dos regimes autoritários e da defesa dos direitos humanos. Capítulo 4: Aplicações Contemporâneas e Dilemas Éticos à Luz de Romanos 13: Este capítulo buscará aplicar os princípios teológicos de Romanos 13 a situações e dilemas éticos contemporâneos, explorando as tensões entre a submissão à autoridade e a responsabilidade profética do cristão:

1.2  PARTE AUTORIDADE

CÍVEL. Obediência e Desobediência Civil: Analisaremos as situações em que a desobediência civil pode ser justificada à luz de princípios bíblicos mais amplos, como a justiça, a defesa dos oprimidos e a obediência primária a Deus.

POLÍTICA. O Cristão e a Participação Política: Discutiremos as diferentes formas de envolvimento político para os cristãos, desde o voto até a militância, considerando as implicações de Romanos 13 para a ação política. A Igreja Diante de Regimes Autoritários e Corruptos: Exploraremos o papel da igreja em contextos de injustiça e opressão, analisando as possíveis formas de resistência pacífica e a defesa dos direitos humanos à luz dos ensinamentos bíblicos. A Ética Fiscal e a Justiça Social: Refletiremos sobre as implicações de Romanos 13 para a compreensão cristã do pagamento de impostos e a responsabilidade social em relação aos mais vulneráveis.

A IGREJA. A Autoridade no Contexto da Igreja: Analisaremos como os princípios de autoridade e submissão presentes em Romanos 13 podem ser aplicados à estrutura eclesiástica, evitando o autoritarismo e promovendo a ordem e o serviço mútuo. 

PAULO E AS 13 CARTAS DO EVANGELHO DE CRISTO JESUS CONCLUSÃO DA PESQUISA SOBRE PAULO NESTE TRABALHO

Não encontrei nas cartas de Paulo uma contagem específica sobre obediência à justiça na terra. Os temas de justiça, obediência e lei são complexos e interligados em seus escritos, sendo abordados de diversas maneiras em diferentes contextos. Sobre a obediência à justiça na terra, alguns pontos importantes nas cartas de Paulo incluem: Romanos 13:1-7: Paulo instrui os cristãos a se sujeitar às autoridades governamentais, pois toda autoridade vem de Deus. Ele afirma que as autoridades são estabelecidas por Deus para o bem e que punem os que fazem o mal. Este trecho é frequentemente interpretado como um chamado à obediência às leis e à ordem estabelecida na sociedade.

ROMANOS 3. 

UMA GÊSESE SOBRE A ELI DE DEUS NA TERRA PESQUISAINTRODUÇÃO: UM BREVE PANORAMA DE ROMANOS 30.1 PROBLEMA  

Em Rm 3.21-26 encontramos quatro vezes a expressão “justiça de Deus”. A proposta deste trabalho é investigar, pesquisar e analisar estas frases e descobrir a que se refere esta declaração, será o dom de Deus outorgado para a salvação? Ou um atributo do caráter de Deus vindicado na Cruz?  Ainda com muta razão a graça de Deus e o dom da graça, que nos vem de um só homem Jesus Cristo, que se difundiu sobre todos em abundância, o dom  não é qual o ato de um só que pecou, mas parte de um só para chegar a sentença de condenação, ao fato que o dom parte de muitas culpas para chegar a justificação, se pelo pecado de um só, a morte reinou por causa de um só homem, com muito maior razão, aqueles que receberam a abundancia da graça, assim pelo pecado de um só vem para todos os homens a condenação. (Rm 5:12-19) 

0.2 METODOLOGIA 

Após uma introdução metodológica, no primeiro capítulo apresentaremos um breve panorama da epístola aos Romanos; ficará mais fácil nossa compreensão do problema levantado se nos familiarizarmos com o tema e o contexto da epístola. Ainda neste capítulo delimitaremos a percope e nos deteremos mais na passagem e seu contexto imediato. No capítulo seguinte nos limitaremos a considerar as principais expressões da unidade literária proposta, analisando-as exegeticamente e retirando o máximo possível de significado do texto. Por fim a conclusão mostrará as descobertas feitas ao longo da pesquisa e suas implicações para a compreensão da expressão “justiça de Deus”.  

0.3 PRESSUPOSIÇÕES  

O método mais adequado para estudar os livros da Bíblia é o método gramático-histórico.  Podemos definir este método como a tentativa de compreender os dados bíblicos por meio de considerações metodológicas derivadas. Seu objetivo é encontrar o significado correto das Escrituras assim como era a intenção de Deus ao comunicar sua Palavra, independentemente de ter sido compreendido de forma plena pelo seu autor e destinatários ou não.  

O método gramático-histórico usa a Bíblia como sua própria interprete como um princípio controlador da interpretação O método gramático-histórico tornou-se o principal método de interpretação do protestantismo. Grandes nomes do passado sustentaram e usaram este método, dentre os quais podemos citar: Martinho Lutero, Calvino, Zwínglio, Melanchton e outros.   



CAPÍTULO I  

CONTEXTO ESPECÍFICO  

1.1 Um Breve Panorama de Romanos se conferidos todos os livros canônicos das Escrituras, o volume de Romanos ficaria em evidência pelo seu conteúdo e grande valor (Henry, 1983, v.5. p.237). A carta de Romanos é a apresentação igualmente sistemática da fé de Paulo (Patte, 1987, p. 335).  

Há dois tópicos principais na carta que são manifestos logo no primeiro capítulo a integralidade do evangelho que lhe foi entregue e a solidariedade dos judeus e gentios na concordância messiânica. Paulo, o apóstolo chama a boa nova de “o evangelho de Deus”, por Deus ser o autor, e de “o evangelho de seu Filho”, por ser Jesus a coração do evangelho. Nos vss. 1-5 ele enfoca a pessoa de Jesus Cristo, filho de Davi por descendência e poderosamente declarado Filho de Deus por meio da ressurreição. Já no vs. 16 o autor absorver-se da obra do Messias, uma vez que o evangelho é o poder de Deus para a salvação do judeu e do grego (Stott, 2001, p.35).  

Paulo tenta situar uma relação pessoal com seus leitores através destas sucintas afirmações do evangelho. No vs. 7 ele escreve “para todos os amados de Deus e chamados para serem santos”; ele não faz distinção de etnia, embora no vs. 13 ele afirme que a maioria deles são gentios. Ainda nesse ponto de contato buscando afinidade, Paulo agradece a Deus por todos eles, ora por eles constantemente, almeja vê-los e sente-se na obrigação de pregar o evangelho na capital do mundo de sua época (Stott, 2001, p.35).  

Os capitulos 1-3 abrem a acusação de Deus contra a raça humana, composta de judeus e gentios, ambos igualmente culpados. O contexto usado é igual para os dois grupos, pois não viviam à luz do conhecimento que possuíam. Em especial no terceiro capítulo penetra em cena a ira de Deus em aquiescência com sua justiça, pois o pecado não poderia passar sem receber sua carecida punição, se assim não fosse Deus não permaneceria exercendo em totalidade sua justiça (Champlin, 2002, v.3, p. 559).  

O apóstolo, no capitulo 3, continua o discurso relativo à justificação. Ele já tinha demonstrado a culpabilidade de ambos os grupos, gentios e judeus. Agora neste capítulo ele responde a algumas objeções que poderiam ser feitas contra o que ele tinha dito sobre os judeus (vss. 1-8).  Ele afirma a responsabilidade e corrupção do gênero humano, judeus e gentios (vss. 9-18). Ele discute a questão de a justificação ser por meio da fé e não pela lei para a qual ele dá várias razões (vs. 19) (Henry, 1983, v.5 p.240).  

No cap. 4, Paulo torna mais real sua explicação sobre a salvação. Ele já havia dito o que era a justificação pela fé, agora ele usa o exemplo de Abrão para provar sua tese apresentada nos capítulos anteriores. De forma muito sábia ele toma, por modelo, a pessoa que talvez tivesse mais identidade com o povo, o pai Abraão. O patriarca dá a Paulo força e veracidade no seu argumento. (1) Ele prova que Abraão não foi justificado através de obras, mas pela fé (vss. 1-8); (2) Ele observa quando e por que ele foi justificado (vss. 9-17); (3) Ele descreve e recomenda a fé do patriarca (vss. 17-22); (4) Ele faz uma aplicação para o presente (vss. 22-25). Depois desta abordagem ele entra no capítulo cinco apresentando os frutos da justificação pela fé e o seu fundamento na cruz (Henry, 1983, v.5 p.?).  

Existem dois homens representativos: Adão, em quem todos os homens morrem; e Cristo, em quem todos os homens são vivificados (Champlin, 2002, v.3, p. 559). A fé é o veículo por meio do qual fluem as bênçãos de Cristo. A fé não é meritória em si mesma. A fé consiste numa entrega confiante da alma, sendo ela mesma resultado da atuação do Espírito Santo. Assim a fé é o primeiro passo para a regeneração e vem à tona através da conversão, que por sua vez é o resultado de um perdão genuíno, o que também acontece pela atuação do Espírito Santo, segundo demonstrado nos caps. quarto e quinto (Champlin, 2002, v.3, p. 559).  

O argumento do cap. 6 é a morte e a ressurreição em Cristo pelo batismo. O cap. 7 aborda o conflito existente entre as naturezas antiga e nova. Não há um consenso se esse conflito ocorre antes ou depois da conversão. O cap. 8 é considerado o capítulo mais profundo. Neste capítulo Paulo discute idéias como: eleição, predestinação, justificação, glorificação, herança dos crentes e a segurança eterna. Segundo Champlin as relações entre a nação de Israel e a Igreja cristã, a questão das promessas de Deus não cumpridas, formam a temática dos caps. 9-11(Champlin, 2002, v.3, p. 560).  

Paulo não esqueceu a mistura étnica da igreja romana, nem as tensões que hora por outra apareciam entre a minoria, composta de cristãos judeus, e maioria, composta de gentios. Nesta seção o autor encara esta questão teológica. No cap. 9 Paulo defende a fidelidade da aliança de Deus. Ele embasa sua defesa dizendo que as promessas de Deus não se destinavam a todos os descendentes de Jacó, mas sim a um remanescente dentro de Israel. Segundo Stott a incredulidade de Israel no capítulo nove se atribui ao propósito de Deus conforme a eleição, já no capítulo dez é atribuído ao orgulho de Israel, bem como sua ignorância e obstinação (Stott, 2001, p. 40).  

A partir do cap. 11 Paulo volta-se pata o futuro. Ele declara que o fracasso de Israel não é permanente. Se por meio da transgressão de Israel veio a salvação para os gentios, agora, através da salvação dos gentios, Israel será movido pelo ciúme (vs. 11). O ministério da evangelização é provocar ciúmes em seu próprio povo a fim de salvá-los. Neste capítulo Paulo usa a alegoria da oliveira para tirar duas lições: (1) uma advertência para que os gentios (o ramo de oliveira brava que foi enxertado na oliveira) não se tornem soberbos e atrevidos conforme os vss. 17-22. (2) E uma promessa a Israel (os ramos naturais) de que, se eles não persistirem na incredulidade, serão novamente enxertados na oliveira (vss. 23-24) (Stott, 2001, p.41).  

O cap. 12 começa com Paulo chamando os crentes de Roma como irmãos, uma vez que o problema étnico fora esclarecido. Então lhes dirige uns eloquentes apelos convocando-os à consagração dos seus corpos e à renovação de suas mentes. Ele coloca diante deles duas alternativas: ou eles se ajustam aos padrões deste mundo, ou se deixam transformar por mentes e corpos renovados (Stott, 2001, p.42). As exortações particulares deste capítulo podem ser sistematizadas em três áreas principais do dever Cristão: nosso dever para com Deus, para conosco, e para com o nosso próximo (Henry, 1983, v.5 p.240).  

Por fim os cap. 12-16 são de natureza puramente ética. Champlin denomina estes capítulos de seção prática, pois descrevem a conduta ideal, tanto perante o mundo, como perante a igreja, como aos olhos dos irmãos na fé (Champlin, 2002, v.3, p.560).  Para concluir, Paulo descreve seu ministério de “apóstolo dos gentios”, junto com sua política de pregar o evangelho apenas onde Cristo não for conhecido (Rm 15.14-22). Compartilha com eles os seus planos de viagem, que incluem visitá-los quando estiver indo à Espanha, porém primeiro ele deve ir a Jerusalém levar a coleta que era um símbolo da unidade entre judeus e gentios (Rm 15.23-29). Ele solicita as orações da igreja (Rm 15.30-33). Recomenda Febe, que é presumivelmente a portadora da carta que ele envia (Rm 16.1-2). Envia saudações a 28 pessoas nominalmente (Rm 16.3-16). Embora doxologia final seja bastante complexa, seu conteúdo é extraordinário. Sua doxologia final nos leva à introdução onde tudo começa (Rm 1.1-5); isso é possível, pois tanto a introdução como a conclusão da epístola fazem referência ao evangelho de Cristo, à vocação de Deus, ao alcance de todas as nações e à convocação à obediência pela fé. 

1.2  A Passagem e seu Contexto Imediato  

Romanos 3.21-26 é normalmente considerado como uma unidade literária por grande parte dos exegetas (ver Dunn, 1988, V.38a, p.163; Kertelge, 1982, p.75; Cranfield, 1993, p.65; Stott, 2001, p.123; Trenchard, 1968, p. 121; Barth, 2000, p.137; Gaebelein, 1984, v.10, p.40). De fato, a temática desses seis versos demonstra que eles estão intimamente interligados. No seu contexto amplo Rm 3.21-26 pertences à segunda parte do livro de Romanos, a qual trata sobre o tema da justificação pela fé.  

No cap. 3 Paulo usa o vs. 21 como um trampolim para expor a obra da justiça divina.  Esta justiça, embora prometida sem as obras da lei, foi atestada pela lei e pelos profetas. Lei e profetas era um modo comum no judaísmo de referir às Escrituras do Antigo Testamento (Schwantes, 2003, p.26).  

Em Romanos 1.18-3.20, Paulo expõe a situação da humanidade sob o domínio do pecado.  Todos os seres humanos, de todas as raças e classes, de todos os credos e culturas, judeus ou gentios, imorais e moralistas, religiosos ou ateus, todos sem exceção são pecadores, culpados e sem defesa diante de Deus (Stott, 2001, p.35). No vs. 21 Paulo começa a responder o problema levantado nos versículos anteriores, e no vs. 26 ele termina sua abordagem. 

Ainda com relação ao vs. 21, depois de depreciar a justiça humana, o apóstolo abre uma nova seção, em contraste mostra a justiça divina. Até agora as palavras de Paulo foram carregadas de reprovação e ao iniciar esta nova abordagem sobre a justiça usa as palavras nuni.  de., “mas agora” (Rm 3.21). Em português esta expressão recebe o nome de locução conjuntiva; as conjunções servem para conectar orações, estabelecendo entre elas uma relação de dependência; a impressão é que o autor quer dar continuidade ao assunto.  

Para Stott o “Mas agora” é um dos maiores adversativos encontrados nas Escrituras, pois denota que em meio à corrupção universal do pecado e da culpabilidade humana brilhou a luz do evangelho (Stott, 2001, p.35). Franzmann declara que esta expressão é o próprio Deus falando, enquanto o homem emudece. Diante do desespero da humanidade Ele garante a justiça e a vida (Franzmann, 1972, p.53).  

A essência do evangelho de Paulo é incluída na antítese entre o “então” da miséria humana e o “agora” da graça de Deus. A mudança dramática efetuada pela ação divina é fixada pela expressão “mas agora”. Sem a lei – isto é, não mais levando em conta o esforço inútil do homem em cumprir os mandamentos – a justiça de Deus é revelada. O mais surpreendente é que todo o Antigo Testamento ensinou essa justiça sem obras, o vs. 21 diz “testemunhada pela lei e pelos profetas” (Wilson, 1981, p.44).  

A partir do vs. 27 ocorre uma ampliação da explicação fornecida. Em outras palavras esses seis versos são suficientes para resolver o problema levantado por Paulo. O homem não pode justificar-se a si mesmo pelas obras da lei e então ele mostra a solução que é a manifestação da justiça de Deus. Desta forma, todos perdem o direito de gabar-se. Se esvai todo o alicerce da ostentação pela justiça pessoal. Paulo conclui seu argumento afirmando que o homem somente ganhará a salvação oferecida por Deus pela fé, inteiramente à parte das obras da lei. Se a salvação pudesse ser alcançada pelo cumprimento da lei judaica, Deus poderia ser considerado o Deus dos judeus.  No entanto Ele é Deus de judeus e gentios, e abre o mesmo caminho para a salvação de ambos os grupos (Bruce, 1991, p.82).  

Esta curta seção de Rm 3.21-26 é o centro e a medula de todo o livro (Cranfield, 1993, p.65). Leon Morris se refere a esta seção como possivelmente o parágrafo mais importante que jamais se escreveu. A expressão chave é “a justiça de Deus”; a tradução NVI refere-se a uma justiça que provém de Deus, salientando assim a iniciativa salvadora que Ele tomou para conceder aos pecadores a condição de justos aos Seus olhos (Stott, 2001, p.123). 

CAPÍTULO II  

ESTUDO EXEGÉTICO  

Neste capítulo faremos um estudo detalhado de algumas expressões contidas na perícope em análise, sendo a maior ênfase na expressão “justiça de Deus” que ocorre quatro vezes na unidade literária proposta.  

3.21 Nuni. de. Mas agora: Esta conjunção é mais que uma exclamação retórica, pois não só assinala a transição do argumento da condenação do homem para a salvação oferecida por Deus, como também destaca a troca da dispensação (Trenchard, 1968, p.121). Champlin advoga a mesma idéia falando da mudança de dispensação. A palavra “agora” divide a experiência do homem: no passado a revelação preliminar mencionava apenas símbolos, na experiência atual os remidos desfrutam da alegria e da liberdade em Cristo (Champlin, 2002, v.3, p.619).  

Ao agora da carta aos Romanos se interliga a “plenitude do tempo” de Gl 4.4 (Schwantes, 2003, p.26). Nichol argumenta que o “mas agora” pode entender-se ou em seu sentido temporário, ou seja, no momento presente, ou em seu sentido lógico, nesta situação (Nichol, 1988, v.6, p. 497). Conforme já mencionado acima Paulo utiliza esta expressão para uma transição em seu discurso.  

Cwri.j no mou Sem lei: Estas palavras contrastam com "as obras da lei" (3:20). A justiça de Deus se manifestou sem nenhuma referência com a lei; quer dizer, a justiça de Deus se manifestou sem ter necessidade de nenhum princípio de lei, nem de nenhuma idéia de obediência legal como um meio de obter justiça, nem com nenhuma relação com o sistema legalista que os judeus apresentavam como a base da justificação (Nichol, 1988, v.6, p. 497). A lei revela o dever que Deus exige do homem (quer esteja contido na lei, nos profetas e nos escritos, ou mais especificamente na lei do Pentateuco) e requer esforço moral ou obras para a justificação do homem. A justiça de Deus independe do cumprimento da lei.  

Enquanto alguns autores descartam a lei como se ela fosse exonerada na cruz, Cranfield difere comentando que Paulo não pensava que a lei estivesse ausente no momento da manifestação em referência (Cristo). Pelo contrário passagens como Gl 3.13 e 4.4 sugerem que para Paulo a lei estava diretamente envolvida nos acontecimentos messiânicos. Ele ainda diz que seria uma atitude muito perversa apelar a essas palavras como prova que Paulo considerava que a lei havia sido superada e posta de lado pelo evangelho (Cranfield, 1993, p.65). 

   Dikaiosu, nh qeou / Justiça de Deus: Esta frase pode significar a justiça própria de Deus, ou a justiça que deriva de Deus, ou a justiça como um atributo de Deus. Esta justiça é um contraste aos esforços humanos de ganhar a justificação pelas obras da lei, Paulo passa a descrever a justiça de Deus, uma justiça que o Senhor está pronto a outorgar a quem manifesta fé em Jesus Cristo (Nichol, 1988, v.6, p. 497).  

Nesta sentença Paulo está anunciando a ação salvífica de Deus manifestada no agora do acontecimento de Cristo; por ela Deus dirige-se à humanidade e nela todos os homens integram se a justiça pela fé (Kertelge, 1982, p.77). Já para alguns autores esta justiça não é vindicativa ou comunicada, mas simplesmente um atributo divino. É um dom de Deus. Esse dom se relaciona com o pecador no sentido da complacência para com a vida do pecador (Cranfield, 1993, p.66; Brown, Fitzmyer e Murphy, 1986, v.4, p. 126).  

O mais curioso no verso é a contradição aparente de Paulo nas expressões sem lei – a justiça de Deus. A tradição judaica desde seu início atrelou à lei a justiça; estas expressões se complementam e estão intimamente correlacionadas (Is 51.5–6, 8 e Dn 9.16). O apóstolo apresenta uma justiça separada da lei onde a confiança está justamente no compromisso de Deus com seu povo (Dunn, 1988, V.38a, p.165).  

Martinho Lutero declara numa citação reproduzida por Bruce em seu comentário sobre o livro de Romanos:  Ansiava muito por compreender a epístola de Paulo aos Romanos, e nada me impedia o caminho, senão a Expressão: ‘a justiça de Deus’, porque a entendia como se referindo àquela justiça pela qual Deus é justo e age com justiça quando pune os injustos. Noite e dia eu refletia até que captei a verdade de que a justiça de Deus é aquela justiça pela qual, mediante a graça e a pura misericórdia, Ele nos justifica pela fé (Bruce, 1991, p.51).  Paulo quer dizer a justiça concedida por Deus. Essa justiça é sem lei no sentido de que não é uma justiça merecida ou adquirida pela guarda da lei. Sem a lei a justiça de Deus se manifestou. Eis aí a justiça enviada por Deus e revelada por Deus. Embora distinta de qualquer justiça buscada pela guarda da lei, ela é testemunhada pela lei e pelos profetas.  

Há evidências no texto que permite-nos afirmar que esta justiça é o dom outorgado por Deus para a salvação do pecador. Para provar esta afirmação ressaltaremos duas ênfases do próprio texto. Primeiro esta justiça é comunicada a todos sem discriminação de judeus ou gentios, e sua apropriação consiste na fé do pecador em Jesus Cristo (vs. 22). Em segundo lugar a justiça se manifesta para resolver o problema o pecado (vs.23). Estes pontos esclarecem que a justiça de Deus manifestada não pode ser um atributo do caráter de Deus, pois atributos intrínsecos a divindade não é comunicada a humanidade.  

Marturoume.nh, nh u`po. tou/ no. mou kai. profetas testemunhadas pela lei e pelos profetas: A lei e os profetas representam o Antigo Testamento (Brown, Fitzmyer e Murphy, 1986, v.4, p. 126). Paulo raramente fala dos profetas; menciona-os apenas em Rm 1:2 e 3:21, e em nenhuma outra parte ele usa a frase “a lei e os profetas”, entretanto estava familiarizado que esta sentença se referia a Escrituras judaicas, o Antigo Testamento Cf. Mt 5.17, 7.12, 11.13, 22.24; Lc 16.16, 16.29, 16.31, 24.27, 24.44; Jo 1.45; At 13.15, 24.14, 28.23 (Dunn, 1988, V.38a, p.165).  

Reconhecer que Deus aceita a fé por justiça não é pensamento estranho ao Antigo Testamento, temos o exemplo de Rm 4. O mosaico de passagens escriturística, previamente apresentado (3.10-18), foi extraído principalmente dos escritos, a terceira seção da Toráh. Agora o apóstolo completo o testemunho da lei referindo-se à lei e os profetas. O novo meio do homem ajustar suas relações com Deus não é absolutamente novo, mas foi realmente predito em ritos, tipos e profecias através do Antigo Testamento (Davidson, 1990, v.2, p.1160). Todo o Antigo Testamento deu testemunho desta “justiça sem obras”; foi prefigurada nos ritos da lei e predita nas promessas dos profetas cf. Lc 24.27, 44 (Wilson, 1981, p.44). 3.22 Dia. pi, stewj VIhsou/ Cristou/ mediante a fé em Jesus Cristo: Esta seria a correta tradução do termo ainda que originalmente o mesmo se diria “fé de Jesus Cristo”. Isso não significa que o foco está na fidelidade de Cristo, ainda que seja verdade que a salvação só ocorra por esse fato. Contudo, não é esse o tema do verso, o assunto é a nossa fé em Cristo (ver Gl 2.16).  Aqui temos uma demonstração do sentido aludido por Paulo na expressão. Quanto a outros paralelos desse conceito paulino, ver Gl 3.22; Ef 3.12, 4.13; ver também Mc 11.22 e At 3.16.  Paulo demonstra claramente que essa justiça de Deus não nos é dada mediante qualquer condição legal, formal, sacramental ou cerimonial. É a fé o veículo dessa doação, o meio que Deus usa para nos outorgar a sua justiça (Champlin, 2002, v.3, p.620).  

Notemos que o apóstolo não diz dià tén pístin – por causa da fé. Ele usa a expressão dià pisteos – mediante a fé. Assim ele exprime que a fé é um instrumento e não a base para se alcançar a justiça; a fé não anula o papel da graça (Leenhardt, 1969, p.100). Entretanto, a justificação não se recebe como uma recompensa por nossa fé em Cristo, mas sim a fé é o meio de apropriar-se da justificação. A fé é, por assim dizer, a mão que o pecador estende para receber o dom gratuito da misericórdia de Deus. Deus sempre está disposto a nos dar este dom, não como uma recompensa por algo que tenhamos feito, a não ser simplesmente por seu infinito amor. De nós depende que recebamos o dom, e é recebido através da fé (Nichol, 1988, v.6, p. 498). para todos [e sobre todos] os que crêem: O texto mais bem credenciado omite a expressão entre colchetes (Bruce, 1991, p.84).  

Champlin acrescenta que a expressão “e sobre todos1” não consta nos manuscritos mais antigos como o P40, a1, ABCP. Outro fator contributivo é a citação de Clemente deste verso com a omissão do termo “e sobre todos”. A combinação das duas expressões produz segundo Champlin uma frase essencialmente redundante e tautológica (Champlin, 2002, v.3, p.620).  

O porque não há distinção: Ou "não há distinção". Tanto gentios como judeus estão incluídos no mesmo método de salvação. A razão para que não se faça diferença é porque não há diferença na necessidade de ambos (vs. 23) (Nichol, 1988, v.6, p. 498).  

3.23 Pois todos pecaram: Segundo Bruce temos aqui a afirmação do fato de que todos os homens, como indivíduos, pecaram (Bruce, 1991, p.84). Notemos o aoristo “pecaram”. Isto indica um fato consumado. Nenhuma escusa pode alterar o resultado desse fato.  Alguns opinam dizendo que todos pecaram em Adão, não estando em voga os pecados individuais, mas sim a transgressão de Adão. Porém, Adão é parte da sentença como todos os homens com seus pecados (Champlin, 2002, v.3, p.620). Não há alusão aqui ao pecado original, mas sim às ações pessoais de cada indivíduo (Brown, Fitzmyer e Murphy, 1986, v.4, p. 126).  

 Os crentes carecem da glória de Deus: O vs. 23 é um resumo da argumentação de Paulo de 1.18-3.20. A glória de Deus provavelmente signifique a participação do homem na glória divina antes da queda e que será restaurada no futuro escatológico (Cranfield, 1993, p.68).  

 O antônimo enquanto o primeiro quer dizer necessidade de, caia em falta, falte, precise; o segundo termo significa riqueza, transbordamento, abundância, amplas possessões. O antônimo é um recurso que nos ajuda a perceber a carência causada pelo pecado (Dunn, 1988, V.38a, p.168).  

O pecado é colocado no passado, mas a consequências está permanente até o presente, a falta da glória de Deus. Por causa do pecado o homem carrega a desfigurada imagem de Deus.  Prova disso é a incapacidade ética do ser humano (Wilson, 1981, p.45).  

A glória (gr. doxa) é o esplendor visível do caráter perfeito de Deus. É o shequinah do Antigo Testamento, e no Novo Testamento expressa na vida encarnada de Jesus, o Verbo ou expressão do Pai. Quanto à glória de Deus, todos os homens estão em falta (carecem dela). O grego usterei`n significa “ficar em falta”, “ser inferior”, “sofrer necessidade”. Esta deficiência universal é um dos aspectos do pecado. Tanto na realidade como em consciência todos estamos muito distantes da luz ofuscante da perfeição divina (Davidson, 1990, v.2, p.1160).  

Mediante o pecado o homem perde o ideal que Deus tinha em finalidade quando o trouxe à existência (Is 43.7). Os homens estão sempre carecendo da glória de Deus porque a prática contínua do pecado nega tudo o que a glória de Deus significa. 3.24 Dikaiou, menoi dwrea. n sendo justificados gratuitamente: A justiça de (ou que provém de) Deus é uma combinação de três elementos: (1) o caráter justo de Deus, (2) a sua iniciativa salvadora e (3) a sua dádiva, que consiste em outorgar ao pecador a condição de justo perante Ele. Justificação é um termo legal ou jurídico, extraído da linguagem forense. O antônimo de justificação é condenação, ambos são pronunciados por um juiz. Agora quando transportamos esses conceitos para dentro do contexto cristão esses termos são veredictos escatológicos alternativos que Deus como juiz anunciará no dia do juízo. Contudo, quando Deus justifica os pecadores hoje, está antecipando o seu próprio julgamento final, trazendo até o presente o que de fato faz parte dos “últimos dias” (Stott, 2001, p.124).  

Th/| auvtou/ ca,riti por sua graça: Charis – Graça, essa palavra acorre 150 vezes no Novo  Testamento. Paulo usa esta significativa palavra mais que qualquer dos outros escritores do Novo Testamento, ele a utiliza 100 vezes em suas epístolas; e Lucas, seu íntimo colaborador, a usa 25 vezes em Lucas e em Atos. Ou seja, os dois a empregam mais de 80 por cento de todas as vezes que aparece no Novo Testamento. "Graça" de maneira nenhuma foi uma palavra inventada pelos apóstolos. Este termo se usa muito com uma variedade de significados na LXX, na literatura grega clássica e posterior (Nichol, 1988, v.6, p. 499). A graça é a base para a salvação. A justificação não ocorre pela fé, mas pela graça através da fé.   RODOR, Amim. A base e o instrumento da salvação. 2006. 2 Notas de aula. 

  Essa graça que inocenta e restaura é pródiga, generosa, sem reservas. É totalmente inexplicável, estando oculta no abismo do amor de Deus. Contudo, não é sentimental ou arbitrária, não ignora os pecados, muitos menos os acoberta. O Deus da graça trata o pecado de modo eficaz, pagando Ele mesmo o preço exigido. Deus em sua graça permanece o Deus da justiça. O Deus da graça não deixa de ser o Deus juiz. Sua absolvição oferecida gratuitamente está embasada na redenção que ele mesmo providenciou (Franzmann, 1972, p.55).  

Dia mediante a redenção que há em Cristo  Jesus: A palavra grega composta de apó, "procedente de", e lytrosis (lytron) "resgate", "liberação  mediante um resgate". Lytron é um termo comum nos papiros para descrever o preço de compra de escravos. Usava-se para referir-se à libertação da escravidão ou cativeiro, e geralmente implicava a idéia do pagamento de um preço ou resgate (Nichol, 1988, v.6, p. 499).  

Apolytrosis é um termo comercial emprestado dos mercadores, assim como justificação é um termo legal emprestado dos tribunais. Esse termo é usado no Antigo Testamento como uma metáfora em relação ao povo de Israel, que foi resgatado do cativeiro egípcio e depois babilônico. Da mesma forma se encontrava o homem cativo pelo pecado sem condições de se resgatar. Jesus então entre em cena e redime a raça humana, pagando o resgate com seu próprio sangue; ele comprou e libertou o homem. Aliás, segundo Mt 10.45 (“dar a sua vida em resgate por muitos”) esse era o propósito da sua vinda (Stott, 2001, p.124).  

Nichol menciona que Jesus Cristo é essencialmente ao mesmo tempo o Redentor e o preço do resgate (Nichol, 1988, v.6, p. 501). 3.25 propiciação: A palavra é quase de uso exclusivo da LXX: 21 vezes usada  em Êxodo, Levítico e Números para a tampa da arca (“o assento de clemência”), o “lugar de  expiação” (veja Êx 25 e Lv 16); cinco vezes em Ezequiel 43 na visão de templo (Dunn, 1988,  V.38a, p.170)  

A palavra para propiciação, hilasterion, é o neutro de um adjetivo derivado do verbo hilaskomai, que tem três sentidos: aplacar, conciliar ou apaziguar alguém; ser propício ou misericordioso; ou fazer propiciação por. O Novo Testamento usa as duas últimas traduções (ver Lc 18.13 e 1Jo 2.2). A idéia não é de conciliação de um Deus zangado por causa da humanidade pecadora, mas é de expiação do pecado por um Deus misericordioso mediante a morte expiatória do Seu Filho (Davidson, 1990, v.2, p.1160).  

Stott levanta um problema em relação à palavra hilasterion. Segundo ele muitos cristãos sentem-se envergonhados com essa palavra, porque propiciação significa o ato de aplacar a ira divina, ou de tornar Deus propício. Tal fato parece mais uma explicação pagã do que cristã. É como se Deus estivesse com raiva e precisasse ser apaziguado. Daí surgem duas outras maneiras possíveis de se entender hilasterion. A primeira é traduzir a palavra como propiciatório, uma referência à tampa da arca do concerto que ficava no lugar santíssimo do santuário. É este o significado mais comum na LXX, e é também o que ela significa na sua única ocorrência no Novo Testamento (Hb 9.5). Nesta tentativa o próprio Jesus seria o propiciatório onde Deus e os pecadores são reconciliados. Lutero e Calvino acreditavam que propiciatório seria a tradução correta, e influenciaram a muitos (Stott, 2001, p.129).  

O mesmo Stott refuta esta idéia apresentando quatro pontos contundentes: (1) Se Paulo  estivesse se referindo a tampa da arca ao propiciatório ele deveria inevitavelmente ter usado o  artigo definido; (2) O conceito é inconsistente em Romanos, pois esta carta, ao contrário de  Hebreus, não se encontra na esfera do simbolismo levítico; (3) Tal metáfora seria confusa e  contraditória, já que ela representaria Jesus como sendo concomitantemente a vítima cujo sangue  foi derramado e aspergido, e o lugar onde se aplicaria esse sangue; (4) O sentimento de dívida de  Paulo para com Cristo crucificado era tão profundo que ele dificilmente o teria comparado a uma  peça inanimada do santuário (Ibid, p.130).  

A segunda possibilidade de tradução para hilasterion é expiação. A argumentação é que no grego secular o verbo hilaskomai significa aplacar; na LXX o objeto desse verbo não é Deus e sim o pecado, portanto, o seu significado não seria propiciar Deus (isto é, torná-lo propício, desviar sua ira), mas sim expiar o pecado, isto é anular o pecado ou extirpar a profanação. C H Dodd, a quem geralmente se associa esta posição escreveu que os atos expiatórios “tinham como que o valor, digamos, de um desinfetante”. A BHL possivelmente influenciada por esta interpretação sugere a seguinte tradução: “Deus ofereceu Cristo como sacrifício para que, pela sua morte na cruz, Cristo se tornasse o meio de as pessoas receberem o perdão dos pecados” (Ibid, p.130). Para Jeremias o termo hilasterion também significa oferta expiatória, ainda segundo ele Rm 3.25 deveria ser traduzido como vítima expiatória; Cristo é a vítima do pecado que faz expiação pelo pecado da humanidade (Jeremias, 2006, p.199).  

A razão principal pela qual essas opções são insatisfatórias e pela qual é necessária uma referência à propiciação é o contexto. Nestes versículos Paulo descreve a solução de Deus para a 

   condição humana, o problema não se restringe somente ao pecado, mas também a ira de Deus sobre o pecado (1.18; 2.5; 3.5) (Stott, 2001, p.131).  Para Stott deveríamos lutar para resgatar a doutrina cristã da propiciação que é totalmente diferente dos conceitos supersticiosos pagãos ou animistas. Tanto a necessidade como o autor e a natureza da propiciação cristã são diferentes. Analisaremos com detalhes estes três elementos:  necessidade, autor e natureza da propiciação.  

           Por que a propiciação era necessária? A resposta pagã seria porque os deuses são caprichosos, mal humorados e sujeitos a acessos de ira. A resposta cristã é: porque a ira santa de Deus está voltada contra o mal. É o mal e o pecado que a provocam nada mais (ibid, p. 131).  

Quem é o responsável pela propiciação? Para os pagãos somos nós mesmos. Fomos nós que ofendemos os deuses, portanto devemos apaziguá-los. A resposta cristã: nós não podemos aplacar a justa indignação de Deus. Mas Deus, em seu amor sem que fossemos merecedores, fez por nós o que nunca poderíamos realizar por nós mesmos. João escreve algo parecido em I Jo 4.10 “... Deus... nos amou e enviou o seu Filho como propiciação (hilasmos) pelos nossos pecados”. “O amor, a idéia, o propósito, a iniciativa, a ação e a dádiva foram todos de Deus”.  (Ibid, p.131).  

E por fim a natureza. Como se conseguiu a propiciação? A resposta pagã é que é preciso subornar os deuses com oferendas e sacrifícios, inclusive humanos. A resposta cristã é que Deus deu o seu próprio Filho para morrer em nosso lugar, e ao dar o seu Filho, deu-se ele mesmo por nós (5.8 e 8.32) (Ibid, p.131).  

Na perspectiva pagã, os seres humanos tentam através de suas ofertas desprezíveis, aplacar o mau humor de suas divindades enfurecidas. De acordo com a revelação cristã, o próprio amor incomparável de Deus aplacou a sua própria ira santa ao dar o seu próprio Filho amado, que tomou o nosso lugar, assumiu os nossos pecados e morreu a nossa morte.  Assim fazendo, Deus mesmo entregou a si mesmo para salvar-nos dele mesmo (Ibid, p.131).  

Seguramente, a lógica da exposição de Paulo é que a ira de Deus (em 1.18–3.20) é evitada de alguma maneira na morte de Jesus, mas a passagem também retrata Deus como a oferta do sacrifício em lugar de seu objeto (Dunn, 1988, V.38a, p.171).  

A expiação de Cristo não foi feita para induzir a Deus a que amasse aos que de outro 

modo tivesse aborrecido; não se fez para criar um amor que não existia, mas sim se levou a cabo como uma manifestação do amor que já havia no coração de Deus. Em realidade, Deus se sacrificou a si mesmo em Cristo para a redenção do homem. Rm 3.25 descreve o oferecimento da justificação e redenção mediante Cristo. Jesus foi apresentado mediante sua morte expiatória como o meio de expiação, o sacrifício expiatório, a propiciação e a reconciliação (Nichol, 1988, v.6, p. 502).  

Dia mediante a fé no seu sangue: Estas duas sentenças definem claramente o conceito de propiciação: “A propiciação não acontece senão pela fé da parte do salvo, e pelo sangue da parte do Salvador”. A primeira limita a propiciação do sacrifício de Cristo àqueles que expressam fé nEle; a segunda localiza esse poder no sangue que foi derramado vicariamente para salvar pecadores de receberem o salário justo pela sua desobediência (Wilson, 1981, p.47).  

O Novo Testamento põe muita ênfase no sangue de Cristo em relação com a obra da redenção. Jesus disse que seu sangue "por muitos é derramado" (Mr 14.24); somos "justificados em seu sangue" (Rm 5.9); "temos redenção por seu sangue" (Ef 1.7); Cristo fez "a paz mediante o sangue da sua cruz" (Cl 1.20). Os que estavam "longe" foram "feitos próximos pelo sangue de Cristo" (Ef 2.13). A igreja de Deus foi comprada "por seu próprio sangue" (At 20.28). Somos lavados "de nossos pecados com seu sangue" (Ap 1.5). O sangue de Cristo representa sua vida oferecida como sacrifício expiatório pelos pecados de todo o mundo, com base no Antigo Testamento em o sangue significava a vida (Gn 9.4 e Lv 17.10-14) (Nichol, 1988, v.6, p. 503),  para manifestar a sua justiça: Deus não é somente  justo, como sempre é; também pode justificar ou colocar em correta relação aqueles que têm fé  em Jesus, embora que, fora de Cristo, não tenham eles direito a tal justificação. Deus é justo; e por causa de Sua justiça eterna e intrínseca (não a despeito dela) considera justo o pecador que crê em Jesus (Davidson, 1990, v.2, p.1160).  Literalmente "para manifestar a sua justiça" quer dizer para exibir sua própria justiça. Era necessária essa exibição devido à obra de Cristo para absolver os pecados que agora estão no passado. Seu propósito se explica no vs. 26 (Nichol, 1988, v.6, p. 503). Esta expressão revela a finalidade da cruz (Brown, Fitzmyer e Murphy, 1986, v.4, p. 128).  

Nesta unidade literária Paulo usa três palavras para descrever a cruz; são elas apolytrosis (redenção), hislaterion (sacrifício de propiciação) e endeixis (demonstração). A cruz foi uma demonstração ou uma revelação pública, sobretudo uma conquista. Além de concretizar a propiciação de Deus e a redenção dos pecadores, a cruz vindicou o caráter justo de Deus (Stott, 2001, p.132). Endeixis neste verso tem o sentido de provar, mostrar estritamente, indicação, prova, como demonstração de informação pública progegono.

Dia por ter Deus, na  sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos: Páresis, esta palavra  aparece somente aqui em todo o Novo Testamento; o seu significado principal não é perdoar, mas  sim passar por alto (Nichol, 1988, v.6, p. 503). Paulo ao usar este termo sugere que todo o sistema sacrifical do Antigo Testamento não era suficiente para resolver o problema do pecado, e que todo o rito do santuário era uma provisão intermediária e não conclusiva para o pecado (Dunn, 1988, V.38a, p.173). A redenção realizada por Cristo tem eficácia retrospectiva, bem como prospectiva (Bruce, 1991, p.88). Deus em seu amor pelos pecadores tinha protegido paciente e misericordiosamente aos homens do resultado total do seu pecado. Mesmo que a morte como consequência do pecado o tenha acompanhado. A cruz foi a expressão máxima da justiça e da ira de Deus. Nunca mais a paciência de Deus poderá ser confundida com indiferença ante o pecado previamente cometido.  Neste contexto parece que Paulo não está falando principalmente dos pecados dos indivíduos antes da conversão, mas sim dos pecados do mundo antes da morte expiatória de Cristo. Deus tinha permitido que os gentios andassem "em seus próprios caminhos" (At 14.16); "tinha tolerado" os tempos dessa ignorância (At 17.30); e devido a isso a justiça de Deus ficou obliterada, daí a necessidade de uma manifestação pública ou demonstração (Nichol, 1988, v.6, p.  503).  

Leenhardt destaca o fato do apóstolo não ter usado a palavra a;fesij (áphesis) para  exprimir a idéia de perdão, contudo ele emprega páresis. Ao escolher este termo ele o coaduna com a palavra anoche – tolerância. A condenação do pecado da forma que a implica e a manifesta a cruz, resolve todo mal-entendido referente à tolerância de Deus ao pecado. Fica evidente que Deus não é complacente com o pecado. A cruz manifesta a real natureza da justiça de Deus: misericórdia (Leenhardt, 1969, p.106).  O Senhor não se esqueceu desses pecados, embora não os resolvesse imediatamente. A ação de Deus na cruz foi mais do que uma auto vindicação à vista da história humana do passado.  Ela foi também a manifestação da sua justiça no tempo presente vs.26.  

Estes versículos refletem o ponto essencial do grande conflito, o tema central no plano de redenção. Satanás tinha declarado que a justiça era incompatível com a misericórdia, e que se a lei fosse quebrantada seria impossível que o pecador fosse perdoado. A desobediência do homem e o surgimento do pecado foram uma nova oportunidade a Satanás para que apresentasse suas arrogantes acusações contra o caráter de Deus e seu governo, insistindo em que Deus não podia ser justo e, ao mesmo tempo, mostrar misericórdia ao pecador (Nichol, 1988, v.6, p. 504).  

Durante milhares de anos Deus tolerou as acusações de Satanás e a rebelião do homem.  Durante todo esse tempo o Senhor foi desenvolvendo gradualmente seu maravilhoso plano, um plano que não só faria possível o perdão e a restauração dos pecadores, mas também demonstraria a absoluta perfeição do caráter divino e a completa união da justiça e o amor no governo divino. Tudo isto foi antecipado mediante emblemas, símbolos e profecias do Antigo Testamento. Então foi através da cruz que Deus fica completamente vindicado perante o universo por ter passado por cima, generosamente, os pecados anteriores dos homens e por ter justificado aos que tinham fé. (Nichol, 1988, v.6, p. 504).  

Não há como contestar a justificação ocorre somente pela fé, sola fide, era um grande slogan da reforma. É importante destacar que nada existe de mérito na fé. A salvação não é nenhum empreendimento cooperativo entre Deus e nós, no qual Ele entra com a cruz e nós com a fé. A graça não admite contribuições. O valor da fé não reside em si mesmo, mas completamente em Jesus e este crucificado. Dizer que a justificação é somente pela fé é a mesma coisa de dizer que a justificação é somente por Cristo. Como escreveu Richard Hoocher: “Deus justifica o que crê – não por causa do valor da sua crença, mas por causa do valor daquele em quem ele creu” (Stott, 2001, p.134).   

CONCLUSÃO  

Neste trabalho analisamos a questão da salvação, justificação e justiça de Deus. Mas qual é a essência de tudo isto? Onde está a diferença entre tudo isto e a forma de proceder da Lei antiga? Basicamente a diferença consiste nisto: o caminho da obediência à Lei tem que ver com o que o homem pode fazer por si mesmo; o caminho da graça tem que ver com o que Deus fez e pode fazer pelo homem. Paulo está insistindo em que nada do que nós possamos fazer pode ganhar o perdão de Deus; só o que Deus fez por nós pode obtê-lo. Portanto, o caminho à relação justa com Deus reside não em uma frenética e desesperada inútil tentativa de obter a absolvição por nossas obras, mas na aceitação humilde e contrita do amor e da graça que Deus nos oferece em Jesus Cristo. Paulo usa a expressão “justiça de Deus” e “sua justiça” duas vezes cada uma, a conclusão a que chegamos é que as duas primeiras vezes que ela aparece (Rm 3.21,22) “justiça de Deus”, ela significa o dom outorgado por Deus para a salvação. A manifestação da salvação como vimos é retrospectiva e prospectiva, ela valida todo o sistema sacrifical do Antigo Testamento, e a partir da cruz o pecador se vale do sacrifício de Cristo para a obtenção do perdão e consequentemente da salvação.  

A segunda frase “sua justiça” (Rm 3.25-26) representa o caráter justo de Deus, sua justiça que dizer Deus é justo, isto é, um atributo da divindade. A diferença disso seria dizer que Deus é injusto. A cruz foi a prova, a manifestação pública de que Deus é justo, e como diz Paulo por Ele ser justo Ele justifica o pecador. Na cruz Cristo realizou algo que ser humano jamais conseguiria:  ser justo, vindicando seu caráter e ser misericordioso, resgatando o homem do pecado.  

A natureza da justiça: Para Paulo, a justiça primária é a justiça de Deus, alcançada pela fé em Jesus Cristo (Romanos 3:21-26). No entanto, isso tem implicações para como os cristãos devem viver e interagir na sociedade, buscando a retidão e a equidade. Que significa “dar a cada um o que ele precisa para que todos tenham acesso às mesmas oportunidades, mesmo que de formas diferenciadas das que outras pessoas tenham, quer dizer a equidade busca suprir as necessidades individuais com a chance de atingir o mesmo objetivo

Viver em retidão: As cartas de Paulo exortam os crentes a viverem de maneira justa e honesta em suas relações com os outros (Romanos 12:17, Filipenses 4:8). Isso reflete um compromisso com a justiça prática na vida diária. Quantas cartas temos na Bíblia como autoria que Paulo escreveu ao todo tradicionalmente, não devemos procurar entender por números ou quantidades e sim a qualidade de seus ensinamentos consagrados pelo poder do Espírito Santo, os treze livros do Novo Testamento são suficientes e são atribuídos a Paulo São eles:  

Romanos,1Corintios, 2. Coríntios, Gálatas, Efésios.

Filipenses, Colossenses, 1Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timoteo, 2 Timoteo, Tito e Filemom. Controvérsias Acadêmicas buscam atribuições de livros de Paulo como autor “Deutero” ou co-autor. No entanto, a autoria de algumas dessas cartas é debatida por estudiosos, a maioria deles concorda que Paulo escreveu sete dessas cartas (Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Filipenses, 1 Tessalonicenses e Filemom). As outras seis (Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito) são por vezes chamadas de "Deutero-Paulinas", indicando que podem ter sido escritas por discípulos ou seguidores de Paulo usando seu nome e ensinamentos. A Epístola aos Hebreus também foi tradicionalmente atribuída a Paulo, mas a maioria dos estudiosos modernos acredita que ele não a escreveu. Mas é preciso que isso continue com as pesquisas na área acadêmica, por muitos estudiosos e pesquisadores de Paulo. Portanto, dependendo da perspectiva, Paulo escreveu sete ou treze cartas que estão inseridas junto com as outras no Novo Testamento. Além dessas, há menções em suas cartas a outras correspondências que não foram preservadas (por exemplo, uma carta anterior aos Coríntios mencionada em 1 Coríntios 5:9)

A análise de Romanos Capítulos 3-13 revela a complexidade da relação entre fé e autoridade. Longe de ser um mandamento simplista de obediência incondicional, o texto paulino nos convida a uma reflexão profunda sobre a soberania de Deus sobre todas as esferas da vida, incluindo o governo. A submissão às autoridades é apresentada como um princípio geral para a manutenção da ordem social, mas não pode ser interpretada de forma isolada de outros princípios bíblicos que clamam por justiça, amor e defesa dos oprimidos. Este Trabalho é como se fosse Conclusão de Curso, também buscou demonstrar que a aplicação de Romanos 13 em contextos contemporâneos exige discernimento, diálogo e uma compreensão holística da mensagem bíblica. Os cristãos são chamados a serem cidadãos responsáveis, honrando as autoridades constituídas, mas também a exercerem sua voz profética em defesa da justiça e da verdade, mesmo que isso implique confrontar estruturas de poder injustas. A esperança é que esta análise contribua para uma compreensão mais matizada e relevante de Romanos 13, capacitando os futuros teólogos e líderes cristãos a navegarem pelos complexos desafios éticos e sociais do nosso tempo, fundamentados em uma teologia bíblica sólida e engajada com a realidade. Referências Bibliográficas: Ao concluir, revisar, não ter pressa para enviar seu trabalho neste caso apresentado, é apenas um esboço, livre das fontes bibliográficas dos autores que deverão ser citados com a norma de faculdade (Serão listadas as obras de referência utilizadas ao longo do TCC, incluindo comentários bíblicos, obras de teologia sistemática, estudos históricos e artigos acadêmicos relevantes). Observação: Este é um esboço detalhado da estrutura de cada capítulo e seção precisará ser desenvolvido com pesquisa aprofundada, argumentação consistente e referências bibliográficas adequadas. A linguagem utilizada deverá ser acadêmica e rigorosa, própria de um trabalho de conclusão de curso em teologia. No âmbito prático e existencial é esperança em meio ao sofrimento, a crença na ressurreição oferece esperança e consolo em face da dor, do sofrimento e da perda. Ela aponta para uma realidade futura de alegria e plenitude.

A motivação para uma vida de fé e serviço na certeza da ressurreição impulsiona os crentes a viverem de acordo com os ensinamentos de Jesus, buscando justiça, amor e serviço ao próximo em comunhão com os demais na comunidade e nos ambientes familiares, com empatia e piedade aos mais necessitados. O que podemos fazer para vencer o pecado, a vida ressurreta de Cristo oferece poder aos crentes para resistirem ao pecado e viverem em novidade de vida. Comunhão com o Cristo vivo, essa a afirmação de que Jesus vive implica uma relação pessoal e contínua com ele através da oração, da leitura da Bíblia e da participação na comunidade cristã. Quero dizer em resumo, quando dizemos que Jesus ressuscitou e vive, estamos afirmando e proclamando uma verdade transformadora que impacta a nossa compreensão de Deus, da vida, da morte e do nosso próprio destino. É uma declaração de fé, esperança e vitória.

 Uma visão deformada do ser humano a “Mente”

A frase "A visão deformada arruina a trajetória, isso é ter mente estreita" significa que uma perspectiva limitada, distorcida ou inflexível sobre a vida, as pessoas e as situações podem prejudicar seriamente o caminho que uma pessoa trilha. Essa "visão deformada" é sinônimo de ter uma mente estreita". 

EXPLANÇÕES.

Visão Deformada: É uma frase de um poeta inglês

Percepção distorcida da realidade: Assim como uma lente deformada altera a imagem que vemos, uma visão deformada da mente impede que a pessoa enxergue as coisas como elas realmente são. Isso pode envolver preconceitos, julgamentos apressados, interpretações equivocadas e a incapacidade de considerar diferentes pontos de vista. Quem tem o foco limitado, é como uma pessoa com uma visão deformada tende a se fixar em um único aspecto de uma situação, ignorando o contexto mais amplo e outras informações relevantes, crenças pessoais e experiências passadas podem nublar a visão, impedindo uma avaliação imparcial dos fatos. Resistência a novas ideias: Uma visão deformada geralmente acompanha a rigidez mental e a dificuldade em aceitar perspectivas diferentes ou informações que desafiem suas próprias crenças. Mente estreita significa Intolerância à diversidade, mente estreita se caracteriza pela dificuldade em aceitar e respeitar opiniões, crenças, culturas e estilos de vida diferentes dos seus. Há uma tendência a julgar o "outro" como errado ou inferior. Preconceito e estereótipos: Pessoas com mente estreita frequentemente se baseiam em estereótipos e preconceitos para entender o mundo e as pessoas, sem considerar a individualidade, falta de empatia, é a dificuldade em se colocar no lugar do outro e compreender seus sentimentos e perspectivas é uma marca da mente estreita.

A Inflexibilidade: A mente estreita resiste a mudanças, novas ideias e adaptações. Há uma preferência pelo conhecido e uma aversão ao que é diferente. Julgamento e crítica: Há uma tendência a julgar e criticar as ações e escolhas dos outros com base em seus próprios padrões limitados. Oportunidades perdidas, ao se fecharem para novas ideias e perspectivas, às pessoas com mente estreita podem perder oportunidades de crescimento pessoal, profissional e social. Como também seus relacionamentos são prejudicados, a intolerância, o julgamento e a falta de empatia dificultam a construção de relacionamentos saudáveis e significativos. Conflitos são mais prováveis e a comunicação se torna difícil. O que pode gerar estagnação pessoal, como recusa em aprender, evoluir e considerar diferentes pontos de vista leva à estagnação pessoal e à dificuldade em se adaptar a um mundo em constante mudança. Tomando decisões equivocadas, é também uma visão distorcida da realidade que pode levar a decisões mal informadas e com consequências negativas, poderá criar conflitos em grupos de pessoas levando a situações indesejáveis. Muitos escolhem o isolamento, a rigidez e a dificuldade em se conectar com pessoas diferentes podem levar ao isolamento social. Foge por não concordar e muitos amigos se afastam por não compreender o que está acontecendo com sua própria mente. É um sofrimento emocional, as emoções na mente estreita podem gerar sentimento de frustração, raiva e ressentimento em relação ao mundo e às pessoas que não se encaixam em suas expectativas limitadas. Gera conflito negativista para quem está pedindo que lhe seja ouvido e ouça sua proposta solicitada. Em suma, ter uma mente estreita, ou uma visão deformada da realidade, funciona como um obstáculo significativo na jornada da vida. Impede o crescimento, dificulta os relacionamentos, limita as oportunidades e pode levar a um caminho de frustração e isolamento. Para uma trajetória mais rica e bem-sucedida, é fundamental cultivar uma mente aberta, flexível e disposta a considerar diferentes perspectivas. porque mesmo sem acreditar “a mente”.

Quem não tem uma causa pela qual morrer, não tem motivo para viver (M. L. King).

Agradeço a todos meus irmãos em Cristo Jesus, a minha congregação, a minha família que me deram apoios em tudo para que concluísse este trabalho simples como esboços, para contribuir com quem busca viver em uma nova era com tão pouco tempo para fazer muito ainda até a vinda de Jesus. 

        “O Senhor é a Nossa Justiça” (Jr 33:16-17).  

As posições dos cristãos que atuam na esfera pública sem ceder às ideologias seculares são conhecidas e propiciaram, ao longo dos últimos séculos, a própria formação das democracias ocidentais.  

Sem perceber a influência decisiva da fé cristã, a história da formação das instituições políticas do Ocidente não pode ser compreendida de forma adequada se o propósito não tiver voltado para a humanidade.  Quando fala o grande profeta Isaías em 33:17-18: Os teus olhos verão o rei na sua formosura, e verão a terra que se estende em amplidão. O teu coração meditará no terror, dizendo: Onde está aquele que escreveu ou (serviu de escrivão?) onde está o que pesou tributo? Onde está o que contou as torres? (Isaías 33:17-18). O respeito à individualidade e à vida, enquanto dádiva do Criador, a primazia da família, a defesa da propriedade, a gritante falibilidade humana, e a liberdade dada por Deus para que o homem faça uso dos seus dons, (1Co 12:4-11). Exerça suas vocações, e coma do fruto do seu trabalho, sem que os poderosos deste mundo abusem do seu poder para roubar e oprimir o cidadão comum. Todo ser humano é merecedor destes dons que Deus lhe projetou, Ele escreveu em seu coração, como o profeta falou em Eclesiastes:

“Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs no mundo coração do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim Eclesiastes 3:11”. Nascia assim “o desejo pela eternidade”. Neste texto, quero contar com referto de sinceridade e verdade, não tão perfeito conhecimento de causa, mas em justiça, em algum trecho das páginas da vida, repassado de entusiasmo por um assunto que lhe é caro ao espírito e ao coração. Assim é nascida a honra que me concede o autor deste perfil, muito edificado quando bem se lançou ao mundo na obra, pronto a lançar-se de público, e o que penso do nobre e a pessoal virtude que lhe tenha acompanhado durante esses tempos. Quando éramos mais jovens, um líder inteligente, estudioso, irrepreensível, que desde pequeno, bem cedo, deu prova de cultura e praticou as virtudes cristãs, que desprendem o homem de si próprias, como também das criaturas para juntar-se mais e mais a Deus.  

Pontualmente exímio na humanidade, e na humildade, e tanto é na caridade, é um homem de alma profundamente humana e humilde: rico de dotes intelectuais e morais, oculta aos olhos de todos, se, se vale destes dotes quando lhe impera o dever é por Deus anunciado no prover do seu chamado. Despido de qualquer vaidade, guarda nas honras e elogios, um equilíbrio admirável, um equilíbrio que não se altera nas críticas e quando lhe censuram.  Sua caridade é proverbial, um ardente amor a Deus, e um grande amor das suas grandes virtudes de bondade. Geralmente quando a ele recorremos a um conselho, para uma direção, para um conforto, para um auxílio qualquer que for a necessidade e gênero. Caridade no trato o é, e muito sinceramente, no juízo que faz das pessoas: Sempre procura interpretar benignamente as ações dos outros e, ao deparar com uma ação, que não tem margem para uma defesa, procura, pelo menos, uma alternativa, atenuante para quem a criara a desarmonia em curso. Assim por viver numa era de materialismo em que uma grande ambição desmesurada de riquezas e de gozos cava abismos, isso separa o homem e as sociedades, e bem que, surge entre nós um modelo extraordinariamente de vida cristã, de vida de fé, doação, vida vivida no ambiente da família, que tem nos últimos anos respirado o ar veiculado pela onda de egoísmo de descrença e crueldade. Posso testemunhar religiosamente buscando as melhores palavras e soluções para as dualidades libertadoras hoje existentes, mesmo sabendo que só Jesus Cristo é a tem a resposta, amostra eloquentemente da visão em Jesus Cristo tenho crido na transfiguração, quando tenho uma visão em meu quarto ou onde eu me encontre em.

Quando tive meu encontro com Deus, compreendia em si todas as virtudes, ainda que cético fosse, desde muito, ainda assim pude compreender que já praticava as virtudes cristãs. Então, desprendeu o homem de si mesmo e das criaturas, para uni-lo mais e mais a Deus, ei-lo aí, Supremo Deus, justo a fé que me ilumina e conforta, quando procurado pelos fieis, saberei entender suas dúvidas e as queixas com muita paciência em horas e horas cansativas, sempre procuro encontrar recursos na fé, e na persuasão para amenizar sofrimentos, tristezas, dissabores entre as pessoas. As palavras e os conceitos surgem de sua fé na mais rica espontaneidade sem erros e sem tropeços, resume a pureza do grande Deus dos Exércitos, por   causa do “Nome do Senhor Jesus Cristo”, para todos os irmãos na fé. (Grifo do autor) .

contnuação na próxima edição