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sábado, 28 de fevereiro de 2026

PROFETA ISAIAS 66:1-4 O LUGAR DO MEU DESCANSO

 

 O Profeta Isaías, relata nos seus escritos  uma direção para o Novo Testamento  a vinda do Messias, o Cordeiro de Deus, nosso salvador Jesus

Este último capítulo do Livro de Isaías começa com um mandamento, em vigor durante todas as épocas do mundo, de que os justos erguessem templos ao Senhor. Oferecer sacrifícios indignamente é condenado, bem como estar envolvidos e em abominações e perseguição dos humildes e mansos. Quando o Senhor vier novamente, os que estiverem praticando iniquidades ficarão envergonhados. Na Segunda Vinda do Senhor os iníquos serão feridos, Israel como nação será restaurada em um dia e as nações gentias do mundo serão convidadas a virem adorar ao Senhor. Os sobreviventes olharão para os numerosos cadáveres com horror.

Este último capítulo marca o final da grande divisão do Livro de Isaías, abrangendo os capítulos 55 até 66, onde é descrito o retorno glorioso da antiga nação de Israel à sua terra natal, depois do arrependimento e purificação.

No versículo 1 o Senhor declara que Ele é o Criador de todas as coisas: “Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?”. Os homens justos foram ordenados em todas as eras a erigirem templos ao Senhor. Este versículo descreve um templo que seria edificado nos últimos dias, antes da Segunda Vinda do Senhor.

Em Doutrina e Convênios o Senhor ordenou Seus discípulos dos últimos dias:

“Portanto em verdade vos digo que …vossos estatutos e julgamentos para o início das revelações e do alicerce de Sião e para a glória, honra e investidura de todos os seus munícipes são prescritos pela ordenança de minha casa santa, a qual meu  povo sempre recebe ordem de construir a meu santo nome” (ênfases adicionadas).

O Senhor declarou também em Doutrina e Convênios:

“E se meu povo me construir uma casa em nome do Senhor e não permitir que nela entre qualquer coisa impura, de modo que não seja profanada, minha glória descansará sobre ela;
“Sim, e minha presença lá estará, porque entrarei nela; e todos os puros de coração que nela entrarem verão a Deus”.

Nos versículos 2 até 4 a voz do Senhor contrasta os malfeitores com Seus discípulos justos e humildes. No versículo 2 o Senhor disse: “Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o Senhor; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra”. Apesar do Senhor haver criado os céus e a Terra, Seu maior interesse está no homem contrito que treme da Sua palavra. O Senhor dá revelações àqueles que têm corações humildes e espíritos contritos, que aprendem com os ensinamentos do Senhor, dados através das escrituras, de seus profetas vivos e do Espírito Santo com admiração, assombro e reverência.

Falando contra o orgulho, Ezra Taft Benson declarou: “Orgulho é o pecado universal, o grande vício. … O antídoto para o orgulho é a humildade―mansidão, submissão. É o coração quebrantado e o espírito contrito”.

O versículo 3 declara que sacrifícios oferecidos indignamente são grandes abominações: “Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem; quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão; quem oferece uma oblação é como o que oferece sangue de porco; quem queima incenso em memorial é como o que bendiz a um ídolo; também estes escolhem os seus próprios caminhos, e a sua alma se deleita nas suas abominações”. Matar um boi para oferecer como sacrifício, sacrificar um cordeiro, oferecer uma oblação, e queimar incenso, indignamente, são comparados com assassinato, com matar um cão, com oferecer sangue de porco, e com a bendição de um ídolo, respectivamente. Sob a Lei Mosaica as abominações descritas aqui foram definidas em detalhes. Neste versículo o Senhor adverte àqueles que edificariam templos nos últimos dias a não entrarem neles indignamente, nem a fazerem ordenanças sagradas sem primeiro purificarem-se através do arrependimento sincero. Aqueles que se deleitam em iniquidades enquanto mantêm uma aparência de que estão participando em ordenanças sagradas estão cometendo um escárnio solene.

O versículo 4 declara a maldição sobre os iníquos: “Também eu escolherei as suas calamidades, farei vir sobre eles os seus temores; porquanto clamei e ninguém respondeu, falei e não escutaram; mas fizeram o que era mau aos meus olhos, e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer”. Aqueles que não dão ouvidos ao Senhor e praticam o mal sofrerão calamidades e temores.

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