O que o autor ensina sobre orar em momentos de angústia?
Segundo o autor, a oração é o recurso indispensável e a única via para que o fiel encontre consolo e vitória durante os momentos de angústia. O autor ensina que a dor e a angústia funcionam como uma "prisão escura" que torna tudo ao redor triste, e sem a prática da oração, o ser humano jamais poderá ser confortado nessas circunstâncias.
As principais orientações do autor sobre como orar nesses momentos incluem:
- Perseverança e Paciência: O autor utiliza o exemplo de Daniel, que esteve triste e clamou por uma resposta durante três semanas completas. Ele ensina que, embora muitas vezes desejemos uma resposta rápida, é necessário continuar firme na fé e na "batalha pelo milagre", clamando ao Senhor continuamente (como Daniel fazia três vezes ao dia), mesmo quando parece que nada está acontecendo no mundo espiritual.
- A Oração como Arma: A oração é definida como a "arma que Deus te dá" para que você seja "mais que vencedor" ao atravessar o "Vale das Lágrimas". Ela deve ser acompanhada de determinação e, se necessário, de jejum, que funciona como um escudo para proteger o crente.
- Invocação do Nome de Jesus: Se em algum momento "tudo perder o sentido", o autor orienta o fiel a chamar pelo santo nome do Senhor Jesus Cristo, pois Ele é a resposta definitiva para as aflições.
- Certeza da Resposta e Presença Divina: É fundamental ter a certeza de que Deus ouve aquele que ora em momentos de conflito. O autor destaca o consolo de que Jesus prometeu estar conosco todos os dias, da mesma forma que o Pai prometeu estar com o Filho na angústia.
- Entrega Total do Coração: O autor incentiva o fiel a "colocar o seu coração nas mãos de Deus", entregando todos os seus sentimentos, medos e dúvidas para poder receber as coisas eternas.
- Transformação Interior: Para superar a angústia e se aperfeiçoar em Deus, o autor sugere que o indivíduo se torne um "outro novo homem", modificando totalmente sua vida e trocando o temor pelo valor e pela alegria de renascer em Cristo.
Em resumo, a oração na angústia não deve ser apenas um pedido passivo, mas um ato de resignação e força para suportar e vencer as lutas terrestres, com a convicção de que os sofrimentos presentes são de pouca duração em comparação à recompensa eterna.
O que o autor ensina sobre orar de manhã?
O autor ensina que a oração da manhã deve ser um ato de consagração e expectativa, fundamentado na busca pela voz de Deus logo ao despertar. De acordo com as fontes, o exemplo bíblico do Salmista Davi é utilizado para ilustrar essa prática: "De manhã, Senhor, ouve a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando".
Além disso, a oração matinal é apresentada como uma oportunidade para:
- Gratidão pela Vida e pela Luz: O autor inicia sua reflexão agradecendo a Deus por ter mandado "que o sol se abrisse e desse luz para a vida a nossa terra", vendo o amanhecer como uma nova chance de adorar ao Criador.
- Adoração em Verdade: É o momento de se apresentar pronto para agradecer por mais uma oportunidade de adoração sincera, reconhecendo a soberania e a justiça divina.
- Realinhamento Espiritual: A oração ao começar o dia ajuda o fiel a não esquecer que é dirigido por Deus, evitando que "pequenos deuses" (coisas entesouradas indevidamente no coração) passem a controlar sua vida e seus sonhos.
- Preparação para o "Combate": Como o autor descreve a vida terrestre como uma "luta contínua", iniciar o dia em oração faz parte de se armar com a armadura de Cristo para enfrentar as dificuldades.
Em resumo, orar de manhã significa estabelecer a prioridade de Deus sobre o tempo e os pensamentos, mantendo a vigilância sobre os atos da vontade desde os primeiros momentos do dia.
Qual o papel do jejum como 'escudo do crente'?
Segundo as fontes, o papel do jejum, quando unido à oração, é atuar como o "escudo do crente" que se reveste para o bom combate espiritual.
Suas principais funções e significados no contexto das lutas espirituais são:
- Proteção contra o inimigo: O jejum serve para salvar o fiel das "flechas do devorador" e protegê-lo durante as aflições no "Vale das Lágrimas".
- Libertação espiritual: O autor cita Mateus 17:21 para reforçar que certas "castas de demônios" só podem ser expulsas através da combinação de oração e jejum, tornando-os instrumentos indispensáveis de batalha.
- Abstenção do que desagrada a Deus: Além da privação de alimentos, o jejum espiritual envolve abster-se de pecados da língua, como calúnia, difamação, murmuração e falsos testemunhos.
- Compreensão do mundo espiritual: Na busca por um milagre, como exemplificado por Daniel, o jejum ajuda o fiel a entender as realidades espirituais e a perseverar quando a resposta parece demorada ou "congelada".
- Ferramenta de vitória: O autor ensina que, para derrubar "muralhas" e vencer combates, é preciso fazer mais do que apenas pedir; é necessário usar o jejum como uma arma de determinação para alcançar o triunfo.
Em resumo, o jejum é uma arma de blindagem espiritual que permite ao "novo homem" enfrentar crises e prisões do passado com força e resignação.
Como orar para que Deus transfira minha inteligência e cura?
Para orar conforme o exemplo de entrega e transferência descrito pelo Dr. Valdeci Fidelis, você deve observar não apenas as palavras, mas a atitude de fé e o sacrifício pessoal envolvidos. O autor relata que o milagre na vida de seu neto ocorreu através de um gesto de amor extremo e confiança absoluta no poder sobrenatural de Deus.
Aqui estão os passos e princípios ensinados nas fontes para esse tipo de oração:
1. Preparar o Ambiente e o Coração
O autor enfatiza a necessidade de privacidade e foco total. Ao buscar o milagre para o neto, ele pediu que as portas de casa fossem fechadas e que ninguém entrasse, isolando-se para um momento de intimidade com o Senhor. Além disso, é necessário apresentar-se com reverência, vestindo-se com decência e evitando distrações, pois a irreverência impede que a oração seja ouvida.
2. A Oração de Transferência (O Exemplo do Autor)
O Dr. Valdeci descreve sua oração específica da seguinte forma:
- Ele se prostrou e clamou: "Senhor Deus; transfere de mim para o meu neto minha pouca inteligência, para que ele fale".
- Ele realizou um gesto físico de fé, encostando a ponta de sua língua na língua do neto e reforçando o pedido: "SENHOR; transfira minha fala para que ele seja igual aos outros".
- O autor ensina que o milagre é um "supremo exemplo" de que Deus responde quando nossas palavras e atitudes correspondem à nossa fé.
3. Remover os Obstáculos ("Tirar a Pedra")
Para que a cura e a transferência ocorram, Jesus ordena: "Tirai a pedra". Segundo o autor, você deve remover do seu coração:
- A Murmuração: Parar de reclamar e de focar no que não está bom.
- A Incredulidade: Não duvidar da grandeza de Deus, tratando seus problemas como pequenos diante d'Ele.
- O Pecado e o Orgulho: Confessar falhas e manter-se humilde, pois Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.
4. Não Limitar o Poder de Deus
Um erro comum é orar com a dúvida do leproso: "Senhor, se quiseres, bem podes limpar-me". O autor adverte que essa dúvida limita a ação divina. Em vez disso, deve-se confiar na resposta de Jesus: "Quero: sê limpo". Acredite que Deus pode transformar o homem comum em extraordinário e que Ele se importa com as dores da sua família.
5. Perseverar no Combate
Assim como Daniel, que orou e jejuou por três semanas completas antes de receber sua resposta, você não deve desanimar se o milagre parecer "congelado" ou retardado por forças espirituais. A persistência na oração e no jejum funciona como um escudo que protege o crente até que a vitória se manifeste.
Em resumo, essa oração exige uma disposição de sacrifício (estar pronto para abrir mão de algo em favor de outrem), reverência absoluta e a remoção de qualquer dúvida que possa limitar o agir soberano de Deus.
Como a incredulidade pode prolongar o sofrimento segundo o autor?
Segundo o autor, a incredulidade prolonga o sofrimento porque ela atua como um véu que impede o fiel de reconhecer a real grandeza e a soberania do poder de Deus. Quando uma pessoa permanece na dúvida, ela acaba negligenciando os recursos espirituais disponíveis e foca na gravidade dos seus problemas, tratando-os como se fossem maiores do que o próprio Criador.
Essa prolongação do sofrimento ocorre através de diversos mecanismos descritos nas fontes:
- A "Pedra" da Incredulidade: O autor utiliza a metáfora de "remover a pedra" para explicar que a incredulidade é um obstáculo sério que impede a manifestação do milagre. Se o fiel frequenta a igreja ou participa de campanhas sem crer verdadeiramente na possibilidade da mudança, ele mantém a barreira que trava o fluxo da graça divina.
- Limitação do Poder Divino: A incredulidade manifesta-se quando o fiel tenta medir a capacidade de Deus pela lógica humana. O autor exemplifica isso com sua própria experiência, onde foi repreendido pelo Espírito Santo por acreditar que Deus poderia curar uma dor de cabeça, mas hesitar diante de um caso terminal; essa hesitação é o que "limita" o agir de Deus e retarda a solução.
- Dúvida sobre a Vontade de Deus: Tomando como base o exemplo do leproso que perguntou "se queres", o autor ensina que a incredulidade muitas vezes não é sobre o poder de Deus, mas sobre a Sua vontade em agir em um caso específico. Essa dúvida gera insegurança e impede o fiel de se apropriar da cura que Jesus já está pronto para realizar.
- Afastamento do "Deus Vivo": Citando o apóstolo Paulo, o autor alerta que um "perverso coração de incredulidade" tem o poder de afastar o homem da presença de Deus, fazendo com que ele permaneça no "deserto" e fracasse na obediência, assim como ocorreu com o povo que saiu do Egito.
- Foco no Passado e Murmuração: A incredulidade mantém o indivíduo preso a lamentos e traumas antigos. Ao duvidar da restauração presente, o fiel continua a reclamar e a murmurar, o que, segundo o autor, faz com que ele continue vivendo em uma "prisão" de tristezas e marcas profundas em vez de sair para a liberdade.
Em suma, o autor ensina que o sofrimento é prolongado não por falta de poder de Deus, mas porque a incredulidade faz com que o homem retarde a sua própria bênção ao não obedecer e não confiar plenamente nas promessas das Escrituras.
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