Como o exemplo de Daniel nos ensina a não desanimar?
O exemplo de Daniel ensina que a vitória sobre o desânimo reside na perseverança inabalável e no entendimento de que o tempo de Deus difere do tempo humano,. Segundo o autor, Daniel enfrentou um período de tristeza e clamou por uma resposta durante três semanas completas, e embora parecesse que nada acontecia no plano visível, ele não parou de buscar ao Senhor.
Os principais ensinamentos desse exemplo para não desanimar são:
- Resistência ao retardamento da resposta: O autor explica que o inimigo age deliberadamente para retardar a resposta com o objetivo de fazer o fiel desistir do milagre, sabendo que o ser humano tende a desanimar facilmente. Daniel ensina que não importa quanto tempo seja necessário esperar, a confiança deve permanecer intacta. Uso de armas além da oração: Para não ceder ao desânimo, Daniel não apenas pediu o que queria, mas buscou entender o mundo espiritual através do jejum e da humilhação. Ele se absteve de "manjares desejáveis", carne e vinho até que o período de 21 dias se cumprisse, demonstrando que a batalha pelo milagre exige uma postura ativa e sacrificial.
- Fidelidade na disciplina diária: Daniel clamava ao Senhor três vezes ao dia, mantendo uma rotina de oração que servia como escudo contra as investidas do desânimo.
- Confiança no socorro invisível: O exemplo mostra que, enquanto Daniel perseverava, uma intensa batalha espiritual estava ocorrendo para que sua vitória fosse liberada. O envio do Arcanjo Miguel por Deus para combater as forças que barravam a resposta serve de consolo para que o fiel continue firme, sabendo que o Senhor está trabalhando no ontem, no hoje e no amanhã
Em suma, a lição de Daniel é que devemos lutar até o fim, sem desanimar e nunca parar, dando tempo para que Deus trabalhe nos processos do mundo espiritual que muitas vezes não compreendemos.
O que significa 'limitar o poder de Deus' na oração?
Segundo o autor, o conceito de "limitar o poder de Deus" na oração está intrinsecamente ligado à dúvida e à incredulidade humana diante de situações que consideramos impossíveis ou graves demais para serem resolvidas.
O significado desse limite pode ser compreendido através dos seguintes pontos:
- Duvidar da Vontade Divina: O autor utiliza o exemplo bíblico do leproso que disse a Jesus: "Senhor, se quiseres, bem podes limpar-me". Para o autor, essa pergunta indica que, embora o homem reconhecesse o poder de Jesus, ele ainda duvidava se o Mestre teria a vontade de curá-lo especificamente.
- Subestimar a Deus em Causas Graves: O autor relata um testemunho pessoal de quando foi orar em um hospital. Ele orou com muita fé por uma pessoa com febre e dor de cabeça, mas, ao se deparar com um paciente em estado terminal e com o corpo visivelmente debilitado, ele sentiu hesitação. Nesse momento, o Espírito Santo o repreendeu, dizendo: "Agora você está me limitando, acha que eu não possa curar este homem?".
- Prolongamento do Sofrimento: O autor afirma que, se as pessoas compreendessem a real grandeza e o tamanho do poder de Deus, elas não permaneceriam na dúvida. Para ele, a incredulidade é o que faz com que o fiel negligencie a força divina e acabe prolongando os seus próprios sofrimentos, pois vê seus problemas como maiores do que Deus.
- Falta de Conhecimento das Escrituras: Limitar a Deus também é uma consequência de não conhecer os direitos e deveres como servo. O autor explica que um cristão que não faz uso da Bíblia acaba por retardar a sua própria bênção, pois a vitória exige não apenas crer, mas obedecer aos mandamentos que revelam um Deus de poderes ilimitados.
Em resumo, limitar a Deus na oração significa medir a capacidade de resposta do Criador com base na lógica humana ou na gravidade da situação física, em vez de confiar plenamente na soberania absoluta do Senhor.
Caso você deseje, posso criar um infográfico detalhando os "obstáculos que impedem a oração de ser ouvida", conforme ensinado pelo autor, para ajudar a visualizar esses limites. Você gostaria?
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